A Reading of ‘Song’ by William Blake, by Christopher Nield


Song

Memory, hither come,
And tune your merry notes;
And, while upon the wind
Your music floats,

I’ll pore upon the stream
Where sighing lovers dream,
And fish for fancies as they pass
Within the watery glass.

I’ll drink of the clear stream,
And hear the linnet’s song;
And there I’ll lie and dream
The day along:

And, when night comes, I’ll go
To places fit for woe,
Walking along the darkened valley
With silent Melancholy.

—William Blake (1757–1827)

In Greek mythology, Memory is the mother of the muses. There would be no literature, science, or art without her. Taking this further, we can say there would be no selfhood, or, indeed, civilization without her magical and mysterious power to enchant.

In this poem, Blake calls upon memory to inspire him. This moment is repeated whenever a poet puts pen to paper and writes with an awareness of what the great canonical presences of the past have said, whether Homer, Virgil, or Shakespeare.

Memory’s “merry notes” sound like celestial music “upon the wind,” and through each line, Blake makes us hear its strange ancestral cadence too. Each time we read a poem, we connect with the ghosts of all the generations who have formed the language we speak. Through poetry’s rhythms and rhymes, we catch the promise that, like music, the universe is full of echoes. Each part somehow reflects the whole.

Blake promises that he will “pore upon the stream,” fishing for “fancies” in the “glass,” as if gazing deep within a crystal ball, where images gather and disperse. The vision of the stream applies both to music and the cool, still, rippling of water. In the flow and flux of our consciousness, fragments of the past and the speculative future mingle with our reason, emotion, and creativity—ever moving, ever miraculous.

I’m reminded of a wonderful passage from “Out of the Silent Planet” by C.S. Lewis, in which the alien Hyoi reminds the human Ransom of the essential connection between memory, meaning, and time: “A pleasure is full grown only when it is remembered. You are speaking … as if the pleasure were one thing and the memory another. It is all one thing … When you and I met, the meeting was over very shortly, it was nothing. Now it is growing something as we remember it. But still we know very little about it. What it will be when I remember it as I lie down to die, what it makes in me all my days till then—that is the real meaning. The other is only the beginning of it. You say you have poets in your world. Do they not teach you this?”

This meeting applies to our first encounter with a poem. We read it through, a few things catch our eye, and we put it down. It may not touch us at all. We may not even remember any of it. Yet at each occasion we go back to it, and hear its words on our lips, the more we feel and find—until it becomes a part of us.

Blake will “drink of the clear stream,” evoking the idea from Greek mythology that the spirit after death is confronted by two rivers, Mnemosyne, granting memory, and Lethe, granting forgetfulness. Which has Blake chosen? The “linnet’s song” guides Blake to the same dream that the lovers know. Is the day lost in dream—or discovered? Is the external world around us real, or more of an illusion than our inner life?

No dream delays the ticking of the clock, so day gives way to night. Yet Blake accepts this duality—this descent into darkness. He will walk through the shadow of the “valley” of death. Here “melancholy” is not depression as we conceive it, but rather a somber state of solitude and reflection. It signals distance and detachment from the hustle and bustle of daily life—an opening rather than closing of the mind. In silence and stillness, the spirit of poetry remains immortal.

William Blake (1757–1827) was an English poet, painter, and printmaker.

Christopher Nield is a poet living in London.

this interpretation of the poem was taken from The Epoch Times.

Homens ainda diferenciam mulheres para se divertir e para casar, dizem especialistas


Apesar da evolução dos tempos, homens ainda diferenciam mulheres para se divertir e mulheres para casar. E essa diferença existe em uma proporção significativa. “Há sequelas de uma sociedade patriarcal e muitos valores perduram”, afirma o psicólogo Thiago de Almeida, especializado no tratamento das dificuldades do relacionamento amoroso. Para a antropóloga Mirian Goldenberg, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), isso ocorre porque os valores demoram muito a mudar, apesar dos comportamentos serem alterados mais rapidamente. “Há uma valorização do marido, que em nossa cultura é visto como um capital”, diz Mirian. “Isso faz com que o comportamento sexual feminino seja muito controlado socialmente. Ou seja, a honra masculina ainda está vinculada ao controle do comportamento sexual de suas mulheres”.

O terapeuta Sergio Savian diz que boa parte das mulheres ainda leva em consideração o que os homens pensam delas. “Elas estão preocupadas com o que todos pensam. Aprenderam com suas mães e avós que não podem ser fáceis. Também não querem ser alvo de fofocas maldosas”, diz Savian. Para Mirian, tudo isso é reflexo de uma cultura religiosa. “A família é vista como alicerce da vida social. Observei que em culturas mais individualistas como na Alemanha e na Suécia, por exemplo, essa desigualdade de gênero não é tão forte”, diz a antropóloga.

