Soluções mágicas e ônibus superlotados


São Paulo deve adotar o pedágio urbano?

NÃO

Sobre a proposta, três pontos:

1) É uma medida equivocada.

De tempos em tempos, a possibilidade de adoção do pedágio urbano reaparece como solução mágica para a solução dos crescentes congestionamentos em São Paulo e outras cidades brasileiras. A medida visa restringir o acesso (não a circulação) de automóveis aos centros urbanos. Os exemplos são Londres, Milão e outras cidades europeias.

O que se omite é que essas cidades possuem amplos e eficientes sistemas de transporte público. Isto é, existem alternativas para o cidadão.

Não é nosso caso, em que as carências e deficiências do transporte público fizeram o carro representar metade dos deslocamentos diários.

Defensores do pedágio urbano reduzem a mobilidade urbana (e o planejamento) a uma questão de “mercado”: como o espaço no sistema viário é exíguo e não acomoda todos os veículos, a possibilidade de sua utilização tem algum “valor”. Assim, para usar o sistema viário da área central, o condutor terá de pagar. Mas quanto? (Em Londres, são R$ 25,00 por dia).

Atualmente, a atividade econômica predominante na cidade é a de comércio e serviços. Dada a complexidade territorial de metrópole, centenas de milhares de pessoas, por falta de alternativas, são levadas a empreender diversos deslocamentos diários por automóvel para viabilizar sua atividade profissional.

A liberação da circulação mediante pagamento, nas condições atuais, poderá, ao contrário do pretendido, estimular o uso do automóvel.

2) O pedágio urbano é uma medida preguiçosa e imediatista.

Antes de propor uma medida que pune o cidadão e alivia a pressão sobre o administrador público incompetente, é preciso percorrer um caminho longo e árduo, mas viável.

Por um lado, implantar um sistema de transporte público de qualidade e sustentável: novas linhas de metrô, modernização dos trens metropolitanos e mais corredores de ônibus, integrados operacional e tarifariamente numa grande rede.

Por outro lado, melhorar a gestão da circulação urbana, que abrange inúmeras políticas públicas. Por exemplo: a circulação segura de pedestres, ciclistas e motociclistas; a restrição ao uso do automóvel via restrição ou cobrança de estacionamento; e a restrição à circulação de veículos de carga, a partir de centros logísticos nas intersecções do Rodoanel com as rodovias e ferrovias.

Além disso, como convencer o contribuinte, asfixiado por impostos e taxas, a pagar o pedágio urbano?

Isso numa cidade onde, nos últimos seis anos, não se implantou um único metro linear de corredor de ônibus. Ou onde a implantação de uma linha de metrô demora de 15 a 20 anos, da concepção à operação.

Ou, ainda, num país onde se estimula a utilização do automóvel com a manipulação dos preços dos combustíveis, a pretexto de combater a inflação. E onde se concede, continuamente, benesses fiscais a uma indústria automobilística altamente lucrativa -e se estimula a aquisição de veículos com crédito abundante.

3) O pedágio urbano é uma medida elitista e excludente.

Imaginemos que o pedágio urbano começasse na próxima segunda ou em um ano. O que aconteceria?

Aqueles que pudessem e quisessem pagar circulariam sem restrições (não haveria rodízio), entupindo as vias, exatamente como agora. E contribuiriam, ainda, para abarrotar os cofres municipais ou os de um provável concessionário privado.

E quem não quisesse ou não pudesse pagar? Esses seriam remetidos, de imediato, a um sistema de transporte superlotado e lento (no caso dos ônibus). E como acomodar esses novos usuários involuntários do transporte público? Provavelmente, ficarão pendurados nas janelas e portas dos ônibus, como nas cidades africanas. Ou, então, no teto dos trens, como ocorre na Índia.

JAIME WAISMAN, 67, doutor em engenharia de transportes pela USP, é professor da Escola Politécnica da USP e consultor na área de transportes e mobilidade urbana

Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/46301-solucoes-magicas-e-onibus-superlotados.shtml

Like a rainbow in the dark!


…somewhere over the rainbow…nah, DIOOOO!!!! 😛

Obs: aí no meio das fotos tem a tal da “rainbow rose” = rosa arco-íris. Nem sabia que isso existia!!! Vocês já tinham visto?? Só louco pra fazer dessas mesmo 😛

Deprimente….mas compreensível


Quase metade dos brasileiros aceita tortura de criminosos em alguns casos

Pesquisa do Núcleo de Estudos da Violência mostra que tolerância a agressões contra estupradores e traficantes subiu de 1999 a 2010

O número de pessoas que discordam claramente da tortura para obtenção de provas caiu de 71,2% para 52,5% entre 1999 e 2010. Isso significa que quase a metade dos entrevistados (47%) em 11 capitais brasileiras toleraria a violência contra suspeitos em determinados casos. Os números fazem parte da “Pesquisa nacional, por amostragem domiciliar, sobre atitudes, normas culturais e valores em relação a violação de direitos humanos e violência”, divulgada ontem pelo Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da Universidade de São Paulo (USP).

