Pau-brasil


Acho que somos o único país do mundo a receber nome de planta. Legal isso 😀 Seria mais legal ainda se o pau-brasil não estivesse ameaçado…outro dia vi uma reportagem sobre isso. Dizia que o pau-brasil, além do corante, possui propriedades adstringentes, anti-inflamatórias e anti-cancerígenas (tanto sarcomas como carcinomas responderam bem a testes feitos em ratos de laboratório). Sem contar que é uma árvore linda, claro 😉


Uma das pesquisadoras dizia, ao final da reportagem: “Seria bom se as pessoas plantassem o pau-brasil…assim, deixaria de figurar na lista da quase extinção”. Tá. Aí eu, que adoro plantas, pergunto: onde achar?? Até hoje acho que vi apenas 2 árvores de pau-brasil, e em áreas de conservação. Onde acha semente ou muda de pau-brasil para plantar??? Se alguém souber, favor entrar em contato comigo…escreva aí embaixo.

Editado: ops, esqueçam! Acabei de pesquisar, tem aqui: http://www.projetopaubrasil.com.br/

Para comprar: 
Vendas por Sedex: 
mínimo 15 mudas – R$ 15,00 por unidade + custo do Sedex.
Pedidos em grande quantidade: 
entar em contato através do telefone ou e-mail abaixo (em virtude de redução de preço conforme a quantidade e ser preciso calcular o frete).
Sementes: Não fornecemos devido à curta vida das mesmas.

Entre em contato pelo atendimento@projetopaubrasil.com.br , pelo (21) 3521-6700 ou skype: projetopaubrasil.

Tem também nesse outro site: http://www.proecologia.com.br – F: (32) 32571142 • End: BR 040 km 792 São Pedro Juiz de Fora MG CEP 36039-080 – mas não diz quanto custa…talvez fique mais barato, pois o frete de Minas deveria, teoricamente, custar menos que o da Bahia.

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Conheça oito cuidados essenciais ao fazer a barba


Pelo menos uma vez por semana você está em frente ao espelho do banheiro, contorcendo o rosto para facilitar o deslizamento do aparelho de barbear ou da lâmina. Embora fazer a barba faça parte da rotina dos homens, muitos cometem pequenos erros que podem favorecer irritações, pelos encravados, foliculites e até mesmo cortes. “Não usar os produtos certos e prolongar o tempo de vida da lâmina são os principais deslizes do público masculino”, aponta a dermatologista Carolina Marçon, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Confira oito dicas para evitar problemas decorrentes do barbear.

Aproveite o pós-banho
“É melhor fazer a barba após o banho porque a higiene facial melhora a lubrificação da pele, reduzindo o risco de ferimentos”, explica o dermatologista Adriano Almeida, pesquisador da UNICAMP e professor da pós-graduação em dermatologia da Fundação Pele Saudável. Além disso, a água morna dilata os poros, promovendo um melhor barbear.