Sociedade de valores antigos
Por conta desse pudor, as mulheres omitem que tiveram muitos parceiros, mentem sobre o próprio desejo, fingem ter orgasmos. Para o psicólogo Thiago de Almeida, esse é um processo natural que reflete o quanto a sociedade ainda está enraizada aos valores antigos. “Mulheres costumam dizer que tiveram menos homens. Se tiveram dez relacionamentos, falam que tiveram apenas cinco. Já os homens, se tiveram três, afirmam ter tido dez”, diz Almeida.

Isso pode ser consequência do ciúme que os homens têm do passado de suas companheiras. Eles frequentemente querem saber com quantos homens elas se relacionaram e o que fizeram com eles. “Por inúmeros motivos e, dentre eles, uma descomunal insegurança masculina, eles infernizam a vida de suas parceiras”, afirma o terapeuta Sergio Savian.

Transar no primeiro encontro
Para a sexóloga Laura Muller, cada um pode viver a prática sexual como preferir, mesmo em um país conservador. “Se essa mulher conheceu um cara que vai julgá-la por ter transado no primeiro encontro, talvez seja importante avaliar se ele realmente combina com seu jeito de ser”, diz Laura. “Quando o assunto é sexualidade, não há regras. O importante é ter respeito”.

Segundo o psicólogo Thiago de Almeida, o homem fica mais romântico e usa artifícios que podem mascarar sua personalidade na hora de conquistar uma mulher. “Ele pode se mostrar mais moderninho logo de cara, mas depois não leva adiante aquele relacionamento por puro preconceito”, diz. Para Almeida, a mulher que busca sexo casual deve ter isso bem definido em sua cabeça para não criar expectativas, enquanto os homens precisam começar a entender que apenas o tempo mostra os reais atributos de cada pessoa. “Hoje, a principal arma feminina é saber conduzir esse tipo de situação de forma a contemplar sua própria expectativa. E agir de forma equilibrada pode ser a forma mais correta para evitar frustrações”, afirma Almeida.

Igualdade longe de ser alcançada
Para o terapeuta Sergio Savian, a moral está tão incorporada em nossa sociedade que muitas mulheres não sabem estabelecer a diferença do que realmente querem daquilo que foi imposto. A antropóloga Mirian Goldenberg acredita que, mesmo com a maior independência das mulheres, elas ainda preferem fingir que são “comportadas” para não perder o namorado ou não assustarem o pretendente. “Elas ainda se comportam de forma submissa e passiva ou se mostram mais comportadas sexualmente do que realmente são”, afirma Mirian. “A liberdade e a igualdade femininas ainda estão longe de serem alcançadas”. Para a antropóloga, é necessário fazer uma revolução cotidiana. “Enfrentar os preconceitos, os olhares de acusação e as opiniões dos outros”, diz. Para ela, quanto mais mulheres se comportarem com liberdade, mais outras terão coragem de viver os seus desejos.

Mulheres e homens têm a mesma liberdade sexual?

  • 1Talvez. Mas as mulheres sempre são mais julgadas do que os homens.

    27,66%

  • 2Não. Nossa sociedade ainda tem valores antigos, e a mulher está longe de alcançar a igualdade.

    24,42%

  • 3Talvez. Às vezes é a própria mulher que deixa de fazer algo com medo do que os homens vão pensar.

    18,13%

  • 4Não. Nossa sociedade ainda é um pouco moralista, mas essa situação está mudando.

    17,83%

  • 5Sim. As mulheres já conquistaram seus direitos. Só homens machistas diferenciam mulheres para casar e para se divertir.

    11,96%

3.294 votos

Nova D.R. Cachoeira e velhos tipos de D.Rs

Um amigo dos bons, acossado pela mulher em uma discussão de relação heavy metal, apelou: Eu me reservo ao direito constitucional de ficar calado. Canalha!

Acabara de patentear a D.R. CPI ou D.R. Cachoeira. Em apuros, o homem, quase sempre mais frouxo e escorregadio que a mulher, recorre a expedientes impensáveis.

Esse mesmo canalha supracitado, em outro relacionamento, chegou a fingir um princípio de infarto. Havia sido flagrado de calças curtas em um romances clandestino.

