Simplified map of London


This map came from here. And so did the following comments:

  1. “I live in London and this map is fairly accurate. The Very Rich area would be Pimlico, maybe Notting Hill, Kensington and Chelsea, Westminster, the West End, Primrose Hill, maybe Hampstead. London has other wealthy areas but what differentiates these from those is that these areas have always been wealthy, rather than Johhny come lately areas that have been gentrified.”
  2. “General rules of thumb: in a city the wealthier neighborhoods tend to be upwind, upriver, and uphill. Occasionally extreme geographic constraints will override those rules. In the case of London, the Thames was horribly polluted and smelly in the first half of the 18th century (look up “The Great Stink”). My guess is that the “Very Rich” area would be the westernmost part of London in 1850, and that the “Losers” area west of there developed after the Thames was cleaned up. (I should line up some historical maps of London to the above map to see.)”
  3. “It just goes to show you. It takes a lot of losers to support a few rich folks.”
  4. “Have you seen the houses in Richmond or Hampstead? They don’t look like looser houses to me… There was actually an article in Time Out which mapped the London Boundary in relation to were the first Harvester eatery is located. So, were Harvester starts London stops. That is a clever way to show social divide within a city.”

Sistema Numérico dos Babilônicos


A civilização babilônia substituiu a civilização suméria por volta do ano 2000 a.C.

Os babilônicos eram um povo semita que invadiu a Mesopotâmia, derrotando os sumérios, estabelecendo sua capital na Babilônia.

As civilizações antigas da Mesopotâmia são comumente chamadas de babilônicas, apesar da cidade de Babilônia não ter sido o centro de cultura do vale Mesopotâmico.


Aos babilônios se deve a invenção do sistema posicional. Com apenas dois símbolos (um para a unidade e um para a dezena dezenas)podiam representar qualquer número, por maior que fosse, por repetição e mudança de posição. Este é o mesmo princípio de nosso sistema numeral.

Assim a numeração dos babilônios era escrita da seguinte forma:

A civilização babilônica substituir a suméria e a Acádia, e como se pode notar,  os babilônios herdaram idéias dos sumérios e dos acádios para formas o seu próprio sistema numérico.

Até então, nem o sistema numérico dos Sumérios e nem o dos acádios era posicional. Já o sistema criado pelos babilônios era um sistema posicional, o que se tornou uma grande realização. O estabelecimento da ordem posicional para os símbolos numéricos foi a maior realização matemática dos babilônios.

Embora o sistema babilônico fosse um sistema posicional de base 60, teve alguns vestígios do sistema de base 10 dentro dele. Isto porque os 59 números que compõem esse sistema são formados por um símbolo para a unidade e um para a dezena.

US States Renamed For Countries With Similar GDPs


Gross Domestic Product (GDP) is a convenient way of measuring and comparing the size of national economies. Annual GDP represents the market value of all goods and services produced within a country in a year. Put differently:

GDP = consumption + investment + government spending + (exports – imports)

Although the economies of countries like China and India are growing at an incredible rate, the US remains the nation with the highest GDP in the world – and by far: US GDP is projected to be $13,22 trillion (or $13.220 billion) in 2007, according to this source. That’s almost as much as the economies of the next four (Japan, Germany, China, UK) combined.

The creator of this map has had the interesting idea to break down that gigantic US GDP into the GDPs of individual states, and compare those to other countries’ GDP. What follows, is this slightly misleading map – misleading, because the economies both of the US states and of the countries they are compared with are not weighted for their respective populations.

Pakistan, for example, has a GDP that’s slightly higher than Israel’s – but Pakistan has a population of about 170 million, while Israel is only 7 million people strong. The US states those economies are compared with (Arkansas and Oregon, respectively) are much closer to each other in population: 2,7 million and 3,4 million.

And yet, wile a per capita GDP might give a good indication of the average wealth of citizens, a ranking of the economies on this map does serve two interesting purposes: it shows the size of US states’ economies relative to each other (California is the biggest, Wyoming the smallest), and it links those sizes with foreign economies (which are therefore also ranked: Mexico’s and Russia’s economies are about equal size, Ireland’s is twice as big as New Zealand’s). Here’s a run-down of the 50 states, plus DC:

