Stephen Hawking


Zygmunt Bauman – The Global Factory of Wasted Humans


Zygmunt Bauman, one of the greatest sociologists of our time, a harsh critic of modernity, talks about “The Global Factory of Wasted Humans” in a filmed conference published on the French video portal “Audiovisual Research Archive”

“The production of ‘human waste’ – or more precisely, wasted lives, the ‘superfluous’ populations of migrants, refugees and other outcasts – is an inevitable outcome of modernization. It is an unavoidable side-effect of economic progress and the quest for order which is characteristic of modernity. As long as large parts of the world remained wholly or partly unaffected by modernization, they were treated by modernizing societies as lands that were able to absorb the excess of population in the ‘developed countries’. Global solutions were sought, and temporarily found, to locally produced overpopulation problems. But as modernization has reached the furthest lands of the planet, ‘redundant population’ is produced everywhere and all localities have to bear the consequences of modernity’s global triumph. They are now confronted with the need to seek – in vain, it seems – local solutions to globally produced problems. The global spread of the modernity has given rise to growing quantities of human beings who are deprived of adequate means of survival, but the planet is fast running out of places to put them. Hence the new anxieties about ‘immigrants’ and ‘asylum seekers’ and the growing role played by diffuse ‘security fears’ on the contemporary political agenda” (from the description of his book “Wasted Lives: Modernity and Its Outcasts”).

Sigmund Freud


Diva de Freud

Diva de Freud (Photo credit: Wikipedia)

Sigmund Freud, founder of psychoanalysis, smok...

Sigmund Freud, founder of psychoanalysis, smoking cigar. Español: Sigmund Freud, fundador del psicoanálisis, fumando. Česky: Zakladatel psychoanalýzy Sigmund Freud kouří doutník. (Photo credit: Wikipedia)

Sigmund Freud, foi um médico neurologista judeu-austríaco, fundador da psicanálise. Freud nasceu em Freiberg, na época pertencente ao Império Austríaco; atualmente a localidade é denominada Pribor, na República Tcheca.

Freud iniciou seus estudos pela utilização da hipnose como método de tratamento para pacientes com histeria. Ao observar a melhoria de pacientes de Charcot, elaborou a hipótese de que a causa da doença era psicológica, não orgânica. Essa hipótese serviu de base para seus outros conceitos, como o do inconsciente. Freud também é conhecido por suas teorias dos mecanismos de defesa, repressão psicológica e por criar a utilização clínica da psicanálise como tratamento da psicopatologia, através do diálogo entre o paciente e o psicanalista. Freud acreditava que o desejo sexual era a energia motivacional primária da vida humana, assim como suas técnicas terapêuticas. Ele abandonou o uso de hipnose em pacientes com histeria, em favor da interpretação de sonhos e da livre associação, como fontes dos desejos do inconsciente.

Suas teorias e seu tratamento com seus pacientes foram controversos na Viena do século XIX, e continuam a ser muito debatidos hoje. Suas ideias são frequentemente discutidas e analisadas como obras de literatura e cultura geral em adição ao contínuo debate ao redor delas no uso como tratamento científico e médico.

English: Entrance to Freuds consulting room

English: Entrance to Freuds consulting room (Photo credit: Wikipedia)

Pensamento e Linguagem

Em suas teorias, Freud afirma que os pensamentos humanos são desenvolvidos, obtendo acesso à consciência, por processos diferenciados, relacionando tal ideia à de que a sistemática do nosso cérebro trabalha essencialmente com o campo da semântica, isto é, a mente desenvolve os pensamentos num sistema intrincado de linguagem baseados em imagens, as quais são meras representações de significados latentes.

English: Sigmund Freud's signature.

English: Sigmund Freud’s signature. (Photo credit: Wikipedia)

Teoria da Representação
O fenômeno representacional psíquico está relacionado ao sistema sistema nervoso humano. As representações, segundo Freud, são analógicas e imagéticas. Estas se inter-relacionam através de redes associativas. As redes associativas das representações são provenientes do processo fisiológico cerebral, o qual se baseia em uma rede de neurônios. Esse processo ocorre através de um mecanismo reflexo: a informação parte por uma rede associativa de neurônios até chegar à região motora e sensorial. Ela provoca então, modificações nas células centrais, causando a formação das representações.