A mitológica D.R., sigla para discussão de relação criada pelas meninas do “02 Neurônio” ainda em tempos de fanzines, pode ser mesmo um exercício penoso. E não somente para os relapsos modos de macho. Também para as fêmeas, óbvio.

Ao apelar para os direitos constitucionais, o amigo cascateiro –ou cachoerístico!- me lembrou velhos tipos de D.Rs catalogadas ao longo de quase 50 de vida e meia dúzia de casamentos.

Neste primeiro lote, as D.Rs dos intelectuais ou ditos intelectuais:

D.R. Sartreana – O inferno são sempre os outros.

D.R.Kerouac – A mulher começa a falar e o cara já pega a estrada.

D.R. Marcel Proust – Uma simples conversa sobre um bolinho vira seis grossos volumes.

D.R. Kurosawa – Uma discussão lenta, imagens lindas, arrozais sob montanhas, silêncios que falam coisas, uma peleja quase em ideogramas. Pense!

D.R. MPB –  Indecifrável e incompreensível como o “zum de besouro ímã” do verso do Djavan. Muita onomatopéia e nem uma idéia os males da D.R. são. É uma D.R. assim “nem menina nem mulher, lilás”, como no enigma de uma canción de Zé Ramalho.

D.R. Erística _ Como na corrente homônima herdada dos gregos, a arte de triunfar no barraco oral mesmo sem ter razão.

D.R. punk-rock _ Três acordes e vai cada um pro seu lado, dormir na casa da mãe, de um(a) amigo (a), hotel, flat, amante, homeless…

D.R. Paulo Coelho _ Depois de “Onze minutos” de sexo, o barraco sempre começa com uma parábola bíblica ou uma lenda árabe.

D.R. Bartleby _   “Prefiro não discutir”, diz uma das partes, repetindo o mantra do escriturário do livro homônimo de Melville.

 D.R. free-style _ É a discussão rimada, estilo rap, passionais MC´s:  “Assim você me afunda/ com esse pé-na-bunda/ com essa insensatez…/ meu barquinho já naufraga/bossa nova é uma praga/veja só que a vida fez!”

D.R. brechtiana _ A arte de enfrentar o público, seja num botequim seja numa festa, com o distanciamento do personagem, como se dissessem do palco, a cada golpe, “não é nada disso que vocês estão pensando, controlem-se”.

D.R. Abaporu ou D.R. arte moderna _ Típica discussão sem pé nem cabeça, que para nenhum dos dois interessa.

D.R. metalingüística _ A D.R. da D.R., tipo roteiro de Kauffman (“Adaptação”, o filme), exercício das cabeças requentadas ou das mentes ressentidas.

D.R. grega –Segue um mantra do poeta Eduardo Cac: “Para curar um amor platônico, só uma trepada homérica”.

Fotos aéreas revelam extremos da paisagem da Islândia


Imagens feitas a quase 3 mil metros de altura pelo casal de fotógrafos Erlend e Orsolya Haarberg revelam os extremos da paisagem da Islândia.

Para fotografar de vulcões e águas termais à maior geleira da Europa, os dois escalaram montanhas, enfrentaram terrenos difíceis e viajaram em uma pequena aeronave.

“Tivemos de esperar dois meses por um dia que não estivesse nublado ou com chuva. Então, quando acordamos e vimos o sol, sabíamos que tínhamos que voar o mais rapidamente possível, antes que o tempo virasse”, disse Orsolya, que é norueguesa.

Seu marido Erlend tirou as fotografias aéreas, enquanto ela guiava o piloto do fundo do avião. Em cinco horas no ar, eles cobriram o país inteiro.

“Foi uma programação apertada. Num minuto, estávamos fotografando uma erupção no vulcão Eyjafjallajökull, no próximo, estávamos sobrevoando a maior geleira da Europa, Vatnajökull.”

O casal diz que tenta mostrar a Islândia de um ângulo que normalmente não é visto pelos turistas.


“As pessoas ficam impressionadas pelas imagens aéreas abstratas, provavelmente porque elas são quase alienígenas”, diz Orsolya, que junto com o marido, acaba de publicar um livro de fotografias – Iceland: Land of Contrast (ou Islândia: Terra de Contrastes) – para documentar suas viagens pela Islândia.

fonte: http://noticias.uol.com.br/album/bbc/2012/05/16/fotos-aereas-revelam-extremos-da-paisagem-da-islandia.htm?abrefoto=1#fotoNav=9

A Reading of ‘Herne the Hunter’ by Shakespeare


Herne the Hunter

Sometime a keeper here in Windsor Forest,
Doth all the winter-time, at still midnight,
Walk round about an oak, with great ragged horns;
And there he blasts the tree, and takes the cattle,
And makes milch-kine yield blood, and shakes a chain
In a most hideous and dreadful manner.
You have heard of such a spirit, and well you know
The superstitious idle-headed eld
Received, and did deliver to our age,
This tale of Herne the Hunter for a truth.

