Com que roupa eu vou?

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lingerie da Victoria’s Secret – noivinhas sexy 😉 *rsrsrs* tipos de vestidos que toda mulher deveria ter no armário (só vou reproduzir o texto aqui, caso algum dia o link saia do ar; quem quiser ver as fotos, clique no link – essas fotos abaixo são completamente aleatórias – cliquem para vê-las no tamanho original) “Toda […]

…sobre a enquete mais recente.

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Bom, o primeiro resultado foi surpreendente: Druna. Jura, Daniel, jura??? *rs* Trash demais pro meu gosto hahahahahah 😛 Mas tuuudo bem, a gente até te homenageia 😉 Quer dizer, acho que é vc. que vai homenagear, errr…*rs* “Drunna é uma história em quadrinhos criada pelo veneziano Paolo Serpieri de 63 anos. A história narra um […]

Fantasia 4

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F#d@-se o cupido!


Hahhahahhhahah minha mãe é um barato – sabendo dos meus fiascos, comprou esse livro para mim, e só a capa já vale! *rs* (o subtítulo do livro é: “guia de meninas atrevidas para pegar caras gatos” kkkkkk!!! Apelativo como eu gosto 😉 )

Muito engraçadinha…espero que o conteúdo seja bom também 😉

Diz a sinopse:

“Há uma regra não escrita em nossa sociedade que diz que toda mulher deve sempre esperar para ser paquerada por um homem. No entanto, diversas moças acham isso ultrapassado e estão dispostas a virar o jogo. O problema é que, por não estarem familiarizadas com essa situação, não sabem muito bem como dar início a uma cantada e, muitas vezes, acabam se dando mal.

F#d@-se o cupido! foi escrito para ajudar essas mulheres, tornando-se um guia para quem cansou de esperar o cupido entrar em ação e resolveu assumir o controle de sua vida amorosa. Relatando seus muitos anos de paquera (incluindo as hilariantes tentativas frustradas), Samantha Scholfield revela as técnicas e estratégias que considera mais úteis para seduzir o pretendente escolhido, além de apresentar métodos infalíveis para iniciar uma conversa a qualquer momento e em qualquer lugar – sem o cara sequer reparar que está sendo cantado.

Entre muitas outras coisas, com F#d@-se o cupido!, as mulheres vão conhecer: o que realmente acontece quando se flerta com um cara; cinco técnicas para melhorar as habilidades de paquera e aumentar sua confiança; 51 lugares perfeitos para conhecer o futuro namorado; tudo sobre linguagem corporal; e como usar essas técnicas em namoros on-line.”

“Escrito para as mulheres que acreditam que não é apenas na carreira que se deve manter as rédeas da situação, F#dA-se o cupido! revela-se o guia definitivo para quem quer tomar a iniciativa e abordar os homens sem se meter em saias justas.
A autora Samantha Scholfield estimula a autoconfiança da leitora oferecendo dicas para criar oportunidades de aproximação sem comprometer a autoestima e o bom humor. A leitora receberá orientações sobre os melhores lugares para fazer suas investidas e ainda aprenderá técnicas em que os homens nem percebem que estão sendo abordados. Com esse livro, as mulheres darão o primeiro passo de uma maneira natural e espontânea, virando o jogo da sedução a favor de todos!”

Promete, promete…! Depois eu conto se é luxo ou lixo 😉

Feira Erótica 2012


A maior Erótika Fair da America Latina começou com uma ação em plena Avenida Paulista modelos com uma pintura corporal que mal dava para perceber que não eram roupas de verdade, distribuíram maçãs fruta simbólica da Erótika aos motoristas e pedestres.O que mais chamou atenção foram os modelos seminus vestidos pela tinta.”

A 19ª edição da Erótika Fair começou nesta quinta-feira (22) no Palácio de Convenções do Anhembi (zona norte de São Paulo). Até domingo (25), o evento oferece –aos consumidores e profissionais da área– atrações como shows de striptease, pole dance, aulas de pompoarismo, filmes eróticos em 3D e até show de “stand-up”, com o humorista Márcio Ribeiro.

Os ingressos custam R$ 60 (cada dia), e há um pacote promocional por R$ 120 para os quatro dias de feira.

Angela Bismarchi fez a abertura oficial do evento, às 15h, quando recebeu o prêmio de embaixatriz do mercado erótico, além de lançar a boneca Angel Barbie, que tem pelos pubianos.

A educadora sexual Laura Muller, conhecida pelas participações no programa “Altas Horas” (Globo), confirma presença e realiza palestras para os profissionais da área.

Atores e atrizes do universo erótico também estão no evento, fazendo ensaios fotográficos e distribuindo autógrafos.

Palestras, exposições, desfiles e cursos constam na programação da Erótika Fair, que espera levar cerca de 25 mil pessoas ao Anhembi.

Para mais informações, acesse o site do evento: www.erotikafair.com.br.

19ª Erótika Fair – Palácio de Convenções do Anhembi – av. Olavo Fontoura, 1.209, Santana, zona norte, São Paulo, SP. Metrô Tietê – chegando à estação, pegar o ônibus Ceasa. Qui. (22) a dom. (25): 14h às 22h. Ingr.: R$ 60. Proibido para menores de 18 anos.

Em feira erótica, Ângela Bismarchi diz que já fez sexo em cima de um camelo

Ângela Bismarchi foi coroada como embaixatriz do mercado erótico e sensual na 19ª Erótika Fair, na tarde desta quinta-feira, 22, no Anhembi, em São Paulo. Se for levar em conta o currículo de fantasias sexuais que a moça já realizou com seu marido, ela deve permanecer com o título por bastante tempo. Ao EGO, Ângela contou que já fez sexo até em cima de um camelo.

“Já realizei várias fantasias, uma vez fiz sexo em cima de um camelo”, disse a modelo, surpreendendo os repórteres. “Foi em uma viagem para a Arábia com o meu marido, ninguém viu”, completou ela. “Já fiz no banheiro do avião, é apertadinho porque eu sou grandona, mas a gente deu um jeito. Dentro daqueles trens-balas na Europa, também”.

Além de receber a faixa, a Ângela participou da feira para lançar seu novo produto erótico, um tapa sexo estimulante para as mulheres. “Ele serve para aumentar a libido das mulheres, esquenta e esfria. Testo todos os produtos com o meu marido antes de mandar para o mercado”, contou ela.

Casada há quase oito anos, Ângela contou que não quer ser vista de forma pornográfica, mas como uma pessoa que ajuda casais a serem mais felizes. “Quero ser um exemplo no mercado erótico e sensual como uma mulher bem casada e realizada, não quero levar para o lado da pornografia e da sacanagem, mas ajudar os casais a serem mais felizes.”

Ângela tirou a roupa e sentou uma banheira em um dos estandes para gravar seu programa “De 4″. Quase fazendo uma releitura do caldo que ela tomou durante uma sessão de fotos em uma praia, a modelo escorregou e caiu ao entrar na banheira, mas foi ajudada por seu produtor. Em seguida, a loira ficou reclamando que tinha machucado o joelho.”

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Caso tenham interesse, aproveitem para responder pelo menos algumas de minhas enquetes (tem mais fora essas, vejam o menu aí no alto à direita):

https://janusaureus.wordpress.com/sobre-about/enquetes/homens/

https://janusaureus.wordpress.com/sobre-about/enquetes/iniciativa/

https://janusaureus.wordpress.com/sobre-about/enquetes/parafilias-fetiches-e-tal/

https://janusaureus.wordpress.com/sobre-about/enquetes/habitos-amorosossexuais/

Abaixo, veja algumas fotos e vídeos do evento que compilei (desculpem a falta de fontes, visitei diversos sites, inclusive a página da Erótika Fair no Facebook e o Flickr da fotógrafa Amanda Tavano) – este primeiro vídeo, do strip tease da Jackie Kuerten, é meu. Na verdade, tem um segundo também, em que ela finaliza o strip, mas não vou compartilhar, mesmo porque não sei se a artista permitiria (procurei no Youtube e nenhum daqueles marmanjos que estavam tirando fotos e filmando e babando em cima dela compartilharam, então não serei eu a primeira…):

(se têm interesse em literatura erótica, vejam este meu outro post…)

Os opostos se atraem…


BANHO DAS MULHERES:
1 . Tira a roupa e coloca no cesto de roupa suja.
2. Vai para o banheiro de roupão.
3. Se cruza com o marido no caminho, cobre o corpo.
4. Pára diante do espelho e analisa o corpo.
5. Força a barriga para fora para poder se queixar que está mais gorda do que realmente está…
6. De costas, empina a bunda para verificar a celulite.
7. Antes de entrar no box, organiza a toalha para o rosto, a toalha para os cabelos e a toalha para o corpo.
8. Lava o cabelo com shampoo.
9. Enxágua longamente.
10. Repete o processo de lavar o cabelo com o shampoo.
11. Enxágua longamente de novo.
12. Enche o cabelo com condicionador e deixa por 15 minutos.
13. Lava o rosto com sabonete esfoliante até que o rosto fique vermelho..
14. Lava o resto do corpo com sabonete hidratante para o corpo.
15. Tira o condicionador do cabelo.
16. Este processo leva 10 minutos. Ela deve estar segura que todo o condicionador foi retirado.
17. Depilação de axilas, pernas e área do biquíni.
18. Desliga a ducha. Escorre toda a água dentro da ducha.
19. Sai da ducha e se seca com uma toalha do tamanho da África Meridional.
20. Enrola uma toalha super absorvente na cabeça.
21. Revisa mais uma vez o corpo em busca de detalhes, empina a bunda para verificar a celulite.
22. Retorna ao quarto com o roupão.
23. Se encontra o marido, se cobre mais ainda e corre para o quarto..
24. Uma hora e quarenta minutos depois, está vestida e pronta.
O BANHO DOS HOMENS:
1. Sentado na cama, vai tirando toda a roupa, arrotando, peidando e jogando tudo no piso em frente.
2. Cheira as meias e a cueca, para após lançá-las sobre o montinho formado.
3. Vai pelado até o banheiro.
4. Se encontra a esposa no caminho, balança o pinto imitando um ventilador.
5. Pára defronte ao espelho para ver o físico.
6. Encolhe a barriga.
7. Faz pose de halterofilista.
8. Checa o tamanho do pinto.
9. Por fim, coça o saco.
10. Entra na ducha.
11. Não se preocupa com toalhas. Se não tiver por ali uma de banho, vai se secar com a de rosto mesmo.
12. Lava o rosto com sabão.
13. Se mata de rir com o eco que faz dentro do box quando peida.
15. No banho, deixa pelos do saco no sabão.
16. Lava o cabelo com qualquer shampoo.
17. Não usa condicionador.
18. Faz um penteado punk.
19. Sai da ducha para ver no espelho como ficou seu penteado punk.
20. Morre de rir.
21. Mija dentro do box.
22. Faz toda a vizinhança ouvir quando assoa o nariz dentro do box.
23. Tira o shampoo e sai imediatamente da ducha.
24. Não se dá conta de que todo o banheiro está molhado pois tomou banho com o box aberto.
25. Quase seco, pára outra vez diante do espelho.
26. Contrai os músculos e revisa o tamanho do pinto.
27. Coça o saco.
28. Sai do banheiro e deixa a luz acesa.
29. Deixa pegadas molhadas com espuma de sabão.
30. Volta para o quarto.
31. Se encontra a esposa no caminho, volta a balançar o pinto, imitando ventilador.
32. Dá um tapa na bunda da esposa.
33. Chuta as roupas que estão no piso do quarto para um canto.
34. Quatro minutos depois está vestido, pronto e perguntando se a esposa ainda vai demorar muito.