O estudo revela que aproximadamente um terço dos entrevistados defende ameaçar verbalmente, bater, dar choques, queimar com pontas de cigarro, ameaçar parentes e deixar sem água ou comida suspeitos acusados por crimes como estupro e tráfico de drogas, por exemplo.

Para a coordenadora da pesquisa, Nancy Cardia, isso mostra que as pessoas não acreditam na prisão como uma forma de reabilitar ou punir de forma eficaz quem cometeu um crime. “Aceitam a tortura não para a obtenção de provas, mas porque na verdade acreditam que é uma pré-punição. Apoiam por não acreditarem na pena de prisão, que apontam como nada mais do que um depósito de gente.”

Segundo a pesquisa, 50% das penas mais lembradas pelos entrevistados não estão no Código Penal. Entre elas estão prisão perpétua, pena de morte e prisão com trabalhos forçados. O levantamento aponta também que os jovens são os que escolhem a pena de morte com mais frequência – de forma geral, é considerada inaceitável por 51% dos entrevistados.

Coordenadora do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da Defensoria Pública de São Paulo, Daniela Skromov diz que a queda no número de pessoas que discordam claramente de tortura como método de investigação é preocupante. “Tem um pouco a ver com a moda de que o bacana é ser flexível, como se isso implicasse abrir mão de valores fundamentais.”

Nas capitais pesquisadas, houve também uma melhora na avaliação positiva das instituições de segurança pública. A Polícia Militar, por exemplo, foi apontada como boa ou muito boa por 38,7% das pessoas em 2010 – eram 21,2% em 1999.

Em contrapartida, caiu o porcentual dos que discordam totalmente que a polícia possa “invadir uma casa” (de 78,4% para 63,8%), “atirar em um suspeito” (de 87,9% para 68,6%), “agredir um suspeito” (de 88,7%, para 67,9%) e “atirar em suspeito armado” (de 45,4% para 38%).

Vítimas. Houve entre os pesquisados diminuição no porcentual daqueles que ficaram expostos diretamente à violência, mas cresceu o número dos que testemunharam ou ouviram de pessoa próxima casos de violência. Também foi maior em 2010 a quantidade de entrevistados que disseram ter presenciado em seus bairros uso de drogas, prisão, assalto e agressão, em comparação com 1999.

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,quase-metade-dos-brasileiros-aceita-tortura-de-criminosos-em-alguns-casos-,882485,0.htm

42% acham ‘justificável’ governo censurar a mídia

Para pesquisadora, esperava-se que após 30 anos de redemocratização País já tivesse avançado nesse tipo de questão

A pesquisa desenvolvida pela Núcleo de Estudos da Violência (NEV) mostra também que a grande maioria dos entrevistados considera inaceitável a violação dos direitos de manifestação (86,5%) e da liberdade de os meios de comunicação criticarem o governo (81,4%). Porém, quando questionados especificamente a respeito de alguns pontos, 42,1% concordam totalmente ou em parte que é justificável que o governo censure a imprensa e 40% aceitam que pessoas sejam presas por posições políticas, com a finalidade de manter a ordem social, como acontecia no regime militar (1964-1985).

Para a coordenadora da pesquisa, Nancy Cardia, era esperado que, quase 30 anos depois do processo de redemocratização, o País já tivesse avançado nesse tipo de questão. “De forma geral, vários indicadores têm melhorado, mas há vulnerabilidades que não desaparecem, há focos muito pouco democráticos que sobrevivem, como apoio à tortura, questões sobre dissidência política (opinião contrária à dos governantes) e liberdade dos meios de comunicação como cláusula pétrea. Esperava um maior consenso a respeito dessas questões, mas parece que é uma mudança muito lenta.”

A defensora pública Daniela Skromov aponta algumas causas para a existência de um “núcleo duro” de resistência aos avanços democráticos. “O retrocesso sempre ronda. A democracia não se dá por decreto, ela é uma vivência. Temos vivido tempos em que a participação e discussão públicas são raras. A cidadania se restringe atualmente ao voto. Não fizemos a transição democrática a contento, e essas opiniões refletem uma baixa participação cidadã.”

Segundo a pesquisa, 40,4% das pessoas ouvidas concordam que, para a segurança do governo, o País tem o direito de retirar a nacionalidade de alguém. O levantamento mostra também que 43% dos entrevistados apoiam que o País expulse quem tenha posições políticas que ameacem o governo.