Classic poetry isn’t proud. While most modern poets are far too tasteful to feature anything as vulgar as a monster—consigning such imaginary creations to Hollywood movies, fantasy art, and computer games—writers from Homer through to Yeats crammed their work full of mythological figures, uncanny fiends, and rampaging horrors.

Who could forget the grotesque Grendel in Beowulf, gnashing his teeth in the outer darkness beyond the Viking warriors’ fire? Or Spenser’s bizarre Error in The Faerie Queen, vomiting toads and books at the Red Cross Knight? Or Tennyson’s shadowy Kraken, rising from the ocean depths to meet his doom at the Apocalypse?

One of my favorite oddities is Herne the Hunter from Shakespeare’s comedy The Merry Wives of Windsor. Towards the climax of the play, the sprightly Mistress Page recounts the story of a “keeper here in Windsor Forest” who is far more than he seems.

He is glimpsed at “winter-time” while the earth lies barren, and walks abroad at “still midnight” between the day and night, when the realms of the living and the dead touch and become one. He has “great ragged horns”—a peculiar image that suggests an imposing bedraggled wildness.

His presence is not beneficent. He “blasts the tree,” freezing life. He even makes the “milch-kine” (meaning milk cows) “yield blood,” turning white purity to murderous scarlet. This reminds me of certain moments from Macbeth when nature appears corrupted, such as in the tale of Duncan’s horses tearing the flesh out of each other.

Yet when Mistress Page mentions the spirit shaking his “chain” in a “most hideous and dreadful manner” the seriousness of the passage turns to a nudge and a wink. He sounds too much like a B-movie ghost to be truly frightening. In fact, we can sense this doughty Windsor housewife rolling her eyes in disbelief.

The context for this description is the riotous humiliation of the aging knight Falstaff, who has been chasing Mistress Page and Mistress Ford up and down the town. The two exasperated women decide to teach him a lesson—urging him to dress up as Herne the Hunter before they agree to a rendezvous. When he does so, they arrive with a host of children disguised as sprites, who pinch and “turn him about.”

The demonic suggestion of the horns becomes ridiculous, for they suggest nothing more than the horns of the cuckold—the man who is outwitted by a woman. Falstaff is scorned as a “hodge-pudding,” “a bag of flax,” and a “puffed man.” Fortunately, he takes it all in his stride and the play ends with everyone trooping off together.

Though Mistress Page refers mockingly to the “superstitious idle-headed eld” (old people) who would believe such a tall tale as Herne the Hunter, it is surprising how many still do. Even in the last century, people reported seeing him striding through the woods. His appearance is thought to be an omen for Britain—or for the royal family living at Windsor Castle. The film The Queen adapts this symbolism when Queen Elizabeth II (played in an Oscar-winning turn by Helen Mirren) sets eyes on a stag in the Highlands when the future of the monarchy seems precarious.

It is not only Mistress Page’s age that delivers this story “for a truth,” but our own. Many pagans claim that Herne derives from the ancient horned god that Christians call the Devil. Yet, in reality, there is no mention of the hunter prior to Shakespeare—and, in the play, his legend is part of an elaborate practical joke.

It is a testament to the Bard’s genius that even in a moment of flippant fantasy, he creates a figure so strange and memorable that it is almost impossible not to believe in him. Perhaps one day we will indeed hear the call of Herne the Hunter’s ghostly horn and look up to see his antlered silhouette among the trees.

William Shakespeare (1564-1616) was an English poet and playwright, widely regarded as the greatest writer in the English language. “The Merry Wives of Windsor” is unique in being a Shakespeare play dismissed by critics, but loved by audiences.

Christopher Nield is a poet living in London.

Muito cansado? Conheça 14 causas que podem estar por trás de sua fadiga


estresse do dia a dia e a necessidade de fazer diversas coisas ao mesmo tempo podem fazer a fadiga perturbar a rotina, o que torna difícil até mesmo atividades corriqueiras. No entanto, nem sempre essa fadiga quer dizer que você está precisando apenas de um descanso. Confira o que pode estar por trás dessa sensação de cansaço incessante.

Pouco tempo de sono

O período do sono serve para repor nossas energias. É nesse período que acontece a síntese de proteínas, fazendo com que o cansaço do dia desapareça. Assim, se não há o tempo de sono adequado, a fadiga bate à porta.