  1. California, it is often said, would be the world’s sixth- or seventh-largest economy if it was a separate country. Actually, that would be the eighth, according to this map, as France (with a GDP of $2,15 trillion) is #8 on the aforementioned list.
  2. Texas’ economy is significantly smaller, exactly half of California’s, as its GDP compares to that of Canada (#10, $1,08 trillion).
  3. Florida also does well, with its GDP comparable to Asian tiger South Korea’s (#13 at $786 billion).
  4. Illinois – Mexico (GDP #14 at $741 billion)
  5. New Jersey – Russia (GDP #15 at $733 billion)
  6. Ohio – Australia (GDP #16 at $645 billion)
  7. New York – Brazil (GDP #17 at $621 billion)
  8. Pennsylvania – Netherlands (GDP #18 at $613 billion)
  9. Georgia – Switzerland (GDP #19 at $387 billion)
  10. North Carolina – Sweden (GDP #20 at $371 billion)
  11. Massachusetts – Belgium (GDP #21 at $368 billion)
  12. Washington – Turkey (GDP #22 at $358 billion)
  13. Virginia – Austria (GDP #24 at $309 billion)
  14. Tennessee – Saudi Arabia (GDP #25 at $286 billion)
  15. Missouri – Poland (GDP #26 at $265 billion)
  16. Louisiana – Indonesia (GDP #27 at $264 billion)
  17. Minnesota – Norway (GDP #28 at $262 billion)
  18. Indiana – Denmark (GDP #29 at $256 billion)
  19. Connecticut – Greece (GDP #30 at $222 billion)
  20. Michigan – Argentina (GDP #31 at $210 billion)
  21. Nevada – Ireland (GDP #32 at $203 billion)
  22. Wisconsin – South Africa (GDP #33 at $200 billion)
  23. Arizona – Thailand (GDP #34 at $197 billion)
  24. Colorado – Finland (GDP #35 at $196 billion)
  25. Alabama – Iran (GDP #36 at $195 billion)
  26. Maryland – Hong Kong (#37 at $187 billion GDP)
  27. Kentucky – Portugal (GDP #38 at $177 billion)
  28. Iowa – Venezuela (GDP #39 at $148 billion)
  29. Kansas – Malaysia (GDP #40 at $132 billion)
  30. Arkansas – Pakistan (GDP #41 at $124 billion)
  31. Oregon – Israel (GDP #42 at $122 billion)
  32. South Carolina – Singapore (GDP #43 at $121 billion)
  33. Nebraska – Czech Republic (GDP #44 at $119 billion)
  34. New Mexico – Hungary (GDP #45 at $113 billion)
  35. Mississippi – Chile (GDP #48 at $100 billion)
  36. DC – New Zealand (#49 at $99 billion GDP)
  37. Oklahoma – Philippines (GDP #50 at $98 billion)
  38. West Virginia – Algeria (GDP #51 at $92 billion)
  39. Hawaii – Nigeria (GDP #53 at $83 billion)
  40. Idaho – Ukraine (GDP #54 at $81 billion)
  41. Delaware – Romania (#55 at $79 billion GDP)
  42. Utah – Peru (GDP #56 at $76 billion)
  43. New Hampshire – Bangladesh (GDP #57 at $69 billion)
  44. Maine – Morocco (GDP #59 at $57 billion)
  45. Rhode Island – Vietnam (GDP #61 at $48 billion)
  46. South Dakota – Croatia (GDP #66 at $37 billion)
  47. Montana – Tunisia (GDP #69 at $33 billion)
  48. North Dakota – Ecuador (GDP #70 at $32 billion)
  49. Alaska – Belarus (GDP #73 at $29 billion)
  50. Vermont – Dominican Republic (GDP #81 at $20 billion)
  51. Wyoming – Uzbekistan (GDP #101 at $11 billion)

This map was suggested by Morgan via strangemaps@gmail.com, and can be found here. Please note that the GDP data used for this comparison are not necessarily the same as those used in compiling the original map.

(this very cool post has come from this very cool blog)

O açúcar – Ferreira Gullar


O branco açúcar que adoçará meu café
nesta manhã de Ipanema
não foi produzido por mim
nem surgiu dentro do açucareiro por milagre.
Vejo-o puro
e afável ao paladar
como beijo de moça, água
na pele, flor
que se dissolve na boca. Mas este açúcar
não foi feito por mim.

Este açúcar veio
da mercearia da esquina e tampouco o fez o Oliveira, dono da mercearia.
Este açúcar veio
de uma usina de açúcar em Pernambuco
ou no Estado do Rio
e tampouco o fez o dono da usina.

Este açúcar era cana
e veio dos canaviais extensos
que não nascem por acaso
no regaço do vale.

Em lugares distantes, onde não há hospital
nem escola,
homens que não sabem ler e morrem de fome
aos 27 anos
plantaram e colheram a cana
que viraria açúcar.

Em usinas escuras,
homens de vida amarga
e dura
produziram este açúcar
branco e puro
com que adoço meu café esta manhã em Ipanema.

Soluções mágicas e ônibus superlotados


São Paulo deve adotar o pedágio urbano?

NÃO

Sobre a proposta, três pontos:

1) É uma medida equivocada.