Enquanto elementos, as representações são originadas da percepção sensorial do indivíduo. São unidades mentais tanto de objetos, como de situações, sensações, relações.

English: Group photo in front of Clark Univers...

English: Group photo in front of Clark University Sigmund Freud, G. Stanley Hall, Carl Jung; Back row: Abraham A. Brill, Ernest Jones, Sándor Ferenczi. Photo taken for Clark University in Worcester, Massachusetts publication. Česky: Foto z Clarkovy univerzity roku 1909. Dole (zleva) Sigmund Freud, G. Stanley Hall, Carl Jung, nahoře (zleva) Abraham A. Brill, Ernest Jones, Sándor Ferenczi (Photo credit: Wikipedia)

A representação de objeto, também chamada de representação da “coisa”, é “… um complexo de associações, formado por uma grande variedade de apresentações visuais, acústicas, táteis, cenestésicas e outras”, de acordo com Freud.

As emoções, por exemplo, são processos de descarga de energia, que são percebidos como os sentimentos. São as chamadas representações imagéticas, que não formam imagens psíquicas, e sim traços mnésicos de sensações.

Español: Sombrero de Sigmund Freud. Museo de F...

Español: Sombrero de Sigmund Freud. Museo de Freud, Viena (Photo credit: Wikipedia)

É preciso destacar que as relações entre as representações não são a demonstração e a manifestação dos sentimentos, dos afetos, das emoções. A relação entre os tipos de representação formam as ideias, ou seja, as relações associativas contidas nas representações de objeto (captadas pelos processos perceptivos) formam os complexos de sensações associados dando origem a uma representação completa. Portanto, um único objeto representado na mente é constituído por seus vários aspectos sensoriais da realidade externa: cor, gosto, textura, cheiro e coisas do gênero.

Teoria do processo de pensamento

Segundo Freud, o processo de pensamento é a ativação ou inibição dos complexos de sensações associadas que tornam possível o fenômeno representacional psíquico, o que se dá através da energia que flui no sistema nervoso pelos sistemas de neurônios. Podemos distinguir, neste processamento, um primário e um secundário.

Processo Primário

Associado ao inconsciente, o processamento primário do pensamento é aquele que dirige ações imediatas ou reflexas, sendo associado, assim, ao prazer, ao emocional do indivíduo e ao fenômeno de arco-reflexo. Nele, a energia presente no aparelho mental flui livremente pelas representações, do pólo do estímulo ao da resposta.

Handwriting of Freud

Handwriting of Freud (Photo credit: Wikipedia)

Processo Secundário

O processo de pensamento secundário, por outro lado, está associado ao pré-consciente, também chamado de “ação interiorizada” ou, ainda, de “processo racional do pensamento”. Nele, o escoamento de energia mental fica retido, só acontecendo após uma série de associações, as quais refletem no aparelho psíquico. As ações decorrentes dessa forma de processamento devem ser tomadas com base no mundo externo, no contexto em que a pessoa se encontra e em seus objetivos. Assim, ao contrário da energia do processo primário, que é livre, a energia do secundário é condicional.

Pequeno documentário com uma breve idéia da vida e obra de Sigmund Freud.
Lembro que ele é bem curto, dá apenas uma idéia básica de quem foi Freud. A pesquisa e leitura aprofundadas são insubstituíveis 🙂

My heart will go on :P

Esta galeria contém 159 imagens.


Trilha sonora para ouvir enquanto vêem as figuras do post (brega, claro!): Soundtrack to listen to while you check this post (very kitschy, of course!):

Meu momento bêbada-no-karaokê


…a única coisa é que eu não tava bêbada (quem dera, talvez fosse melhor e mais justificável!!!), e nem tava no karaokê!!! hahahahahhhahah

Paguei uns micos enormes hoje – o que não faço pelos meus amiguinhos gringos…!!!! hahahhhaa Cantei 9 vezes a Carry On, uma música que só louco pra cantar mesmo!!! (quem não conhece, favor ouvi-la aqui:

Cantei com base nesse instrumental aqui:

Na verdade, minha parte só vai até “based on our mistakes”, mas isso já basta pra mostrar minha incrível incompetência vocal 😉 Gravei uns trechos a mais caso eles precisem na hora de editar o vídeo (vão fazer um vídeo com cada um cantando uma parte) – podem conferir se quiser, mas já vou avisando que seus ouvidos jamais serão os mesmos depois dessa experiência kkkkkkkkkkkkkkkkk!!!!!!!! Juro que tentei melhorar, mas nem rolou ahhahahaa Caso sobrevivam à experiência (vão morrer de rir, com certeza!), me digam qual dessas minhas versões é a menos ruim (considerando-se, como já disse, que minha parte é só o comecinho):

Aí, lógico, como eu já tava aquecida mesmo e zoando com a cara dos meus amigos gringos, aproveitei pra soltar a franga (com o perdão do trocadilho com o Angra :P) e chutei o pau da barraca de vez, mandei ver no meu italiano macarrônico (desafinada como usual, dã!):

E a resposta veio na forma singela de uma serenata…

….e aí eu não pude deixar de cantar essa outra, obviamente, já que eles curtem Death:

Bom, minhas amigas russas não poderiam ficar de fora – agora era hora de mostrar meu russo digno de qualquer vodka vagabunda hahahahahahhah:

E, pra finalizar, como pedi um favor para um amigo meu, habitante da Grande Maçã – o favor era ele me comprar a trilha sonora do filme que estudo -, resolvi cantar uma música da trilha para agradecê-lo, oras…

Diz aí, meu futuro como cantora-de-esquina tá garantido ou não tá!!! ahahahhaahhaa

AM recitando Byron e Baudelaire


Trevas

Eu tive um sonho que não era em tudo um sonho
O sol esplêndido extinguira-se, e as estrelas
Vaguejavam escuras pelo espaço eterno,
Sem raios nem roteiro, e a enregelada terra
Girava cega e negrejante no ar sem lua;
Veio e foi-se a manhã – veio e não trouxe o dia;
E os homens esqueceram as paixões, no horror
Dessa desolação; e os corações esfriaram
Numa prece egoísta que implorava luz:
E eles viviam ao redor do fogo; e os tronos,
Os palácios dos reis coroados, as cabanas,
As moradas, enfim, do gênero que fosse,
Em chamas davam luz; cidades consumiam-se
E os homens se juntavam juntos às casas ígneas
Para ainda uma vez olhar o rosto um do outro;
Felizes enquanto residiam bem à vista
dos vulcões e de sua tocha montanhosa;
Expectativa apavorada era a do mundo;
queimavam-se as florestas – mas de hora em hora
Tombavam, desfaziam-se – e, estralando, os troncos
Findavam num estrondo – e tudo era negror.
À luz desesperante a fronte dos humanos
Tinha um aspecto não terreno, se espasmódicos
Neles batiam os clarões; alguns, por terra,
Escondiam chorando os olhos; apoiavam
Outros o queixo às mãos fechadas, e sorriam;
Muitos corriam para cá e para lá,
Alimentando a pira, e a vista levantavam
Com doida inquietação para o trevoso céu
A mortalha de um mundo extinto; e então de novo
Com maldições olhavam a poeira, e uivavam,
Rangendo os dentes; e aves bravas davam gritos
E cheias de terror voejavam junto ao solo,
Batendo asas inúteis; as mais rudes feras
Chegavam mansas e a tremer; rojavam víboras,
E entrelaçavam-se por entre a multidão,
Silvando, mas sem presas – e eram devoradas.
E fartava-se a Guerra que cessara um tempo,
E qualquer refeição comprava-se com sangue;
E cada um sentava-se isolado e torvo,
Empanturrando-se no escuro; o amor findara;
A terra era uma idéia só – e era a de morte
Imediata e inglória; e se cevava o mal
Da fome em todas as entranhas; e morriam
Os homens, insepultos sua carne e ossos;
Os magros pelos magros eram devorados,
Os cães salteavam os seus donos, exceto um,
Que se mantinha fiel a um corpo, e conservava
Em guarda as bestas e aves e os famintos homens,
Até a fome os levar, ou os que caíam mortos
Atraírem seus dentes; ele não comia,
Mas com um gemido comovente e longo, e um grito
Rápido e desolado, e relambendo a mão
Que já não o agradava em paga – ele morreu.
Finou-se a multidão de fome, aos poucos; dois,
Porém, de uma cidade enorme resistiram,
Dois inimigos, que vieram encontrar-se
Junto às brasas agonizantes de um altar
Onde se haviam empilhado coisas santas
Para um uso profano; eles as revolveram
E trêmulos rasparam, com as mão esqueléticas,
As débeis cinzas, e com um débil assoprar
Para viver um nada, ergueram uma chama
Que não passava de um arremedo; então alcançaram
Os olhos quando ela se fez mais viva, e espiaram
O rosto um do outro – ao ver, gritaram e morreram
– Morreram de sua própria e mútua hediondez,
Sem um reconhecer o outro em cuja fronte
Grafara a fome “diabo”. O mundo se esvaziara,
O populoso e forte era um informe massa,
Sem estações nem árvore, erva, homem, vida,
Massa informe de morte – um caos de argila dura.
Pararam lagos, rios, oceanos: nada
Mexia em suas profundezas silenciosas;
Sem marujos, no mar as naus apodreciam,
Caindo os mastros aos pedaços; e, ao caírem,
Dormiam nos abismos sem fazer mareta,
Mortas as ondas, e as marés na sepultura,
Que já findara sua lua senhoril.
Os ventos feneceram no ar inerte, e as nuvens
Tiveram fim; a Escuridão não precisava
De seu auxílio – as Trevas eram o Universo.