“A quantidade de sono necessária depende do cansaço físico e mental, da idade e até da genética de cada indivíduo. Em média, um adulto deve dormir entre sete e oito horas por dia”, explica Shigueo Yonekura, neurologista e especialista em sono do Instituto de Medicina e Sono.

Para que o seu sono tenha qualidade, é necessário que ele passe por todos os estágios, sendo cinco ao todo. Os dois primeiros representam o sono superficial, consumindo entre 55 e 60% do tempo dormido. Nos estágios três e quatro, acontece o descanso “físico”, que dura 20% do tempo. O quinto e último estágio ocupa os 20% restantes do tempo e nele acontecem os sonhos, considerados importantes para preservar a memória.

Apneia do sono 

Esse distúrbio é caracterizado pelo fechamento repetitivo da passagem do ar pela garganta durante o sono, podendo interromper a respiração por até 40 segundos. Essas pequenas paradas fazem com que o indivíduo acorde durante a noite, interrompendo o sono. “Fadiga, falta de concentração, alteração de humor e perda de memória e libido são sintomas comuns de quem sofre de apneia”, conta o neurologista Shigueo Yonekura.

Para detectar o problema, é necessário procurar ajuda médica, pois apenas exames em um laboratório de sono podem indicar o distúrbio. Em alguns casos, o tratamento se restringe à perda de peso, já que a gordura em excesso na região do pescoço estreita ainda mais a laringe, provocando a doença.

Sedentarismo

Subir um lance de escadas e já ficar cansado é apenas um dos incômodos que a vida sedentária traz. É comum pessoas que não fazem nenhuma atividade física se sentirem fadigadas ao menor sinal de esforço.

Isso se deve à falta de condicionamento do sistema cardíaco, ou seja, o coração não bate saudável a ponto de mandar sangue para o corpo todo. Desse modo, explica o cardiologista João Vicente da Silveira, do Hospital São Luiz, por causa do acúmulo de ácido lático nos músculos, o sistema muscular acaba fraco.

Para resolver esse problema, não há outra solução: mexa-se! “O sedentário tem que se mexer, fazer caminhada, natação, hidroginástica”, aconselha João Vicente, que lembra que a falta de tempo ou dinheiro não é desculpa para ficar parado. Descer do ônibus a dois ou três pontos de seu destino, caminhar até a padaria ou o banco, trocar o elevador pela escada são dicas valiosas para quem ainda insiste em dar desculpas.

Anemia 

A sensação de fadiga pode estar ligada a essa doença, que nada mais é do que a diminuição da hemoglobina, responsável pelo transporte de oxigênio e nutrientes pelo corpo.

“Quem tem anemia acaba transportando menos substâncias, o que não é aceito pelo organismo. O coração exige mais trabalho, levando ao fracasso dos músculos”, esclarece o nutrólogo José Alves Lara Neto, vice-presidente da ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia). Com tratamento, a fadiga desaparece completamente.

Alergia ao glúten

Quem possui essa alergia alimentar, segundo o nutrólogo José Alves Lara Neto, sente-se sem energia para nada. Ele explica que isso acontece porque a glutenina, proteína formadora do glúten, provoca uma irritação no intestino, diminuindo a absorção de outras substâncias. Por isso, é importante detectar rapidamente a alergia ao glúten.

Consumo de café

Quem diria! A cafeína, conhecida por fornecer energia, pode ser o agente causador da fadiga inexplicável. Essa substância é termogênica, logo, obrigará teu organismo a gastar mais energia. No entanto, quando você não tem essa energia para gastar, tudo o que fica é o cansaço, a moleza… “Ela não dá energia, só estimula a gastar”, sintetiza o nutrólogo José Alves Lara Neto.

Desidratação

O consumo de água adequado é vital para o bom funcionamento do organismo. Assim, o corpo desidratado está disfuncional. “A água serve pra manter a temperatura do corpo. Se você não toma muita água, o seu organismo vai esquentar e cansar muito rápido”, conta o nutrólogo José Alves Lara Neto.

Para saber qual é a quantidade certa de água que você deve consumir diariamente, multiplique seu peso por 0,03. Seguindo esse cálculo, uma pessoa de 70 quilos deve tomar, aproximadamente, 2,1 litros de água por dia.