Homem espremendo espinha - Foto Getty ImagesCuidado com a pele acneica
Pessoas que sofrem com espinhas devem tomar cuidado para não cortar os pontos inflamados, favorecendo, assim, dispersão das bactérias presentes nessas microlesões para outras áreas da pele, explica a dermatologista Carolina Marçon. “Deixe para barbear as regiões com acne por último e não reutilize a lâmina”, recomenda. Também é melhor substituir a loção pós-barba por produtos com propriedades antissépticas, adstringentes e anti-inflamatórias, sempre com orientação profissional.
Homem espalhando espuma no rosto - Foto Getty ImagesUse os produtos adequados
Nada de sabonete. Para um bom barbear, é fundamental usar os cosméticos certos. “A espuma do sabonete pode causar irritação, ardência e vermelhidão, principalmente em peles mais sensíveis”, aponta a dermatologista Carolina. O melhor é usar espuma em gel, creme ou mousse, que deixa os pelos ficam mais maleáveis e diminui o risco de lesões. A espuma tipo gel é indicada para homens com pele oleosa. Já o tipo mousse funciona melhor para pessoas com pele normal. O creme, por sua vez, é recomendado para tanto para peles secas ou quanto normais.
Homem usando lâmina de barbear - Foto Getty ImagesO barbear
O barbear deve começar pelas laterais do rosto – costeletas, bochechas e maxilar -, onde a pele é menos sensível, afirma Adriano Almeida. “Deixe o queixo por último, pois os pelos desta região costumam demorar mais para amolecer”, aponta. O dermatologista lembra ainda que a lâmina não deve ser muito pressionada contra o rosto ou passada várias vezes na mesma área, pois isso aumenta o risco de traumas. Ela ainda deve acompanhar o sentido de crescimento dos pelos. “Embora o corte no sentido oposto seja mais rente, ele aumenta o risco de irritações, foliculite e pelo encravado“, explica.
Lâmina de barbear - Foto Getty ImagesTroque a lâmina regularmente
“Lâminas gastas podem machucar a pele e provocar cortes”, alerta Carolina Marçon. Por isso, use uma mesma lâmina no máximo três vezes. Desta maneira, não é preciso passar o aparelho na mesma região repetidamente. Após o barbear, lembre-se de lavar e enxugar bem antes de guardá-lo.
Homem lavando o rosto - Foto Getty ImagesLave o rosto com água fria
Após o barbear, lave o rosto com água fria. “Isso restabelece a dimensão dos poros que ficaram dilatados com a água morna”, explica o dermatologista Adriano. Além disso, há uma contração dos vasinhos, evitando sangramentos. Verifique apenas se suas mãos estão limpas antes de colocá-las em contato com o rosto.
Loção pós-barba - Foto Getty ImagesUse loção pós-barba
Muitos homens dispensam este produto, mas ele é fundamental para um bom barbear. “A loção pós-barba ajuda a fechar os poros, alivia irritações provocadas pela lâmina e age como cicatrizante”, afirma a dermatologista Carolina. Esses produtos contêm propriedades adstringentes, anti-inflamatórias e hidratantes. Evite, entretanto, as opções que apresentam álcool na composição. “Elas podem irritar, ressecar a pele e ainda causar ardor”, explica a profissional.
Homem usando barbeador elétrico - Foto Getty ImagesUsando o barbeador elétrico
Os barbeadores elétricos são mais utilizados por quem tem pressa ou costuma se cortar ao fazer a barba, apesar de serem menos eficazes. “Eles não possibilitam o corte rente dos pelos, mas, por outro lado, é uma boa indicação para evitar foliculite ou pelos encravados”, diz o dermatologista Adriano. Outra vantagem é o fato de dispensarem o uso de cremes, géis, mousses ou água.

Cólicas, aquelas nossas amiguinhas :P


Pergunta 1: Atividade física pode ajudar a diminuir as cólicas?

Resposta: Sim, mas só se praticada regularmente

Nota: De acordo com o ginecologista Fábio Laginha, do Hospital 9 de Julho, atividades físicas podem ser efetivas contra cólicas menstruais. “A prática de exercícios não só estimula um melhor fluxo sanguíneo como ainda diminui a sensibilidade à dor do praticante”, explica. Mas não adianta esperar a dor aparecer para subir na bicicleta ou sair caminhando: esses benefícios só surgem após certo tempo de treino.

Pergunta 2: Uma dieta rica em gordura pode piorar as cólicas?

Resposta: Não há estudos que comprovem isso

Nota: “Ainda não há estudos que comprovem a ação de determinados alimentos ou nutrientes sobre as cólicas menstruais”, afirma o ginecologista Luciano Pompei, diretor da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP). Entretanto, algumas pesquisas sugerem que uma dieta rica em vitamina D, encontrada em alguns peixes, no leite e em ovos, assim como vitamina E, presente em óleos vegetais, nozes e grãos, podem ajudar a combater cólicas. Por isso, vale a recomendação de investir em um prato colorido sempre com frutas, legumes e verduras.

Pergunta: Por que compressas de água quente melhoram a cólica menstrual?

Sua Resposta Porque melhoram o fluxo sanguíneo, eliminando substâncias que aumentam a contração do útero

Nota: O calor da compressa quente faz os vasos sanguíneos dilatarem, aumentando o fluxo de sangue na região. “Isso leva embora de forma mais rápida as substâncias que causam contrações e que ficam concentradas no local da dor”, aponta a ginecologista Karina Zulli. Além disso, o calor da compressa também desvia a atenção do nosso corpo para outro estímulo, o que reduz a sensibilidade à dor.

Pergunta: Há algum perigo em usar analgésicos e anti-inflamatórios para aliviar as cólicas sem consultar um médico?

