Dicas de maquiagem:


Sabe aquelas dicas que só os profissionais conhecem e fazem toda a diferença na hora do make? Estão todas aqui. Vamos lá…

Aliada indispensável da beleza feminina, a maquiagem tem lá seus (vários) segredinhos. Com produtos específicos e técnicas corretas é possível disfarçar espinhas e manchas, tornar os lábios mais volumosos, valorizar os olhos… para saber estes e outros truques, entrevistamos os experts Duda Molinos, Sadi Consati – consultor estratégico de O Boticário para a linha de maquiagem Intense –, Simone Machado Elvira, do Salão Jacques Janine, e Roseane Góes, do Salão C. Kamura. Anote.

1 – A sombra não precisa combinar com a roupa, mas é necessário existir uma harmonia. Por exemplo, se o look é supercolorido ou floral, a sombra deve ser neutra para equilibrar o visual.

2 – Para não carregar muito na cor da sombra, aplique-a aos poucos, esfumando até chegar ao tom desejado.

3 – Uma forma fácil e bonita de usar sombras é eleger duas tonalidades (uma clara e outra escura) e aplicar a mais clara no canto interno e a mais escura no externo, criando uma fusão, sem contrastes entre elas.

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4 – Para o ambiente de trabalho, prefira sombras em tons mais neutros, como marrom, pérola e rosa queimado. Deixe as cores fortes e os brilhos para as festas e baladas.

5 – Uma boa dica para fazer a sombra durar mais é passar primeiro uma camada de sombra cremosa (em bastão, por exemplo) e aplicar por cima a compacta.

6 – Também vale umedecer levemente o pincel na água antes de aplicar o produto. Além de fixar melhor a sombra, o truque torna sua cor mais intensa.

7 – Quem tem olhos proeminentes deve evitar sombras coloridas e cintilantes. As cores neutras e quase sem brilho são as mais indicadas.

8 – Outra opção é aplicar sombra clara abaixo das sobrancelhas e uma sombra escura sobre as pálpebras.

9 – Experimente substituir a sombra por gloss. O make fica supermoderno.

10 – Antes de usar o curvex, esquente a parte da borracha com o secador. Assim ele vai modelar os cílios ainda mais.

11 – Para delinear os olhos sem borrar, faça o traço antes com lápis preto ou marrom, e só então passe o delineador.

12 – Coçou o olho e borrou a sombra cremosa? Use o próprio acúmulo do produto que fica nas dobras da pálpebra para retocar o make.

13 – Loiras devem evitar sombras azul-celeste, pois o tom envelhece o olhar.

14 – Ruivas ficam bem com sombras nos tons de verde, azul-marinho e marrom, mas devem evitar os rosados.

15 – Para aproximar os olhos, o ideal é aplicar um tom de sombra mais escuro nos cantos internos e próximo à raiz dos cílios, clareando em direção ao canto externo.

16 – Já quem tem olhos muito juntos deve usar sombra mais clara ou até com um pouco de brilho no canto interno, e ir escurecendo ao se aproximar do externo.

17 – Se você tem olhos caídos, use sombra escura do canto interno até o externo, subindo em direção ao final da sobrancelha. Evite delinear o contorno dos olhos.

18 – Quem tem olheiras deve abandonar as sombras azuis, que tornam o problema mais evidente.

19 – A maquiagem não precisa seguir sempre as mesmas regras. Crie um look contemporâneo misturando olho metalizado com traço puxado (bem anos 1970)
a uma boca opaca clara (herança dos anos 1960).

20 – Para fazer um olho esfumado perfeito, passe primeiro sombra bronze-escuro em toda a pálpebra e esfume. A seguir, aplique sombra preta rente aos cílios, já marcado previamente com lápis ou delineador, e esfume novamente.

21 – Exibir cílios longos e volumosos exige paciência. Aplique uma camada de máscara, espere secar, aplique outra e continue… Faça isso até chegar ao resultado esperado.

22 – Está em dúvida quanto à cor da sombra? Use os tons de marrom. Não tem erro!

