Como Lidar com um Homem


1ª Lição – Homem tem prazo de validade.
É bem simples entender como funciona a validade de um homem, pois é quase como a validade de um alimento perecível ou coisa do tipo. Segue a mesma lógica de verde, maduro e podre. Mas, assim como as frutas, alguns você já conhece podre, daí não namora. Mas estamos falando de namorados, se você for inteligente pega os que têm possibilidade de chegar a fase madura, né?

Fase Verde  – quando você o conhece. Manda flores, faz joguinhos de conquista e finge a todo custo que não faz e que é tudo natural (claro, eles não iriam confessar que fazem joguinhos por que isso “é coisa de mulher”). Os beijos e o entrosamento ainda não são 100%, já que ainda estão se conhecendo, mas mesmo assim tem seu encanto e magia de “começo”. Tudo vai melhorando até chegar a próxima fase…

Fase Madura – já se conhecem, o encantamento do começo dá lugar ao entrosamento e confiança mais fortes. Fase perigosa e que varia muito de casal pra casal: alguns permanecem por muito tempo nesta fase e outros passam por ela sem nem perceber e caem logo na terceira fase. Pros que curtem, esta fase é marcada pela convivência pacífica e prazerosa. Pros que não curtem, ela é vista como “a rotina”, ou seja, aquela coisa sem graça, cara de feijão com arroz de todo o dia.

Fase Podre – o nome é “expositório” (do verbo “expor”) da situação. É a fase de FIM (se você não for masoquista é, tem gente que passa o resto da vida nela). Em que as coisas estão más. O mais importante dessa fase é entender que: tem pedra que por mais que a gente jogue litros de água, não fura. Não insista, não chore pelo leite que foi (ou não) derramado, é sempre pior.
Em suma: esqueça a pessoa e siga em frente. Esta é a grande 1ª Lição. Lembre-se da última fase desde o início, e lembre-se também que ela não desvalida as outras fases, é apenas um ciclo natural da vida dessa criatura que estamos desmistificando com estas lições.

2ª Lição – Eles não nos entendem, portanto, o importante é que nos obedeçam.
Então pára de tentar explicar o que você quer, por que você quer, as finalidades, os argumentos, as justificativas, mostrar que você tem razão… NÃO ADIANTA. É como tentar ensinar macacos a andar de salto alto, esqueça querida! Eles vão fingir que entenderam e em menos de duas horas se o problema suscitar novamente você vai ter que explicar tudo de novo gastando sua saliva e beleza… NÃO VALE A PENA! Faça-se ser obedecida, isso basta. Pra eles inclusive é o que basta. Eles sempre fingem que entendem o mais rápido possível só pra gente parar de falar e “ficar tudo bem”. É uma questão que atende aos dois lados. Você finge que acredita que eles entenderam, eles fingem que entenderam, te obedecem e fica tudo bem. A propósito, o princípio de convivência entre homens e mulheres é sempre este.

3ª Lição – Há sempre uma forma de conseguir o que queremos.
Nem sempre vale a pena chegar lá, mas é fato que sempre existe uma forma de transformar um NÃO em um SIM. Nem sempre vale a pena porque o que temos que fazer por isso não compensa, vira uma vantagem pra ele. Por isso tem coisa que é melhor relevarmos e tentarmos depois, ou seja, você pode guardar certos pedidos para momentos de chantagem emocional, aqueles em que ele vai sentir o dever moral (lê-se: pressão sentimental) de fazer qualquer coisa que você peça.

4ª Lição – não namore caras com amigos muito bonitos.
Precisa mesmo explicar os motivos disso? Na dúvida vou ressaltar um ponto mais importante que leva a essa conclusão: não são todos os amigos que aceitam (ou sequer pensam no assunto) namorar com ex-namoradas de seus amigos. Então, mesmo depois de você não ter nada com o cara você perdeu a chance de ter algo com aquele amigo lindo, maravilhoso, gostoso do seu, agora, ex. E por outro lado deve-se pensar se você própria gostaria de namorar um amigo do seu ex. Por exemplo, se eles forem muito de estar junto você vai ter que agüentar seu ex… Como se já não bastasse ter que agüentar sogra, sogro, eventuais cachorros, papagaios, irmãos… Complicado, né? Melhor evitar. (Salvo que valha MUITO, leia de novo, MUITÍSSIMO MUITO a pena.)

5ª Lição – você não é a Madre Teresa de Caucutá.
Começando que (por mais feia que você seja) você é mais bonita e mais nova que ela. Você não é obrigada a aceitar tudo, perdoar tudo e fazer tudo que ele quer, muito pelo contrário. Se alguém nessa relação tem o dever de te agradar, esse alguém é ele. Pelo simples fato de ter tido a “infelicidade” de nascer homem. Esqueça as lutas de igualdade entre o sexo, quando convém nós somos o “sexo frágil” sim. Mais uma coisa muito importante: não deixe que ele se comporte como a mulher da relação! Ou seja, aqueles que tentam conseguir tudo que querem, por mais absurdo e infantil que seja, através de chantagens emocionais. É uma coisa que as mães deles deviam ter ensinado ainda na infância, mas tudo bem, nós resolvemos o problema.

http://www.trocistas.com/flavia/como-lidar-com-um-homem-versao-namorado/

Homens e mulheres: esse mistério


Começo este post com uma pequena anedota que acho engraçada do ponto de vista masculino, mas que não deixa de ter um fundo de verdade.
Estava um homem à pesca quando, ao puxar as redes, viu que vinha emaranhada nelas uma lâmpada de óleo. Pegou-lhe e surgiu um génio que lhe disse:
– Por me encontrares concedo-te um desejo. Um único desejo por isso pensa bem. – o pescador trabalhava duro e por vezes o peixe nem dava para ganhar para o sustento de uma família como a dele, ficou pensativo. Lembrando-se da mulher que constantemente lhe dizia que viviam mal disse para o génio.
-Quero que o mar desde aqui até minha casa se encha de peixe todos os dias em que eu vier pescar. – o génio olhou para ele com os olhos a faiscar e disse:
– Olha, tens que pensar noutra coisa pois isso é muito complicado até para mim que sou génio. – mais uma vez o pescador ficou a pensar e lembrou-se das constantes discussões com a mulher pois pensavam de maneira diferente e o que ele achava certo ele achava errado e vice-versa. Posto isto disse:
– Pois bem génio o que eu quero é compreender as mulheres! Quero saber como pensam, o que as motiva, o que acham das coisas, como vêm a vida…
O génio olhou para o pescador durante longo tempo quase uma eternidade e aí falou.
– Ó pescador com que tipos de peixe é que queres que eu encha este mar todos os dias em que vieres pescar?

Existem coisas que nos surpreendem no relacionamento entre homens e mulheres ou vice-versa. Seremos assim tão diferentes? Li em tempos um artigo, suposto estudo científico, que afirmava que a diferença consistia na forma como os dois sexos pensam. Afirmava o artigo que os homens são muito mais práticos em certos aspectos e também menos exigentes. Ainda citando o artigo, as mulheres amadurecem mais depressa, são mais aguerridas na busca dos seus objectivos e mais responsáveis. Em conclusão pode dizer-se que a sociedade evolui para um matriarcado.
Pensando em tudo isto cheguei à conclusão que a nossa sociedade sempre foi um matriarcado. Diz a história que “Por trás de um grande homem está uma grande mulher”. Lá pelo facto de ela estar por trás não quer dizer que lhe fique atrás ou que não seja ela a mandar e ele a aparecer. Vejamos a minha experiência pessoal.

Durante a minha juventude e até mais tarde fui um D. Juan, imaturidade talvez ou uma busca pela pessoa certa. O que pude constatar é que as mulheres se apaixonavam por mim, achavam-me o máximo e algumas semanas de relacionamento eram o suficiente para me começarem a querer mudar. Começava pela roupa “Acho que devias comprar isto ou aquilo ficava mais a condizer contigo” ou “Essas botas em bico já não se usam” ou ainda “ficavas melhor de cabelo curto”. Estas apenas algumas coisas pois o rosário continuava. Tendo em conta que sou músico e era nessa qualidade que elas me conheciam, lógico era que eu vivesse rodeado de músicos e guitarras: “Os teus amigos só falam de música, passas o tempo agarrado às guitarras, quero sair e vais para os ensaios, mais um fim-de-semana em que vais tocar e não podemos ir para lado nenhum. Não vou contigo pois estou farta das músicas, estou farta da banda e ir para ficar numa mesa a ver-te tocar e aquelas fulanas todas a atirarem-se a ti…”. Um dia vinha a inevitável frase: “…ou eu ou as guitarras…” mais uma vez ficava sozinho, mas não por muito tempo e a história repetia-se. Afinal o erro era meu ou delas? Nunca percebi. Provavelmente eu era uma atracção mas o que elas procuravam era um chefe de família presente e não um saltimbanco. AS MULHERES QUEREM HOMENS COM SITUAÇÕES ESTÁVEIS.

Um dia estava com os elementos da minha banda e respectivas mulheres e namoradas e a conversa recaiu sobre o facto de eu ter muitas namoradas em curto espaço de tempo. Eu não me achava (nem acho) bonito, nem do tipo musculado, está certo que me acham parecido com o Richard Gere (Eu não acho), mas fora isso, eu de facto nunca procurei uma explicação para o meu sucesso junto do sexo oposto. Uma das namoradas, a do meu vocalista disse: as mulheres gostam de ti porque tu és meiguinho! (o namorado mandou-a logo para casa…rssss). AS MULHERES GOSTAM DE HOMENS MEIGOS.
Numa outra conversa falou-se na minha fama de conquistador e que isso funcionava como uma atracção. Uma espécie de eu ser a lâmpada e elas as borboletas Elas sabiam que podiam queimar as asas mas não deixavam de ir até lá. AS MULHERES GOSTAM DO RISCO.

Uma pessoa que fez parte da minha vida afirmava para quem a queria ouvir que eu era um sedutor nato e que isso atrai as mulheres. AS MULHERES GOSTAM DE SER SEDUZIDAS.
Nos meus tempos de juventude sempre acompanhei com mulheres. O principal motivo é que desde que me lembro de existir sempre tive um fraquinho pelas meninas, achava bem mais interessantes as brincadeiras delas do que as dos rapazes. Os garotos jogavam à bola, índios e cowboys, brincavam com carros ou lutavam uns com os outros. As meninas inventavam histórias com pessoas e profissões da vida real que eram bem mais interessantes e estimulantes. Durante o liceu continuei a acompanhar com raparigas, falávamos de coisas interessantes e tomei contacto com alguns dos problemas das mulheres que passaram a ser compreendidos por mim e passei a tratá-los com naturalidade. Os rapazes só não brincavam aos índios, o resto mantinha-se igual. Eu desde muito cedo comecei a ler, desenhar e escrever, foi com as raparigas que consegui partilhar tudo isto e arranjar namoradas (claro). Cheguei a desenhar roupas e botas que anos mais tarde vi aparecer na moda, eu já as desenhara seis ou sete anos antes, isto de acordo com desenhos que foram guardados por algumas amigas minhas e que me alertaram para o facto. Eu fiz e escrevi tanta coisa nesse tempo que me esqueci da maior parte do que fiz. AS MULHERES SEMPRE SE PREOCUPARAM MAIS EM EVOLUIR DO QUE OS HOMENS.