A maioria dos entrevistados (64,9%) apontou também que “o Judiciário se preocupa demais com os direitos dos acusados”. A pesquisa ouviu 4.025 pessoas residentes em 11 capitais (entre elas Rio e São Paulo), com 16 anos ou mais, selecionadas pelo perfil demográfico, em 2010. / W.C.

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,42-acham-justificavel–governo-censurar-a-midia-,882486,0.htm

Saiba como prevenir os melasmas,manchas na pele


Eles não falam aqui, e deveria ser óbvio: não é só na gravidez que esse tipo de mancha aparece…é por alteração hormonal. Portanto, quem toma pílula anticoncepcional tem que tomar tanto cuidado quanto as grávidas…pena que meus médicos esqueceram de me avisar 😉 ODEIO essas manchas!!! >:

Para evitar que a gravidez deixe as temidas manchas na face, é importante entender o problema e tomar as providências necessárias. A irregularidade típica dessa fase é conhecida como melasma ou cloasma gravídico, e se caracteriza por manchas provocadas pela distribuição excessiva de melanina nas duas primeiras camadas da pele, a epiderme e a derme. “Após exposição solar, o escurecimento pode surgir nas bochechas, na testa, no dorso do nariz, no queixo e acima do lábio superior”, diz a dermatologista Ana Lúcia Recio, membro das Academias Americana e Brasileira de Dermatologia. As incômodas manchas são, na verdade, uma defesa da pele contra agressões como alterações hormonais, uso de medicamentos e, principalmente, exposição ao sol. “É bom ter em mente que, se a mancha apareceu, é possível clareá-la, mas ela pode voltar se a pessoa continuar se expondo ao sol. É preciso ter cuidados a vida toda”, diz Ana Lúcia.

Genética e hormônios
“O aumento dos hormônios femininos, estrógeno e progesterona, estimula o funcionamento do melanócito, célula da pele produtora de melanina”, diz o dermatologista Cristiano Tárzia Kakihara, membro das Sociedades Brasileiras de Dermatologia e de Cirurgia Dermatológica. Além da exposição ao sol, a lâmpadas e à radiação da tela do computador, as manchas também são desencadeadas por permanência em ambientes com temperatura elevada, distúrbios da tireóide e dos ovários e uso de medicamentos como antibióticos e anticonvulsivantes. Os melasmas são mais comuns em quem tem pele morena, e a herança genética determina se uma pessoa terá ou não tendência ao problema. A profundidade em que se localiza o pigmento determina o tipo de melasma: epidérmico, mais superficial e que, portanto, responde melhor a tratamentos; dérmico, profundo e de resolução mais difícil; ou misto.

Quanto antes tratar, melhor

Cuidados preventivos minimizam as manchas, segundo a dermatologista Maria Paula Del Nero, membro das Academias Americana e Europeia de Dermatologia. Como o principal fator desencadeante é o sol, é importante evitar a exposição e jamais esquecer o filtro solar. “O ideal é aplicar bloqueador solar com, no mínimo, fator de proteção 30, a cada duas horas”, diz a dermatologista Leila Bloch, da Sociedade Brasileira de Dermatologia. “Mesmo quem vai ficar em casa deve adotar o hábito diariamente, para se proteger da luz do computador ou até mesmo daquela que entra pela janela”, afirma. “Usar uma base pode ser interessante para unir a proteção química do filtro com a barreira física da maquiagem”, afirma Leila. Na hora de escolher a base, opte sempre por aquelas com filtro solar e que respeitem o grau de oleosidade da pele. Se estiver em área externa, procure usar óculos de sol e se proteger com chapéu ou boné.

Na hora de lavar o rosto, é preciso escolher os produtos com cuidado. “Como a pele está sensível por causa das alterações hormonais, é melhor que os produtos sejam suaves”, diz o dermatologista Kakihara. “A higienização correta é fundamental, pois prepara a pele para absorver da melhor forma os ativos dos cosméticos”, afirma. Nessa fase, é comum que os especialistas prescrevam hidratantes leves e cremes clareadores.

Cremes clareadores
São mais indicados nos casos em que há tendência genética ao problema. Tais despigmentantes devem ser prescritos pelo dermatologista, pois contêm substâncias como ácidos retinoico, salicílico, glicólico, azelaico, fítico, lático ou mandélico, que bloqueiam a produção de melanina e sua distribuição pelas células da epiderme. “Como há o risco de sensibilização, é imprescindível o acompanhamento do especialista”, diz Leila Bloch. Os resultados começam a surgir, em média, dois meses após o início do tratamento, e a eficácia desses cosméticos depende da profundidade da lesão. “Para os melasmas dérmicos, provocados pelo acúmulo de melanina na camada mais interna, o efeito não será tão bom”, diz o dermatologista Cristiano Kakihara.

