Aurora boreal 2011

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Achei diversas dessas fotos num blog russo

Duas boas (??) novas – a primeira, da Folha, a segunda, da História


  • Salário-desemprego aumenta 14% e sobe para até R$ 1.163,76

O salário-desemprego a partir de 1º de janeiro será reajustado em 14,1284%, segundo resolução publicada nesta sexta-feira no “Diário Oficial da União”.

A partir da semana que vem, o trabalhador cuja média dos últimos salários anteriores à demissão for de até R$ 1.026,77, o benefício será o equivalente a 80% da média. Ou seja, quem tiver média salarial de R$ 1.000, receberá R$ 800 de benefício. O seguro não pode ser inferior ao salário-mínimo.

Se a média for de R$ 1.026,77, o benefício será de R$ 821,42.

Para aqueles que a média dos três últimos salários for de R$ 1.026,78 a R$ 1.711,45, a fórmula muda. O benefício será de R$ 821,42 mais 50% da diferença entre R$ 1026,77 e a média salarial do trabalhador. Assim, um trabalhador com média salarial de R$ 1.500 irá receber R$ 1.058,04 de seguro-desemprego.

Quem tiver média dos três últimos salários anteriores à demissão superior a R$ 1.711,45 terá direito a um seguro-desemprego de R$ 1.163,76.

Atualmente o benefício é de, no máximo, R$ 1.019,70.

Confira o valor atual do benefício

Média salarial Valor da parcela
até R$ 899,66 Multiplica-se salário médio por 0.8 (80%)
de R$ 899,67 a R$ 1.499,58 O que exceder a R$ 899,66 multiplica-se por 0.5 (50%) e soma-se a R$ 719,73
acima de R$ 1.499,58 R$ 1.019,70 invariavelmente

Veja como fica o seguro-desemprego

Média salarial Valor da parcela
até R$ 1.026,77 Multiplica-se salário médio por 0.8 (80%)
de R$ 1.026,78 a R$ 1.711,45 O que exceder a R$ 1.026,77 multiplica-se por 0.5 (50%) e soma-se a R$ 821,42
acima de R$ 1.711,45 R$ 1.163,76 invariavelmente

QUEM TEM DIREITO

Têm direito ao seguro os trabalhadores desempregados que tiverem sido demitidos sem justa causa.

Aqueles que trabalharam com carteira assinada entre 6 e 11 meses nos últimos três anos têm direito de receber até três parcelas do seguro.

Quem trabalhou de 12 a 23 meses no período pode receber até quatro parcelas.

Já quem esteve empregado com registro por mais de 24 meses nos últimos três anos pode receber até cinco parcelas do seguro-desemprego.

  • A lista dos acusados de tortura

    Dos papéis de Luiz Carlos Prestes consta um relatório do Comitê de Solidariedade aos Revolucionários do Brasil, de 1976. O documento traz uma lista de 233 torturadores feita por presos políticos em 1975

    Alice Melo e Vivi Fernandes de Lima

    O acervo pessoal de Luiz Carlos Prestes, que será doado por sua viúva, Maria Prestes, ao Arquivo Nacional, traz entre  cartas trocadas com os filhos e a esposa, fotografias e documentos que mostram diferentes momentos da história política do Brasil. Entre eles, o “Relatório da IV Reunião Anual do Comitê de Solidariedade aos Revolucionários do Brasil”, datado de fevereiro de 1976.
    Neste período Prestes vivia exilado na União Soviética e, como o documento não revela quem são os membros deste Comitê, não se pode afirmar que o líder comunista tenha participado da elaboração do relatório. De qualquer forma, é curioso encontrá-lo entre seus papéis pessoais.
    O documento é dividido em seis capítulos, entre eles estão “Mais desaparecidos”, “Novamente a farsa dos suicídios”, “O braço clandestino da repressão” e “Identificação dos torturadores”, que traz uma lista de 233 militares e policiais acusados de cometer tortura durante a ditadura militar. Esta lista foi elaborada em 1975, por 35 presos políticos que cumpriam pena no Presídio da Justiça Militar Federal. Na ocasião, o documento foi enviado ao presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Caio Mário da Silva Pereira, mas só foi noticiado pela primeira vez em junho de 1978, no semanário alternativo “Em Tempo”. Segundo o periódico, “na época em que foi escrito, o documento não teve grandes repercussões, apenas alguns jornais resumiram a descrição dos métodos de tortura”. O Major de Infantaria do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra é o primeiro da lista de torturadores, segundo o relatório. A Revista de História tentou ouvi-lo, mas segundo sua esposa, Joseita Ustra, ele foi orientado pelo advogado a não dar entrevista. “Tudo que ele tinha pra dizer está no livro dele”, diz ela, referindo-se à publicação “A verdade sufocada: a história que a esquerda não quer que o Brasil conheça” (Editora Ser, 2010).
    A repercussão da lista em 1978