No que respeita às mulheres da minha vida e a todas, em geral, sempre as respeitei e fui honesto com elas, jamais me aproveitei de alguma. Considero que todas elas fizeram de mim um homem e um ser humano melhor, estou-lhes grato por isso.
Anos mais tarde constatei que os homens continuavam muito parecidos com o tempo que eram rapazes: as lutas agora eram pelo status, os carros, o futebol e sexo, esta a última variante. As mulheres procuravam uma estrutura social definida, um homem para partilhar a vida e construir uma família, sacrificavam-se por isso.
No final tive que aprender a falar de futebol, contar anedotas parvas e aceitar brincadeiras estúpidas para me relacionar com os meus colegas de trabalho, até porque sou uma pessoa social. Claro que para tudo isto existem excepções, mas da minha experiência, complicadas ou não, com todos os defeitos e qualidades afirmo:
GRAÇAS A DEUS TEMOS AS MULHERES OU A HUMANIDADE JÁ ESTARIA EXTINTA!!!

http://asaudavelloucura.blogspot.com/2007/04/homens-e-mulheres-esse-mistrio.html 

Ah, o Orkut…


fazia tempo que não entrava…andava com saudade das besteiras homéricas de lá 😉 E de ver um bando de gente visitando meu perfil só porque escrevi algumas verdades *rs* Daqui a pouco os PMs virão atrás de mim novamente!!! hahahahhahaha

Tema (ainda) tabu?


Segredo para longevidade está em ser virgem, diz centenária


Uma britânica de 103 anos disse que o segredo para sua longevidade é o fato de nunca ter feito sexo e continuar virgem. “Eu nunca me casei ou tive um namorado. Provavelmente, teve algo a ver com isso”, disse Gladys Gough, segundo reportagem do jornal inglês “The Sun”.

Além de nunca ter feito sexo, Gladys destacou que nunca fumou, experimentou álcool ou tomou remédios. Com mais de cem anos ela não faz uso de nenhum medicamento. Ela afirmou ainda que preferiu dedicar sua vida a conhecer o mundo ao lado de sua irmã Edna. “Nós sempre fomos paqueradas pelos homens, mas preferimos viajar”, disse ela. A anciã dedicou sua vida à aproveitar e conhecer o mundo com sua irmã, a também solteirona, Edna. Elas viajaram para Hong Kong, Suiça e América e toda Europa. As duas trabalhavam na General Electric Company e guardavam o dinheiro para viagens exóticas no exterior. Edna faleceu em 1997, com 95.

Gladys comemorou seu aniversário na última sexta-feira em um chá com os amigos e recebeu uma carta de parabéns da Rainha da Inglaterra. Em entrevista ao site inglês Small Word News ela disse que nunca namorou. “Os homens nunca fizeram parte da minha vida e não foram importantes”, relatou ela.
Um amigo de Gladys disse ao site que as duas criaram um vínculo especial. “Gladys e Edna eram inseparáveis. Eles não eram apenas irmãs, eram também melhores amigas.”
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Recentemente li um post de uma moça bem liberal comentando essa notícia. Transcrevo abaixo, apesar de discordar parcialmente:

Viver sem orgasmo é viver?

Hoje acordei e deparei com essa matéria e não podia deixar de escrever um post sobre isso.
(Gente tem coisa melhor que um orgasmo?? Talvez chocolate, mas há momentos em que até eu troco um bom orgasmo por uma barra de chocolate!). Agora preciso concordar com o fato de que ela viveu tanto porque nunca teve aporrinhação com homem, pois, vamos combinar: lidar com essas criaturinhas nos tira uns bons anos de juventude e nos deixa de cabelos brancos, não concordam?
Querida Gladys (olha a intimidade!), acho que você não perdeu nada não tendo namorado nem marido, não teve que discutir relação, não desconfiou de traição, não teve que fazer joguinho psicológico nem disputinha de ego, não teve que fazer ciúme em ninguém, nem teve que fingir que estava tudo bem, enquanto estava morrendo por dentro, não teve que suportar roncos, arrotos, não levou tapinhas na bunda acompanhados de “pô, bem que você podia fazer alguma coisa pra eu comer, hein?”, não teve que passar pelo constrangimento de não saber se tinha que dividir a conta ou se o cara ia pagar, nem ter que agüentar ele roncando depois do sexo, sendo que você nem gozou, e ter que acordar com o sorriso nos lábios pra não desagradar, não teve que aturar gritaria e mau humor em dia de jogo de futebol, nem ficar com o coração na mão naquela cervejinha com os amigos.
Eu concordo plenamente com você, compromissos, promessas e desequilíbrio emocional não fazem bem à saúde mesmo. Mas o que que sexo tem a ver com isso?
Por causa desse pequeno grande equívoco, você não sabe qual é a beleza de um orgasmo bem feito, a sensação de ter a roupa tirada devagarinho, quando cada simples toque te faz arrepiar da cabeça aos pés, a delícia de adiar o ápice do tesão com beijos e carícias em lugares do corpo que nem você imaginava que existiam e que pudessem dar prazer, não teve a sensação de massagear o corpo do seu parceiro com o seu próprio corpo e tê-lo também massageado, não conseguiu sentir o calor da penetração, nem a loucura mais animal do instinto sexual, que é o que há de menos racional e mais perceptivo em nós. É loucura, essa é a palavra. Nunca pôde ter a experiência de dar um orgasmo a uma pessoa, que é dos prazeres mais satisfatórios, mas também é fantástico receber e não saber de onde veio, depois olhar pra cara do seu parceiro e entender perfeitamente de onde ele veio. E nunca teve a sensação de cair exausta depois disso tudo, dar um beijo quente e ser abraçada por trás e dormir juntinho até o dia seguinte, dormir o sono mais bem dormido da sua vida.
Pois é, querida, o que que você fez nesses 103 anos que não incluíram essas sensações básicas? Nem todo o chocolate do mundo pode fazer com que você tenha algo parecido. Ou seja, você viveu pacas, mas não viveu plenamente, não se deixou levar pelos pequenos prazeres da vida. De que que adiantou? Eu preferia viver metade do que você viveu, desde que tenha vivido plenamente. Fazendo as contas, ainda faltam uns 25 anos de vida pra mim, então. Esses primeiros 25 (sim, eu tenho 25 anos, tá?) foram vividos sem perder um minuto, sem deixar de lado nenhuma sensação, boa ou ruim que ela seja, mas uma coisa é certa: eu tenho história pra contar e quando estiver diante de São Pedro, vou poder dizer:  “Amigo, me manda pra onde tu quiser, pois o que eu vivi lá embaixo já fez valer a pena”!
E você, vai dizer o que pra ele? Canta essa musiquinha, e vê se ele te deixa entrar…
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Ela é virgem. E agora?

Digamos que, num sábado a noite você conheceu uma garota sensacional: linda, meiga e com papo bom. Vocês ficaram, mas tudo não passou dos beijos e algumas mãos bobas aqui e ali, quando foi possível furar a guarda da garota puritana. Por isso você não arriscou um convite para uma esticada na primeira noite. Mesmo assim, você preferiu “se casar com ela na balada”, abrindo mão de partir para outras mais fáceis, na esperança de conseguir algo mais no futuro. Alguns telefonemas depois você consegue marcar um novo enconcontro.

A primeira coisa que passa a cabeça do solteiro convicto é chamar direto para um motel, mas você lembra que a garota é puritana, porém sensacional. Você quer investir. Então um barzinho à beira-mar é a pedida.

Você faz tudo certinho. Vai buscá-la em casa, abre a porta do carro pra ela entrar e no som toca as músicas dos artistas que ela disse adorar, informação obtida em um papo furado numa das ligações. No caminho você faz elogios para a roupa, perfume e, por que não, para o cabelo. Com alguns pontos garantidos , é hora de dar continuidade ao seu objetivo: fazer sexo com ela.

Durante o papo à mesa você faz algumas investidas e ela fica na defensiva, diz que ali tem muita gente olhando. Isso lhe parece um sinal, então sugere a ida a um “lugar mais romântico”, mas logo é repreendido com o questionamento “- Que lugar é esse? O que você tá pensando?”. Talentosamente você diz que não é nada aquilo que ela tava pensando, que você estava sugerindo um passeio pela orla. Ela aceita o convite, pede desculpas. Você paga a conta. Os dois atravessam a rua e, de mãos dadas, iniciam a caminhada pelo calçadão.

O clima de romance está no ar. Mil coisas se passam pela sua cabeça, inclusive a percepção de que aquela menina é pra namorar. Mas no seu ombro direito está aquele diabinho dizendo que “não, a vida de solteiro é bem melhor. Você tem que convencê-la de ir pra cama e pronto”.

Uma parada para admirar o mar com direito a alguns beijos, tudo logo se transforma em amassos, e faz com que você tire a imagem da menina do pedestal e reforce a imaginação de vê-la em vários ângulos através do reflexo de alguns espelhos. Algumas mãos bobas dela revelam que aquela menina é uma mulher. Mas chega a hora de ir pra casa. Você termina a noite com mais uma pegação intensa no carro antes de ela descer. Com certeza, em um terceiro encontro, o sexo vai acontecer.

Numa ligação no dia seguinte, ela diz que adorou a noite. E a promessa de um próximo encontro é trocada por parte de ambos. Porém, nos próximos dias ela não aparece mais on-line no MSN. Até que depois de alguns dias sem contato, ela aparece e logo a conversa se inicia. Estranhamente, o clima não é mais o mesmo. Você pensa que ela o evitava, ou havia te bloqueado. Mas a conversa esclarece que na verdade houve um desencontro de horários na conexão. O clima volta e o papo esquenta um pouco. É evidente que você conseguiu conquistar a menina. As brincadeirinhas são interrompidas com uma frase intrigante: “acho melhor não sair mais com você.”

O papo muda de tom.

– Por quê? – você pergunta.
– Sou uma garota “diferente”.
– Como assim diferente?
– Digamos que sou atrasada para minha idade.
– Não estou entendendo. – você insiste em questionar.
– Se a gente sair de novo você pode querer algo que nunca fiz.
– Ah! Entendi.

O papo prosseguiu, mas para o post só até essa parte interessa.