Atendendo a pedidos…


(este post é para você, querido Dante beatrizento! 😉 )

Ah, aproveito para deixar aqui três poemas do Braga, já que a temática é apropriada (visitem o site dele para mais sacanagens!)

primeiro foi um dedo e não foi fácil
gemeu e reclamou mas pediu mais
carícias em seu corpo prazer táctil
primeira vez que realmente faz

o medo consistente está volátil
agora é hora certa outra jamais
molhada ser rasgada um pau pulsátil
depois da forte dor consegue paz

mas arde e não se solta e não consegue
embora com tesão e estando a fim
se esforça e se concentra e o ato segue

e pensa que não é pra ser assim
espera a uma luz que forte a cegue
de fato a irá buscar até seu fim.

pro dia dos namorados:

acordo de manhã com meu pau duro
chupava, no meu sonho, uma buceta
sem pelos, bem molhada… estava escuro
sentia com os lábios do capeta

ouvi alguns gemidos e um sussurro
talvez também um anjo, uma trombeta
com língua e precisão: trabalho puro
se não tem esse dom pois nem se meta

sonhando, claro, estava meio em transe
passava minhas mãos em pele nua
e tudo o que existia, ao meu alcance

os astros, os planetas, sol e lua
buceta que fascine, que me amanse?
eu tenho por certeza que era a sua!

—-

comer um cu requer ter muito jeito
buceta (que é mais fácil e natural)
também requer ser bom, fazer direito
mas cu é quem ensina o pau ser pau

comer atrás, na bunda, é algo perfeito
o sabe bem quem curte um bom anal
e sabe, garotinha, sou sujeito
que nunca lhe faria qualquer mal

portanto vá, confie, vá e deixe
e morda minha mão se sentir dor
aguente e seja forte e não se queixe

que vou gozar bem fundo e com ardor
depois, com quem quiser que você deite
você se lembrará do meu calor.

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Bem…após esta introdução (!) *rs* sugestiva, eis o real propósito do post:

DEZ CLÁSSICOS ERÓTICOS PARA LER NA CAMA

…esqueceram do Lolita (Nabokov), do Amante de Lady Chatterley (D.H.Lawrence) e do Trópico de Capricórnio (Henry Miller) 😉 Ah, e o Memórias de minhas putas tristes (Gabriel García Márquez)! Sem contar os poemas eróticos do Drummond, a obra da Hilda Hilst, e as antigas putarias do Catulo e da Safo, passando pela quase desconhecida Catherine Millet 🙂

10 A HISTÓRIA DE O, de Pauline Reage
O décimo na lista é um clássico da submissão. Tinha de ser francês. Ninguém supera os franceses em preguiça, arrogância e sabedoria na arte do sexo. O livro, de 1954, é de Pauline Réage. É um nome falso dado o conteúdo chocante. Pouco antes da morte da autora soube-se que se tratava na verdade de Anne Desclos (1907- 1998). O romance foi transformado em filme igualmente bom protagonizado pela belle Corinne Cléry. Nada é mais erótico do que a submissão, como sabemos todos nós que mesmo não sendo franceses não somos bobos. O, fotógrafa de moda parisiense, aceita participar de uma sociedade secreta na qual as mulheres estão à completa disposição dos homens. Alguns detalhes são notáveis. As mulheres jamais vestem calcinha e devem ficar todo o tempo com as pernas levemente abertas. O, como suas companheiras, ao dar tudo recebe tudo. Essa é a lógica da submissão, a qual se expressa de forma sublime no momento em que ela oferece a carne jovem para que seja marcada como se fosse gado a ferro quente por seu proprietário. A dor é a grande parceira da submissão nos jogos eróticos. É sem dúvida um livro que não pode faltar em qualquer biblioteca erótica decente.

9 ENGRAÇADINHA, de Nelson Rodrigues
Nelson Rodrigues (1912-1980) foi melhor que o Brasil. Se tivesse escrito em inglês e nascido nos Estados Unidos, seria hoje um escritor da estatura de Hemingway.

E mais versátil: o melhor dele está nas peças absurdamente inovadoras e bem escritas, mas também no conto, no romance, nas crônicas de fatos diversos NR apresentou um nível irritantemente elevado.

Ele escreveu folhetins com os companheiros de redação olhando pelas costas aonde iam dar as tramas. Para coisas que achava pouco sérias, usava o pseudônimo retumbante de Suzana Flag. Engraçadinha, ou Asfalto Selvagem, é dos anos 1940. É tão provocativo que, se um jihadista ler, pode decidir não mais explodir com uma bomba, e sim aproveitar as delícias terrenas proporcionadas pelas mulheres.

Ela é uma jovem suburbana carioca que enlouquece sexualmente todo mundo, inclusive uma prima. Sua beleza e sua libido são do tamanho do Redentor. Engraçadinha tem depois uma filha que é sua continuação na vertigem sexual, Silene.

As aventuras de Engraçadinha, Letícia, Silene e tanta gente são valorizadas pela prosa soberba de Nelson Rodrigues, um dos meus queridos entre os queridos, um gênio, um talento para juntar palavras só comparável em língua portuguesa a Machado de Assis, e se alguém disser que a mim mesmo eu abjuro.

8 O CRIME DO PADRE AMARO, de Eça de Queiroz
Você pode bem imaginar qual é o crime do padre Amaro. Ele conquista o coração e a carne tenra de uma rapariga linda e pura, Amélia. Com seu realismo e seu brutal anticlericalismo, Eça de Queiroz (1845- 1900) faz de O Crime do Padre Amaro um romance de elevado teor sexual. A conquista de Amélia pelo predador sexual de batina é lenta, gradual e segura. O leitor como que assiste de camarote. Eça é um escritor que tem de ser lido. Seu manejo do português é soberbo. Ele tem a mesma estatura de gigantes como Balzac, Zola, Dostoievski e Machado de Assis. Dominou como poucos a arte de escrever romances. Você conhece a história de Portugal na segunda metade do século 19 pelas páginas de Eça. O sexo em Machado de Assis era sutil. Você nem sequer tem certeza de que Capitu traiu o marido Bentinho porque fica no ar a possibilidade de ciúme doentio do narrador, o próprio Bentinho. Em Eça, não. O sexo é como ele é na vida real – uma força da natureza.

7 DECAMERON, de Boccaccio
A Idade Média ao menos na Itália era bem menos casta e religiosa do que você pode imaginar se olhar muito para aqueles afrescos cristãos. Copulava-se, e como, ali. Os homens viviam pouco e tratavam de semear as mulheres para garantir a sobrevivência de seus genes. As mulheres não pareciam se queixar. É o que você percebe ao ler Decameron, de Boccaccio (1313-1375), livro que traz uma série de histórias entremeadas por um único fator: o sexo despudorado e quase sempre cômico. Os conventos foram um lugar sob medida para Boccaccio – a imaginação masculina vibra sempre que um grupo de mulheres se enclausura, coloca uniforme e reza. Decameron se transformou em um cultuado filme rodado em 1971 por Pier Paolo Pasolini. Os mais curiosos devem ler o livro primeiro e assistir ao filme depois. Os preguiçosos podem ver apenas a fita.

6 DESIDÉRIA, de Alberto Moravia
Desidéria, de Alberto Moravia (1907-1990), o grande romancista italiano, já se anuncia no nome da personagem principal e no título do livro. Desidéria vem de desejo. Desejo sexual, naturalmente. Ninguém está falando aqui de chocolates. Filha de uma prostituta, Desidéria é adotada por uma mulher sexualmente voraz. Ela própria também não é nada fraca nessa área, e em certo momento a mãe adotiva cobiça sua carne magnética.

A narração é engenhosa. É feita na forma de entrevista. O narrador – “eu”, como ele se identifica – faz perguntas a Desidéria. Como é clássico em Moravia, a história é passada em Roma. O romance foi transformado em filme venerado pelos amantes da arte erótica. Desidéria foi interpretada por Lara Wendel em 1980. Nesses dias Lara era capaz de convencer o papa a rezar o Alcorão.

Minha recomendação à comunidade é ir à melhor livraria e comprar não apenas Desidéria, mas tudo o que encontrar de Moravia.

5 ELOGIO DA MADRASTA, de Mario Vargas Llosa
Vargas Llosa (1936) tem uma obra grande em quantidade e em qualidade. É uma vergonha para os escritores brasileiros que tenha sido ele, um peruano, quem percebeu a grandeza dos Sertões, de Euclides da Cunha, e a oportunidade de romancear Canudos, o que ele fez com A Guerra do Fim do Mundo.

Também na literatura erótica Vargas Llosa se impôs. Ele é especialista em Schiele, o esplêndido pintor austríaco que deu às mulheres de seus quadros um ar de entrega sexual absoluta e arrebatadora. Schiele faz parte do enredo de Elogio da Madrasta, romance de Llosa que trata da iniciação amorosa de um garoto com a mulher de seu pai.

Há aí também um tributo de Llosa a seu romance predileto, A Educação Sentimental, de Flaubert. Em Elogio da Madrasta Llosa levou a educação sentimental de um jovem a níveis de completa carnalidade. Se a obra de Flaubert comove, a de Llosa excita.

4 ANTI-JUSTINE, de Restif de la Bretonne
Sade associou o prazer sexual à dor. Seu arquirrival La Bretonne (1734-1806) fez o oposto. O sexo para ele estava vinculado à alegria de viver. Anti- Justine, uma de suas obras capitais, é uma resposta a Justine, de Sade. Os dois livros figuram entre o que de melhor se produziu na mais atrevida literatura libertina da história – aquela que se fez na França no século 18.

Em Anti-Justine, o narrador conta suas aventuras sexuais, as quais começam quando muitos homens ainda acreditam pelo menos parcialmente em Papai Noel. Como o futuro Luís XV, o herói tem fixação por pés femininos, e são os de uma irmã sua que primeiro despertam seu interesse sexual. Os críticos e os leitores de Bretonne acabariam com uma dúvida que jamais se dissiparia: ele quis se opor a Sade mostrando, como o narrador afirma, que o sexo é puro prazer ou na verdade decidiu fazer um romance ainda mais pornográfico do que Justine? Qualquer que seja a resposta, Anti-Justine se impõe como volume obrigatório em qualquer bibliografia libertina.

3 JOIAS INDISCRETAS, de Denis Diderot
Diderot (1713-1784), o enciclopedista francês, tinha um problema quando era bem jovem ainda: a amante exigira 50 luíses de ouro para não abandoná-lo. A solução que ele encontrou foi escrever às pressas um romance libertino, como era moda na França de seus dias, a segunda metade do século 19. Em 15 dias ele escreveu um romance do jeito que os leitores apreciavam. Levou-o a um editor, o qual lhe deu as moedas. “Então eu as atirei na saia da tinha amada”, lembraria Diderot. O romance é Joias Indiscretas. A inspiração veio de O Sofá, de Crébillon, que figura nesta lista. Em vez de um sofá que observa as farras sexuais das pessoas, são joias. Mais uma vez a história é passada em um lugar que excitava os franceses pela sofisticação erótica apurada ao longo de séculos: a Arábia das Mil e Uma Noites. As Joias Indiscretas, fora seu valor erótico, é uma lembrança pungente do que um homem é capaz de fazer quando uma amante fogosa ameaça abandoná-lo.