O crepúsculo da tarde

Anão e servos, menestrel e bardos,
o árabe narrador e as bailarinas
desertaram das salas do banquete.
Haydéa e seu amante, a sós, estavam,
vendo o sol que em desmaio no ocidente
bordava o céu de franjas cor-de-rosa.

Ave-Maria! estrela do viandante,
tu conduzes ao pouso o peregrino
que anda, longe dos seus, na terra estranha.
Salve, estrela do mar; em ti se fitam
olhos e coração do marinheiro
que no oceano te saúda agora.
Salve, rainha excelsa, Ave-Maria!
Ei-la que chega a hora do teu culto,
à tardinha, em céu meigo, à luz do ocaso!

Bendita seja est’hora tão querida,
e o tempo, e o clima, e os sítios suspirados,
onde eu gozava na manhã da vida
o enlevo, – o santo enlevo, – deste instante!
Soava ao longe, – bem me lembro ainda, –
na velha torre o sino do mosteiro;
subia ao céu em notas morredouras
o harmonioso cântico da tarde;
era tudo silêncio, – e só se ouvia
a natureza a suspirar seus hinos
de arroubo e fé, – de devoção e pasmo.

Hora do coração, do amor, das preces,
Salve, Maria. Enlevo a ti minha alma,
Como é formoso o oval de teu semblante!
Amo teu rosto feiticeiro e belo,
amo o doce recato de teus olhos,
que se cravam na terra, enquanto adejam
sobre tua puríssima cabeça
cândidas asas de celeste anúncio!
Será isto um painel da fantasia?
Um quadro, um canto, uma legenda, um sonho?
Não! somente me prostro ante a verdade.

Aprazem-se uns obscuros casuístas
em criminar-me de ímpio. – Eles que venham
ajoelhar-se e suplicar comigo…
Veremos qual de nós melhor conhece
o caminho do céu. – São meus altares
as montanhas, as vagas do oceano,
a terra, o ar, os astros, o universo,
tudo o que emana da sublime Essência,
de onde exalou-se, e aonde irá minh’alma.

Hora doce do trêmulo crepúsculo!
quantas vezes errante, junto à praia,
na solidão dos bosques de Ravena,
que se alastram por onde antigamente
flutuavam as ondas do Adriático,
Bosques frondosos, para mim sagrados
pelos graciosos contos do Boccácio,
pelos versos de Dryden; – quantas vezes
aí cismei aos arrebóis da tarde!

Tudo o que há de mais grato, a ti devemos,
ó Héspero: – ao romeiro fatigado
dás a hospedagem: – a cansado obreiro,
a refeição da tarde; – ao passarinho,
a asa da mãe; – ao boi, o aprisco:
toda a paz que se goza em torno aos lares,
o quente, o meigo aninho dos penates,
descem contigo à hora do repouso,
tu coas n’alma o doce da saudade;
moves o coração, que a vez primeira
sai da terra natal, deixa os amigos,
e anda à mercê das ondas do oceano:
enterneces, enfim, o peregrino
ao som da torre, cuja voz sentida
como que chora o dia moribundo.