Resposta: Sim, pois as cólicas podem ser decorrentes de outros problemas de saúde

Nota: Segundo o ginecologista Fábio, há dois tipos de cólica: primária e secundária. “A primária geralmente é resolvida com medicamentos ou uso de anticoncepcionais e não tem uma causa conhecida que possa ser combatida”, esclarece. Já a secundária, menos comum, está sempre associada à outra patologia, como endometriose, miomas, varizes pélvicas, entre outros problemas. “Tomar um medicamento contra cólica sem consultar um médico antes pode mascarar o verdadeiro problema”, alerta. Por isso, procure um profissional se quiser dar fim a esse desconforto.

Pergunta: O uso de anticoncepcionais também pode ajudar a diminuir as cólicas?Parabéns, você acertou esta pergunta

Resposta Apenas os que são à base de hormônios

Nota: O anticoncepcional à base de hormônios diminui o endométrio, que é a camada interna do útero. “Isso reduz a produção de prostaglandinas, que fazem o útero contrair e provocar cólicas”, explica Luciano Pompei. Além disso, a diminuição do fluxo da menstruação também faz com que a contração do útero seja menor.

Pergunta: Qual é a melhor posição para quem está sentindo cólica?Ops, você errou esta pergunta

Resposta: Varia de mulher para mulher

Nota: “A posição que mais proporciona alívio às mulheres com cólica costuma ser deitada com as costas no chão, abraçando os joelhos dobrados sobre a barriga”, aponta a ginecologista Karina. Mas, segundo a ginecologista, não há regra. Algumas mulheres sentem menor desconforto se estiverem sentadas. Outras, deitadas de lado. Só não faz sentido forçar uma determinada posição que cause desconforto.

Pergunta: Massagens e técnicas de acupuntura são eficazes contra cólicas menstruais?Parabéns, você acertou esta pergunta

Resposta Sim

Nota: “A acupuntura e algumas massagens combatem não só cólicas menstruais, mas até os sintomas da TPM”, afirma a ginecologista Karina. A pressão exercida com os dedos ou as agulhas relaxa e estimula a circulação sanguínea. Antes de sair apertando aqui e ali, porém, recomenda-se consultar um especialista que possa ensinar técnicas para que a pressão não acabe piorando as dores.

Muito cansado? Conheça 14 causas que podem estar por trás de sua fadiga


estresse do dia a dia e a necessidade de fazer diversas coisas ao mesmo tempo podem fazer a fadiga perturbar a rotina, o que torna difícil até mesmo atividades corriqueiras. No entanto, nem sempre essa fadiga quer dizer que você está precisando apenas de um descanso. Confira o que pode estar por trás dessa sensação de cansaço incessante.

Pouco tempo de sono

O período do sono serve para repor nossas energias. É nesse período que acontece a síntese de proteínas, fazendo com que o cansaço do dia desapareça. Assim, se não há o tempo de sono adequado, a fadiga bate à porta.

“A quantidade de sono necessária depende do cansaço físico e mental, da idade e até da genética de cada indivíduo. Em média, um adulto deve dormir entre sete e oito horas por dia”, explica Shigueo Yonekura, neurologista e especialista em sono do Instituto de Medicina e Sono.

Para que o seu sono tenha qualidade, é necessário que ele passe por todos os estágios, sendo cinco ao todo. Os dois primeiros representam o sono superficial, consumindo entre 55 e 60% do tempo dormido. Nos estágios três e quatro, acontece o descanso “físico”, que dura 20% do tempo. O quinto e último estágio ocupa os 20% restantes do tempo e nele acontecem os sonhos, considerados importantes para preservar a memória.

Apneia do sono 

Esse distúrbio é caracterizado pelo fechamento repetitivo da passagem do ar pela garganta durante o sono, podendo interromper a respiração por até 40 segundos. Essas pequenas paradas fazem com que o indivíduo acorde durante a noite, interrompendo o sono. “Fadiga, falta de concentração, alteração de humor e perda de memória e libido são sintomas comuns de quem sofre de apneia”, conta o neurologista Shigueo Yonekura.

Para detectar o problema, é necessário procurar ajuda médica, pois apenas exames em um laboratório de sono podem indicar o distúrbio. Em alguns casos, o tratamento se restringe à perda de peso, já que a gordura em excesso na região do pescoço estreita ainda mais a laringe, provocando a doença.

Sedentarismo

Subir um lance de escadas e já ficar cansado é apenas um dos incômodos que a vida sedentária traz. É comum pessoas que não fazem nenhuma atividade física se sentirem fadigadas ao menor sinal de esforço.