Cigarro

Mais um motivo para largar o cigarro: ele te cansa, e por vários motivos. O primeiro deles, segundo a pneumologista Maria Vera Cruz de Oliveira Castellano, do Hospital do Servidor Público Estadual é que quem fuma tem maior concentração de monóxido de carbono no sangue, que compete com o oxigênio para fazer ligação com a hemoglobina. Assim, o fumante tem menor concentração de oxigênio correndo pelo sangue, o que dá a sensação de fadiga.

Outro motivo é que, entre os componentes do cigarro, estão alguns que aceleram o catabolismo – conjunto de reações metabólicas que liberam energia no organismo -, levando à perda desnecessária dessa energia. Além disso, a nicotina diminui a quantidade de oxigênio que chega à periferia do organismo, piorando o cansaço.

“Por último, quem fuma tem perda maior de função pulmão por causa da ação dos componentes do cigarro no órgão. Eles levam à inflamação dos brônquios, que ficam mais obstruídos. Vários componentes oxidantes destroem as ligações entre os alvéolos, causando enfisema pulmonar”, completa a pneumologista, enfatizando que isso leva à fadiga. Se esse é o seu caso, não há saída além de apagar o cigarro.

Diabetes

Quando mal controlada, essa doença também causa fadiga. O diabetes, explica o endocrinologista César Hayashida, do Hospital Santa Cruz, causa desequilíbrio no metabolismo, desequilibrando também a parte do controle de líquidos do corpo.

“Existe a deficiência relativa ou absoluta de insulina, então o metabolismo de nutrição não é feito de maneira adequada. Assim, há perda de liquido e desidratação”, pormenoriza. Esse desarranjo é o grande responsável pela fadiga em portadores do distúrbio. Com o controle da doença, entretanto, a fadiga tende a melhorar consideravelmente.

Distúrbios da tireóide (hipotireodismo ou hipertireodismo)

Embora sejam dois distúrbios extremos, tanto o hipotireoidismo quanto o hipertireoidismo podem causar fadiga, embora não da mesma forma. No caso do hipertireoidismo, o doente tem o metabolismo acelerado, o que faz com que seu corpo faça um esforço desnecessário. Assim, mesmo sem qualquer atividade física, seu coração baterá mais acelerado. Em dias quentes, ela sente cansaço equivalente ao da prática de atividade física.

Já no hipotireoidismo, acontece o contrário. “Como também há alteração no funcionamento do coração, a pessoa fica cansada sem fazer esforço”, conta o endocrinologista César Hayashida. É como se tudo ficasse mais lento, até mesmo o cérebro, dificultando a execução de tarefas.

Síndrome da fadiga crônica (SFC) ou fibromialgia

A síndrome da fadiga crônica (SFC) é um mal sem causa identificada, comumente associada à fibromialgia, onde o quadro de cansaço não melhora nem com o descanso. É complicado, até mesmo para especialistas, separar essa síndrome da fibromialgia, que é uma síndrome de amplificação dolorosa não inflamatória e crônica de difícil diagnóstico. Isso porque a fadiga aparece na grande maioria dos casos de fibromialgia, que também pode estar relacionada a dores e distúrbios do sono do paciente.

“A fibromialgia é uma doença que tem a fadiga como um dos sintomas principais. Ao mesmo tempo, na síndrome da fadiga crônica, o principal sintoma também é a fadiga. Então, pode acontecer do paciente ter as duas doenças”, conta Roberto Heymann, coordenador do ambulatório de fibromialgia da Unifesp.

A fadiga causada por esses distúrbios é arrebatadora. O doente já acorda de manhã muito cansado, o que piora durante o dia e, apesar de descansar, o cansaço não melhora. Se esse quadro persistir durante três meses, é importante procurar um reumatologista, que saberá diagnosticar. “A fibromialgia é um diagnostico de inclusão, ou seja, se o paciente preenche os critérios, ele tem. Na SFC, você tem que afastar outras doenças”, explica Heymann, que reitera que, ao contrário de doenças virais ou autoimunes, nenhum dos dois distúrbios causa fadiga muscular, mas sim a falta de energia.

Embora ainda não exista tratamento adequado para essas síndromes, ele tem sido feito com o uso de antidepressivos, derivados de anfetaminas (para melhorar o quadro de falta de energia) e até mesmo GH (hormônio do crescimento), além de atividades físicas e medidas para a melhoria da qualidade de sono do paciente.

Depressão

Para o depressivo, é ainda mais difícil conseguir forças para realizar qualquer atividade, até mesmo as mais corriqueiras. A extrema falta de energia e vontade é um dos principais sintomas da doença, que também incluem queda de concentração, alterações do apetite e sono e pensamentos negativos constantes.