2 O SOFÁ, de Crébillon Fils
Como era boa a literatura libertina francesa do século 18, quando os ventos da mudança radical varriam a França! O Sofá, de Crébillon (1707-1777), é um clássico erótico. Como muitos romances do gênero, a inspiração – improvável quando se pensa no mundo em que vivemos – é o Oriente misterioso e sensual dos maometanos, tão bem registrado nas Mil e Uma Noites e hoje símbolo do conservadorismo sexual. Um homem que em uma outra vida foi sofá – ah, o humor e a imaginação dos franceses – narra a um rei o que testemunhou. E não foi pouca coisa.

Crébillon toca na hipocrisia. O sofá diz que viu muita gente tomada pelo vício se empenhar não em mitigá-lo, e sim em escondê-lo. O livro, como tantos outros da mesma família, foi publicado anonimamente. Os franceses
inventaram a arte de fazer amor e também a arte de escrever sobre fazer amor. Uma prosa charmosa, jamais vulgar, inteligente e sacana. Voilà. Em uma biblioteca libertina decente, O Sofá e Crébillon são mandatórios.

1 RELAÇÕES PERIGOSAS, de Chordelos de Laclos
Este é o supremo da sutileza erótica. Laclos (1741-1803) escreveu um tipo de livro que fazia sucesso na França pré-revolucionária: um romance epistolar. Toda a trama – em que há sexo, sedução, cinismo e elegância, tudo misturado gira em torno de cartas. O ócio esplêndido em que vivia a aristocracia francesa era em grande parte preenchido, como se pode ver em Relações Perigosas, pela prática de algo em que os plebeus e as plebeias atraentes estavam enfim incluídos – cópulas, cópulas e ainda cópulas. A versão cinematográfica de 1988 em que John Malkovich brilha como o canalha sedutor e manipulador Valmont está quase à altura do texto de Laclos. Ele queria escrever um romance que fugisse do comum e sobrevivesse à sua morte. O objetivo foi gloriosamente alcançado.

fonte: http://180graus.com/sexo–prazer

Veja também: https://janusaureus.wordpress.com/2012/04/29/atendendo-a-pedidos-2/

Tema (ainda) tabu?


Segredo para longevidade está em ser virgem, diz centenária


Uma britânica de 103 anos disse que o segredo para sua longevidade é o fato de nunca ter feito sexo e continuar virgem. “Eu nunca me casei ou tive um namorado. Provavelmente, teve algo a ver com isso”, disse Gladys Gough, segundo reportagem do jornal inglês “The Sun”.

Além de nunca ter feito sexo, Gladys destacou que nunca fumou, experimentou álcool ou tomou remédios. Com mais de cem anos ela não faz uso de nenhum medicamento. Ela afirmou ainda que preferiu dedicar sua vida a conhecer o mundo ao lado de sua irmã Edna. “Nós sempre fomos paqueradas pelos homens, mas preferimos viajar”, disse ela. A anciã dedicou sua vida à aproveitar e conhecer o mundo com sua irmã, a também solteirona, Edna. Elas viajaram para Hong Kong, Suiça e América e toda Europa. As duas trabalhavam na General Electric Company e guardavam o dinheiro para viagens exóticas no exterior. Edna faleceu em 1997, com 95.

Gladys comemorou seu aniversário na última sexta-feira em um chá com os amigos e recebeu uma carta de parabéns da Rainha da Inglaterra. Em entrevista ao site inglês Small Word News ela disse que nunca namorou. “Os homens nunca fizeram parte da minha vida e não foram importantes”, relatou ela.
Um amigo de Gladys disse ao site que as duas criaram um vínculo especial. “Gladys e Edna eram inseparáveis. Eles não eram apenas irmãs, eram também melhores amigas.”
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Recentemente li um post de uma moça bem liberal comentando essa notícia. Transcrevo abaixo, apesar de discordar parcialmente:

Viver sem orgasmo é viver?

Hoje acordei e deparei com essa matéria e não podia deixar de escrever um post sobre isso.
(Gente tem coisa melhor que um orgasmo?? Talvez chocolate, mas há momentos em que até eu troco um bom orgasmo por uma barra de chocolate!). Agora preciso concordar com o fato de que ela viveu tanto porque nunca teve aporrinhação com homem, pois, vamos combinar: lidar com essas criaturinhas nos tira uns bons anos de juventude e nos deixa de cabelos brancos, não concordam?
Querida Gladys (olha a intimidade!), acho que você não perdeu nada não tendo namorado nem marido, não teve que discutir relação, não desconfiou de traição, não teve que fazer joguinho psicológico nem disputinha de ego, não teve que fazer ciúme em ninguém, nem teve que fingir que estava tudo bem, enquanto estava morrendo por dentro, não teve que suportar roncos, arrotos, não levou tapinhas na bunda acompanhados de “pô, bem que você podia fazer alguma coisa pra eu comer, hein?”, não teve que passar pelo constrangimento de não saber se tinha que dividir a conta ou se o cara ia pagar, nem ter que agüentar ele roncando depois do sexo, sendo que você nem gozou, e ter que acordar com o sorriso nos lábios pra não desagradar, não teve que aturar gritaria e mau humor em dia de jogo de futebol, nem ficar com o coração na mão naquela cervejinha com os amigos.
Eu concordo plenamente com você, compromissos, promessas e desequilíbrio emocional não fazem bem à saúde mesmo. Mas o que que sexo tem a ver com isso?
Por causa desse pequeno grande equívoco, você não sabe qual é a beleza de um orgasmo bem feito, a sensação de ter a roupa tirada devagarinho, quando cada simples toque te faz arrepiar da cabeça aos pés, a delícia de adiar o ápice do tesão com beijos e carícias em lugares do corpo que nem você imaginava que existiam e que pudessem dar prazer, não teve a sensação de massagear o corpo do seu parceiro com o seu próprio corpo e tê-lo também massageado, não conseguiu sentir o calor da penetração, nem a loucura mais animal do instinto sexual, que é o que há de menos racional e mais perceptivo em nós. É loucura, essa é a palavra. Nunca pôde ter a experiência de dar um orgasmo a uma pessoa, que é dos prazeres mais satisfatórios, mas também é fantástico receber e não saber de onde veio, depois olhar pra cara do seu parceiro e entender perfeitamente de onde ele veio. E nunca teve a sensação de cair exausta depois disso tudo, dar um beijo quente e ser abraçada por trás e dormir juntinho até o dia seguinte, dormir o sono mais bem dormido da sua vida.
Pois é, querida, o que que você fez nesses 103 anos que não incluíram essas sensações básicas? Nem todo o chocolate do mundo pode fazer com que você tenha algo parecido. Ou seja, você viveu pacas, mas não viveu plenamente, não se deixou levar pelos pequenos prazeres da vida. De que que adiantou? Eu preferia viver metade do que você viveu, desde que tenha vivido plenamente. Fazendo as contas, ainda faltam uns 25 anos de vida pra mim, então. Esses primeiros 25 (sim, eu tenho 25 anos, tá?) foram vividos sem perder um minuto, sem deixar de lado nenhuma sensação, boa ou ruim que ela seja, mas uma coisa é certa: eu tenho história pra contar e quando estiver diante de São Pedro, vou poder dizer:  “Amigo, me manda pra onde tu quiser, pois o que eu vivi lá embaixo já fez valer a pena”!
E você, vai dizer o que pra ele? Canta essa musiquinha, e vê se ele te deixa entrar…
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Ela é virgem. E agora?

Digamos que, num sábado a noite você conheceu uma garota sensacional: linda, meiga e com papo bom. Vocês ficaram, mas tudo não passou dos beijos e algumas mãos bobas aqui e ali, quando foi possível furar a guarda da garota puritana. Por isso você não arriscou um convite para uma esticada na primeira noite. Mesmo assim, você preferiu “se casar com ela na balada”, abrindo mão de partir para outras mais fáceis, na esperança de conseguir algo mais no futuro. Alguns telefonemas depois você consegue marcar um novo enconcontro.

A primeira coisa que passa a cabeça do solteiro convicto é chamar direto para um motel, mas você lembra que a garota é puritana, porém sensacional. Você quer investir. Então um barzinho à beira-mar é a pedida.

Você faz tudo certinho. Vai buscá-la em casa, abre a porta do carro pra ela entrar e no som toca as músicas dos artistas que ela disse adorar, informação obtida em um papo furado numa das ligações. No caminho você faz elogios para a roupa, perfume e, por que não, para o cabelo. Com alguns pontos garantidos , é hora de dar continuidade ao seu objetivo: fazer sexo com ela.

Durante o papo à mesa você faz algumas investidas e ela fica na defensiva, diz que ali tem muita gente olhando. Isso lhe parece um sinal, então sugere a ida a um “lugar mais romântico”, mas logo é repreendido com o questionamento “- Que lugar é esse? O que você tá pensando?”. Talentosamente você diz que não é nada aquilo que ela tava pensando, que você estava sugerindo um passeio pela orla. Ela aceita o convite, pede desculpas. Você paga a conta. Os dois atravessam a rua e, de mãos dadas, iniciam a caminhada pelo calçadão.

O clima de romance está no ar. Mil coisas se passam pela sua cabeça, inclusive a percepção de que aquela menina é pra namorar. Mas no seu ombro direito está aquele diabinho dizendo que “não, a vida de solteiro é bem melhor. Você tem que convencê-la de ir pra cama e pronto”.

Uma parada para admirar o mar com direito a alguns beijos, tudo logo se transforma em amassos, e faz com que você tire a imagem da menina do pedestal e reforce a imaginação de vê-la em vários ângulos através do reflexo de alguns espelhos. Algumas mãos bobas dela revelam que aquela menina é uma mulher. Mas chega a hora de ir pra casa. Você termina a noite com mais uma pegação intensa no carro antes de ela descer. Com certeza, em um terceiro encontro, o sexo vai acontecer.

Numa ligação no dia seguinte, ela diz que adorou a noite. E a promessa de um próximo encontro é trocada por parte de ambos. Porém, nos próximos dias ela não aparece mais on-line no MSN. Até que depois de alguns dias sem contato, ela aparece e logo a conversa se inicia. Estranhamente, o clima não é mais o mesmo. Você pensa que ela o evitava, ou havia te bloqueado. Mas a conversa esclarece que na verdade houve um desencontro de horários na conexão. O clima volta e o papo esquenta um pouco. É evidente que você conseguiu conquistar a menina. As brincadeirinhas são interrompidas com uma frase intrigante: “acho melhor não sair mais com você.”

O papo muda de tom.

– Por quê? – você pergunta.
– Sou uma garota “diferente”.
– Como assim diferente?
– Digamos que sou atrasada para minha idade.
– Não estou entendendo. – você insiste em questionar.
– Se a gente sair de novo você pode querer algo que nunca fiz.
– Ah! Entendi.

O papo prosseguiu, mas para o post só até essa parte interessa.

O exemplo acima mistura ficção e realidade. Na verdade, a história pouco importa, pois algo parecido certamente já aconteceu com muitos solteiros, sejam homens ou mulheres. Você inicia o jogo da sedução e em determinando momento a virgindade faz você parar e pensar um pouco. Obviamente, nesses casos o peso é maior nas costas dos homens, quando o objetivo é apenas sexo. Isso se o cara tiver noção do que isso representa pras meninas.