Isso se deve à falta de condicionamento do sistema cardíaco, ou seja, o coração não bate saudável a ponto de mandar sangue para o corpo todo. Desse modo, explica o cardiologista João Vicente da Silveira, do Hospital São Luiz, por causa do acúmulo de ácido lático nos músculos, o sistema muscular acaba fraco.

Para resolver esse problema, não há outra solução: mexa-se! “O sedentário tem que se mexer, fazer caminhada, natação, hidroginástica”, aconselha João Vicente, que lembra que a falta de tempo ou dinheiro não é desculpa para ficar parado. Descer do ônibus a dois ou três pontos de seu destino, caminhar até a padaria ou o banco, trocar o elevador pela escada são dicas valiosas para quem ainda insiste em dar desculpas.

Anemia 

A sensação de fadiga pode estar ligada a essa doença, que nada mais é do que a diminuição da hemoglobina, responsável pelo transporte de oxigênio e nutrientes pelo corpo.

“Quem tem anemia acaba transportando menos substâncias, o que não é aceito pelo organismo. O coração exige mais trabalho, levando ao fracasso dos músculos”, esclarece o nutrólogo José Alves Lara Neto, vice-presidente da ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia). Com tratamento, a fadiga desaparece completamente.

Alergia ao glúten

Quem possui essa alergia alimentar, segundo o nutrólogo José Alves Lara Neto, sente-se sem energia para nada. Ele explica que isso acontece porque a glutenina, proteína formadora do glúten, provoca uma irritação no intestino, diminuindo a absorção de outras substâncias. Por isso, é importante detectar rapidamente a alergia ao glúten.

Consumo de café

Quem diria! A cafeína, conhecida por fornecer energia, pode ser o agente causador da fadiga inexplicável. Essa substância é termogênica, logo, obrigará teu organismo a gastar mais energia. No entanto, quando você não tem essa energia para gastar, tudo o que fica é o cansaço, a moleza… “Ela não dá energia, só estimula a gastar”, sintetiza o nutrólogo José Alves Lara Neto.

Desidratação

O consumo de água adequado é vital para o bom funcionamento do organismo. Assim, o corpo desidratado está disfuncional. “A água serve pra manter a temperatura do corpo. Se você não toma muita água, o seu organismo vai esquentar e cansar muito rápido”, conta o nutrólogo José Alves Lara Neto.

Para saber qual é a quantidade certa de água que você deve consumir diariamente, multiplique seu peso por 0,03. Seguindo esse cálculo, uma pessoa de 70 quilos deve tomar, aproximadamente, 2,1 litros de água por dia.

Cigarro

Mais um motivo para largar o cigarro: ele te cansa, e por vários motivos. O primeiro deles, segundo a pneumologista Maria Vera Cruz de Oliveira Castellano, do Hospital do Servidor Público Estadual é que quem fuma tem maior concentração de monóxido de carbono no sangue, que compete com o oxigênio para fazer ligação com a hemoglobina. Assim, o fumante tem menor concentração de oxigênio correndo pelo sangue, o que dá a sensação de fadiga.

Outro motivo é que, entre os componentes do cigarro, estão alguns que aceleram o catabolismo – conjunto de reações metabólicas que liberam energia no organismo -, levando à perda desnecessária dessa energia. Além disso, a nicotina diminui a quantidade de oxigênio que chega à periferia do organismo, piorando o cansaço.

“Por último, quem fuma tem perda maior de função pulmão por causa da ação dos componentes do cigarro no órgão. Eles levam à inflamação dos brônquios, que ficam mais obstruídos. Vários componentes oxidantes destroem as ligações entre os alvéolos, causando enfisema pulmonar”, completa a pneumologista, enfatizando que isso leva à fadiga. Se esse é o seu caso, não há saída além de apagar o cigarro.

Diabetes

Quando mal controlada, essa doença também causa fadiga. O diabetes, explica o endocrinologista César Hayashida, do Hospital Santa Cruz, causa desequilíbrio no metabolismo, desequilibrando também a parte do controle de líquidos do corpo.

“Existe a deficiência relativa ou absoluta de insulina, então o metabolismo de nutrição não é feito de maneira adequada. Assim, há perda de liquido e desidratação”, pormenoriza. Esse desarranjo é o grande responsável pela fadiga em portadores do distúrbio. Com o controle da doença, entretanto, a fadiga tende a melhorar consideravelmente.