O exemplo acima mistura ficção e realidade. Na verdade, a história pouco importa, pois algo parecido certamente já aconteceu com muitos solteiros, sejam homens ou mulheres. Você inicia o jogo da sedução e em determinando momento a virgindade faz você parar e pensar um pouco. Obviamente, nesses casos o peso é maior nas costas dos homens, quando o objetivo é apenas sexo. Isso se o cara tiver noção do que isso representa pras meninas.

Bom, como a possibilidade de iniciar um relacionamento está completamente descartada, uma importante decisão precisa ser tomada: Seguir em frente com o jogo de sedução até conseguir o que você quer, ou parar por ali. O problema é que, em minha opinião, qualquer uma das alternativas vai ser foda. Não no sentido literal, e sim complicada. A menina vai ficar p* da vida com você por ter feito ela mulher e depois esquecê-la, como também vai ficar assim se você simplesmente evitá-la. Certamente muitos devem pensar que a primeira opção é pior. Mas digamos que não é a primeira vez que um cara foge dela quando descobre que ela é virgem…

Para esses casos, penso que o ideal é evoluir as conversas até chegar ao ponto de ter abertura para discutir abertamente a questão com a garota. Afinal, novos tempos requerem novos hábitos. A primeira vez de uma mulher continua precisando de um ritual? Não é melhor que seja com um cara que consiga proporcionar uma experiência única (duas, ou três quem sabe) e prazerosa?

(Nada de conclusões minhas. Gostaria de ler as opiniões de meus colegas do blog e dos leitores, sobretudo das leitoras.)

Os homens se apavoram ao deparar com “a virgindade” de uma mulher?

(Nah, acho que não, hein…na boa, sabe o que acho?!? Pelo contrário, ainda deve ter aquele orgulhozinho imbecil em ser “o primeiro e inesquecível homem da vida dela”, afffff…)

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Encontrei, ainda, o texto da Letícia (a moça que provocou polêmica
ao divulgar seu “projeto” de “pegar” 100 homens  em um ano) a respeito da virgindade tardia:
Virgindade tardia

Recebo muitos e-mails de virgens que já passaram (às vezes, muito) dos vinte anos. A maioria tem a mesma dúvida: como dizer para o parceiro que aquela é a sua primeira relação sexual? Aliás, o questionamento começa antes ainda. É necessário contar?

Minha experiência no assunto é nula. Transei cedo, aos 15 anos, como já contei aqui. Até pouco tempo atrás eu tinha um certo preconceito com quem demorava demais a transar. Achava que havia algo de errado, como se a pessoa tivesse uma espécie de bloqueio. Em muitos casos, isso é verdade. Em outros, a pessoa acreditou no mito do “a primeira vez tem de ser com alguém especial”; esperou, esperou, e esse tal ser jamais chegou. Também há os mega tímidos, ou ainda os que tinham problemas de autoestima, com muita vergonha do corpo. O tempo passou e agora alguns desses virgens ficaram envergonhados pela falta de experiência.

Não é uma crise boba. A gente vive a nossa sexualidade de maneira muito tortuosa. Se você dá muito, você é puta; se nunca deu, é bobalhão. Se for homem, então, é frouxo. Por conta disso, poucos são os que confessam nunca terem ido pra cama com alguém. Com os emails que recebo, porém, vejo que isso é muito mais comum do que se imagina.

A primeira coisa que deve ser analisada é: qual a idade ideal para transar pela primeira vez? Eu transei com o primeiro namorado, aos 15, e foi tudo bem (quero dizer, doeu pra caralho). Fiz porque quis, sem ceder a pressões. Usamos camisinha, eu não esperei pedidos de casamento e nem achei que iria “prender” ele com sexo. Mas quantos jovens transam sem maturidade para isso e engravidam na adolescência? Como quase tudo no sexo, não acredito em regras para isso. Já recebi emails de leitoras dizendo “perdi a virgindade tarde, aos 19 anos”. Tarde? Acho realmente necessário deixarmos de lado essa coisa de “passou dos 20 e não transou, perdeu a hora”. Conheço vários homens que tiveram a primeira – e única – relação aos 16-17 (idade em que parece ser aceitável transar para não ser chamado de bobão), e só transaram de novo aos 20, 20 e poucos. Nem preciso dizer que aquela foda da adolescência foi um mero pau-dentro-da-buceta, né?

Mas se você acha que a idade é realmente assim tão importante e está morrendo de vergonha de ainda ser virgem, vamos à segunda questão: devo falar? Eu falaria. No caso das mulheres, é provável que ele perceba. Não pelo sangramento, que não acontece em todas as vezes e pode ocorrer depois que você já está em casa. Mas é que provavelmente vai doer, e o rapaz precisa ter um pouco mais de cuidado que o normal. Talvez você nem consiga ir até o final de primeira. Claro que você pode fingir, mas é isso que você quer?

Quanto aos rapazes, não há nada tão óbvio que nos faça notar que vocês nunca fizeram aquilo. Talvez exista um mal jeito em colocar a camisinha, mas certamente você não terá o ritmo normal de sexo, seja gozando muito rápido, seja no simples movimento dos quadris. Ela não vai conseguir cravar: “virgem”, mas talvez ela imagine que você é MUITO ruim de cama. E, a julgar pelas reações ao meu leitor de 25 que era virgem, mencionado em outro post, muitas mulheres adorariam ser a primeira de alguém.

Então você decidiu contar, e fica imaginando em que situação seria melhor fazer isso. Mais uma vez, não há regra. Que tipo de relação você tem com a pessoa com quem vai transar? Acho desnecessário ser um grande amor, aquele tal ser especial. Mas é preciso ter uma relação bacana, de companheirismo, porque provavelmente vai ser preciso um pouco de paciência para te “ensinar” algumas coisas. Assim, não devia ser difícil você simplesmente falar. Talvez a pessoa se surpreenda, mas se for bacana vai te tratar com todo carinho.

Tem gente que despiroca por aí e transa a primeira vez com completos desconhecidos, só para se livrar do “fardo”. Conheço casos em que isso deu muito certo. Mas se não é a sua, eu enxergo a sinceridade como a melhor saída. Sempre.

***

Uma leitora colocou o seguinte comentário aqui no blog neste fim de semana:

Oi Leticia, sempre leio seu blog e sobre o post do vaginismo eu ficava horrorizada com as experiências das garotas. Eu era – sou? – virgem. Nesse final de semana tentei com um amigo pela primeira vez. Várias vezes. Doeu demais, sangrou demais, e não consegui uma penetração completa. Isso é normal da primeira vez ou você acha que eu tenho algum problema? Eu etava bem relaxada, mas agora sei que na próxima vez vou ficar receosa, com medo dessa dor terrível. Responda por favor! Obrigada.

Eu mesma digo sobre a minha primeira vez que não sei em que dia aconteceu. Doeu tanto, mas tanto, que eu não pude precisar se o pau estava dentro ou fora. Nas vezes seguintes também doeu uma enormidade. Sinceramente? Depois a dor passa. Se não passar, procure ajuda médica.

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E, do mesmo blog da Letícia (muito interessante, diga-se de passagem! Ela também escreve muito bem),  selecionei alguns comentários (a maioria também muito bons!):
“Gente, li várias descrições minhas em cada um desse comentários. Beijei um cara com 16 anos e nunca mais fiz nada. Hoje sou uma virgem de 23 anos muito tímida. Detesto sair a noite, o que diminui consideravelmente minhas chances de pelo menos beijar alguém de novo (imagina transar então).
Não espero mesmo um príncipe encantado, mas tbm não quero que seja com qualquer um, com alguém que me trate mal ou ria por eu ser virgem ainda (nem imagino como se conta isso para um cara…hahaha).
Tem dias que eu penso ‘ah, foda-se ser virgem para sempre’ e outros me dá vontade de chorar por estar perdendo algo tão importante.
Mas me conforma um pouco saber que tem mais gente na minha situação.”
“Lily, vá aos poucos. Você tem de sair mais, conhecer gente. Não vai ser fácil, mas a vida é assim, querida.”
“Não tem nada a ver isso – eu também não saio à noite, acho um porre, não combina comigo, odeeeiiooo!! kkkkk Gente se conhece em qualquer lugar – escola, universidade, local de trabalho, feira livre…não precisa “baladar” para conhecer gente. Aliás, em baladas o pessoal via de regra está bêbado, descontrolado, só quer curtir…não é exatamente o local mais provável para se encontrar alguém com bom papo, que te atraia e que te interesse (pode acontecer, claro! nem toda balada é lugar de gente fútil/desmiolada e que só quer dar uma trepada e pronto).Meu primeiro beijo foi aos 22 anos, e minha primeira transa foi com o mesmo cara, mas nem sei dizer exatamente que idade eu tinha, pois fomos aos poucos…(mais detalhes abaixo)Sinceramente, acho essencial esperar a pessoa certa, e/ou o momento certo, SIM. Não só p/ transar, mas p/ beijar. Claro, a pessoa certa não necessariamente é o príncipe encantado, e não é preciso que vc. esteja necessariamente apaixonada…acho que a pessoa certa é aquela em quem você tem interesse e confiança o suficiente, e que vc. sabe que vai te respeitar. E, sobretudo, é aquela pessoa que você QUER MUITO beijar, abraçar…enfim, tem que ter desejo, senão não faz sentido.Quanto a contar que é virgem, e a reação do cara: acho essencial contar mas, mais do que isso, acho essencial fazer quando, onde e do jeito que VOCÊ quer. Se o cara não topar, ou quiser forçar a barra, não hesite: pé na bunda dele.Meu namorado (aquele mesmo que beijei aos 22) esperou MUITO, porque fui muito clara com ele sobre minha intolerância a dor e a tortura física e/ou psicológica! Cansei de ouvir histórias de horror de conhecidas sobre a primeira vez…não achava, como continuo não achando, que é “normal” doer e sangrar, nem na primeira, nem na décima vez!!!Como disse, nunca tinha tido tipo algum de intimidade com ninguém – porque, justamente, nunca tinha me interessado por ninguém! Pra que beijar ou transar com alguém insignificante?? Que você não conhece, não admira, não sente nada, nem paixão, muito menos tesão?!? Não faz sentido, então o melhor é esperar – mesmo que você tenha conhecido alguém bacana, se não se sente preparada (tudo bem que frio na barriga todo mundo sente mesmo, ansiedade é normal!), melhor continuar aguardando.Foi interessante, pois (justamente por uma série de fatores, como não achar graça alguma em baladas, não ser uma pessoa noturna, por timidez, falta de auto-estima, insegurança com meu corpo, falta de espírito sociável e afins) conheci esse determinado rapaz via internet, como vários outros (mas alerto: tem muuuuito doido por aí, cuidado meninas!!! Sejam muito precavidas, todo cuidado é pouco, tem MUITA gente psicopata nesse mundo, vc. tem que saber “filtrar” as pessoas, conversar BASTANTE antes, JAMAIS mande foto alguma para ele, nem dados pessoais de qualquer espécie e, se for encontrar o fulano pessoalmente, conte para sua família e/ou amigos de confiança (ou inclusive vá acompanhada com alguém – essa pessoa que te acompanha pode ficar observando de longe se vc. quiser se garantir), diga exatamente onde e quando se encontrará com a tal pessoa, procure saber informações exatas a respeito dessa pessoa – nome completo, telefone, idade, etc.) e pesquise para verificar a veracidade das informações ANTES de ir…peça para ver fotos do indivíduo (não que isso seja garantia de nada, pois qualquer um pode mandar qualquer foto) e marque o encontro num lugar seguro e movimento, num horário bom, e de preferência que esse lugar te seja familiar, para que vc. possa sair dali a qualquer minuto que quiser).