De tempos em tempos, a possibilidade de adoção do pedágio urbano reaparece como solução mágica para a solução dos crescentes congestionamentos em São Paulo e outras cidades brasileiras. A medida visa restringir o acesso (não a circulação) de automóveis aos centros urbanos. Os exemplos são Londres, Milão e outras cidades europeias.

O que se omite é que essas cidades possuem amplos e eficientes sistemas de transporte público. Isto é, existem alternativas para o cidadão.

Não é nosso caso, em que as carências e deficiências do transporte público fizeram o carro representar metade dos deslocamentos diários.

Defensores do pedágio urbano reduzem a mobilidade urbana (e o planejamento) a uma questão de “mercado”: como o espaço no sistema viário é exíguo e não acomoda todos os veículos, a possibilidade de sua utilização tem algum “valor”. Assim, para usar o sistema viário da área central, o condutor terá de pagar. Mas quanto? (Em Londres, são R$ 25,00 por dia).

Atualmente, a atividade econômica predominante na cidade é a de comércio e serviços. Dada a complexidade territorial de metrópole, centenas de milhares de pessoas, por falta de alternativas, são levadas a empreender diversos deslocamentos diários por automóvel para viabilizar sua atividade profissional.

A liberação da circulação mediante pagamento, nas condições atuais, poderá, ao contrário do pretendido, estimular o uso do automóvel.

2) O pedágio urbano é uma medida preguiçosa e imediatista.

Antes de propor uma medida que pune o cidadão e alivia a pressão sobre o administrador público incompetente, é preciso percorrer um caminho longo e árduo, mas viável.

Por um lado, implantar um sistema de transporte público de qualidade e sustentável: novas linhas de metrô, modernização dos trens metropolitanos e mais corredores de ônibus, integrados operacional e tarifariamente numa grande rede.

Por outro lado, melhorar a gestão da circulação urbana, que abrange inúmeras políticas públicas. Por exemplo: a circulação segura de pedestres, ciclistas e motociclistas; a restrição ao uso do automóvel via restrição ou cobrança de estacionamento; e a restrição à circulação de veículos de carga, a partir de centros logísticos nas intersecções do Rodoanel com as rodovias e ferrovias.

Além disso, como convencer o contribuinte, asfixiado por impostos e taxas, a pagar o pedágio urbano?

Isso numa cidade onde, nos últimos seis anos, não se implantou um único metro linear de corredor de ônibus. Ou onde a implantação de uma linha de metrô demora de 15 a 20 anos, da concepção à operação.

Ou, ainda, num país onde se estimula a utilização do automóvel com a manipulação dos preços dos combustíveis, a pretexto de combater a inflação. E onde se concede, continuamente, benesses fiscais a uma indústria automobilística altamente lucrativa -e se estimula a aquisição de veículos com crédito abundante.

3) O pedágio urbano é uma medida elitista e excludente.

Imaginemos que o pedágio urbano começasse na próxima segunda ou em um ano. O que aconteceria?

Aqueles que pudessem e quisessem pagar circulariam sem restrições (não haveria rodízio), entupindo as vias, exatamente como agora. E contribuiriam, ainda, para abarrotar os cofres municipais ou os de um provável concessionário privado.

E quem não quisesse ou não pudesse pagar? Esses seriam remetidos, de imediato, a um sistema de transporte superlotado e lento (no caso dos ônibus). E como acomodar esses novos usuários involuntários do transporte público? Provavelmente, ficarão pendurados nas janelas e portas dos ônibus, como nas cidades africanas. Ou, então, no teto dos trens, como ocorre na Índia.

JAIME WAISMAN, 67, doutor em engenharia de transportes pela USP, é professor da Escola Politécnica da USP e consultor na área de transportes e mobilidade urbana

Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/46301-solucoes-magicas-e-onibus-superlotados.shtml

Deprimente….mas compreensível


Quase metade dos brasileiros aceita tortura de criminosos em alguns casos

Pesquisa do Núcleo de Estudos da Violência mostra que tolerância a agressões contra estupradores e traficantes subiu de 1999 a 2010

O número de pessoas que discordam claramente da tortura para obtenção de provas caiu de 71,2% para 52,5% entre 1999 e 2010. Isso significa que quase a metade dos entrevistados (47%) em 11 capitais brasileiras toleraria a violência contra suspeitos em determinados casos. Os números fazem parte da “Pesquisa nacional, por amostragem domiciliar, sobre atitudes, normas culturais e valores em relação a violação de direitos humanos e violência”, divulgada ontem pelo Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da Universidade de São Paulo (USP).