Distúrbios da tireóide (hipotireodismo ou hipertireodismo)

Embora sejam dois distúrbios extremos, tanto o hipotireoidismo quanto o hipertireoidismo podem causar fadiga, embora não da mesma forma. No caso do hipertireoidismo, o doente tem o metabolismo acelerado, o que faz com que seu corpo faça um esforço desnecessário. Assim, mesmo sem qualquer atividade física, seu coração baterá mais acelerado. Em dias quentes, ela sente cansaço equivalente ao da prática de atividade física.

Já no hipotireoidismo, acontece o contrário. “Como também há alteração no funcionamento do coração, a pessoa fica cansada sem fazer esforço”, conta o endocrinologista César Hayashida. É como se tudo ficasse mais lento, até mesmo o cérebro, dificultando a execução de tarefas.

Síndrome da fadiga crônica (SFC) ou fibromialgia

A síndrome da fadiga crônica (SFC) é um mal sem causa identificada, comumente associada à fibromialgia, onde o quadro de cansaço não melhora nem com o descanso. É complicado, até mesmo para especialistas, separar essa síndrome da fibromialgia, que é uma síndrome de amplificação dolorosa não inflamatória e crônica de difícil diagnóstico. Isso porque a fadiga aparece na grande maioria dos casos de fibromialgia, que também pode estar relacionada a dores e distúrbios do sono do paciente.

“A fibromialgia é uma doença que tem a fadiga como um dos sintomas principais. Ao mesmo tempo, na síndrome da fadiga crônica, o principal sintoma também é a fadiga. Então, pode acontecer do paciente ter as duas doenças”, conta Roberto Heymann, coordenador do ambulatório de fibromialgia da Unifesp.

A fadiga causada por esses distúrbios é arrebatadora. O doente já acorda de manhã muito cansado, o que piora durante o dia e, apesar de descansar, o cansaço não melhora. Se esse quadro persistir durante três meses, é importante procurar um reumatologista, que saberá diagnosticar. “A fibromialgia é um diagnostico de inclusão, ou seja, se o paciente preenche os critérios, ele tem. Na SFC, você tem que afastar outras doenças”, explica Heymann, que reitera que, ao contrário de doenças virais ou autoimunes, nenhum dos dois distúrbios causa fadiga muscular, mas sim a falta de energia.

Embora ainda não exista tratamento adequado para essas síndromes, ele tem sido feito com o uso de antidepressivos, derivados de anfetaminas (para melhorar o quadro de falta de energia) e até mesmo GH (hormônio do crescimento), além de atividades físicas e medidas para a melhoria da qualidade de sono do paciente.

Depressão

Para o depressivo, é ainda mais difícil conseguir forças para realizar qualquer atividade, até mesmo as mais corriqueiras. A extrema falta de energia e vontade é um dos principais sintomas da doença, que também incluem queda de concentração, alterações do apetite e sono e pensamentos negativos constantes.

Depressão é coisa séria e exige tratamento adequado, que envolve terapia e uso de medicação. “Em geral, a fadiga melhora com o uso de antidepressivos, principalmente os que aumentam a noradrenalina”.

Estresse

Nosso corpo tem um balanço de forças motivadoras e calmantes – os sistemas noradrenérgico e serotoninérgico. Enquanto o primeiro faz com que você tenha força e vontade, o segundo está ligado à calma. Toda vez que o indivíduo passa por situações de estresse, há um descompasso desse balanço. “Se há predomínio da serotonina em relação à noradrenalina, há a fadiga”, explica Sérgio Klepacz, psiquiatra do Hospital Samaritano. Se esse é o seu caso, está na hora de relaxar!

Doenças cardíacas

A fadiga é o primeiro sintoma que indica que algo não está bem com o seu coração. Quando ele está fraco ou dilatado, não bombeia o sangue com eficiência, causando a fadiga. Por isso, a fadiga é o primeiro sintoma de inúmeras doenças cardíacas: angina, infarto agudo do miocárdio, pós-infarto, artérias entupidas, pressão alta, insuficiência cardíaca, arritmia, doenças valvulares, fibrilação atrial, entre outras.

“O sangue chega muito devagar em todas as partes do organismo, inclusive no cérebro, o que favorece o aparecimento do Alzheimer”, alerta o cardiologista João Vicente da Silveira. Por isso, ele ressalta a importância do check-up, principalmente a partir dos 40 anos.

fonte: http://yahoo.minhavida.com.br/saude/galerias/13428-muito-cansado-conheca-14-causas-que-podem-estar-por-tras-de-sua-fadiga#conteudoTxt

Brasileiro consome cinco quilos de agrotóxicos por ano (!!!)