Geralmente as pessoas se mostram sob máscaras na internet, gostam de se mostrar mais isso ou mais aquilo, e normalmente são piores na vida real hehehhehe Tive sorte de me surpreender positivamente na maioria dos casos com as pessoas que conheci online (elas eram bem parecidas ou até melhores do que pareciam na net, incrível!).

Enfim…encontrei com esse rapaz algumas vezes e, quando percebi que estava interessada nele o suficiente, tomei a iniciativa (sim, nunca havia beijado ninguém até então, mas e daí??? :P). Depois do beijo, contei para ele (óbvio, pois ele devia ter reparado :P) e ele não só não tirou barato da minha cara, como se surpreendeu, disse que tinha adorado meu beijo, e que eram poucas as mulheres que tomavam a iniciativa (o que ele achava uma pena!! hahahahahah).

A coisa entre a gente foi esquentando conforme o tempo foi passando, mas eu não hesitei em me mostrar muito brava e insatisfeita, e nem em dar tapa na mão boba dele!, até que eu me sentisse segura e confiante o suficiente para deixar que ele colocasse a mão aqui ou ali 😛 MUITO MENOS sexo…o cara teve que esperar bastante até que eu me sentisse à vontade para uma intimidade maior.

Gradualmente, chegamos ao ponto de masturbarmos um ao outro, sexo oral e tal…mas quanto à penetração….toda vez que ele tentava (só encostava, hein :P) já doía, e eu mandava parar tudo. Demorou bastante, mas valeu a pena…ele começou colocando o mindinho hahahhahaha Quando não doía mais, ele passava p/ outro dedo e assim foi…quando, finalmente, dei o sinal verde, não doeu absolutamente nada, não sangrou nada, e, apesar de não ter tido orgasmo, tive muito prazer, foi exatamente como eu queria. Recomendo o método hahahhaha

Claro que nem todo homem é paciente, e nem toda mulher é chata e/ou fresca e/ou medrosa e/ou intolerante quanto eu kkkkkkkk Mas mesmo assim, acho que sexualidade é uma coisa muito íntima, muito particular, e só tem sentido quando é algo prazeiroso para você. Quando se torna fardo, fonte de angústia, de dor, ou uma espécie de obrigação, é porque tem alguma (ou muitas!) coisa errada. Claro que sempre se deve pensar em agradar a(o) parceiro (a) também, e não pensar apenas no prazer próprio, mas não a ponto de, só para agradar, fazer algo ou tomar uma atitude ou adotar algum tipo de comportamento que vai contra o que você é, como você se sente e as coisas nas quais você acredita.

Como já disseram aqui e em tantos outros lugares, parece que fomos de um extremo a outro – da sexualidade absolutamente reprimida à sexualidade absolutamente banalizada. Se antes se cobrava virgindade e se ditava que mulher não podia ter interesse em sexo, agora parece que todo mundo tem que ser absolutamente desencanado, liberal, sair dando pra qualquer um em todo e qualquer lugar e ocasião, e que há uma obrigação em ter orgasmos fodásticos. Sei lá, acho que cada um tinha que cuidar da sua própria vida….quer permanecer virgem porque você ainda não achou o momento certo, ou a pessoa certa? Beleza! Quer dar pra 10 caras no mesmo dia? Manda ver! Quer transar no décimo encontro, ou no primeiro? Faça como quiser. Se o cara te julgar – te achando ultra-conservadora ou puta, que seja – mande à merda.”

“Carol, eu acredito q vc seja linda, de verdade e deve ter muito a oferecer numa relação.A questão é: será q vc n está idealizando demais não? E tem o lance do medo. Talvez vc n se acha capaz de conseguir alguém legal…

Eu tenho 23 anos e perdi minha virgindade recentemente galera. Doeu muito na primeira vez, na segunda, na terceira e só melhorou na quarta. E sangrou também. A sorte é q eu fiz com alguém muito legal. Ele não é meu namorado, mas é super confiável e compreensível. E isso ajudou pra caramba. Meu conselho é: Não fiquem esperando o príncipe encantado ou o namorado perfeito. E nem fiquem nessa onda de q só vai dar qdo valer a pena, q vai ser perfeito e mimimi. Percam com alguém legal, q vcs n amem tanto e q tenha confiança. E da primeira não vai ser boa…

[Detalhe: perdi tarde pq tinha os grilos q eu disse ai em cima. Por isso os citei. Bjos]”

“Não é questão de idealizar. É uma questão de simplesmente não ter encontrado alguém.
Eu não encontrei a pessoa “super confiável e compreensível”, entende? Ou quando encontrei não foi mutuo, ele tinha namorada, ou então é meu amigo, haha!
Realmente existe o lance do medo, pra quem isso não existe? E não idealizo que seja perfeito, mas tem que ser com uma pessoa legal.”

“Cambada , não tem idade certa para a primeira vez. Importante é que seja com uma pessoa que se der algo errado essa pessoa vai arcar com suas responsabilidade e não te deixar na mão, por isso sou contra sexo casual , sexo casual gera mãe solteira, pq não existe amor, o homem e a mulher transa pelo simples fato de sentir prazer. Um conselho para as mocinhas indecisas, seja você mesma, não vai pela cabeça dos outros não.”

“Sexo casual gera mãe solteira? As pessoas só engravidam se não se cuidarem. E tem muita mãe solteira por aí (e que eram comprometidas no momento da gravidez).”

“Eu, por exemplo, sou mãe solteira, engravidei quando já namorava há um ano, ficamos mais um ano namorando, naum deu certo, cada um foi pra um lado, tendo eu criado meu filho praticamente sozinha, se não fosse a ajuda da minha mãe.
Ou seja, sou mãe solteira, que engravidou de um namorado fixo, único e todos aqueles mimimis de relacionamento comum.”

“Mais uma que acompanha o blog mas nunca havia postado antes, mas com relação a esse assunto não resistiu. 🙂

Essa coisa de virgindade tardia pode ser terrível pra cabeça mesmo. Eu, desde adolescente, nunca tive pretenção de casar virgem, nem acreditava em príncipe encantado e essas coisas. Queria só que a primeira vez fosse com alguém bacana, e que importasse comigo antes, durante e depois, e não com um FDP que só iria usar e descartar. O tempo foi passando e eu ainda virgem, pq não tive muitos relacionamentos na adolescência (eram mais ficadas de 1 noite só), e nos poucos que tive, nunca me senti suficientemente segura para prosseguir, nunca confiei em nenhum deles. Quando passei dos 20, passei a sofrer uma pressão absurda das amigas, a ouvir piadinhas, mas não me importei, não queria forçar uma situação que talvez me fizesse mal só para agradar a terceiros. Enfim, minha primeira vez só veio rolar mesmo com 27 anos. Foi com um carinha que eu estava saindo, alguém que achei legal e me deixou segura e confortável, exatamente como eu precisava. Ele sabia que eu era virgem, não se apavorou com isso e também não me pressionou para rolar nada, esperou meu tempo. A primeira vez que tentamos estava tensa demais e não consegui, ele foi super compreensivo. Depois, num outro dia, as coisas simplesmente fluíram. Não fiquei tensa, senti pouquíssima dor e só fui perceber que havia sangrado depois, quando fui ao banheiro. Ele foi carinhoso e atencioso o tempo todo, exatamente como eu precisava. Tenho uma lembrança maravilhosa da 1ª vez, por isso não me arrependo nem um pouco por ter esperado, por não ter aberto mão do que era importante pra mim.”

“Interessante. De todos os comentários (sem contar os replies), somente 2 eram de homens.

Mais um aqui. Homem, 24 anos, virgem.
“Por que?” E precisa de motivo? Simplesmente nunca aconteceu.

Sim, já me apaixonei (e muito), já sofri vendo essas garotas por quem era apaixonado saindo com outros caras enquanto eu era só mais um amigo delas (spoiler: acredito sim em amizade entre homem e mulher, além de somente sexo como sempre aturei outros homens me falando), amigo esse que dava conselhos, ajudava e etcs.

Não sei se alguém que eu conheço ‘in real life’ sabe, sempre evitei falar (“Nunca faça muitas perguntas”), e nas vezes que precisava sempre consegui “enganar” de um jeito ou de outro (“nunca conte mentiras, apenas omita fatos”).

No meu caso, sempre tive uma luta interna entre meu lado conservador e meu lado liberal. Felizmente o lado liberal ganhou.

Hoje, vejo minha vida de dois lados: lado profissional e lado pessoal. Lado profissional é um lado feliz, não tenho muito do que reclamar. Já o lado pessoal, é completamente destruído, por isso que não me preocupo mais em ser virgem ou não. Vai acontecer, se acontecer e quando acontecer, apenas deixo a vida acontecer.”

“Olá !!

Tenho 33 anos e sou virgem. Creio que esta característica se deve a um conjunto de fatores, como uma mãe repressora,
timidez e introspecção, uma curiosa baixa auto-estima. Sei exatamente as aflições que nós homens passamos em virtude
disso. Sendo assim gostaria de compartilhar sobre minha vida para que talvez sirva para outros homens aflitos como eu.
Da minha parte descobri com muita reflexão na solidão, geralmente após ter me afastado de pessoas que tanto gostava.

Creio que quando uma pessoa mais velha diz “Sou virgem” ela esta dizendo na verdade algo como “Ei sou sozinho(a) não
tenho ninguem, nao tenho ninguem para andar de mão dada, nao tenho ninguem pra mim buscar água ou tomar cuidado, pra sair ou não fazer nada apenas ficar junto, não necessariamente fazer sexo”. E isso dói… Não sei o que acontece comigo,
um medo me invade quando eu sinto alguma afetividade por uma garota, primeiro que não sei o que faço com isso, algo como
um “analfabetismo afetivo”, como se fosse uma ameaça, gostar de alguém e deixa isso florescer é vulnerabilidade…
cresci num ambiente tumultuado filho único entre pais que brigavam constatemente, com minha mãe me relatando as traições
de meu pai como se eu fosse um confidente, isso eu com 10-12 anos, e assim me mantive sozinho me esquivando de garotas
em festas e ambientes públicos. Já fui rotulado de gay e tudo mais, as vezes me sinto distante de todos, das pessoas,
como as vissem sempre de longe como o personagem michel do livro “Particulas elementares – Houellebecq”. Devido essa
conciencia tento me aproximar treinar e tentar desenvolver meu lado afetivo, e as vezes duvido se vou conseguir afinal
tantos anos depois, estou numa aventura de me conhecer cada vez mais, me respeitando sempre. Problema em ser virgem com
33 anos ? Não, nenhum! Problema é ser afetivamente virgem com 33 anos e ao deitar lembrar de algumas garotas passaram
pela sua vida e se foram pois desistiram frente a alguém indiferente, é sentir tristeza por nao conseguir expressar, e
comprar presentes e agrados para a garota por nao conseguir dizer algo simples como “Putz, eu gosto tanto de você!!!”.
Talvez eu consiga e me esbalde nas aflições desamores e toda a desilusão e felicidade que é gostar de alguém e demostrar isso de forma plena…

desculpe pelos erros ortográficos….”