Bom, como a possibilidade de iniciar um relacionamento está completamente descartada, uma importante decisão precisa ser tomada: Seguir em frente com o jogo de sedução até conseguir o que você quer, ou parar por ali. O problema é que, em minha opinião, qualquer uma das alternativas vai ser foda. Não no sentido literal, e sim complicada. A menina vai ficar p* da vida com você por ter feito ela mulher e depois esquecê-la, como também vai ficar assim se você simplesmente evitá-la. Certamente muitos devem pensar que a primeira opção é pior. Mas digamos que não é a primeira vez que um cara foge dela quando descobre que ela é virgem…

Para esses casos, penso que o ideal é evoluir as conversas até chegar ao ponto de ter abertura para discutir abertamente a questão com a garota. Afinal, novos tempos requerem novos hábitos. A primeira vez de uma mulher continua precisando de um ritual? Não é melhor que seja com um cara que consiga proporcionar uma experiência única (duas, ou três quem sabe) e prazerosa?

(Nada de conclusões minhas. Gostaria de ler as opiniões de meus colegas do blog e dos leitores, sobretudo das leitoras.)

Os homens se apavoram ao deparar com “a virgindade” de uma mulher?

(Nah, acho que não, hein…na boa, sabe o que acho?!? Pelo contrário, ainda deve ter aquele orgulhozinho imbecil em ser “o primeiro e inesquecível homem da vida dela”, afffff…)

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Encontrei, ainda, o texto da Letícia (a moça que provocou polêmica
ao divulgar seu “projeto” de “pegar” 100 homens  em um ano) a respeito da virgindade tardia:
Virgindade tardia

Recebo muitos e-mails de virgens que já passaram (às vezes, muito) dos vinte anos. A maioria tem a mesma dúvida: como dizer para o parceiro que aquela é a sua primeira relação sexual? Aliás, o questionamento começa antes ainda. É necessário contar?

Minha experiência no assunto é nula. Transei cedo, aos 15 anos, como já contei aqui. Até pouco tempo atrás eu tinha um certo preconceito com quem demorava demais a transar. Achava que havia algo de errado, como se a pessoa tivesse uma espécie de bloqueio. Em muitos casos, isso é verdade. Em outros, a pessoa acreditou no mito do “a primeira vez tem de ser com alguém especial”; esperou, esperou, e esse tal ser jamais chegou. Também há os mega tímidos, ou ainda os que tinham problemas de autoestima, com muita vergonha do corpo. O tempo passou e agora alguns desses virgens ficaram envergonhados pela falta de experiência.

Não é uma crise boba. A gente vive a nossa sexualidade de maneira muito tortuosa. Se você dá muito, você é puta; se nunca deu, é bobalhão. Se for homem, então, é frouxo. Por conta disso, poucos são os que confessam nunca terem ido pra cama com alguém. Com os emails que recebo, porém, vejo que isso é muito mais comum do que se imagina.

A primeira coisa que deve ser analisada é: qual a idade ideal para transar pela primeira vez? Eu transei com o primeiro namorado, aos 15, e foi tudo bem (quero dizer, doeu pra caralho). Fiz porque quis, sem ceder a pressões. Usamos camisinha, eu não esperei pedidos de casamento e nem achei que iria “prender” ele com sexo. Mas quantos jovens transam sem maturidade para isso e engravidam na adolescência? Como quase tudo no sexo, não acredito em regras para isso. Já recebi emails de leitoras dizendo “perdi a virgindade tarde, aos 19 anos”. Tarde? Acho realmente necessário deixarmos de lado essa coisa de “passou dos 20 e não transou, perdeu a hora”. Conheço vários homens que tiveram a primeira – e única – relação aos 16-17 (idade em que parece ser aceitável transar para não ser chamado de bobão), e só transaram de novo aos 20, 20 e poucos. Nem preciso dizer que aquela foda da adolescência foi um mero pau-dentro-da-buceta, né?

Mas se você acha que a idade é realmente assim tão importante e está morrendo de vergonha de ainda ser virgem, vamos à segunda questão: devo falar? Eu falaria. No caso das mulheres, é provável que ele perceba. Não pelo sangramento, que não acontece em todas as vezes e pode ocorrer depois que você já está em casa. Mas é que provavelmente vai doer, e o rapaz precisa ter um pouco mais de cuidado que o normal. Talvez você nem consiga ir até o final de primeira. Claro que você pode fingir, mas é isso que você quer?

Quanto aos rapazes, não há nada tão óbvio que nos faça notar que vocês nunca fizeram aquilo. Talvez exista um mal jeito em colocar a camisinha, mas certamente você não terá o ritmo normal de sexo, seja gozando muito rápido, seja no simples movimento dos quadris. Ela não vai conseguir cravar: “virgem”, mas talvez ela imagine que você é MUITO ruim de cama. E, a julgar pelas reações ao meu leitor de 25 que era virgem, mencionado em outro post, muitas mulheres adorariam ser a primeira de alguém.

Então você decidiu contar, e fica imaginando em que situação seria melhor fazer isso. Mais uma vez, não há regra. Que tipo de relação você tem com a pessoa com quem vai transar? Acho desnecessário ser um grande amor, aquele tal ser especial. Mas é preciso ter uma relação bacana, de companheirismo, porque provavelmente vai ser preciso um pouco de paciência para te “ensinar” algumas coisas. Assim, não devia ser difícil você simplesmente falar. Talvez a pessoa se surpreenda, mas se for bacana vai te tratar com todo carinho.

Tem gente que despiroca por aí e transa a primeira vez com completos desconhecidos, só para se livrar do “fardo”. Conheço casos em que isso deu muito certo. Mas se não é a sua, eu enxergo a sinceridade como a melhor saída. Sempre.

***

Uma leitora colocou o seguinte comentário aqui no blog neste fim de semana:

Oi Leticia, sempre leio seu blog e sobre o post do vaginismo eu ficava horrorizada com as experiências das garotas. Eu era – sou? – virgem. Nesse final de semana tentei com um amigo pela primeira vez. Várias vezes. Doeu demais, sangrou demais, e não consegui uma penetração completa. Isso é normal da primeira vez ou você acha que eu tenho algum problema? Eu etava bem relaxada, mas agora sei que na próxima vez vou ficar receosa, com medo dessa dor terrível. Responda por favor! Obrigada.

Eu mesma digo sobre a minha primeira vez que não sei em que dia aconteceu. Doeu tanto, mas tanto, que eu não pude precisar se o pau estava dentro ou fora. Nas vezes seguintes também doeu uma enormidade. Sinceramente? Depois a dor passa. Se não passar, procure ajuda médica.

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E, do mesmo blog da Letícia (muito interessante, diga-se de passagem! Ela também escreve muito bem),  selecionei alguns comentários (a maioria também muito bons!):
“Gente, li várias descrições minhas em cada um desse comentários. Beijei um cara com 16 anos e nunca mais fiz nada. Hoje sou uma virgem de 23 anos muito tímida. Detesto sair a noite, o que diminui consideravelmente minhas chances de pelo menos beijar alguém de novo (imagina transar então).
Não espero mesmo um príncipe encantado, mas tbm não quero que seja com qualquer um, com alguém que me trate mal ou ria por eu ser virgem ainda (nem imagino como se conta isso para um cara…hahaha).
Tem dias que eu penso ‘ah, foda-se ser virgem para sempre’ e outros me dá vontade de chorar por estar perdendo algo tão importante.
Mas me conforma um pouco saber que tem mais gente na minha situação.”
“Lily, vá aos poucos. Você tem de sair mais, conhecer gente. Não vai ser fácil, mas a vida é assim, querida.”
“Não tem nada a ver isso – eu também não saio à noite, acho um porre, não combina comigo, odeeeiiooo!! kkkkk Gente se conhece em qualquer lugar – escola, universidade, local de trabalho, feira livre…não precisa “baladar” para conhecer gente. Aliás, em baladas o pessoal via de regra está bêbado, descontrolado, só quer curtir…não é exatamente o local mais provável para se encontrar alguém com bom papo, que te atraia e que te interesse (pode acontecer, claro! nem toda balada é lugar de gente fútil/desmiolada e que só quer dar uma trepada e pronto).Meu primeiro beijo foi aos 22 anos, e minha primeira transa foi com o mesmo cara, mas nem sei dizer exatamente que idade eu tinha, pois fomos aos poucos…(mais detalhes abaixo)Sinceramente, acho essencial esperar a pessoa certa, e/ou o momento certo, SIM. Não só p/ transar, mas p/ beijar. Claro, a pessoa certa não necessariamente é o príncipe encantado, e não é preciso que vc. esteja necessariamente apaixonada…acho que a pessoa certa é aquela em quem você tem interesse e confiança o suficiente, e que vc. sabe que vai te respeitar. E, sobretudo, é aquela pessoa que você QUER MUITO beijar, abraçar…enfim, tem que ter desejo, senão não faz sentido.Quanto a contar que é virgem, e a reação do cara: acho essencial contar mas, mais do que isso, acho essencial fazer quando, onde e do jeito que VOCÊ quer. Se o cara não topar, ou quiser forçar a barra, não hesite: pé na bunda dele.Meu namorado (aquele mesmo que beijei aos 22) esperou MUITO, porque fui muito clara com ele sobre minha intolerância a dor e a tortura física e/ou psicológica! Cansei de ouvir histórias de horror de conhecidas sobre a primeira vez…não achava, como continuo não achando, que é “normal” doer e sangrar, nem na primeira, nem na décima vez!!!Como disse, nunca tinha tido tipo algum de intimidade com ninguém – porque, justamente, nunca tinha me interessado por ninguém! Pra que beijar ou transar com alguém insignificante?? Que você não conhece, não admira, não sente nada, nem paixão, muito menos tesão?!? Não faz sentido, então o melhor é esperar – mesmo que você tenha conhecido alguém bacana, se não se sente preparada (tudo bem que frio na barriga todo mundo sente mesmo, ansiedade é normal!), melhor continuar aguardando.Foi interessante, pois (justamente por uma série de fatores, como não achar graça alguma em baladas, não ser uma pessoa noturna, por timidez, falta de auto-estima, insegurança com meu corpo, falta de espírito sociável e afins) conheci esse determinado rapaz via internet, como vários outros (mas alerto: tem muuuuito doido por aí, cuidado meninas!!! Sejam muito precavidas, todo cuidado é pouco, tem MUITA gente psicopata nesse mundo, vc. tem que saber “filtrar” as pessoas, conversar BASTANTE antes, JAMAIS mande foto alguma para ele, nem dados pessoais de qualquer espécie e, se for encontrar o fulano pessoalmente, conte para sua família e/ou amigos de confiança (ou inclusive vá acompanhada com alguém – essa pessoa que te acompanha pode ficar observando de longe se vc. quiser se garantir), diga exatamente onde e quando se encontrará com a tal pessoa, procure saber informações exatas a respeito dessa pessoa – nome completo, telefone, idade, etc.) e pesquise para verificar a veracidade das informações ANTES de ir…peça para ver fotos do indivíduo (não que isso seja garantia de nada, pois qualquer um pode mandar qualquer foto) e marque o encontro num lugar seguro e movimento, num horário bom, e de preferência que esse lugar te seja familiar, para que vc. possa sair dali a qualquer minuto que quiser).

Geralmente as pessoas se mostram sob máscaras na internet, gostam de se mostrar mais isso ou mais aquilo, e normalmente são piores na vida real hehehhehe Tive sorte de me surpreender positivamente na maioria dos casos com as pessoas que conheci online (elas eram bem parecidas ou até melhores do que pareciam na net, incrível!).

Enfim…encontrei com esse rapaz algumas vezes e, quando percebi que estava interessada nele o suficiente, tomei a iniciativa (sim, nunca havia beijado ninguém até então, mas e daí??? :P). Depois do beijo, contei para ele (óbvio, pois ele devia ter reparado :P) e ele não só não tirou barato da minha cara, como se surpreendeu, disse que tinha adorado meu beijo, e que eram poucas as mulheres que tomavam a iniciativa (o que ele achava uma pena!! hahahahahah).