A venda de agrotóxicos no Brasil em 2010 teve um aumento de 190% em comparação a 2009. Isso significa que cada brasileiro consome cerca de cinco quilos de venenos agrícolas por ano. Os dados fazem parte de um estudo da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), baseado em informações disponibilizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O estudo foi apresentado hoje (16) na Cúpula dos Povos pela médica sanitarista Lia Giraldo da Silva Augusto, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Ela credita o aumento na venda dos agrotóxicos ao bom momento do mercado agrícola, puxado principalmente por uma forte demanda chinesa. O produto que mais recebe venenos é a soja transgênica, que precisa do glifosato para produzir, em um tipo de “venda casada”, explicou a pesquisadora.

“Este ano a Abrasco decidiu construir um dossiê sobre o tema do agrotóxico e os impactos na saúde e no meio ambiente. O trabalho marca os 40 anos de Estocolmo [primeira conferência das Nações Unidas sobre o meio ambiente], os 20 anos da Eco92 e os 50 anos do lançamento do livro Primavera Silenciosa, de Rachel Carson.”

Segundo a médica, o uso de agrotóxicos no Brasil faz parte do modelo produtivo adotado na agricultura nacional. “Este modelo da agroindústria é todo sustentado no pacote da revolução verde, que é baseada em uma agricultura químico-dependente. O agrotóxico é parte desse modelo. Por causa disso, desde 2008 o Brasil ocupa o primeiro lugar no consumo de agrotóxicos, segundo dados levantados pela Abrasco na Anvisa.”

fonte: http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2012/06/16/brasileiro-consome-cinco-quilos-de-agrotoxicos-por-ano-mostra-estudo-divulgado-na-cupula-dos-povos.htm

Epidemia oculta


Lee Siegel – O Estado de S.Paulo

Já há alguns anos o autismo tem representado uma grave crise pública nos Estados Unidos. O caráter emergencial aumentou no fim de março, quando um respeitado estudo relatou que a possibilidade de uma criança ser diagnosticada com autismo aumentou em 20%. De acordo com o estudo, uma em cada 88 crianças foi diagnosticada com autismo em 2008. Dois anos antes, a proporção era de uma criança a cada 110. Em 2002, o diagnóstico era dado a uma em cada 155 crianças.

Ninguém sabe se o rápido aumento na incidência desse diagnóstico decorre do fato de a doença ter perdido seu estigma social, de o chamado “espectro” do distúrbio ter sido alargado, ou de um número cada vez maior de pessoas realmente apresentarem autismo. (Alguns países têm maneiras mais indiretas de lidar com a doença. Na Coreia do Sul, quando os médicos encontram o distúrbio, eles o atribuem à negligência e ao abuso por parte dos pais. Assim, as crianças são poupadas de um temível estigma.) A causa por trás da crescente incidência do autismo não importa tanto. Os pais estão aterrorizados.

Em 1998, um médico britânico chamado Andrew Wakefield publicou um estudo numa importante revista científica de medicina afirmando que certas vacinas dadas durante a infância causavam o autismo. O resultado foi um grande movimento de pais que se recusaram a vacinar os filhos. Embora a pesquisa de Wakefield tenha sido totalmente desacreditada e suas afirmações, refutadas – entre outras, pela própria revista que as publicou -, o movimento contra a vacinação continua a prosperar com a força de um culto. Um conhecido meu, crítico, romancista e poeta extremamente talentoso, ainda se recusa a vacinar os filhos pequenos. Em vez disso, ele e a mulher levam as crianças nas viagens que fazem pelo mundo, conhecendo lugares onde doenças já eliminadas no Ocidente ainda sobrevivem.

Uma criança autista pode partir o coração de pais amorosos, trazer sofrimento aos irmãos, acabar com os laços que unem as famílias. Corremos o risco de parecer levianos na tentativa de refletir a respeito do significado cultural da doença. Mas a incrível vulnerabilidade sentida agora pelos pais pede para ser analisada num contexto mais amplo.

O espectro do autismo é bastante amplo, com crianças com incapacidade na fala ou no funcionamento mental num dos extremos, e aquelas no outro extremo sofrendo da síndrome de Asperger, um quadro altamente funcional caracterizado pela obsessão por objetos como trens e aspiradores de pó, pela dificuldade na interação social e pela incapacidade de ler as emoções dos demais. Mas os dois traços partilhados por crianças de todo o espectro do autismo são uma facilidade radical para a distração e a falta de empatia. Por acaso, estas são qualidades que hoje afligem a população em geral.