“Foo

Gostei muito do teu comentário!
Concordo inteiramente que ser virgem sexualmente até pode ser um problema, mas ser virgem emocionalmente é muito mais sofrido!
Não conheço nada da tua história ou coisa assim, mas já pensaste em fazer terapia???
Falo isso pq faço a +/- 5 anos. É o investimento mais difícil mas também mais bonito que já fiz na minha vida!
Porque a vida tem tantas oportunidades bonitas, tantas coisas boas para passarmos por ela sem senti-la realmente né!
Desculpe a intromissão! ;)”

“Foo, acho que dar um conselho no seu caso é pisar em campo minado, cada um sabe bem onde o calo aperta, e é fácil falar quando estamos de fora.

Mas vc tem que trabalhar isso, pq não procura um terapeuta pra juntos trabalharem essa sua timidez ou “analfabetismo afetivo” ?
Acho que faria bem pra vc, compartilhar com alguém que possa efetivamente te ajudar a superar essa barreira!

Torço por vc

Bibi”

“Veja bem Foo, problemas por mais graves que sejam sempre tem soluções. O seu, não foge a regra, busque ajuda psicológica de um profissional. Vá a luta, sei que não é fácil; mas se você encarar os problemas de frente e confiar que sua luta não será em vão, quem sabe você encontre, até com certa facilidade uma solução. Viver vale a pena, não se acomode e comece sua luta agora. Sucesso!!!”

“Não sei se terapia é a solução. O pessoal fala em terapia como se fosse o pó de pirlimpimpim mágico e que tudo fica bem assim que você toma a decisão de entrar num consultório de psicólogo ou psiquiatra!!! lolll

Eu tb. me sinto ignorante em termos de afetividade…tive 2 relacionamentos até hoje mas não me sinto muito mais segura que antes hahahhahaah Também me assusto ao perceber que gosto de alguém, ou que a pessoa gosta de mim, mas tenho me obrigado a não fugir. Porque não fugir é dar tempo ao tempo…às vezes coisas imprevistas acontecem de onde (ou de quem!) você menos espera….

Não ando me obrigando só a não fugir, como também a me declarar 😛 Sei lá, a partir de uma certa idade (tenho 30) você começa a reparar o óbvio: a vida é curta demais. Não bastasse ser curta demais, você nem sabe se vai vivê-la, porque no final das contas, pode acontecer um acidente a qualquer momento, certo? 😛

Faz 20 dias que disse a um cara que o amava. O cara tem namorada, disse que não queria nada compromissado, e se mostrou sempre interessado apenas em sexo. Eu não queria só sexo, óbvio, E MUITO MENOS COM ALGUÉM QUE TRAI a namorada!!!, mas, como disse, estou me forçando a conviver com situações e pessoas que me amedrontam, para ver como é, encarar meus monstros, e para me conhecer melhor – quando descobri que ele tinha namorada, apesar de já estar interessada nele, eu poderia simplesmente ter virado as costas e desistido. Mas se você quer saber…eu estava de saco cheio de ficar sozinha. O cara era legal, simpático, lindo, bem-humorado e inteligente…e fazia anos que eu não beijava ninguém, nem recebia um abraço (amigos e família não contam, vc. sabe do que estou falando :P). Apertei o botão do foda-se e fui encontrá-lo….os beijos e os abraços e os olhares dele eram exatamente o que eu estava precisando 😀 CLARO que toda essa situação me deixou muito deprimida, já que eu sabia que não ia dar em nada, e que ele queria apenas uma “variação de cardápio” (!!).

Não permiti que chegássemos aos “finalmentes” em nenhuma das poucas vezes que nos vimos, porque sabia que isso me magoaria. Continuamos em contato (via email) o tempo todo, ambos expressando dilemas…tinha dias que eu queria desesperadamente fazer sexo com ele (sentia um tesão absurdo pela criatura 😛 e ele pelo jeito também…hahahhaha), cheguei a convidar e ele declinou…outras vezes, ele queria me ver e eu não fui!! hahaahah Muito irônica a situação toda.

Enfim…fomos conversando (sempre por email) sem maiores pretensões, mas volta e meia um de nós “desperucava” e a conversa ia para o lado sexual 😉 O fato é que, com o tempo, você vai se apegando…não tem como.

A mulherada normalmente acusa os caras, fala “ele me enganou!” e, de fato, existe muito canalha enganador por aí.

Mas precisamos admitir também que sobre certas coisas não se tem (muito) controle…tem coisa que é de pele. E tem sentimentos que são incontroláveis. E tem sentimentos que simplesmente vão aparecendo com o passar do tempo…por mais que a pessoa martele no “não quero criar laços afetivos’, “quero você, mas sem compromisso!”…às vezes não dá. Conscientemente você sabe…racionalmente você não teria razão alguma para se colocar naquela situação…no começo, é de fato uma escolha – como eu disse, eu poderia ter caído fora ao descobrir que ele tinha alguém. E mesmo que ele não tivesse ninguém, é do tipo canalha/galinha, ou seja, não é o perfil de homem que procuro. Mas depois de um tempo…acontece. E o engraçado é que tenho razões para acreditar que ele também desenvolveu alguma espécie de sentimento por mim hahahahahhahaha Pode até ser “viagem’ minha, ou ‘wishful thinking”, mas tenho provas materiais pra provar 😛 hahahaha

Bom…mesmo antes de desconfiar que ele pudesse gostar de mim, de qualquer maneira eu queria que ele soubesse que o amo. O cara é galinha? É. É sem-vergonha? É. Ele fala que acredita na poligamia, em relacionamento aberto, mas na prática é mentira, pois não admite que a namorada tenha outro (disse que se um dia descobrir, termina o namoro na hora) – aliás, ele não admite sequer que as “ficantes” (eu inclusive!) tenham outros hahahahhah Absurdo, né? 🙂 E sem contar que, se de fato fosse o caso, ele teria contado à namorada que está atrás de outras. Mas não, eles não têm um relacionamento aberto, e sim monogâmico – portanto, a atitude dele é de alguém que CHIFRA MESMO 😛

E ele nunca quis nada comigo. Vocês devem estar se perguntando “Ué, então por que contar pra ele que o ama??” Porque eu acho que todo mundo que é amado tem que saber que é amado, simples assim. Como eu disse, a vida é curta demais. Se você sente tesão por alguém, por que esconder?? Se você gosta de alguém, qual o benefício em esconder esse sentimento?? Se ama, idem! Só para se prevenir, só p/ não se machucar? Tarde demais… se você gosta de alguém e, por algum (ou mais de um) motivo acha que não pode dizer isso a essa pessoa, é porque você já está machucado, em algum nível, em maior ou menor grau risos

Claro que eu queria ter falado isso ao vivo, olhando nos olhos dele – não por ter esperança alguma não, mas porque acho que uma coisa dessas tem que ser dita pessoalmente, e não por email, nem por telefone, nem carta, nem telegrama *rs* Mas as circusntâncias me obrigaram…e desde então não nos falamos mais.

Me arrependi de ter falado? Não. De jeito nenhum! Eu precisava falar, aquilo estava me angustiando, como se fosse um segredo horrível…:P Sem contar que, lógico, de toda forma o cara já devia saber, era óbvio pelo modo como eu me comportava e o olhava.

…sem contar que, já disse, acho que todo mundo merece saber que é amado. Independentemente se o sentimento for recíproco ou não. Não é porque a outra pessoa não te ama que você vai (re)negar o que sente por ela…não tem como. E com que finalidade? Isso não traz benefícios a ninguém. Claro que, quando o amor – ou qualquer outro sentimento – não é alimentado, eventualmente morre…

Portanto, Foo…ao invés de comprar objetos (também pode, as pessoas sempre gostam hahahaha :P), diga sim o que sente. É difícil, e pode ser uma experiência humilhante dependendo das circunstâncias e de quem você estiver lidando, mas via de regra é uma experiência liberadora, que traz alívio até…”

“Eu sou virgem. Nunca tive uma oportunidade real de perder a virgindade. Aliás, eu nunca criei essa oportunidade por medo de rejeição do meu corpo. Sei lá, tenho muita vergonha em relação ao tamanho do meu pau; não sou um atleta, nem tenho o corpo todo definido; fiquei com poucas garotas…

mas não conto pra ninguém! Primeiro, obviamente, é por que ter 21 anos, e ser virgem, todo mundo logo pensa que você é gay…
enfim, evito contar, e também não sei como enfrentar meu maior medo: a nudez.”

“João, pq vc tem vergonha do seu corpo? Quase ninguém tem o corpo definido.”

“É por outra parte do corpo…

eu sempre acho que serei rejeitado…

sabe Letícia, as vezes, as pessoas se perdem dentro da suas próprias moralidades…”

“@ Foo_ O mesmo acontece comigo.

Não é por não gostar, é simplesmente panico!

O excesso de timidez faz isso comigo.

É a mesma situação do animal acuado: ele entra em panico, e as únicas reações dele são: fugir ou atacar.
No meu caso, eu simplesmente fujo da garota ou acabo sendo ‘seco’, frio, até grosso com ela.

Já me apaixonei por alguém, e felizmente eu conseguia tratá-la bem. Até fomos grandes amigos, mas infelizmente ela era comprometida. O que acabou com todas as minhas esperanças.

Enfim, aos poucos estou tentando lidar com isso. Espero que em breve eu consiga superar isso.”

“Olha, eu perdi minha virgindade com 24 e foi bem tranquilo, eu não disse pra garota que era virgem (ela tinha 29) e até disse estar meio nervosa porque também não tinha muita experiência e eu parecia ser bem mais experiente que ela.

A parte mais difícíl, na verdade, foi enfiar a maledeta camisinha que ainda estourou duas vezes. E foi bem divertido, mas mesmo sendo homem você precisa de umas vezes pra conseguir acertar o ritmo. Com a segunda, também, só começamos a ficar realmente bons na cama depois de algumas vezes. Acho que o importa é estar realmente interessado, sem nojinhos, preconceitos etc. O resto se resolve, meio no instinto também.