A coisa entre a gente foi esquentando conforme o tempo foi passando, mas eu não hesitei em me mostrar muito brava e insatisfeita, e nem em dar tapa na mão boba dele!, até que eu me sentisse segura e confiante o suficiente para deixar que ele colocasse a mão aqui ou ali 😛 MUITO MENOS sexo…o cara teve que esperar bastante até que eu me sentisse à vontade para uma intimidade maior.

Gradualmente, chegamos ao ponto de masturbarmos um ao outro, sexo oral e tal…mas quanto à penetração….toda vez que ele tentava (só encostava, hein :P) já doía, e eu mandava parar tudo. Demorou bastante, mas valeu a pena…ele começou colocando o mindinho hahahhahaha Quando não doía mais, ele passava p/ outro dedo e assim foi…quando, finalmente, dei o sinal verde, não doeu absolutamente nada, não sangrou nada, e, apesar de não ter tido orgasmo, tive muito prazer, foi exatamente como eu queria. Recomendo o método hahahhaha

Claro que nem todo homem é paciente, e nem toda mulher é chata e/ou fresca e/ou medrosa e/ou intolerante quanto eu kkkkkkkk Mas mesmo assim, acho que sexualidade é uma coisa muito íntima, muito particular, e só tem sentido quando é algo prazeiroso para você. Quando se torna fardo, fonte de angústia, de dor, ou uma espécie de obrigação, é porque tem alguma (ou muitas!) coisa errada. Claro que sempre se deve pensar em agradar a(o) parceiro (a) também, e não pensar apenas no prazer próprio, mas não a ponto de, só para agradar, fazer algo ou tomar uma atitude ou adotar algum tipo de comportamento que vai contra o que você é, como você se sente e as coisas nas quais você acredita.

Como já disseram aqui e em tantos outros lugares, parece que fomos de um extremo a outro – da sexualidade absolutamente reprimida à sexualidade absolutamente banalizada. Se antes se cobrava virgindade e se ditava que mulher não podia ter interesse em sexo, agora parece que todo mundo tem que ser absolutamente desencanado, liberal, sair dando pra qualquer um em todo e qualquer lugar e ocasião, e que há uma obrigação em ter orgasmos fodásticos. Sei lá, acho que cada um tinha que cuidar da sua própria vida….quer permanecer virgem porque você ainda não achou o momento certo, ou a pessoa certa? Beleza! Quer dar pra 10 caras no mesmo dia? Manda ver! Quer transar no décimo encontro, ou no primeiro? Faça como quiser. Se o cara te julgar – te achando ultra-conservadora ou puta, que seja – mande à merda.”

“Carol, eu acredito q vc seja linda, de verdade e deve ter muito a oferecer numa relação.A questão é: será q vc n está idealizando demais não? E tem o lance do medo. Talvez vc n se acha capaz de conseguir alguém legal…

Eu tenho 23 anos e perdi minha virgindade recentemente galera. Doeu muito na primeira vez, na segunda, na terceira e só melhorou na quarta. E sangrou também. A sorte é q eu fiz com alguém muito legal. Ele não é meu namorado, mas é super confiável e compreensível. E isso ajudou pra caramba. Meu conselho é: Não fiquem esperando o príncipe encantado ou o namorado perfeito. E nem fiquem nessa onda de q só vai dar qdo valer a pena, q vai ser perfeito e mimimi. Percam com alguém legal, q vcs n amem tanto e q tenha confiança. E da primeira não vai ser boa…

[Detalhe: perdi tarde pq tinha os grilos q eu disse ai em cima. Por isso os citei. Bjos]”

“Não é questão de idealizar. É uma questão de simplesmente não ter encontrado alguém.
Eu não encontrei a pessoa “super confiável e compreensível”, entende? Ou quando encontrei não foi mutuo, ele tinha namorada, ou então é meu amigo, haha!
Realmente existe o lance do medo, pra quem isso não existe? E não idealizo que seja perfeito, mas tem que ser com uma pessoa legal.”

“Cambada , não tem idade certa para a primeira vez. Importante é que seja com uma pessoa que se der algo errado essa pessoa vai arcar com suas responsabilidade e não te deixar na mão, por isso sou contra sexo casual , sexo casual gera mãe solteira, pq não existe amor, o homem e a mulher transa pelo simples fato de sentir prazer. Um conselho para as mocinhas indecisas, seja você mesma, não vai pela cabeça dos outros não.”

“Sexo casual gera mãe solteira? As pessoas só engravidam se não se cuidarem. E tem muita mãe solteira por aí (e que eram comprometidas no momento da gravidez).”

“Eu, por exemplo, sou mãe solteira, engravidei quando já namorava há um ano, ficamos mais um ano namorando, naum deu certo, cada um foi pra um lado, tendo eu criado meu filho praticamente sozinha, se não fosse a ajuda da minha mãe.
Ou seja, sou mãe solteira, que engravidou de um namorado fixo, único e todos aqueles mimimis de relacionamento comum.”

“Mais uma que acompanha o blog mas nunca havia postado antes, mas com relação a esse assunto não resistiu. 🙂

Essa coisa de virgindade tardia pode ser terrível pra cabeça mesmo. Eu, desde adolescente, nunca tive pretenção de casar virgem, nem acreditava em príncipe encantado e essas coisas. Queria só que a primeira vez fosse com alguém bacana, e que importasse comigo antes, durante e depois, e não com um FDP que só iria usar e descartar. O tempo foi passando e eu ainda virgem, pq não tive muitos relacionamentos na adolescência (eram mais ficadas de 1 noite só), e nos poucos que tive, nunca me senti suficientemente segura para prosseguir, nunca confiei em nenhum deles. Quando passei dos 20, passei a sofrer uma pressão absurda das amigas, a ouvir piadinhas, mas não me importei, não queria forçar uma situação que talvez me fizesse mal só para agradar a terceiros. Enfim, minha primeira vez só veio rolar mesmo com 27 anos. Foi com um carinha que eu estava saindo, alguém que achei legal e me deixou segura e confortável, exatamente como eu precisava. Ele sabia que eu era virgem, não se apavorou com isso e também não me pressionou para rolar nada, esperou meu tempo. A primeira vez que tentamos estava tensa demais e não consegui, ele foi super compreensivo. Depois, num outro dia, as coisas simplesmente fluíram. Não fiquei tensa, senti pouquíssima dor e só fui perceber que havia sangrado depois, quando fui ao banheiro. Ele foi carinhoso e atencioso o tempo todo, exatamente como eu precisava. Tenho uma lembrança maravilhosa da 1ª vez, por isso não me arrependo nem um pouco por ter esperado, por não ter aberto mão do que era importante pra mim.”

“Interessante. De todos os comentários (sem contar os replies), somente 2 eram de homens.

Mais um aqui. Homem, 24 anos, virgem.
“Por que?” E precisa de motivo? Simplesmente nunca aconteceu.

Sim, já me apaixonei (e muito), já sofri vendo essas garotas por quem era apaixonado saindo com outros caras enquanto eu era só mais um amigo delas (spoiler: acredito sim em amizade entre homem e mulher, além de somente sexo como sempre aturei outros homens me falando), amigo esse que dava conselhos, ajudava e etcs.

Não sei se alguém que eu conheço ‘in real life’ sabe, sempre evitei falar (“Nunca faça muitas perguntas”), e nas vezes que precisava sempre consegui “enganar” de um jeito ou de outro (“nunca conte mentiras, apenas omita fatos”).

No meu caso, sempre tive uma luta interna entre meu lado conservador e meu lado liberal. Felizmente o lado liberal ganhou.

Hoje, vejo minha vida de dois lados: lado profissional e lado pessoal. Lado profissional é um lado feliz, não tenho muito do que reclamar. Já o lado pessoal, é completamente destruído, por isso que não me preocupo mais em ser virgem ou não. Vai acontecer, se acontecer e quando acontecer, apenas deixo a vida acontecer.”

“Olá !!

Tenho 33 anos e sou virgem. Creio que esta característica se deve a um conjunto de fatores, como uma mãe repressora,
timidez e introspecção, uma curiosa baixa auto-estima. Sei exatamente as aflições que nós homens passamos em virtude
disso. Sendo assim gostaria de compartilhar sobre minha vida para que talvez sirva para outros homens aflitos como eu.
Da minha parte descobri com muita reflexão na solidão, geralmente após ter me afastado de pessoas que tanto gostava.

Creio que quando uma pessoa mais velha diz “Sou virgem” ela esta dizendo na verdade algo como “Ei sou sozinho(a) não
tenho ninguem, nao tenho ninguem para andar de mão dada, nao tenho ninguem pra mim buscar água ou tomar cuidado, pra sair ou não fazer nada apenas ficar junto, não necessariamente fazer sexo”. E isso dói… Não sei o que acontece comigo,
um medo me invade quando eu sinto alguma afetividade por uma garota, primeiro que não sei o que faço com isso, algo como
um “analfabetismo afetivo”, como se fosse uma ameaça, gostar de alguém e deixa isso florescer é vulnerabilidade…
cresci num ambiente tumultuado filho único entre pais que brigavam constatemente, com minha mãe me relatando as traições
de meu pai como se eu fosse um confidente, isso eu com 10-12 anos, e assim me mantive sozinho me esquivando de garotas
em festas e ambientes públicos. Já fui rotulado de gay e tudo mais, as vezes me sinto distante de todos, das pessoas,
como as vissem sempre de longe como o personagem michel do livro “Particulas elementares – Houellebecq”. Devido essa
conciencia tento me aproximar treinar e tentar desenvolver meu lado afetivo, e as vezes duvido se vou conseguir afinal
tantos anos depois, estou numa aventura de me conhecer cada vez mais, me respeitando sempre. Problema em ser virgem com
33 anos ? Não, nenhum! Problema é ser afetivamente virgem com 33 anos e ao deitar lembrar de algumas garotas passaram
pela sua vida e se foram pois desistiram frente a alguém indiferente, é sentir tristeza por nao conseguir expressar, e
comprar presentes e agrados para a garota por nao conseguir dizer algo simples como “Putz, eu gosto tanto de você!!!”.
Talvez eu consiga e me esbalde nas aflições desamores e toda a desilusão e felicidade que é gostar de alguém e demostrar isso de forma plena…

desculpe pelos erros ortográficos….”

“Foo

Gostei muito do teu comentário!
Concordo inteiramente que ser virgem sexualmente até pode ser um problema, mas ser virgem emocionalmente é muito mais sofrido!
Não conheço nada da tua história ou coisa assim, mas já pensaste em fazer terapia???
Falo isso pq faço a +/- 5 anos. É o investimento mais difícil mas também mais bonito que já fiz na minha vida!
Porque a vida tem tantas oportunidades bonitas, tantas coisas boas para passarmos por ela sem senti-la realmente né!
Desculpe a intromissão! ;)”

“Foo, acho que dar um conselho no seu caso é pisar em campo minado, cada um sabe bem onde o calo aperta, e é fácil falar quando estamos de fora.

Mas vc tem que trabalhar isso, pq não procura um terapeuta pra juntos trabalharem essa sua timidez ou “analfabetismo afetivo” ?
Acho que faria bem pra vc, compartilhar com alguém que possa efetivamente te ajudar a superar essa barreira!

Torço por vc

Bibi”

“Veja bem Foo, problemas por mais graves que sejam sempre tem soluções. O seu, não foge a regra, busque ajuda psicológica de um profissional. Vá a luta, sei que não é fácil; mas se você encarar os problemas de frente e confiar que sua luta não será em vão, quem sabe você encontre, até com certa facilidade uma solução. Viver vale a pena, não se acomode e comece sua luta agora. Sucesso!!!”