Depressão é coisa séria e exige tratamento adequado, que envolve terapia e uso de medicação. “Em geral, a fadiga melhora com o uso de antidepressivos, principalmente os que aumentam a noradrenalina”.

Estresse

Nosso corpo tem um balanço de forças motivadoras e calmantes – os sistemas noradrenérgico e serotoninérgico. Enquanto o primeiro faz com que você tenha força e vontade, o segundo está ligado à calma. Toda vez que o indivíduo passa por situações de estresse, há um descompasso desse balanço. “Se há predomínio da serotonina em relação à noradrenalina, há a fadiga”, explica Sérgio Klepacz, psiquiatra do Hospital Samaritano. Se esse é o seu caso, está na hora de relaxar!

Doenças cardíacas

A fadiga é o primeiro sintoma que indica que algo não está bem com o seu coração. Quando ele está fraco ou dilatado, não bombeia o sangue com eficiência, causando a fadiga. Por isso, a fadiga é o primeiro sintoma de inúmeras doenças cardíacas: angina, infarto agudo do miocárdio, pós-infarto, artérias entupidas, pressão alta, insuficiência cardíaca, arritmia, doenças valvulares, fibrilação atrial, entre outras.

“O sangue chega muito devagar em todas as partes do organismo, inclusive no cérebro, o que favorece o aparecimento do Alzheimer”, alerta o cardiologista João Vicente da Silveira. Por isso, ele ressalta a importância do check-up, principalmente a partir dos 40 anos.

fonte: http://yahoo.minhavida.com.br/saude/galerias/13428-muito-cansado-conheca-14-causas-que-podem-estar-por-tras-de-sua-fadiga#conteudoTxt

Homens e mulheres: esse mistério


Começo este post com uma pequena anedota que acho engraçada do ponto de vista masculino, mas que não deixa de ter um fundo de verdade.
Estava um homem à pesca quando, ao puxar as redes, viu que vinha emaranhada nelas uma lâmpada de óleo. Pegou-lhe e surgiu um génio que lhe disse:
– Por me encontrares concedo-te um desejo. Um único desejo por isso pensa bem. – o pescador trabalhava duro e por vezes o peixe nem dava para ganhar para o sustento de uma família como a dele, ficou pensativo. Lembrando-se da mulher que constantemente lhe dizia que viviam mal disse para o génio.
-Quero que o mar desde aqui até minha casa se encha de peixe todos os dias em que eu vier pescar. – o génio olhou para ele com os olhos a faiscar e disse:
– Olha, tens que pensar noutra coisa pois isso é muito complicado até para mim que sou génio. – mais uma vez o pescador ficou a pensar e lembrou-se das constantes discussões com a mulher pois pensavam de maneira diferente e o que ele achava certo ele achava errado e vice-versa. Posto isto disse:
– Pois bem génio o que eu quero é compreender as mulheres! Quero saber como pensam, o que as motiva, o que acham das coisas, como vêm a vida…
O génio olhou para o pescador durante longo tempo quase uma eternidade e aí falou.
– Ó pescador com que tipos de peixe é que queres que eu encha este mar todos os dias em que vieres pescar?

Existem coisas que nos surpreendem no relacionamento entre homens e mulheres ou vice-versa. Seremos assim tão diferentes? Li em tempos um artigo, suposto estudo científico, que afirmava que a diferença consistia na forma como os dois sexos pensam. Afirmava o artigo que os homens são muito mais práticos em certos aspectos e também menos exigentes. Ainda citando o artigo, as mulheres amadurecem mais depressa, são mais aguerridas na busca dos seus objectivos e mais responsáveis. Em conclusão pode dizer-se que a sociedade evolui para um matriarcado.
Pensando em tudo isto cheguei à conclusão que a nossa sociedade sempre foi um matriarcado. Diz a história que “Por trás de um grande homem está uma grande mulher”. Lá pelo facto de ela estar por trás não quer dizer que lhe fique atrás ou que não seja ela a mandar e ele a aparecer. Vejamos a minha experiência pessoal.