Para os que ainda estão tentando (ou não) perder a virgindade, por onde vocês andam? Seilá, pra encontrar alguém, tem que sair de casa, ir em festas, bares etc. E perder o medo de conversar, é só ligar o rádio AM (como aquela cena do Annie Hall do Woody Allen). Porque, obviamente, afinidades demoram tempo pra se descobrir, e eu sempre acabei me apaixonando por minhas melhores amigas (uma delas virou namorada, outra deu merda) aliás, é um bom tema pra um post, Letícia, amizade que vira sexo que vira namoro. Tive experiências boas e bem ruins com isso…”

“Perdi a virgindade aos 23, mas, por incrível que pareça, não era o momento certo. Por mais incrível que pareça ainda, talvez o momento certo tivesse sido antes, com um namoradinho super fofo que tive aos 17. Não foi com ele, guardei para o príncipe e acabei perdendo a virgindade com um cara que mal conhecia. Esse cara jamais me respeitou. Por isso digo que isso é muito relativo. Não existe idade certa. Só aconselho que percam com alguém que goste de vcs.”

“Minha primeira vez foi no meu aniversario de 20 anos, o que ja e bem tardio para um homem. Eu resolvi me dar um “presente” e sai com uma garota de programa. Eu sofria uma pressao muito grande das pessoas com quem eu convivia (eu era metalurgico) porque eu ainda era virgem. Como sentia o fardo, resolvi que seria daquela forma mesmo.

Eu devo dizer que foi muito estranho. A garota foi ate gentil, mas eu simplesmente nao conseguia olhar pra ela. E demorei horrores pois eu nao conseguia pensar naquele momento. Posso dizer que nao teve significado nenhum pra mim. E acreditem ou nao, mesmo sendo homem, eu queria muito que tivesse sido com uma pessoa que eu considerasse especial. Hoje me arrependo muito e nao da pra voltar atras. E como continuei sendo timido continuei saindo com GPs. Ate o momento que eu decidi que so faria sexo de novo com uma pessoa que gostasse. Isso foi aos 23 anos. Hoje aos 27, ainda nao encontrei alguem que eu gostasse e que gostasse de mim (ainda procuro alguem que eu considere especial), entao faz 4 anos que nao faco sexo. E para piorar a minha situacao, agora eu estou cheio de neuras e muito inseguro. Nao sei se conseguiria transar com alguem de novo, ainda mais se nao fosse uma GP, pois eu me sentiria muito cobrado pela performance (confesso que nao aprendi muita coisa que eu possa aproveitar para usar para satisfazer uma mulher), e nao sei se conseguiria agradar alguem, ou ao menos, encontrar alguem que tivesse paciencia para que eu pudesse aprender a satisfazer uma mulher. Me vejo meio que num beco sem saída…”

“Olá, Letícia, tudo bem? Primeiramente, quero elogiá-la pelo blog e pelos textos muito bem escritos. Acabei de conhecê-lo por intermédio de uma amiga e gostei da sua iniciativa, principalmente, porque reparei que vc acompanha tudo muito de perto (existe um feedback e isso é realmente muito positivo). Não li todas as postagens AINDA, mas pude perceber, pelo que já li, que vc deposita carinho e honestidade naquilo que escreve. =)
Bom, acabei de ler “Virgindade Tardia”. Bem interessante… rsrs. Bom, fico feliz em saber que vc não vê mais com preconceito quem demora demais para transar.
Tenho vinte e cinco anos de idade e sou virgem por opção… isso mesmo, por OPÇÃO! Não porque não tenham aparecido pretendentes, ou porque fiquei paralisada por pressões internas (bloqueio, complexos) ou externas (cobrança para não perder a virgindade), mas, simplesmente, porque desejo fazer sexo com alguém que encare essa questão como consequência de um relacionamento baseado em cumplicidade e amor. Sou romântica e não vejo mal algum nisso, assim como não vejo mal algum uma menina decidir que quer transar com 15 anos de idade, se a sua decisão é baseada unicamente em sua vontade.
Não perco o meu tempo criticando quem pensa diferente de mim, pois acho que cada um deve fazer da vida o que achar melhor, inclusive, nesse quesito. E é justamente por isso que não acho que tenho que provar nada pra ninguém e tão pouco que exista uma idade específica para perder a virgindade. Essa é uma decisão individual, íntima, PERSONALÍSSIMA, e, caramba, não é pra provar nada pra ninguém! É pra sentir prazer, ser feliz. E cada um tem a sua idéia de felicidade, não é mesmo? Ninguém TEM que fazer nada, a menos que tenha vontade, que acredite que aquilo vai fazer bem, trazer satisfação, felicidade.
No meu caso, digo que, HOJE, transar apenas porque já chegou a hora (pq tenho idade suficiente) não faz sentido pra mim porque a MINHA idéia de felicidade é amar, ser amada e transar com amor. Pode ser que eu mude de idéia, acontece (afinal, sou humana e mudar de idéia é humano). Ou por outro lado, pode acontecer de eu continuar acreditando que esperar faz parte e, lá na frente, achar que valeu muiiito a pena o tempo de espera.
Confesso que ainda não sei no que vai dar, mas acredito que o que interessa mesmo é agir com convicção, com propriedade, fazendo o que acredito ser melhor pra mim e não porque tá na moda um determinado tipo de comportamento (todo mundo faz, então NECESSARIAMENTE devo fazer) ou porque as pessoas criticam ou tentam me pressionar a tomar algum tipo de atitude que acreditem ser a correta.
A felicidade não tem uma fórmula única… Cada pessoa deve descobrir o SEU modo de ser feliz … cada uma deve trilhar o SEU próprio caminho… acho que é mais ou menos por aí! =)”
“Eu acho o mesmo.Embora seja homem (o que pode até ser visto com maus olhos) com 23 anos, não ligo.Eu poderia acabar com isso fácil, basta ir em qualquer esquina (e pagar,rsrsrs).Mas não tenho interesse. Se tive que esperar tanto, tem que ser com alguém especial e que me entenda. independente de ela ser virgem ou não.””Lendo um comentário aí em cima, vi que cometi um ato falho, antes de perder a virgindade com 24, eu tinha transado com uma garota de programa com uns 19. Mas foi tão estranho e tão ruim que eu nem lembro direito… Não me ajudou muito na vida mesmo, o que ajudou foi desencanar um pouco e ir conhecendo pessoas, até a hora que rolou.Mas o assunto das GPs é muito bom pra ser explorado, merecia um post até. Tive duas experiências, as duas na augusta, a primeira foi uma droga, a segunda foi curiosa, em uma noite que eu tinha tomado um pé na bunda daqueles, com vontade de entrar em algum bar e arrumar uma briga, às três da manhã, sem amigo pra ligar, sem terapeuta pra consultar, acabei caindo na augusta de novo…

  1. Entrando lá na casa de tolerância (soo many synonyms), já chegou uma garota pra jogar conversa fora, pedir um drinque (padrão) e perguntar se eu queria ir para o quarto… Eu, obviamente, uma pilha de nervos, inexperiente, resultando num sexo bem meia boca quando ela senta na cama e interpela: “vem cá, você tá querendo conversar, né?”.

    E em uma meia hora de conversa, ela me escutou, disse exatamente o que eu precisava ouvir e eu consegui ir calmo pra casa dormir. Já conversei com outras GPs da augusta, algumas são cheiradas o tempo todo, algumas são lésbicas, várias têm crianças pra sustentar… E elas têm uma função que eu acho bem preciosa, fazer essa “terapia popular”. Quantos não perderam a virgindade, o medo de mulher, o estresse, quantos não deixaram de cometer uma violência porque conseguiram pagar uma hora nos braços de alguma prostituta que fala exatamente o que você quer ouvir?

    Eu não gosto da atmosfera da augusta, que quase já sumiu, por sinal, não gosto das histórias que ouvi e não recomendo a ninguém começar por ali, mas tenho todo o respeito pelas senhoritas que ganham seu pão ali..”

    Perdi a virginidade com 24 anos. Taarde, rs.

    Isso nem me incomoda tanto, o que me incomoda tanto é que com 28 anos eu só beijei 4 meninas!

    Teoricamente não sou feio, mas sempre fui mais tímido, mais de ficar em casa, daí o tempo foi passando… E das 4 que eu beijei, 3 conheci pela Internet!

    O problema é que hoje eu fico sofrendo com isso… Pois fico pensando que não aproveitei a juventude como deveria… E hj eu tenho uma namorada de que gosto muito, mas mesmo assim fico sofrendo com esse fato… Não sei o que fazer pra parar de me incomodar com isso!”

    “Rafael, você escolheu viver assim. Não tem de ficar se lamentando pelo passado. Você é feliz hoje com a sua namorada? Então pronto.”

    “Cara, e daí??? Tenho 30 e beijei 2 caras até hoje. Sendo que desses dois, namorei um. E?????

    Acabei de escrever isso ali em cima pra Lily, mas vou me dar o direito de me repetir (literalmente, vou copiar e colar, mas depois vou complementar o raciocínio): acho que sexualidade é uma coisa muito íntima, muito particular, e só tem sentido quando é algo prazeiroso PARA VOCÊ. Quando se torna fardo, fonte de angústia, de dor, ou uma espécie de obrigação, é porque tem alguma (ou muitas!) coisa errada. Claro que sempre se deve pensar em agradar a(o) parceiro (a) também, e não pensar apenas no prazer próprio, mas não a ponto de, só para agradar, fazer algo ou tomar uma atitude ou adotar algum tipo de comportamento que vai contra o que você é, como você se sente e as coisas nas quais você acredita.

    Como já disseram aqui e em tantos outros lugares, parece que fomos de um extremo a outro – da sexualidade absolutamente reprimida à sexualidade absolutamente banalizada. Se antes se cobrava virgindade e se ditava que mulher não podia ter interesse em sexo, agora parece que todo mundo tem que ser absolutamente desencanado, liberal, sair dando pra qualquer um em todo e qualquer lugar e ocasião, e que há uma obrigação em ter orgasmos fodásticos.

    Sei lá, acho que cada um tinha que cuidar da sua própria vida….quer permanecer virgem porque você ainda não achou o momento certo, ou a pessoa certa? Beleza! Quer dar pra 10 no mesmo dia? Manda ver! Quer transar no décimo encontro, ou no primeiro? Faça como quiser. Se te julgarem – te achando ultra-conservador ou galinha, que seja – mande à merda.

    O problema é quando VOCÊ MESMO se torna seu algoz, seu próprio juiz condenatório….e isso é mais do que compreensível, porque nossa sociedade dita normas e condutas consideradas “aceitáveis”, “normais”, “desejáveis” e/ou “saudáveis” (isso não quer dizer que eu esteja pregando ou defendendo práticas como a de pedofilia nem algo assim, por favor!! *risos* Acho que entre adultos tudo é aceitável, contanto que haja consenso, contanto que conversem e entrem em comum acordo).