“Não sei se terapia é a solução. O pessoal fala em terapia como se fosse o pó de pirlimpimpim mágico e que tudo fica bem assim que você toma a decisão de entrar num consultório de psicólogo ou psiquiatra!!! lolll

Eu tb. me sinto ignorante em termos de afetividade…tive 2 relacionamentos até hoje mas não me sinto muito mais segura que antes hahahhahaah Também me assusto ao perceber que gosto de alguém, ou que a pessoa gosta de mim, mas tenho me obrigado a não fugir. Porque não fugir é dar tempo ao tempo…às vezes coisas imprevistas acontecem de onde (ou de quem!) você menos espera….

Não ando me obrigando só a não fugir, como também a me declarar 😛 Sei lá, a partir de uma certa idade (tenho 30) você começa a reparar o óbvio: a vida é curta demais. Não bastasse ser curta demais, você nem sabe se vai vivê-la, porque no final das contas, pode acontecer um acidente a qualquer momento, certo? 😛

Faz 20 dias que disse a um cara que o amava. O cara tem namorada, disse que não queria nada compromissado, e se mostrou sempre interessado apenas em sexo. Eu não queria só sexo, óbvio, E MUITO MENOS COM ALGUÉM QUE TRAI a namorada!!!, mas, como disse, estou me forçando a conviver com situações e pessoas que me amedrontam, para ver como é, encarar meus monstros, e para me conhecer melhor – quando descobri que ele tinha namorada, apesar de já estar interessada nele, eu poderia simplesmente ter virado as costas e desistido. Mas se você quer saber…eu estava de saco cheio de ficar sozinha. O cara era legal, simpático, lindo, bem-humorado e inteligente…e fazia anos que eu não beijava ninguém, nem recebia um abraço (amigos e família não contam, vc. sabe do que estou falando :P). Apertei o botão do foda-se e fui encontrá-lo….os beijos e os abraços e os olhares dele eram exatamente o que eu estava precisando 😀 CLARO que toda essa situação me deixou muito deprimida, já que eu sabia que não ia dar em nada, e que ele queria apenas uma “variação de cardápio” (!!).

Não permiti que chegássemos aos “finalmentes” em nenhuma das poucas vezes que nos vimos, porque sabia que isso me magoaria. Continuamos em contato (via email) o tempo todo, ambos expressando dilemas…tinha dias que eu queria desesperadamente fazer sexo com ele (sentia um tesão absurdo pela criatura 😛 e ele pelo jeito também…hahahhaha), cheguei a convidar e ele declinou…outras vezes, ele queria me ver e eu não fui!! hahaahah Muito irônica a situação toda.

Enfim…fomos conversando (sempre por email) sem maiores pretensões, mas volta e meia um de nós “desperucava” e a conversa ia para o lado sexual 😉 O fato é que, com o tempo, você vai se apegando…não tem como.

A mulherada normalmente acusa os caras, fala “ele me enganou!” e, de fato, existe muito canalha enganador por aí.

Mas precisamos admitir também que sobre certas coisas não se tem (muito) controle…tem coisa que é de pele. E tem sentimentos que são incontroláveis. E tem sentimentos que simplesmente vão aparecendo com o passar do tempo…por mais que a pessoa martele no “não quero criar laços afetivos’, “quero você, mas sem compromisso!”…às vezes não dá. Conscientemente você sabe…racionalmente você não teria razão alguma para se colocar naquela situação…no começo, é de fato uma escolha – como eu disse, eu poderia ter caído fora ao descobrir que ele tinha alguém. E mesmo que ele não tivesse ninguém, é do tipo canalha/galinha, ou seja, não é o perfil de homem que procuro. Mas depois de um tempo…acontece. E o engraçado é que tenho razões para acreditar que ele também desenvolveu alguma espécie de sentimento por mim hahahahahhahaha Pode até ser “viagem’ minha, ou ‘wishful thinking”, mas tenho provas materiais pra provar 😛 hahahaha

Bom…mesmo antes de desconfiar que ele pudesse gostar de mim, de qualquer maneira eu queria que ele soubesse que o amo. O cara é galinha? É. É sem-vergonha? É. Ele fala que acredita na poligamia, em relacionamento aberto, mas na prática é mentira, pois não admite que a namorada tenha outro (disse que se um dia descobrir, termina o namoro na hora) – aliás, ele não admite sequer que as “ficantes” (eu inclusive!) tenham outros hahahahhah Absurdo, né? 🙂 E sem contar que, se de fato fosse o caso, ele teria contado à namorada que está atrás de outras. Mas não, eles não têm um relacionamento aberto, e sim monogâmico – portanto, a atitude dele é de alguém que CHIFRA MESMO 😛

E ele nunca quis nada comigo. Vocês devem estar se perguntando “Ué, então por que contar pra ele que o ama??” Porque eu acho que todo mundo que é amado tem que saber que é amado, simples assim. Como eu disse, a vida é curta demais. Se você sente tesão por alguém, por que esconder?? Se você gosta de alguém, qual o benefício em esconder esse sentimento?? Se ama, idem! Só para se prevenir, só p/ não se machucar? Tarde demais… se você gosta de alguém e, por algum (ou mais de um) motivo acha que não pode dizer isso a essa pessoa, é porque você já está machucado, em algum nível, em maior ou menor grau risos

Claro que eu queria ter falado isso ao vivo, olhando nos olhos dele – não por ter esperança alguma não, mas porque acho que uma coisa dessas tem que ser dita pessoalmente, e não por email, nem por telefone, nem carta, nem telegrama *rs* Mas as circusntâncias me obrigaram…e desde então não nos falamos mais.

Me arrependi de ter falado? Não. De jeito nenhum! Eu precisava falar, aquilo estava me angustiando, como se fosse um segredo horrível…:P Sem contar que, lógico, de toda forma o cara já devia saber, era óbvio pelo modo como eu me comportava e o olhava.

…sem contar que, já disse, acho que todo mundo merece saber que é amado. Independentemente se o sentimento for recíproco ou não. Não é porque a outra pessoa não te ama que você vai (re)negar o que sente por ela…não tem como. E com que finalidade? Isso não traz benefícios a ninguém. Claro que, quando o amor – ou qualquer outro sentimento – não é alimentado, eventualmente morre…

Portanto, Foo…ao invés de comprar objetos (também pode, as pessoas sempre gostam hahahaha :P), diga sim o que sente. É difícil, e pode ser uma experiência humilhante dependendo das circunstâncias e de quem você estiver lidando, mas via de regra é uma experiência liberadora, que traz alívio até…”

“Eu sou virgem. Nunca tive uma oportunidade real de perder a virgindade. Aliás, eu nunca criei essa oportunidade por medo de rejeição do meu corpo. Sei lá, tenho muita vergonha em relação ao tamanho do meu pau; não sou um atleta, nem tenho o corpo todo definido; fiquei com poucas garotas…

mas não conto pra ninguém! Primeiro, obviamente, é por que ter 21 anos, e ser virgem, todo mundo logo pensa que você é gay…
enfim, evito contar, e também não sei como enfrentar meu maior medo: a nudez.”

“João, pq vc tem vergonha do seu corpo? Quase ninguém tem o corpo definido.”

“É por outra parte do corpo…

eu sempre acho que serei rejeitado…

sabe Letícia, as vezes, as pessoas se perdem dentro da suas próprias moralidades…”

“@ Foo_ O mesmo acontece comigo.

Não é por não gostar, é simplesmente panico!

O excesso de timidez faz isso comigo.

É a mesma situação do animal acuado: ele entra em panico, e as únicas reações dele são: fugir ou atacar.
No meu caso, eu simplesmente fujo da garota ou acabo sendo ‘seco’, frio, até grosso com ela.

Já me apaixonei por alguém, e felizmente eu conseguia tratá-la bem. Até fomos grandes amigos, mas infelizmente ela era comprometida. O que acabou com todas as minhas esperanças.

Enfim, aos poucos estou tentando lidar com isso. Espero que em breve eu consiga superar isso.”

“Olha, eu perdi minha virgindade com 24 e foi bem tranquilo, eu não disse pra garota que era virgem (ela tinha 29) e até disse estar meio nervosa porque também não tinha muita experiência e eu parecia ser bem mais experiente que ela.

A parte mais difícíl, na verdade, foi enfiar a maledeta camisinha que ainda estourou duas vezes. E foi bem divertido, mas mesmo sendo homem você precisa de umas vezes pra conseguir acertar o ritmo. Com a segunda, também, só começamos a ficar realmente bons na cama depois de algumas vezes. Acho que o importa é estar realmente interessado, sem nojinhos, preconceitos etc. O resto se resolve, meio no instinto também.

Para os que ainda estão tentando (ou não) perder a virgindade, por onde vocês andam? Seilá, pra encontrar alguém, tem que sair de casa, ir em festas, bares etc. E perder o medo de conversar, é só ligar o rádio AM (como aquela cena do Annie Hall do Woody Allen). Porque, obviamente, afinidades demoram tempo pra se descobrir, e eu sempre acabei me apaixonando por minhas melhores amigas (uma delas virou namorada, outra deu merda) aliás, é um bom tema pra um post, Letícia, amizade que vira sexo que vira namoro. Tive experiências boas e bem ruins com isso…”

“Perdi a virgindade aos 23, mas, por incrível que pareça, não era o momento certo. Por mais incrível que pareça ainda, talvez o momento certo tivesse sido antes, com um namoradinho super fofo que tive aos 17. Não foi com ele, guardei para o príncipe e acabei perdendo a virgindade com um cara que mal conhecia. Esse cara jamais me respeitou. Por isso digo que isso é muito relativo. Não existe idade certa. Só aconselho que percam com alguém que goste de vcs.”

“Minha primeira vez foi no meu aniversario de 20 anos, o que ja e bem tardio para um homem. Eu resolvi me dar um “presente” e sai com uma garota de programa. Eu sofria uma pressao muito grande das pessoas com quem eu convivia (eu era metalurgico) porque eu ainda era virgem. Como sentia o fardo, resolvi que seria daquela forma mesmo.