Embriaguem-se
(Baudelaire)

Há que estar sempre embriagado. Tudo está nisto: é a única questão. Para não sentir o terrível fardo do Tempo que lhes dilacera os ombros e os encurva para a terra, embriagar-se sem cessar é preciso.

Mas de quê? De vinho, poesia ou virtude, a escolha é sua. Mas embriaguem-se.

E se às vezes, nas escadarias de um palácio, na verde relva de um barranco, na solidão morna do seu quarto, vocês acordarem, com a embriaguez já diminuída ou sumida, perguntem ao relógio, ao vento, à vaga, às estrelas, a tudo o que foge, a tudo o que geme, a tudo o que rola, a tudo o que canta, a tudo o que fala, perguntem que horas são; e o relógio, o vento, a vaga, a estrela, as aves responderão: “É hora de embriagar-se! Para não serem os escravos martirizados do Tempo, embriaguem-se; sem cessar embriaguem-se! De vinho, poesia ou virtude, a escolha é sua.

Propaganda – Advertisement


Não costumo gostar de propagandas – SOBRETUDO as que interrompem minhas visitas ao Youtube…elas irritam 😉 Mas hoje eu estava distraída abrindo outra janela enquanto o vídeo que queria assistir começava a ser carregado, então o anúncio começou a tocar automaticamente e eu mal percebi…por quê? Porque a tal propaganda tinha como música de fundo nada mais nada menos do que a Enjoy the Silence, do Depeche Mode. Fiquei curiosa e continuei assistindo…era uma propaganda da Dior. De muito bom gosto – além da música excelente, ainda por cima tinha como cenário o não menos maravilhoso Palácio de Versalhes (e seu respectivo jardim)…para quem nunca viu como ele é, ou viu partes, é legal assistir. Para quem já foi visitá-lo, é legal assistir também para relembrar o deslumbramento 😛

Claro que tem umas modelos semi-anoréxicas (…) ali, correndo (!) e de sutiã (!) em plena galeria dos espelhos, mas enfim…ah, e aquela lágrima brega que escorre do olho de uma delas também é hiper forçada *rs* Fora isso, a fotografia é impecável, vale a pena assistir, muito bela a propaganda:

‘Secret Garden – Versailles’
A film by Inez van Lamsweerde and Vinoodh Matadin, starring Daria Strokus, Melissa Stasiuk and Xiao Wen Ju in La Galeries Des Glaces – Château de Versailles.
Music by Depeche Mode: ‘Enjoy the Silence’

Words like violence
Break the silence
Come crashing in
Into my little world
Painful to me
Pierce right through me
Can’t you understand
Oh my little girl

All I ever wanted

All I ever needed
Is here in my arms
Words are very
Unnecessary
They can only do harm
Vows are spoken
To be broken
Feelings are intense
Words are trivial
Pleasures remain
So does the pain
Words are meaningless
And forgettable
All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very
Unnecessary
They can only do harm
All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very
Unnecessary
They can only do harm
All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very
Unnecessary
They can only do harm
Enjoy the silence…

Massagem (proibido para menores de 18) – Massage (18+!!! NSFW)


Juro que cheguei a esses vídeos por acaso… Puxa, bem legal 😛

http://neotantra.com/artigos-tantra/24/massagem-tantrica-do-lingam-preview-do-dvd

http://www.xhamster.com/movies/262317/yoni_massage.html

http://neotantra.com/artigos-tantra/289/massagem-tantrica-da-yoni-preview-do-dvd

http://www.xhamster.com/movies/835948/orgasmic_erotic_yoni_massage_with_oil_nv.html

http://neotantra.com/artigos-tantra/325/massagem-tantrica-preview-do-dvd

Ah, no site em que encontrei 2 desses vídeos, tem umas coisas bacanas:

http://neotantra.com/categoria/38/dicas-e-toques

Informações sobre massagem Yoni em SP e outras cidades brasileiras: http://www.yonimassagem.com.br/