    …e, justamente, esse lance de “aproveitar a juventude” é uma das coisas mais marteladas na nossa cabeça. O que é absolutamente ridículo e imbecil, primeiro que…bom, não é por ser jovem que você vai sair por aí batendo a cabeça na parede, certo??? Esse tipo de pensamento (do “tem que aproveitar mesmo!”) legitimiza ações irresponsáveis, prejudiciais e perigosas (até mesmo letais, como sair dirigindo bêbado, por exemplo!), algumas das quais podem alterar o curso de uma vida inteira (claro que um bebê, fruto de uma relação sexual irresponsável, por exemplo, pode ser fonte de alegria, mas sem dúvida alguma limita sonhos e planos previamente traçados, traz muita responsabilidade, por vezes prematuramente, preocupações, enfim…). Segundo que esse tipo de pensamento é seguramente fonte de frustração mesmo para quem o seguiu à risca…pois quem na juventude se acostumou a fazer o que bem lhe desse na telha (e sobreviveu :P), certamente se frustrará ao perceber, mais cedo ou mais tarde, que certas coisas (ou comportamentos) são vistas com maus olhos, ou são inadmissíveis – ou ridículas mesmo 😛 -, depois de uma certa idade.

    Terceiro: esse tipo de filosofia também costuma frustrar os que nela não caíram – fosse por bom-senso ou por falta de oportunidade – quando eram jovens, como parece ser seu caso! Sempre vai rolar um “ah, e se…” com todo mundo, em todas as esferas da vida, não só na sexual…porque sempre fazemos escolhas, e escolha, qualquer que seja ela (no caso, sair galinhando ou beijar “só” 4 – aliás, quem determina que 4 é um número baixo?? *rs* Conheço gente que se casou há 50 anos, tem filhos e netos, é feliz, e “só” beijou um…;)), sempre implica em realizar algumas coisas e deixar de realizar outras…de qualquer forma, implica em exclusão, em alternativa – “ou…ou”, e quase nunca em “e…e”. Não se pode ir à direita E ir à esquerda ao mesmo tempo 🙂 (a esse respeito tem um poema do Robert Frost chamado “The road not taken” “A estrada (ou caminho) não tomada”). Quando você encontra um emprego numa empresa, isso implica em renunciar a diversos outros empregos potencialmente tão legais e satisfatórios quanto aquele que vc. escolheu racionalmente. Implica também a renúncia de inúmeras outras possibilidades (estudar ou viajar, ou trabalhar como voluntário, por exemplo), e a renúncia de muitas pessoas (aquelas que você poderia conhecer num curso, ou na tal viagem, ou no trabalho voluntário).

    O importante é tomar essas decisões, fazer essas escolhas, baseado naquilo que você considera como prioritário para você naquele momento. Mesmo que não dê certo, por inúmeras razões, a chance de você se arrepender depois é muito menor, porque refletiu bastante, pensou naquilo que queria e gostava, ao invés de tomar uma decisão impulsiva, ou de se deixar pressionar pelas expectativas alheias…mas, de novo: CLARO QUE, como humanos, SEMPRE vamos ficar, em maior ou menor grau, e em alguns momentos da nossa vida (mais do que em outros momentos) – sobretudo nos momentos de crise 😛 (financeira, amorosa, existencial…) – imaginando tudo o que poderia ter sido…

    Se você está com essa namorada e “fica sofrendo com esse fato” é porque, apesar de gostar muito dela, talvez você não tenha ficado plenamente satisfeito com essa sua escolha. Pense direito no que você quer. Você quer ficar sozinho um tempo? Você quer continuar com ela, pois não se imagina sem ela na sua vida? Ou você quer continuar com ela, mas gostaria que o relacionamento de vocês mudasse em algum aspecto (se for o caso, converse com ela, seja sincero)? Ou você quer galinhar, já que até hoje não quis, ou não pôde fazer isso? Não precisa se justificar pra ela (claro que vc. vai ter que dar uma satisfação se decidir terminar, mas não precisa necessariamente dizer em detalhes os porquês, nem a magoar…) nem pra ninguém, pense SOZINHO, consigo mesmo, o que DE FATO quer da vida, e aí tome uma ação prática para mudar aquilo que o incomoda, ou que não te alegra.”

    “Pra mim isso de virgindade sempre foi uma bobagem. O fato de romper ou nao uma membrana faz assim tanta diferença? Pra mim o fato de “estar com utra pessoa e se relacionar de forma bastante intima” já é sexo, com ou sem penetraçao.
    A minha primeira vez nao doeu e nem sangrou nada. Depois de transar (bem meia boca diga-se de passagem) pensei “mas é só isso, e eu tinha tanto receio, tanto medo por uma bobagem?” E por ter tanto medo ou insegurança acabei escolhendo (escolhi mesmo, foi algo bem pensado) um ex que era super apaixonado por mim. Há muito tempo que ele nao significava nada pra mim, mas sabia que pelo fato dele gostar muito de mim eu me sentiria melhor, com menos vergonha, sei la. Eu tinha vergonha até de ficar nua na frente de algum homem, imagina transar! A transa foi bem meia boca por minha culpa, que queria simplesmente o “pau dentro da buceta” e com isso me sentir “desvirginada”. Tudo uma grande bobagem, esperei tanto tempo (tinha 21 anos) pra ver que nao era nada demais.”

    “Namoro há um ano e meio um rapaz que perdeu a virgindade comigo. ele caiu na besteira de não me contar na época. Resultado? Uma noite péssima, uma impressão péssima. Tudo de péssimo!
    Até que depois ele resolveu me contar a verdadeira história! E percebi que o julgamento que eu tinha feito não tinha compreensão nenhuma de minha parte.
    Quebrei a cara! porque? Ele foi aprendendo, do jeitinho que gosto e hj ele é um cara Super 1.000 entre quatro paredes! Muito melhor que outros babacas que me envolvi que se achavam fodão!
    Não largo ele por nada e fazemos a maior bagunça!”

Relationships


Before I forget, let me recommend you a book by a sociologist called Zygmunt Bauman. The book I’m talking about is entitled Liquid Love: on the frailty of human bonds. Even if the title may appear to be kitsch/cheesy/obvious/shallow/self-help style, there is absolutely nothing in this man’s work that can be qualified with those adjectives.

Zygmunt Bauman argues in Liquid Love that in the consumer age, human relationships are caught between our irreconcilable needs for security and freedom. Stuart Jeffries fears he may be right:

We’re torn, as Freud recognised, between freedom and security, and Bauman’s book is about how we try to create a livable balance between the two. Those who tilt the balance too far to freedom, are often to be found by Bauman rushing for home, desperate to be loved, eager to re-establish communities. But that’s not to say that the liquid moderns want their old suffocating security back. They want the impossible: to have their cake and eat it, to be free and secure.

Sisyphus had it easy. The work of the liquid modern is likewise never done, but it takes much more imagination. Bauman finds his hero working everywhere – jabbering into mobile phones, addictively texting, leaping from one chat room to another, internet dating (whose key appeal, Bauman notes, is that you can always delete a date without pain or peril). The liquid modern is forever at work, forever replacing quality of relationship with quantity. (…)

We are inveterate shoppers and we insist on our consumer rights: love and sex must give us what we have come to expect from our other purchases – novelty, variety, disposability. In these times, even children become objects of emotional consumption, argues Bauman: the big question for liquid moderns considering having a family is this: can the investment in children be justifiable or is the risk-exposure too great? It’s very difficult for liquid moderns to find that there are things – the most fundamental ones – like families, love and sex, that don’t obey economic rules.

Take sex. We talk about sex endlessly and read manuals to give us the necessary information to maximise the return on our investment. Bauman cheerfully quotes a sex therapist: “Today everyone is in the know, and no one has the faintest clue.” We want sex to be more like shopping, for it to be transparent and easily gratifying. But, Bauman argues, it isn’t. We are trying to make it into a technique to be mastered. “Concentration on performance leaves no time or room for ecstasy,” he counsels.

You can read Jeffries’ entire review of Liquid Love here.

After the following pics (some of which are true, some of which are funny, others are sad or simply just didactic – click on them if you wish to see them bigger), I posted an old little joke on how men and women (and I suppose it can also be applied to same-sex relationships) expect each other to behave and act, but even if the joke is old, exaggerated and probably very stereotypical, it *is* somehow true 😉 (and there are also serious texts after that joke, but please don’t let the size of this post discourage you :P)

  • How to make a woman happy?

It’s not difficult. 
To make a woman happy, a man only needs to be:


1. a friend 


2. a companion 


3. a lover 


4. a brother


5. a father


6. a master 


7. a chef 


8. an electrician 


9. a carpenter 


10. a plumber


11. a mechanic 


12. a decorator


13. a stylist 


14. a sexologist


15. a gynecologist 


16. a psychologist 


17. a pest exterminator 


18. a psychiatrist 


19. a healer 


20. a good listener 


21. an organizer 


22. a good father


23. very clean 


24. sympathetic


25. athletic 


26. warm 


27. attentive 


28. gallant 


29. intelligent


30. funny 


31. creative


32. tender


33. strong 


34. understanding 


35. tolerant 


36. prudent 


37. ambitious


38. capable


39. courageous 


40. determined 


41. true 


42. dependable


43. passionate

WITHOUT FORGETTING TO:


44. give her compliments regularly 


45. love shopping 


46. be honest (white lies okay)


47. be very rich 


48. not stress her out


49. not look at other girls

AND AT THE SAME TIME, YOU MUST ALSO:


50. give her lots of attention, but expect little yourself 


51. give her lots of time, especially time for herself 


52. give her lots of space, never worrying about where she goes

IT IS VERY IMPORTANT: 


53. to never forget: 
* birthdays 
* anniversaries 
* arrangements she makes

  • 
How to make a man happy?


1. Feed him up 


2. screw him  up


3. and shut up.

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No, seriously now…I think the following text is one of the best, most reasonable advice on relationships I’ve ever read:

On relationships (by Dan Millman)

“I don’t claim to be a relationships expert (so few of us are). Sometimes I think the extent of my knowledge can be summed up as: Men are from Sears, Women are from Nordstroms. Still, I’ve been around the track — married young, divorced after eight years; then married to Joy, the love of my life for over thirty years and it’s getting better all the time. Point is, I’ve seen the lows and the highs, the difficulties and delights of relationship, and I have a few perspectives to share.

Relationships prove that God has a sense of humor. After all, it’s difficult enough for any two egos to get along — but add to the mix some differing world-views and communication styles and voila! — we have the human drama. As the saying goes, “Women need a reason, men only need a place. Men use love to get sex; women use sex to get love.” Generalities, of course, but with grains of truth.