Eu devo dizer que foi muito estranho. A garota foi ate gentil, mas eu simplesmente nao conseguia olhar pra ela. E demorei horrores pois eu nao conseguia pensar naquele momento. Posso dizer que nao teve significado nenhum pra mim. E acreditem ou nao, mesmo sendo homem, eu queria muito que tivesse sido com uma pessoa que eu considerasse especial. Hoje me arrependo muito e nao da pra voltar atras. E como continuei sendo timido continuei saindo com GPs. Ate o momento que eu decidi que so faria sexo de novo com uma pessoa que gostasse. Isso foi aos 23 anos. Hoje aos 27, ainda nao encontrei alguem que eu gostasse e que gostasse de mim (ainda procuro alguem que eu considere especial), entao faz 4 anos que nao faco sexo. E para piorar a minha situacao, agora eu estou cheio de neuras e muito inseguro. Nao sei se conseguiria transar com alguem de novo, ainda mais se nao fosse uma GP, pois eu me sentiria muito cobrado pela performance (confesso que nao aprendi muita coisa que eu possa aproveitar para usar para satisfazer uma mulher), e nao sei se conseguiria agradar alguem, ou ao menos, encontrar alguem que tivesse paciencia para que eu pudesse aprender a satisfazer uma mulher. Me vejo meio que num beco sem saída…”

“Olá, Letícia, tudo bem? Primeiramente, quero elogiá-la pelo blog e pelos textos muito bem escritos. Acabei de conhecê-lo por intermédio de uma amiga e gostei da sua iniciativa, principalmente, porque reparei que vc acompanha tudo muito de perto (existe um feedback e isso é realmente muito positivo). Não li todas as postagens AINDA, mas pude perceber, pelo que já li, que vc deposita carinho e honestidade naquilo que escreve. =)
Bom, acabei de ler “Virgindade Tardia”. Bem interessante… rsrs. Bom, fico feliz em saber que vc não vê mais com preconceito quem demora demais para transar.
Tenho vinte e cinco anos de idade e sou virgem por opção… isso mesmo, por OPÇÃO! Não porque não tenham aparecido pretendentes, ou porque fiquei paralisada por pressões internas (bloqueio, complexos) ou externas (cobrança para não perder a virgindade), mas, simplesmente, porque desejo fazer sexo com alguém que encare essa questão como consequência de um relacionamento baseado em cumplicidade e amor. Sou romântica e não vejo mal algum nisso, assim como não vejo mal algum uma menina decidir que quer transar com 15 anos de idade, se a sua decisão é baseada unicamente em sua vontade.
Não perco o meu tempo criticando quem pensa diferente de mim, pois acho que cada um deve fazer da vida o que achar melhor, inclusive, nesse quesito. E é justamente por isso que não acho que tenho que provar nada pra ninguém e tão pouco que exista uma idade específica para perder a virgindade. Essa é uma decisão individual, íntima, PERSONALÍSSIMA, e, caramba, não é pra provar nada pra ninguém! É pra sentir prazer, ser feliz. E cada um tem a sua idéia de felicidade, não é mesmo? Ninguém TEM que fazer nada, a menos que tenha vontade, que acredite que aquilo vai fazer bem, trazer satisfação, felicidade.
No meu caso, digo que, HOJE, transar apenas porque já chegou a hora (pq tenho idade suficiente) não faz sentido pra mim porque a MINHA idéia de felicidade é amar, ser amada e transar com amor. Pode ser que eu mude de idéia, acontece (afinal, sou humana e mudar de idéia é humano). Ou por outro lado, pode acontecer de eu continuar acreditando que esperar faz parte e, lá na frente, achar que valeu muiiito a pena o tempo de espera.
Confesso que ainda não sei no que vai dar, mas acredito que o que interessa mesmo é agir com convicção, com propriedade, fazendo o que acredito ser melhor pra mim e não porque tá na moda um determinado tipo de comportamento (todo mundo faz, então NECESSARIAMENTE devo fazer) ou porque as pessoas criticam ou tentam me pressionar a tomar algum tipo de atitude que acreditem ser a correta.
A felicidade não tem uma fórmula única… Cada pessoa deve descobrir o SEU modo de ser feliz … cada uma deve trilhar o SEU próprio caminho… acho que é mais ou menos por aí! =)”
“Eu acho o mesmo.Embora seja homem (o que pode até ser visto com maus olhos) com 23 anos, não ligo.Eu poderia acabar com isso fácil, basta ir em qualquer esquina (e pagar,rsrsrs).Mas não tenho interesse. Se tive que esperar tanto, tem que ser com alguém especial e que me entenda. independente de ela ser virgem ou não.””Lendo um comentário aí em cima, vi que cometi um ato falho, antes de perder a virgindade com 24, eu tinha transado com uma garota de programa com uns 19. Mas foi tão estranho e tão ruim que eu nem lembro direito… Não me ajudou muito na vida mesmo, o que ajudou foi desencanar um pouco e ir conhecendo pessoas, até a hora que rolou.Mas o assunto das GPs é muito bom pra ser explorado, merecia um post até. Tive duas experiências, as duas na augusta, a primeira foi uma droga, a segunda foi curiosa, em uma noite que eu tinha tomado um pé na bunda daqueles, com vontade de entrar em algum bar e arrumar uma briga, às três da manhã, sem amigo pra ligar, sem terapeuta pra consultar, acabei caindo na augusta de novo…

  1. Entrando lá na casa de tolerância (soo many synonyms), já chegou uma garota pra jogar conversa fora, pedir um drinque (padrão) e perguntar se eu queria ir para o quarto… Eu, obviamente, uma pilha de nervos, inexperiente, resultando num sexo bem meia boca quando ela senta na cama e interpela: “vem cá, você tá querendo conversar, né?”.

    E em uma meia hora de conversa, ela me escutou, disse exatamente o que eu precisava ouvir e eu consegui ir calmo pra casa dormir. Já conversei com outras GPs da augusta, algumas são cheiradas o tempo todo, algumas são lésbicas, várias têm crianças pra sustentar… E elas têm uma função que eu acho bem preciosa, fazer essa “terapia popular”. Quantos não perderam a virgindade, o medo de mulher, o estresse, quantos não deixaram de cometer uma violência porque conseguiram pagar uma hora nos braços de alguma prostituta que fala exatamente o que você quer ouvir?

    Eu não gosto da atmosfera da augusta, que quase já sumiu, por sinal, não gosto das histórias que ouvi e não recomendo a ninguém começar por ali, mas tenho todo o respeito pelas senhoritas que ganham seu pão ali..”

    Perdi a virginidade com 24 anos. Taarde, rs.

    Isso nem me incomoda tanto, o que me incomoda tanto é que com 28 anos eu só beijei 4 meninas!

    Teoricamente não sou feio, mas sempre fui mais tímido, mais de ficar em casa, daí o tempo foi passando… E das 4 que eu beijei, 3 conheci pela Internet!

    O problema é que hoje eu fico sofrendo com isso… Pois fico pensando que não aproveitei a juventude como deveria… E hj eu tenho uma namorada de que gosto muito, mas mesmo assim fico sofrendo com esse fato… Não sei o que fazer pra parar de me incomodar com isso!”

    “Rafael, você escolheu viver assim. Não tem de ficar se lamentando pelo passado. Você é feliz hoje com a sua namorada? Então pronto.”

    “Cara, e daí??? Tenho 30 e beijei 2 caras até hoje. Sendo que desses dois, namorei um. E?????

    Acabei de escrever isso ali em cima pra Lily, mas vou me dar o direito de me repetir (literalmente, vou copiar e colar, mas depois vou complementar o raciocínio): acho que sexualidade é uma coisa muito íntima, muito particular, e só tem sentido quando é algo prazeiroso PARA VOCÊ. Quando se torna fardo, fonte de angústia, de dor, ou uma espécie de obrigação, é porque tem alguma (ou muitas!) coisa errada. Claro que sempre se deve pensar em agradar a(o) parceiro (a) também, e não pensar apenas no prazer próprio, mas não a ponto de, só para agradar, fazer algo ou tomar uma atitude ou adotar algum tipo de comportamento que vai contra o que você é, como você se sente e as coisas nas quais você acredita.

    Como já disseram aqui e em tantos outros lugares, parece que fomos de um extremo a outro – da sexualidade absolutamente reprimida à sexualidade absolutamente banalizada. Se antes se cobrava virgindade e se ditava que mulher não podia ter interesse em sexo, agora parece que todo mundo tem que ser absolutamente desencanado, liberal, sair dando pra qualquer um em todo e qualquer lugar e ocasião, e que há uma obrigação em ter orgasmos fodásticos.

    Sei lá, acho que cada um tinha que cuidar da sua própria vida….quer permanecer virgem porque você ainda não achou o momento certo, ou a pessoa certa? Beleza! Quer dar pra 10 no mesmo dia? Manda ver! Quer transar no décimo encontro, ou no primeiro? Faça como quiser. Se te julgarem – te achando ultra-conservador ou galinha, que seja – mande à merda.

    O problema é quando VOCÊ MESMO se torna seu algoz, seu próprio juiz condenatório….e isso é mais do que compreensível, porque nossa sociedade dita normas e condutas consideradas “aceitáveis”, “normais”, “desejáveis” e/ou “saudáveis” (isso não quer dizer que eu esteja pregando ou defendendo práticas como a de pedofilia nem algo assim, por favor!! *risos* Acho que entre adultos tudo é aceitável, contanto que haja consenso, contanto que conversem e entrem em comum acordo).

    …e, justamente, esse lance de “aproveitar a juventude” é uma das coisas mais marteladas na nossa cabeça. O que é absolutamente ridículo e imbecil, primeiro que…bom, não é por ser jovem que você vai sair por aí batendo a cabeça na parede, certo??? Esse tipo de pensamento (do “tem que aproveitar mesmo!”) legitimiza ações irresponsáveis, prejudiciais e perigosas (até mesmo letais, como sair dirigindo bêbado, por exemplo!), algumas das quais podem alterar o curso de uma vida inteira (claro que um bebê, fruto de uma relação sexual irresponsável, por exemplo, pode ser fonte de alegria, mas sem dúvida alguma limita sonhos e planos previamente traçados, traz muita responsabilidade, por vezes prematuramente, preocupações, enfim…). Segundo que esse tipo de pensamento é seguramente fonte de frustração mesmo para quem o seguiu à risca…pois quem na juventude se acostumou a fazer o que bem lhe desse na telha (e sobreviveu :P), certamente se frustrará ao perceber, mais cedo ou mais tarde, que certas coisas (ou comportamentos) são vistas com maus olhos, ou são inadmissíveis – ou ridículas mesmo 😛 -, depois de uma certa idade.

    Terceiro: esse tipo de filosofia também costuma frustrar os que nela não caíram – fosse por bom-senso ou por falta de oportunidade – quando eram jovens, como parece ser seu caso! Sempre vai rolar um “ah, e se…” com todo mundo, em todas as esferas da vida, não só na sexual…porque sempre fazemos escolhas, e escolha, qualquer que seja ela (no caso, sair galinhando ou beijar “só” 4 – aliás, quem determina que 4 é um número baixo?? *rs* Conheço gente que se casou há 50 anos, tem filhos e netos, é feliz, e “só” beijou um…;)), sempre implica em realizar algumas coisas e deixar de realizar outras…de qualquer forma, implica em exclusão, em alternativa – “ou…ou”, e quase nunca em “e…e”. Não se pode ir à direita E ir à esquerda ao mesmo tempo 🙂 (a esse respeito tem um poema do Robert Frost chamado “The road not taken” “A estrada (ou caminho) não tomada”). Quando você encontra um emprego numa empresa, isso implica em renunciar a diversos outros empregos potencialmente tão legais e satisfatórios quanto aquele que vc. escolheu racionalmente. Implica também a renúncia de inúmeras outras possibilidades (estudar ou viajar, ou trabalhar como voluntário, por exemplo), e a renúncia de muitas pessoas (aquelas que você poderia conhecer num curso, ou na tal viagem, ou no trabalho voluntário).

    O importante é tomar essas decisões, fazer essas escolhas, baseado naquilo que você considera como prioritário para você naquele momento. Mesmo que não dê certo, por inúmeras razões, a chance de você se arrepender depois é muito menor, porque refletiu bastante, pensou naquilo que queria e gostava, ao invés de tomar uma decisão impulsiva, ou de se deixar pressionar pelas expectativas alheias…mas, de novo: CLARO QUE, como humanos, SEMPRE vamos ficar, em maior ou menor grau, e em alguns momentos da nossa vida (mais do que em outros momentos) – sobretudo nos momentos de crise 😛 (financeira, amorosa, existencial…) – imaginando tudo o que poderia ter sido…

    Se você está com essa namorada e “fica sofrendo com esse fato” é porque, apesar de gostar muito dela, talvez você não tenha ficado plenamente satisfeito com essa sua escolha. Pense direito no que você quer. Você quer ficar sozinho um tempo? Você quer continuar com ela, pois não se imagina sem ela na sua vida? Ou você quer continuar com ela, mas gostaria que o relacionamento de vocês mudasse em algum aspecto (se for o caso, converse com ela, seja sincero)? Ou você quer galinhar, já que até hoje não quis, ou não pôde fazer isso? Não precisa se justificar pra ela (claro que vc. vai ter que dar uma satisfação se decidir terminar, mas não precisa necessariamente dizer em detalhes os porquês, nem a magoar…) nem pra ninguém, pense SOZINHO, consigo mesmo, o que DE FATO quer da vida, e aí tome uma ação prática para mudar aquilo que o incomoda, ou que não te alegra.”