Faz cerca de 60 anos que assistir televisão se tornou um modo de vida, mas a consciência leva certo tempo para ser transformada. Somente agora estamos sentindo os efeitos decorrentes de mergulhar a cabeça numa tela, de sermos reduzidos a receptores passivos de ondas de inanidade, de termos a atenção puxada para lá e para cá por imagens em rápida sucessão. Cada vez mais vejo-me conversando com pessoas que começam a assoviar para si mesmas enquanto estou falando. (É claro que isto pode ser decorrência da qualidade do meu papo; este tema fica para outra coluna.) Cada vez mais ouvimos falar no aumento do número de divórcios, assassinatos em massa em escolas e ambientes de trabalho, ou simplesmente nas sociopatias mais mundanas, como a ingratidão e a traição. Assustadoramente, as propriedades clínicas do autismo parecem ser a vanguarda de uma epidemia oculta e mais comum.

Poderíamos dizer que a internet cumpriu a promessa anômica da televisão. O afastamento das demais pessoas tem agora uma estrutura que se sustenta sozinha: podemos estar ao mesmo tempo sozinhos e acompanhados pelos outros. Na internet, a distração absoluta se assemelha ao envolvimento absoluto. E, quando estamos na rede, a falta de empatia é um estado de espírito que permeia tudo. Um número cada vez maior de pessoas parece tentado, pela tela e pela solidão, a maldizer, aterrorizar e até destruir outros que estão presentes no mundo online apenas como fantasmas, como projeções da atormentada imaginação de outrem.

É claro que não estou dizendo que existe um elo entre a TV, os computadores e o autismo. Está se tornando cada vez mais evidente que o autismo e os distúrbios a ele relacionados têm a ver com um gene defeituoso, com uma trágica falha na estrutura genética que nada tem a ver com o ambiente nem com o histórico genético dos pais. E, no mínimo, a crescente incidência do autismo tem a ver com a aplicação desse diagnóstico a um comportamento que era antes considerado apenas estranho ou excêntrico. De acordo com a definição clínica atual, Dom Quixote, Werther e Pierre Bezukhov, personagem de Tolstoi, eram todos portadores de Asperger. Provavelmente, 80% dos personagens de Dickens existem em algum ponto do espectro do autismo.

Mas o que se tornou claro é que o autismo é a contraparte patológica de um fenômeno sociológico. Se ambas as realidades contêm algo além de uma coincidência, ou se são atributos significativos de uma sociedade em transformação, é um segredo que, por enquanto, permanece trancado no futuro.

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,epidemia-oculta-,875430,0.htm

Sigmund Freud


Diva de Freud

Diva de Freud (Photo credit: Wikipedia)

Sigmund Freud, founder of psychoanalysis, smok...

Sigmund Freud, founder of psychoanalysis, smoking cigar. Español: Sigmund Freud, fundador del psicoanálisis, fumando. Česky: Zakladatel psychoanalýzy Sigmund Freud kouří doutník. (Photo credit: Wikipedia)

Sigmund Freud, foi um médico neurologista judeu-austríaco, fundador da psicanálise. Freud nasceu em Freiberg, na época pertencente ao Império Austríaco; atualmente a localidade é denominada Pribor, na República Tcheca.

Freud iniciou seus estudos pela utilização da hipnose como método de tratamento para pacientes com histeria. Ao observar a melhoria de pacientes de Charcot, elaborou a hipótese de que a causa da doença era psicológica, não orgânica. Essa hipótese serviu de base para seus outros conceitos, como o do inconsciente. Freud também é conhecido por suas teorias dos mecanismos de defesa, repressão psicológica e por criar a utilização clínica da psicanálise como tratamento da psicopatologia, através do diálogo entre o paciente e o psicanalista. Freud acreditava que o desejo sexual era a energia motivacional primária da vida humana, assim como suas técnicas terapêuticas. Ele abandonou o uso de hipnose em pacientes com histeria, em favor da interpretação de sonhos e da livre associação, como fontes dos desejos do inconsciente.

Suas teorias e seu tratamento com seus pacientes foram controversos na Viena do século XIX, e continuam a ser muito debatidos hoje. Suas ideias são frequentemente discutidas e analisadas como obras de literatura e cultura geral em adição ao contínuo debate ao redor delas no uso como tratamento científico e médico.