Peeling
Pode ser feito durante e depois da gravidez por indicação médica. O especialista passa um preparado na face que deve ser retirado algumas horas depois. Após dois ou três dias, tem início o processo de descamação e, com isso, a remoção de pigmentos. Duas semanas depois, a superfície já está mais clara. “O ideal é que as gestantes apostem em peelings menos agressivos, ainda que tenham que fazer mais aplicações”, diz a dermatologista Ana Lúcia Recio. Dependendo da intensidade do melasma, serão necessárias de três a seis sessões, com intervalo de duas a quatro semanas entre elas. O preço varia em torno de R$ 200. O uso de protetor solar é obrigatório e a exposição ao sol é proibida por, no mínimo, um mês.

Laser 
Há diversas tecnologias que podem ser usadas pelo dermatologista. “O microdermoabrasão promove um afinamento do tecido epitelial. Além de clarear manchas, aumenta a produção de colágeno e atenua marcas de expressão”, diz Leila Bloch. Já a LIP (Luz Intensa Pulsada) gera um calor na pele que atinge vários alvos, como melanina, vasos sanguíneos e colágeno. Ambos os procedimentos minimizam o melasma em três a quatro sessões, uma vez a cada 15 ou 30 dias. Recém-chegada ao país, a tecnologia Spectra Laser Toning não esquenta a pele e atua diretamente no melanócito, reduzindo seu tamanho.  “É a melhor opção para combate aos melasmas, com estudos científicos comprovados e aprovada pelo FDA (Food and Drugs Administration, agência americana reguladora de alimentos e medicamentos)”, afirma Maria Paula Del Nero. São realizadas de oito a dez intervenções, uma por semana. “Ela preserva a pele saudável, pois os pulsos são longos e de alta intensidade, agindo nos pigmentos mais profundos e sem risco de inflamações e hiperpigmentações”. Uma sessão de microdermoabrasão ou LIP pode custar de R$ 200 a R$ 350. A do Spectra, cerca de R$ 500.

Maquiadores ensinam a disfarçar manchas de sol, de acne e de gravidez

Maquiar uma pele manchada, seja ela por sol, acne ou gravidez, requer alguns cuidados. O principal deles é evitar que a marca fique ainda mais escura. “O melhor jeito de prevenir o chamado efeito rebote é cobrindo todo o rosto com um corretivo cremoso do mesmo tom da sua pele, ou então, aplicando apenas sobre a mancha um corretivo com pigmento específico, caso do roxo e do amarelo, que neutralizam a cor marrom, ou do verde, que camufla o vermelho”, ensina o maquiador Jonathan Martins, do Studio Theo de Sousa, em São Paulo.

Para isso, você pode utilizar um pincel próprio e passá-lo sempre de baixo para cima, deixando o produto um pouco mais concentrado sobre a mancha. Agora, se ela for pequena, dá para espalhar o corretivo com a ponta do dedo indicador, dando leves batidinhas sobre a marca. “Como os produtos utilizados para corrigir manchas devem ser cremosos e densos, vale a pena espalhar antes do corretivo um primer. Além de facilitar a aplicação do corretivo e da base, o produto hidrata a pele e corrige outras imperfeições, como poros dilatados e linhas finas”, ensina o maquiador David Bernardino, do salão Visage Coiffeur, no Rio de Janeiro.

Era uma vez uma mancha

Independentemente do problema ter sido provocado por alterações hormonais da gravidez, radiação ultravioleta ou espinhas, a base fluida ou translúcida precisa ser substituída pela líquida ou cremosa. É importante também que seja aplicada do jeito certo para não criar um efeito de massa corrida. Nesse caso, comece pelo centro do rosto e vá em direção às laterais com movimentos circulares. “O meu truque é misturar no dorso da mão duas gotas de base do mesmo tom da pele com uma gota de hidratante facial e aplicar em todo o rosto. Depois, dando leves batidinhas com uma esponja macia, retiro o excesso de produto, tiro as marcas do pincel e retoco as orelhas e a divisa da testa com o cabelo”, conta o maquiador Jonathan Martins.

O quarto e último passo para a sua mancha desaparecer – pelo mesmo temporariamente – envolve o pó compacto (de novo, do mesmo tom da sua pele). Segundo os especialistas, ele tem a função de uniformizar o rosto e deixá-lo com aspecto aveludado e de bem cuidado. “Passe primeiro na testa, no nariz e no queixo, a famosa zona T, e, depois, nas laterais e no contorno do rosto. Só não há necessidade de aplicar nas bochechas, pois lá é o lugar do blush”, completa David Bernardino.

Dicas de produtos de maquiagem bons para dar um efeito natural à maquiagem corretiva:

Madame Butterfly


“Borboletinha tá na cozinha fazendo chocolate para a madrinha…” 😛