    A Revista de História conversou com um jornalista que integrava a equipe do “Em Tempo”.  Segundo a fonte – que prefere não ser identificada – a redação tinha um documento datilografado por presos políticos. Era uma “xerox” muito ruim do texto, reproduzido em uma página A4. Buscando obter mais informações sobre o documento, os jornalistas chegaram ao livro “Presos políticos brasileiros: acerca da repressão fascista no Brasil” (Edições Maria Da Fonte, 1976, Portugal). Depois desta lista, o “Em Tempo” publicou mais duas relações de militares acusados de cometerem tortura.
    Na época, a tiragem do semanário era de 20 mil exemplares, rapidamente esgotada nas bancas, batendo o recorde do jornal. A publicação fechou o tempo para o jornal, que sofreu naquela semana dois atentados. A sucursal de Curitiba foi invadida e pichada. Na parede, os vândalos deixaram a marca em spray “Os 233”. O outro atentado aconteceu na sucursal de Belo Horizonte: colocaram ácido nas máquinas de escrever. Na capital mineira, a repercussão foi maior porque os militantes de esquerda saíram em protesto a favor do jornal. O próprio “Em Tempo” publicou esses dois casos, com fotos.
    Os autores da lista

    As assinaturas dos 35 que assumem a autoria também foram publicadas no “Em Tempo”. Hamilton Pereira da Silva é um deles.  O poeta – conhecido pelo pseudônimo Pedro Tierra e hoje Secretário de Cultura do Distrito Federal – fez questão de conversar com a Revista de História sobre o assunto, afirmando que a lista não foi fechada em conjunto. Os nomes e funções dos torturadores do documento teriam sido informados pelas vítimas da violência militar em momentos distintos de suas vidas durante o cárcere.
    “Essas informações saíam dos presídios por meio de advogados ou familiares. A esquerda brasileira, neste período, não era unida, era formada por vários grupos isolados, que não tinham muito contato entre si por causa da repressão”, conta Tierra. “Quando a lista foi publicada no ‘Em Tempo’, eu já estava em liberdade. Sei que colaborei com dois nomes: o major, hoje reformado, Carlos Alberto Brilhante Ustra, e o capitão Sérgio dos Santos Lima – que torturava os presos enquanto ouvia música clássica”.
    Hamilton lembra ainda que, após a publicação da lista no periódico, a direita reagiu violentamente realizando ataques a bomba em bancas de jornal e até uma bomba na OAB, além de ameaças à sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI).
    Em 1985, já em tempos de abertura política, a equipe do projeto Brasil: Nunca mais divulgou uma lista de 444 nomes ou codinomes de acusados por presos políticos de serem torturadores. Organizado pela Arquidiocese de São Paulo, o trabalho se baseou em uma pesquisa feita em mais de 600 processos dos arquivos do Superior Tribunal Militar de 1964 a 1979. Os documentos estão digitalizados e disponíveis no site do Grupo Tortura Nunca Mais.
    Entre os autores da lista de acusados de tortura feita em 1975, além de Hamilton Pereira da Silva, estão outros ex-presos políticos que também assumem cargos públicos, como José Genoino Neto, ex-presidente do PT e assessor do Ministério da Defesa, e Paulo Vanucchi, ex-ministro dos Direitos Humanos e criador da comissão da verdade. Os outros autores da lista são: Alberto Henrique Becker, Altino Souza Dantas Júnior, André Ota, Antonio André Camargo Guerra, Antonio Neto Barbosa, Antonio Pinheiro Salles, Artur Machado Scavone, Ariston Oliveira Lucena, Aton Fon Filho, Carlos Victor Alves Delamonica, Celso Antunes Horta, César Augusto Teles, Diógenes Sobrosa, Elio Cabral de Souza, Fabio Oascar Marenco dos Santos, Francisco Carlos de Andrade, Francisco Gomes da Silva, Gilberto Berloque, Gilney Amorim Viana,Gregório Mendonça, Jair Borin, Jesus Paredes Soto, José Carlos Giannini, Luiz Vergatti, Manoel Cyrillo de Oliveira Netto, Manoel Porfírio de Souza, Nei Jansen Ferreira Jr., Osvaldo Rocha, Ozeas Duarte de Oliveira, Paulo Radke, Pedro Rocha Filho, Reinaldo Moreno Filho e Roberto Ribeiro Martins.

    A seguir, a reprodução de parte do “Relatório do Comitê de Solidariedade aos Revolucionários do Brasil”, com as páginas que trazem os 233 nomes dos acusados de praticarem tortura direta ou indiretamente.



Em SP, 30% das praias estão impróprias para banhistas


As praias paulistas estão mais sujas neste fim de ano. Boletim divulgado ontem pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) mostra que 48 locais do litoral estão impróprios para banho. No mesmo período do ano passado, eram 31. O número atual representa 30% do total de endereços avaliados pelo órgão. Santos, São Vicente e Praia Grande são os municípios que apresentam as piores condições para o banhista neste réveillon, com bandeira vermelha em todas as praias.

via Em SP, 30% das praias estão impróprias para banhistas – 30/12/2011 – Agência Estado.

