Simplified map of London


This map came from here. And so did the following comments:

  1. “I live in London and this map is fairly accurate. The Very Rich area would be Pimlico, maybe Notting Hill, Kensington and Chelsea, Westminster, the West End, Primrose Hill, maybe Hampstead. London has other wealthy areas but what differentiates these from those is that these areas have always been wealthy, rather than Johhny come lately areas that have been gentrified.”
  2. “General rules of thumb: in a city the wealthier neighborhoods tend to be upwind, upriver, and uphill. Occasionally extreme geographic constraints will override those rules. In the case of London, the Thames was horribly polluted and smelly in the first half of the 18th century (look up “The Great Stink”). My guess is that the “Very Rich” area would be the westernmost part of London in 1850, and that the “Losers” area west of there developed after the Thames was cleaned up. (I should line up some historical maps of London to the above map to see.)”
  3. “It just goes to show you. It takes a lot of losers to support a few rich folks.”
  4. “Have you seen the houses in Richmond or Hampstead? They don’t look like looser houses to me… There was actually an article in Time Out which mapped the London Boundary in relation to were the first Harvester eatery is located. So, were Harvester starts London stops. That is a clever way to show social divide within a city.”
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Pra quando eu for a Londres:


London Wheel - London

London Wheel – London (Photo credit: @Doug88888)

Histórias e ilustres da Fleet Street

Ana Gasston – O Estado de S.Paulo

Uma rua histórica, a Fleet Street, liga as cidades de Londres e Westminster, que hoje fazem parte da Grande Londres. Vale a pena caminhar por ela e conhecer as estreitas passagens e pátios onde se encontram casas de moradores ilustres, igrejas e pubs antiquíssimos. Atualmente, o lugar é ocupado por escritórios, mas já foi o endereço de todos os jornais ingleses – ainda é usado como metonímia para a imprensa britânica.

Quem vem de Somerset House em direção ao centro vê os fantásticos prédios do Royal Courts of Justice à esquerda e, à direita, Twinings, a primeira casa de chá de Londres, inaugurada em 1706. Seu proprietário, Thomas Twining, foi responsável pelo sucesso da bebida no país. Dali avista-se o dragão-símbolo da London City, que marca o início da Fleet Street.

Entre a via e o Rio Tâmisa há boas surpresas, caso da Temple Church (templechurch.com), com mais de 800 anos de história, construída pelos Cavaleiros Templários. Ao lado fica o Middle Temple Hall, da época Tudor, e que segue intacto há quase 500 anos.

Do outro lado da rua, pela estreita passagem Wine Office Court, chega-se ao pub mais velho da cidade, Ye Olde Cheshire Cheese, que foi reconstruído após o Grande Incêndio de 1667. De fora, parece ser pequeníssimo, mas tem vários bares e salas no subsolo.

All the monarchs who have reigned in England d...

All the monarchs who have reigned in England during the pub’s time are written to the right of the door. (Photo credit: Wikipedia)

Passe a entrada do pub e siga em frente para chegar na Dr. Johnson’s House (drjohnsonshouse.org), onde Samuel Johnson, autor de um dos primeiros dicionário da língua inglesa, morou e trabalhou no século 18. A casa abre para visitas de segunda à sábado. Perto dali fica a estátua de Hodge, seu gato de estimação, onde se lê a mais famosa citação de Johnson: “Quando o homem está cansado de Londres, ele está cansado da vida”.

Outra atração é a igreja St. Bride’s (stbrides.com), obra do arquiteto inglês Christopher Wren, cuja torre inspirou o tradicional bolo de noiva de vários andares. Para conhecer mais há tours às terças-feiras. Consulte.

Por ser um lugar de negócios, muitas atrações da Fleet Street abrem ao público apenas entre segunda e sexta-feira. É sempre bom checar os websites ou telefonar para confirmar horários de visitação.

*É jornalista, paulistana e vive em Londres há 10 anos

Fotos do meu irmão (4) – My brother’s photos (4)


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Londres – London

Modelo grávida desfila completamente nua na Semana de Moda de Londres


Acabei de ler esta notícia. Grande coisa! O Altman já fez isso há muito tempo no filme Prêt-à-Porter (Ready to Wear), no qual ele critica sem dó a indústria da moda – no final do filme, a modelo grávida desfila nua, assim como todas as outras, em solidariedade à colega, como forma de protesto. Maravilhoso, recomendo 🙂