O estudo revela que aproximadamente um terço dos entrevistados defende ameaçar verbalmente, bater, dar choques, queimar com pontas de cigarro, ameaçar parentes e deixar sem água ou comida suspeitos acusados por crimes como estupro e tráfico de drogas, por exemplo.

Para a coordenadora da pesquisa, Nancy Cardia, isso mostra que as pessoas não acreditam na prisão como uma forma de reabilitar ou punir de forma eficaz quem cometeu um crime. “Aceitam a tortura não para a obtenção de provas, mas porque na verdade acreditam que é uma pré-punição. Apoiam por não acreditarem na pena de prisão, que apontam como nada mais do que um depósito de gente.”

Segundo a pesquisa, 50% das penas mais lembradas pelos entrevistados não estão no Código Penal. Entre elas estão prisão perpétua, pena de morte e prisão com trabalhos forçados. O levantamento aponta também que os jovens são os que escolhem a pena de morte com mais frequência – de forma geral, é considerada inaceitável por 51% dos entrevistados.

Coordenadora do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da Defensoria Pública de São Paulo, Daniela Skromov diz que a queda no número de pessoas que discordam claramente de tortura como método de investigação é preocupante. “Tem um pouco a ver com a moda de que o bacana é ser flexível, como se isso implicasse abrir mão de valores fundamentais.”

Nas capitais pesquisadas, houve também uma melhora na avaliação positiva das instituições de segurança pública. A Polícia Militar, por exemplo, foi apontada como boa ou muito boa por 38,7% das pessoas em 2010 – eram 21,2% em 1999.

Em contrapartida, caiu o porcentual dos que discordam totalmente que a polícia possa “invadir uma casa” (de 78,4% para 63,8%), “atirar em um suspeito” (de 87,9% para 68,6%), “agredir um suspeito” (de 88,7%, para 67,9%) e “atirar em suspeito armado” (de 45,4% para 38%).

Vítimas. Houve entre os pesquisados diminuição no porcentual daqueles que ficaram expostos diretamente à violência, mas cresceu o número dos que testemunharam ou ouviram de pessoa próxima casos de violência. Também foi maior em 2010 a quantidade de entrevistados que disseram ter presenciado em seus bairros uso de drogas, prisão, assalto e agressão, em comparação com 1999.

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,quase-metade-dos-brasileiros-aceita-tortura-de-criminosos-em-alguns-casos-,882485,0.htm

42% acham ‘justificável’ governo censurar a mídia

Para pesquisadora, esperava-se que após 30 anos de redemocratização País já tivesse avançado nesse tipo de questão

A pesquisa desenvolvida pela Núcleo de Estudos da Violência (NEV) mostra também que a grande maioria dos entrevistados considera inaceitável a violação dos direitos de manifestação (86,5%) e da liberdade de os meios de comunicação criticarem o governo (81,4%). Porém, quando questionados especificamente a respeito de alguns pontos, 42,1% concordam totalmente ou em parte que é justificável que o governo censure a imprensa e 40% aceitam que pessoas sejam presas por posições políticas, com a finalidade de manter a ordem social, como acontecia no regime militar (1964-1985).

Para a coordenadora da pesquisa, Nancy Cardia, era esperado que, quase 30 anos depois do processo de redemocratização, o País já tivesse avançado nesse tipo de questão. “De forma geral, vários indicadores têm melhorado, mas há vulnerabilidades que não desaparecem, há focos muito pouco democráticos que sobrevivem, como apoio à tortura, questões sobre dissidência política (opinião contrária à dos governantes) e liberdade dos meios de comunicação como cláusula pétrea. Esperava um maior consenso a respeito dessas questões, mas parece que é uma mudança muito lenta.”

A defensora pública Daniela Skromov aponta algumas causas para a existência de um “núcleo duro” de resistência aos avanços democráticos. “O retrocesso sempre ronda. A democracia não se dá por decreto, ela é uma vivência. Temos vivido tempos em que a participação e discussão públicas são raras. A cidadania se restringe atualmente ao voto. Não fizemos a transição democrática a contento, e essas opiniões refletem uma baixa participação cidadã.”

Segundo a pesquisa, 40,4% das pessoas ouvidas concordam que, para a segurança do governo, o País tem o direito de retirar a nacionalidade de alguém. O levantamento mostra também que 43% dos entrevistados apoiam que o País expulse quem tenha posições políticas que ameacem o governo.

A maioria dos entrevistados (64,9%) apontou também que “o Judiciário se preocupa demais com os direitos dos acusados”. A pesquisa ouviu 4.025 pessoas residentes em 11 capitais (entre elas Rio e São Paulo), com 16 anos ou mais, selecionadas pelo perfil demográfico, em 2010. / W.C.

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,42-acham-justificavel–governo-censurar-a-midia-,882486,0.htm