UAU, jura?! Puxa, “novidadaaaaaça” essa, hein! Todo ano a mesma coisa…em breve estarão “noticiando” a falta d’água, os surtos de viroses, rota-vírus, epidemias de dengue, enchentes em SP e outros municípios…acho que já deu, né? Não estou dizendo que os jornalistas têm que parar de falar desses assuntos, mas acho que eles deveriam parar de noticiá-los (afinal, de novidade nada têm) e passar a denunciá-los, e a cobrar medidas – junto com o restante da sociedade brasileira, claro! – junto aos…bom, eu ia usar uma expressão não muito elegante, então vou me abster.

Editado: olha aí, outra SUUUUUPER “notícia”, de caráter beeeem “novidadeiro” messsssmo, “chocante”…:

Promessas de Kassab ficam para o último ano da gestão

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), chega a seu último ano de mandato sem concluir a maioria das principais promessas feitas durante a eleição.

Propostas como acabar com a fila por creche, construir hospitais e melhorar o trânsito continuam em aberto.

(…)

A revisão do Plano Diretor já foi abandonada. Deveria ocorrer em 2007, mas a proposta de Kassab desagradou Promotoria, Justiça, ONGs e o setor imobiliário e naufragou na Câmara, inclusive, por falta de empenho governista.

No trânsito, Kassab não fez uma intervenção sequer nos 15 pontos crônicos de congestionamento e criou apenas uma das oito faixas de motos.

No transporte coletivo, está licitando só 8 dos 66 km de novos corredores de ônibus prometidos -alguns, como os da Celso Garcia (zona leste) e M’Boi Mirim (sul), devem virar metrô ou monotrilho, mas não há projeto.

A conclusão do Expresso Tiradentes foi transferida para o Metrô -se tornou monotrilho, parte da linha 2-verde.

Sobre a promessa de investir R$ 1 bilhão no metrô, já aplicou R$ 700 milhões e promete mais R$ 1 bilhão para a linha Lapa-Moema, caso negocie mais títulos públicos da Operação Urbana Faria Lima.

Em outro dos principais compromissos -ampliar os serviços de saúde-, Kassab terá que viabilizar em 2012 três hospitais e 50 ambulatórios odontológicos prometidos, todos por ora no papel.

(….)

Balanço divulgado ontem por Kassab mostra que 60 das 223 metas (27%) foram cumpridas e 160 estão em andamento.

O secretário de Planejamento, Rubens Chammas, apresentou o que chamou de Índice Geral de Eficácia, um indicador que mede o ritmo de andamento das metas e que hoje estaria em 67%.(…)”

…e a reportagem continua. Como se com os prefeitos anteriores nunca nada semelhante tivesse acontecido. E como se eles não aproveitassem nunca, nunquinha, o último ano de mandato que é, OPS, coincidentemente (not!!!!) ano de eleição, para realizar ***somente algumas*** – de preferência, as mais inúteis, chamativas e que mais atrapalham o já caótico trânsito da cidade – das obras há muito tempo necessárias e prometidas por diversas gerações de políticos. Não estou, com isso, querendo defender o Kassab, de jeito nenhum!!!, estou falando que ele é farinha do mesmo – já conhecido e embolorado – saco.

Editado pela segunda vez: olha aí, outra SUUUUUPER “notícia”, de caráter beeeem “novidadeiro” messsssmo, “chocante”…(2):

Salário de vereador sobe até 62% em seis capitais do país

As Câmaras Municipais de ao menos seis capitais brasileiras aprovaram reajustes de até 62% nos contracheques dos vereadores, informa reportagem de Sílvia Freire e Felipe Luchete, publicada na Folha deste sábado (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

O objetivo da antecipação, programada apenas para o fim de 2012, é evitar o desgaste político de votar aumento salarial em ano de eleições municipais. Com isso, Belo Horizonte, São Paulo, Curitiba, Florianópolis e Maceió terão, a partir de janeiro de 2013, incremento da folha de pagamento dos vereadores.

No Rio de Janeiro, apesar de a lei estabelecer que o reajuste só pode entrar em vigor na legislatura seguinte, os vereadores já estão recebendo o aumento de 62%. Em São Paulo e em outras duas capitais, Porto Alegre e Goiânia, os vereadores também aprovaram ao longo deste ano outros reajustes, já em vigor –de 22,7%, 20,7% e 14,73%, respectivamente.

E que venha 2012, o novo Ano Novo!

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Vai, deixa eu fazer de conta que ligo pra essa data e que a adoro e estou muito feliz nesta ocasião, por meio de imagens-clichê, coisas fofas, positivas e afins. Acho meio irritante quem fica saltitante pelo ano novo, assim como quem acha que 2012 (ou 2000, ou qualquer outro ano) será, literalmente, o fim […]