    “Pra mim isso de virgindade sempre foi uma bobagem. O fato de romper ou nao uma membrana faz assim tanta diferença? Pra mim o fato de “estar com utra pessoa e se relacionar de forma bastante intima” já é sexo, com ou sem penetraçao.
    A minha primeira vez nao doeu e nem sangrou nada. Depois de transar (bem meia boca diga-se de passagem) pensei “mas é só isso, e eu tinha tanto receio, tanto medo por uma bobagem?” E por ter tanto medo ou insegurança acabei escolhendo (escolhi mesmo, foi algo bem pensado) um ex que era super apaixonado por mim. Há muito tempo que ele nao significava nada pra mim, mas sabia que pelo fato dele gostar muito de mim eu me sentiria melhor, com menos vergonha, sei la. Eu tinha vergonha até de ficar nua na frente de algum homem, imagina transar! A transa foi bem meia boca por minha culpa, que queria simplesmente o “pau dentro da buceta” e com isso me sentir “desvirginada”. Tudo uma grande bobagem, esperei tanto tempo (tinha 21 anos) pra ver que nao era nada demais.”

    “Namoro há um ano e meio um rapaz que perdeu a virgindade comigo. ele caiu na besteira de não me contar na época. Resultado? Uma noite péssima, uma impressão péssima. Tudo de péssimo!
    Até que depois ele resolveu me contar a verdadeira história! E percebi que o julgamento que eu tinha feito não tinha compreensão nenhuma de minha parte.
    Quebrei a cara! porque? Ele foi aprendendo, do jeitinho que gosto e hj ele é um cara Super 1.000 entre quatro paredes! Muito melhor que outros babacas que me envolvi que se achavam fodão!
    Não largo ele por nada e fazemos a maior bagunça!”

Witchblade


Witchblade é uma série de TV baseada em uma história em quadrinhos homônima, estrelada por Yancy Butler no papel da policial Sara Pezzini. Sara Pezzini toma posse de uma espada mágica, a Witchblade, que (segundo a série) foi usada por Joana d’Arc e várias outras heroínas históricas.

História

Armamentos dotados com poderes sobrenaturais viraram lenda ao longo da História. Algumas das antigas escritas celtas conhecidas dissem que um exército de Witchblades , homens e mulheres eram escolhidos em épocas antigas, quando ainda no ventre materno, para seu destino guerreiro. A lenda diz que uma tal Banrighinn, conhecida somente como a senhora da lâmina, ensinou as maneiras antigas de batalha a este exército escolhido, por estar irritada com seu amante, um dos cavaleiros sacerdotais, os homens foram proibidos de segurar a lâmina. De acordo com este conto antigo,de onde informações foram perdidas, uma grande escuridão visitou a terra, e o cavaleiro-sacerdote desapareceu e sua linhagem foi extinta. Uma lenda similar apareceu nas ruínas de Troy, onde a rainha Myrene, primeira usuária conhecida do Witchblade, foi enterrada. Nela, este mesmo exército dos guerreiros é citado como da cidade de Atlantis e que desapareceram junto com a cidade, lendária e de localização incerta.

Sinopse

A série conta a saga de Sara Pezzini, uma detetive de homicídio dos resistente-como-pregos NYPD que entra na possessão do Witchblade, um bracelete com poder sobrenatural, sensível com poderes destrutivos e protetores imensos. A arma tem ligação com várias mulheres ao longo da História, sendo a mais recente Danielle Baptiste. Outras que entraram o contato com o Witchblade incluem Cleopatra e Joana D’Arc. Sara esforça-se para controlar os poderes impressionantes do Witchblade e para afastar aqueles com um interesse nefasto nele, especialmente Kenneth Irons, um inescrupuloso empresário. Igualmente esforça-se para manter uma vida pessoal. O título foi escrito pela maior parte por Christina Z e editado por David Wohl. Houve umas negociações de uma reunião, embora seja controverso se aquela ocorrera. Houve muitos títulos para o seriado, que colocavam o Witchblade com outros formas e poderes. O caráter de Sara Pezzini foi caracterizado igualmente nos cruzamentos com caráteres de outras personagens, incluindo Lara Croft, JLA, o X-Men’ s Wolverine, e o modelo de Star Wars. Witchblade foi adaptado em uma série de televisão moderada bem sucedida em 2001-2002, com Yancy Butler como Sara Pezzini.

O título foi adaptado igualmente em uma série do anime e do mangá em 2004. Os epsódios acontecem em um Japão futurista e onde a heroina usa uma lâmina-bracelete nova, com pouca semelhança com a de Pezzini.

Origem

Por milhares de anos existiu uma arma inteligente, símbolo de poder incrível. Uma luva viva que se transforma com seu portador. O Witchblade: Somente as mulheres da força ímpar, de mente e corpo, podem usar. Seu legado criou uma linhagem sanguinária de guerreiras descendentes de um antigo guerreiro. Joana D’Arc usou a lâmina como fizeram outras grandes mulheres do guerreiro durante toda as guerra. Mas usar o Witchblade é ser seu mestre e seu empregado, como esta arma misteriosa extrai o que precisa e moldadifica o que consegue usar, tranformando a personalidade da possuidora. Agitações em época de crise — durante guerras, fomes e pestes, o Witchblade foi usado para cortar uma área do sangue e dos viscera através dos níveis do mal previamente intransponível. Por décadas pemaneceu desaparecido, mas agora no princípio do século XXI, o Witchblade escolheu um portador novo de seu poder. e sua maldição: Sara Pezzini, uma policial linha dura, de gênio difícil, autosuficiente e cínica.

Ao investigar o assassinato de um amigo da infância, a detetive Sara Pezzini do Departamento de Polícia de Nova York encontra uma luva antiga, que ao colocar em seu pulso e a proteje e lhe dá poderes formidáveis, mudando seu destino. É o Witchblade, uma arma antiga que aumenta seus poderes de percepção e se transforma em uma espada formidável. Com um arsenal de poderes surpreendentes — e uma mente de seus próprios — o Witchblade é uma bênção e uma maldição. Agora Sara deve aprender seus segredos a fim dominar seu mistério antes que o bracelete a domine.

O Mito

As origens do Witchblade, envoltas em mito e especulação, obscurecidos pelo véu da historia. De onde a lâmina veio? Nenhum mortal, que examinou prolongadamente o Witchblade , viveu para contar sobre ele, mas aqueles que tiveram a oportunidade de examinar o bracelete, dizem que está feito de um metal sintetizado, de algum elemento não identificados com os materiais terrestres. Outros dizem que a lâmina foi forjada indubitavelmente de um tipo de ferro encontrado nas armas persas, no Irã antigo. Em Avesta, o livro de oração do Zorastrus, escrito em persa antigo, um tipo de ferro-liga, similar àquele da lâmina, é mencionado. ” Misture ferro com o sol do ouro. Poderia o ouro ligado ou o adulterado para ser… Atear fogo-branco e refrigerado no sangue vinho-escuro, É assim que nasce a lâmina sedenta, nunca dupla.” Mas esta teoria foi questionada por eruditos do Vaticano nos anos 30, que encontraram o trabalho do projeto no bracelete no uso do ferro na região persa anterior a 1000 anos.

Personagens

  • Sara Pezzini: a detetive de homicídio de NYPD Sara Pezzini é uma combinação de inteligência e de beleza de rua. Jurando cumprir a lei, Sara faz qualquer coisa para trazer criminosos a justiça. Quando entra em contato com o Witchblade, a arma antiga agita sua vida e a coloca em seu braço, emprestando seus poderes incomuns que Sara não compreende ainda. Enquanto se esforça para descobrir a verdade sobre seu passado e o legado da arma antiga, Sara encontra fatos que aumentam o mistério do bracelete cada vez mais.
  • Danny Woo: o falecido ex-parceiro de Sara e agora um fantasma, Danny passa a ser o anjo da guarda de Sara. Danny foi morto quando ele e Sara investigavam um gangster famoso e assassino, Tommy Gallo. A Witchblade permite que Sara veja e converse com Danny, que continua a ajudá-la e guia-la do além-túmulo.
  • Jake McCartey: Ex-campeão de surf de West Coast, Jake é agora um detetive de polícia novato e chefiado por Sara. Mesmo com seu estilo descontraído e pouco convencional, para um tira de NY, suas habilidades investigativas são excelentes. Sua admiração para Sara pode se estender além de seu relacionamento profissional.
  • Kenneth Irons: Empresário e excêntrico multimilionário que espalhou boatos para ter sua fortuna com as transações ilegais, Irons possui uma estranha conexão com Witchblade. Um colecionador de arte e de armas antigas, o Witchblade estava em sua coleção, no emprestado a um museu do Midtown, quando Sara o encontrou. Ainda carrega as cicatrizes de sua tentativa falida de usar a arma e é possuído de várias maneiras ainda por seu poder. Irons monitora Sara usando Witchblade porque seu império incorpora diversas indústrias de Vorschlag, que inclui terras, bens imobiliários e desenvolvimento de tecnologia.
  • Ian Nottingham: Inescrupuloso e expert em artes marciais, Nottingham é uma arma letal. Um homem misterioso e onipresente, trabalha para Irons como guarda-costas e faz tudo.Por determinação de Irons, uma de suas missões é monitorar Sara no uso do Witchblade. Sempre próximo quando o Witchblade entra em ação, Nottingham observa e tenta entender o relacionamento de Sara e a lâmina. O que permanece um mistério qual a profundidade de seu relacionamento com Irons.

(this is from Wiki, of course;))

Witchblade is an American comic book series published by Top Cow Productions, an imprint of Image Comics, from 1995 until present. The series was created by Top Cow editors Marc Silvestri and David Wohl, writers Brian Haberlin and Christina Z, and artist Michael Turner.

The series follows Sara Pezzini, a tough-as-nails NYPD homicide detective who comes into possession of the Witchblade, a supernatural, sentient artifact with immense destructive and protective powers. The weapon has bonded with various other women throughout history, the most recent being the series’ former co-lead, Danielle Baptiste. Others who have come into contact with the Witchblade include Cleopatra and Joan of Arc. Sara struggles to hone the awesome powers of the Witchblade and fend off those with a nefarious interest in it, especially entrepreneur Kenneth Irons. She also struggles to maintain a personal life.

There have been many spin-off titles which place the Witchblade in other times and settings. The character of Sara Pezzini was also featured in crossovers with characters from other franchises, including Lara Croft, the Justice League, and the cast of Battle of the Planets.

Witchblade was adapted into a moderately successful television series in 2001–2002, starring Yancy Butler as Sara Pezzini.

The title was also adapted into an anime and an unrelated manga series in 2006. Each takes place in a futuristic Japan and features a new blade-wielder, with little resemblance to Pezzini or to each other, in the role. There have been two soundtracks to the manga series (which had a limited print run).

feature film, currently titled The Witchblade, was scheduled for a 2009 release,[1] but is now set for 2013.

…e por aí vai 🙂