The demands of relationship — for compromise, sacrifice, openness, vulnerability — all provide a primary arena of personal growth. Committing to a relationship means losing face, feeling frustrated and downright incompetent at times. Committed relationships are a form of shadow work, seeing ourselves as we are — clearly and realistically. (How many of us, in the face of a relationship difficulty, have seen parts of ourselves we’re not too proud of?)

Mating is easy; intimacy is more difficult. The work of relationship is both humbling and humanizing — a demand to mature (or flee). Relationship calls us to let go of exclusive self-interest and move from “me” to “we” (at least some of the time). Relationship teaches us to forgive ourselves and one another.

Those who have difficulties with intimacy may favor disposable relationships — enjoying the initial fun and excitement, then leaving after the first big fight. Or “falling out of love” and moving on to the next wonderful person who, in a few weeks or months, no longer seems so wonderful after all. And serial relationships grow old after the fifth or sixth or twelfth time we get to know someone and tell your life story and run the usual numbers.

Our new love-interest may end up having the same flaws as the last one (especially if we’re seeking someone like Mom, or Dad, without realizing it). Or the new person may be blissfully free of the last partner’s problems, only to reveal a whole new set of issues. (All travelers carry some baggage.)

Some of us jump into a commitment with blinders on, basking in a romantic glow (love being blind and all). We discover that we love the same song or movie, but forget to explore fundamental compatibility questions about religion, children, aspirations, sex, values, politics.

Most of us are ready to mate long before we really know ourselves. We project onto our prospective mate our hopes and dreams and images, expecting them to fulfill our fantasies and change to suit us. Maybe you’ve heard the saying: “She hopes that he’ll change, but he doesn’t. He hopes she won’t change but she does.”

The years have taught me that the most important quality in sustaining a long-term relationship (whether male-female or same gender) is FRIENDSHIP. Over the long term, friendship is more important than sex; more important than ease of communication. (Marriage is a marathon, not a sprint. Sex and communication are certainly important at first, but won’t take you the distance.)

Friendship means you have each other’s back; you are in each other’s corner; you can be YOU with that person; you can go beyond role-playing or trying to live up to someone else’s expectations; you can speak your truth; you can listen as well as talk; you are elevated by that special person and you also lift their spirits in times of need.

True friends are collaborators, not competitors. They aren’t constantly comparing work-loads or weighing how much one brings to the relationship in terms of money, energy, work. (But if one of you is the driver and the other total hitch-hiker, it’s not going to last for long.) In a true friendship, you WANT to help, to give, to contribute, to support one another. That person’s happiness is as important to you as your own. Sometimes, even more so.

I once attended a traditional, religious wedding ceremony that began with a ritual: She carried her candle, the flame burning brightly, and he did the same. They came together, joined their flames and together lit a third candle, representing the joining of their separate flames. Quite beautiful.

But then they blew out their own candles. DON’T EVER BLOW OUT YOUR OWN CANDLE! You are both an “I” AND a “we.” You each bring your own resources, destiny, process and treasures into a relationship. This is the paradox of relationship. Two become one, but the stronger each one, the better the two are together.

Enrich one another’s life by keeping your own center, values, and interests. Continue to play a leading role in your life; don’t just become an extra in someone else’s. You come together to form a whole that is greater than the sum of your individual parts. So remain equals and respect one another’s individuality. Rather than total dependence or independence, strive for interdependence.

Our choice of life-partner is one of the most important we ever make. This doesn’t mean that we have to find “the perfect match” or “one true soul-mate.” Even the best relationships take work. So when a difficulty arises, you WORK THROUGH IT TOGETHER.

Some couples, however, are “working through it” nearly all the time — fighting and making up — one slams the door and walks out; the other goes ballistic. Or one walk on tip-toes to avoid making the other angry or moody. For such difficult relationships, you may need a third party to help you to stay together (or to go your separate ways, because commitment is not the same as masochism).

In choosing a mate, apply the Goldilocks Principle: Avoid someone too similar to you (no friction or growth) or too different (constant friction) in favor of someone who is different (and challenging) enough to keep things interesting.

Also, consider your partner’s relationship with his or her parents: If it is relatively open and close and friendly, that’s a good sign. If your partner never speaks with one or another parent (even with good reason) it’s a possible red flag. Bear in mind that (if you choose to marry) you are not just marrying your partner; you are joining that partner’s family (mother, father, close relations) as well. If that is nice news, you’re good to go. But if you have a serious problem with your partner’s family, you’ll have to deal with it now or later.

For most of us, relationship is a work in progress, always under construction, like a house or a life. Over time, you’ll build deeper levels of communication and intimacy, and freshly discover who you are, together, at each new phase of your lives — even as you make mistakes, learn from them, mature and evolve.

When you’ve formed a relationship you intend to build for many years into the future, nourish it as you would any growing thing: Remember to say “Thank you” and “I’m sorry” often — you’ll have cause to do both. Appreciate your partner out loud; acknowledge his or her skills and any small acts of service and kindness.

In this creative and sometimes challenging arena of intimacy, I have found both growth and Joy. I wish the same for you.”

taken from: http://www.danmillman.com/blog/

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On the other hand, one of the most stupid, vulgar, chauvinist and plain ridiculous advice on relationships I’ve ever seen (and of course this is just an example among many, and this type of advice has unfortunately been very common for too long!) – was, of course, voiced by a man 😉 It’s a song called Pick Em-Lick Em-Stick Em (the lyrics, for non-native speakers, are under the video):

I was 15 going on 20 when I met up with the soul

man he was quite a lover of the cards and of the dice

and he had whores and he had ladies

he made love and he made babies

he could tell some damn good stories and give some good advice

you gotta learn how ta pick em son

learn how ta lick em son

learn how to stick em son

between the thighs

and you got to try not to beat em too much

try not to teach em too much

try not to feed em to much bull shit and lies

He sat down and poured some whisky

and he mixed it up with water

here’s a picture of my daughter

he would say and he would sigh

and he would drink and laugh a little

as he picked up that old fiddle

that same old riddle I never did know why

you gotta learn how ta pick em son

learn how ta lick em son

learn how to stick em son between the thighs

and you got to try not to beat em too much

try not to teach em too much

try not to feed em to much bull shit and lies

now the years I’ve seen him burried

his daughter and me married

I was sure he raised her right

an taught her how ta fuck

when i asked her what he told her

she’d said he’d never scold her

he would always hold her

but he never told her much

well, he told her men were plain and simple

told her love was like a pimple

once you squeez the juices out it just goes away

he taught her how ta hold on tighter and

taught her not to let men fight her

and then there was this poem he taught her on his dyin days

you got to learn how ta suck em daughter

learn how ta fuck em daughter

learn how ta take their money

and learn how ta cry

you got to try not to hold em too much

try not to scold em too much

try not to feed em too much bull shit and lies

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Curiously, I’ve just found out there is a Museum of Broken Relationships (yes, you’ve read correctly!) in Croatia:

The Museum of Broken Relationships (CroatianMuzej prekinutih veza) is a museum dedicated to failed love relationships. Its exhibits are personal objects left over from former lovers which are accompanied by brief descriptions. At first a traveling collection of donated items, the museum has since found a permanent location in ZagrebCroatia. In 2011, the Museum of Broken Relationships received the Kenneth Hudson Award for the most innovative museum in Europe.

You can find more information on this curious museum in good old Wikipedia… OR you can visit the museum’s Official website

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I’ve also found an interesting post on the so-called polyamorous relationships. Here goes an excerpt (you can read all the other very cool posts related to the subject “relationships” here – I haven’t read any yet, but I plan on doing that soon! I’ve also found a looooottt of texts on love/hate relationships here):

He says: Polyamory can mean a lot of things, depending on the situation. A couple may incorporate a third (unicorn) into their already-strong relationship, or one member of the couple may maintain extra-curricular “dating” relationships outside of their main one. Further, relationships could hypothetically span a wide range of people, each having their own bond with one another. The trend, though, is not toward stability.

Because polyamory is only starting to spread, I hesitate to make a general statement about it that might offend its staunch supporters, but alas, I must be honest. The only successful long-term polyamorous relationships I’ve seen have been triads that start out as a solid companionship between two people. Every other aspect of polyamory that I’ve seen has been fleeting and temporary. That isn’t to say that it can’t happen, but the lifestyle lends itself more to exploration than longevity.

Personally, the thought of kindling another relationship on top of the one I already have makes my palms sweat. Maybe I’d feel differently if Dorkys wasn’t such a handful. Who knows? As it is, I wouldn’t turn down the opportunity to flirt and play with others together with no strings, but franchising the relationship would stretch my resources too thin.

She says: My first thoughts when I hear about polyamorous relationships deal with jealousy. How don’t the people involved feel threatened? I’m sure it could work, but only if every link in the chain is safe, honest and checks their ego at the door otherwise girls will end up crying when he spends more time with one instead of the other. Or at least I know I would.

I also wonder how deeply they can all love one another in the initial stages. Where do they find the time and energy it takes to build something meaningful in multiple relationships? I know some poly people feel restricted by idea that once you fall in love with someone, you’re forbidden to feel the same for another person. I understand that, but at the end of the day, I like having my one go-to person and learning how to compromise and figure out the puzzle that is this sole relationship. Because I’ve no other choice (other than breaking up and finding someone else, of course), I’m forced to learn what makes him tick, what ticks me off and how we can become a better fit for each other. This isn’t to say other things are off limits, just that at the end of it all, we’d rather just come home to each other.

Still, it’s beautiful to see people pursuing and giving love with no qualms about what society deems appropriate or not and I admire their ability to put aside any insecurities to do so. The first time I attended one of their events, I smiled at the thought that everyone’s just trying to find what suits them and makes them happy whether it’d be for the moment or something long-lasting. It’s obviously not for everyone, but just because it’s not doesn’t mean it’s wrong.

What do you think about polyamory? What would it take for a consensual non-monogamous relationship to truly work?

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And finally…the best song by Erasure: I love to hate you 😉 (again: non-anglophones, scroll down to read the lyrics!)

 
I’m crazy flowing over with ideas
A thousand ways to woo a lover so sincere
Love and hate what a beautiful combination
Sending shivers up and down my spine

For every Casanova that appears
My sense of hesitation disappears
Love and hate what a beautiful combination
Sending shivers up and down my spine

And the lovers that you sent for me
Didn’t come with any satisfaction guarantee
So I return them to the sender
And the note attached will read

How I love to hate you
I love to hate you
I love to hate you
I love to hate you

Oh you really still expect me to believe
Every single letter I receive
Sorry you what a shameful situation
Sending shivers up and down my spine

I like to read a murder mystery
I like to know the killer isn’t me
Love and hate what a beautiful combination
Sending shivers make me quiver
Feel it sliver up and down my spine

How I love to hate you
I love to hate you
I love to hate you
I love to hate you