Durante a minha juventude e até mais tarde fui um D. Juan, imaturidade talvez ou uma busca pela pessoa certa. O que pude constatar é que as mulheres se apaixonavam por mim, achavam-me o máximo e algumas semanas de relacionamento eram o suficiente para me começarem a querer mudar. Começava pela roupa “Acho que devias comprar isto ou aquilo ficava mais a condizer contigo” ou “Essas botas em bico já não se usam” ou ainda “ficavas melhor de cabelo curto”. Estas apenas algumas coisas pois o rosário continuava. Tendo em conta que sou músico e era nessa qualidade que elas me conheciam, lógico era que eu vivesse rodeado de músicos e guitarras: “Os teus amigos só falam de música, passas o tempo agarrado às guitarras, quero sair e vais para os ensaios, mais um fim-de-semana em que vais tocar e não podemos ir para lado nenhum. Não vou contigo pois estou farta das músicas, estou farta da banda e ir para ficar numa mesa a ver-te tocar e aquelas fulanas todas a atirarem-se a ti…”. Um dia vinha a inevitável frase: “…ou eu ou as guitarras…” mais uma vez ficava sozinho, mas não por muito tempo e a história repetia-se. Afinal o erro era meu ou delas? Nunca percebi. Provavelmente eu era uma atracção mas o que elas procuravam era um chefe de família presente e não um saltimbanco. AS MULHERES QUEREM HOMENS COM SITUAÇÕES ESTÁVEIS.

Um dia estava com os elementos da minha banda e respectivas mulheres e namoradas e a conversa recaiu sobre o facto de eu ter muitas namoradas em curto espaço de tempo. Eu não me achava (nem acho) bonito, nem do tipo musculado, está certo que me acham parecido com o Richard Gere (Eu não acho), mas fora isso, eu de facto nunca procurei uma explicação para o meu sucesso junto do sexo oposto. Uma das namoradas, a do meu vocalista disse: as mulheres gostam de ti porque tu és meiguinho! (o namorado mandou-a logo para casa…rssss). AS MULHERES GOSTAM DE HOMENS MEIGOS.
Numa outra conversa falou-se na minha fama de conquistador e que isso funcionava como uma atracção. Uma espécie de eu ser a lâmpada e elas as borboletas Elas sabiam que podiam queimar as asas mas não deixavam de ir até lá. AS MULHERES GOSTAM DO RISCO.

Uma pessoa que fez parte da minha vida afirmava para quem a queria ouvir que eu era um sedutor nato e que isso atrai as mulheres. AS MULHERES GOSTAM DE SER SEDUZIDAS.
Nos meus tempos de juventude sempre acompanhei com mulheres. O principal motivo é que desde que me lembro de existir sempre tive um fraquinho pelas meninas, achava bem mais interessantes as brincadeiras delas do que as dos rapazes. Os garotos jogavam à bola, índios e cowboys, brincavam com carros ou lutavam uns com os outros. As meninas inventavam histórias com pessoas e profissões da vida real que eram bem mais interessantes e estimulantes. Durante o liceu continuei a acompanhar com raparigas, falávamos de coisas interessantes e tomei contacto com alguns dos problemas das mulheres que passaram a ser compreendidos por mim e passei a tratá-los com naturalidade. Os rapazes só não brincavam aos índios, o resto mantinha-se igual. Eu desde muito cedo comecei a ler, desenhar e escrever, foi com as raparigas que consegui partilhar tudo isto e arranjar namoradas (claro). Cheguei a desenhar roupas e botas que anos mais tarde vi aparecer na moda, eu já as desenhara seis ou sete anos antes, isto de acordo com desenhos que foram guardados por algumas amigas minhas e que me alertaram para o facto. Eu fiz e escrevi tanta coisa nesse tempo que me esqueci da maior parte do que fiz. AS MULHERES SEMPRE SE PREOCUPARAM MAIS EM EVOLUIR DO QUE OS HOMENS.

No que respeita às mulheres da minha vida e a todas, em geral, sempre as respeitei e fui honesto com elas, jamais me aproveitei de alguma. Considero que todas elas fizeram de mim um homem e um ser humano melhor, estou-lhes grato por isso.
Anos mais tarde constatei que os homens continuavam muito parecidos com o tempo que eram rapazes: as lutas agora eram pelo status, os carros, o futebol e sexo, esta a última variante. As mulheres procuravam uma estrutura social definida, um homem para partilhar a vida e construir uma família, sacrificavam-se por isso.
No final tive que aprender a falar de futebol, contar anedotas parvas e aceitar brincadeiras estúpidas para me relacionar com os meus colegas de trabalho, até porque sou uma pessoa social. Claro que para tudo isto existem excepções, mas da minha experiência, complicadas ou não, com todos os defeitos e qualidades afirmo:
GRAÇAS A DEUS TEMOS AS MULHERES OU A HUMANIDADE JÁ ESTARIA EXTINTA!!!

http://asaudavelloucura.blogspot.com/2007/04/homens-e-mulheres-esse-mistrio.html 

O método científico


Isso veio daqui.

Hehehehhehe 😛