English: Entrance to Freuds consulting room

English: Entrance to Freuds consulting room (Photo credit: Wikipedia)

Pensamento e Linguagem

Em suas teorias, Freud afirma que os pensamentos humanos são desenvolvidos, obtendo acesso à consciência, por processos diferenciados, relacionando tal ideia à de que a sistemática do nosso cérebro trabalha essencialmente com o campo da semântica, isto é, a mente desenvolve os pensamentos num sistema intrincado de linguagem baseados em imagens, as quais são meras representações de significados latentes.

English: Sigmund Freud's signature.

English: Sigmund Freud’s signature. (Photo credit: Wikipedia)

Teoria da Representação
O fenômeno representacional psíquico está relacionado ao sistema sistema nervoso humano. As representações, segundo Freud, são analógicas e imagéticas. Estas se inter-relacionam através de redes associativas. As redes associativas das representações são provenientes do processo fisiológico cerebral, o qual se baseia em uma rede de neurônios. Esse processo ocorre através de um mecanismo reflexo: a informação parte por uma rede associativa de neurônios até chegar à região motora e sensorial. Ela provoca então, modificações nas células centrais, causando a formação das representações.

Enquanto elementos, as representações são originadas da percepção sensorial do indivíduo. São unidades mentais tanto de objetos, como de situações, sensações, relações.

English: Group photo in front of Clark Univers...

English: Group photo in front of Clark University Sigmund Freud, G. Stanley Hall, Carl Jung; Back row: Abraham A. Brill, Ernest Jones, Sándor Ferenczi. Photo taken for Clark University in Worcester, Massachusetts publication. Česky: Foto z Clarkovy univerzity roku 1909. Dole (zleva) Sigmund Freud, G. Stanley Hall, Carl Jung, nahoře (zleva) Abraham A. Brill, Ernest Jones, Sándor Ferenczi (Photo credit: Wikipedia)

A representação de objeto, também chamada de representação da “coisa”, é “… um complexo de associações, formado por uma grande variedade de apresentações visuais, acústicas, táteis, cenestésicas e outras”, de acordo com Freud.

As emoções, por exemplo, são processos de descarga de energia, que são percebidos como os sentimentos. São as chamadas representações imagéticas, que não formam imagens psíquicas, e sim traços mnésicos de sensações.

Español: Sombrero de Sigmund Freud. Museo de F...

Español: Sombrero de Sigmund Freud. Museo de Freud, Viena (Photo credit: Wikipedia)

É preciso destacar que as relações entre as representações não são a demonstração e a manifestação dos sentimentos, dos afetos, das emoções. A relação entre os tipos de representação formam as ideias, ou seja, as relações associativas contidas nas representações de objeto (captadas pelos processos perceptivos) formam os complexos de sensações associados dando origem a uma representação completa. Portanto, um único objeto representado na mente é constituído por seus vários aspectos sensoriais da realidade externa: cor, gosto, textura, cheiro e coisas do gênero.

Teoria do processo de pensamento

Segundo Freud, o processo de pensamento é a ativação ou inibição dos complexos de sensações associadas que tornam possível o fenômeno representacional psíquico, o que se dá através da energia que flui no sistema nervoso pelos sistemas de neurônios. Podemos distinguir, neste processamento, um primário e um secundário.

Processo Primário

Associado ao inconsciente, o processamento primário do pensamento é aquele que dirige ações imediatas ou reflexas, sendo associado, assim, ao prazer, ao emocional do indivíduo e ao fenômeno de arco-reflexo. Nele, a energia presente no aparelho mental flui livremente pelas representações, do pólo do estímulo ao da resposta.

Handwriting of Freud

Handwriting of Freud (Photo credit: Wikipedia)

Processo Secundário

O processo de pensamento secundário, por outro lado, está associado ao pré-consciente, também chamado de “ação interiorizada” ou, ainda, de “processo racional do pensamento”. Nele, o escoamento de energia mental fica retido, só acontecendo após uma série de associações, as quais refletem no aparelho psíquico. As ações decorrentes dessa forma de processamento devem ser tomadas com base no mundo externo, no contexto em que a pessoa se encontra e em seus objetivos. Assim, ao contrário da energia do processo primário, que é livre, a energia do secundário é condicional.

Pequeno documentário com uma breve idéia da vida e obra de Sigmund Freud.
Lembro que ele é bem curto, dá apenas uma idéia básica de quem foi Freud. A pesquisa e leitura aprofundadas são insubstituíveis 🙂