Texto: Denise Fernandes
Foto: Thinkstock/Getty Images

Saiba como foram escolhidas as cores do inverno


Na década de 1990, a moda passou por uma transformação radical. O estilo não era mais ditado pelas marcas, mas pelo que as pessoas estavam usando nas ruas. O historiador inglês Ted Polhemus denominou este fato como “supermercado de estilos”, ou seja, você poderia escolher seu próprio estilo, como se escolhesse uma lata de sopa numa prateleira de supermercado. Isso trouxe uma liberdade maior de escolhas, mas também o desafio para o mercado de acertar o que vai estar em alta na próxima estação e minimizar os possíveis prejuízos de uma coleção de roupas encalhadas por não traduzirem os desejos do consumidor.
Foi neste período que surgiram os “cool hunters”, algo como “caçadores de tendências”, que se especializaram em buscar no presente sinais de comportamento e atitudes que ganharão as ruas no futuro, orientando a criação de produtos de consumo.  Eles trabalham em escritórios, como o WGSN, que presta serviço de pesquisa online, análise de tendências e notícias para as indústrias da moda e estilo.
“A cada seis meses, nosso time se reúne para pensar as macrotendências que vão reger as próximas estações. Nesses encontros, fazemos um ‘brainstorm´ (tempestade de ideias, em inglês) com o que cada um tem visto em sua região e conectamos os pontos. Somos estimulados por pesquisas visuais e de dados e conseguimos chegar a três macrotemas que vão guiar o comportamento do consumidor nos próximos dois anos. Daí, saem os temas, cores e materiais que vamos utilizar em determinada estação”, explica Carolina Althaller, relações públicas do WGSN no Brasil. Para se ter uma ideia do calendário da empresa, em dezembro de 2011 foram lançadas as macrotendências para o inverno de 2014 no país.
Para o outono/inverno de 2012, o grande tema trabalhado foi “O triunfo da beleza”.  De acordo com Carolina, depois dos momentos econômicos difíceis por que o mundo passou, vive-se um “novo começo”, com consumidores mais exigentes em relação aos produtos. Eles querem peças que aliem excelente design, tenham uma tecnologia inspiradora e que, de alguma forma, melhorem suas vidas. “Cabe à indústria criativa reconhecer essa mudança de pensamento e explorar a noção de beleza que equilibra íntimo e visionário, decorativo e funcional, para este novo recomeço”, disse ela.
Apesar de tudo isso parecer abstrato demais para o consumidor final do s produtos de moda, foi a partir destes conceitos que a indústria criativa começou sua produção para o próximo inverno. Uma cena do filme “O Diabo Veste Prada” (2002) ajuda a entender este complexo processo: a editora de moda Miranda Priestly (Meryl Streep) está escolhendo entre dois cintos azuis, quando escuta uma risada de sua nova assistente Andy (Anne Hathaway), que não entendia a diferença entre as peças. O comentário da editora é uma aula sobre o assunto.
“Você acha que isso não tem nada a ver com você. Você abre o seu guarda-roupa e pega, sei lá, um suéter azul todo embolado, porque você está tentando dizer ao mundo que você é séria demais para se preocupar com o que vestir. Mas o que você não sabe é que esse suéter não é somente azul. Não é turquesa. É “sirilio”. E você também é cega para o fato de que em 2002, Oscar de La Renta fez uma coleção com vestidos somente nesse tom. (…) E o sirilio começou a aparecer nas coleções de muitos estilistas. E logo chegou às lojas de departamentos. (…) E foi assim que chegou a você. E sem dúvida esse azul representa milhões de dólares em incontáveis empregos. E é meio engraçado como você acha que fez uma escolha que te exclui da indústria da moda, quando, na verdade, você está usando um suéter que foi selecionado para você pelas pessoas nesta sala entre uma pilha de coisas”.
Então, lembre-se que o que parece ser um gosto exclusivamente pessoal, como escolher entre uma camisa azul ou outra cinza, na verdade, é uma construção muito sofisticada que envolve pesquisa e movimenta um mercado no mundo de mais de um bilhão de dólares por ano.

More wallpapers! Mais wallpapers!


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English: fall leaves wallpaper, fall season wallpapers, fall wallpaper hd, fall colors wallpaper, fall harvest wallpaper (Photo credit: Wikipedia)

Como não dá mais para postar figuras aqui (exceto as que já salvei como rascunho), coloquei diversos papeis de parede no meu outro blog, confiram…

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Given the fact that I can no longer post images here (except for those that have already been saved as drafts), I have posted several wallpapers in my other blog, check them out in the links above!

Sobre pré-julgamentos e não gostos (2)


Já escrevi sobre isso aqui, mas após uma conversa que tive meses atrás, não posso deixar de voltar ao tema…

Você, que adora apontar o dedo para o meu nariz acusativamente – o que, aliás, é 100% desnecessário, pois nunca neguei que sou preconceituosa – com certeza tem seus próprios preconceitos. Todo mundo tem.

Sim, é óbvio que estas pessoas

têm sentimentos e têm QI (aliás, se tem uma coisa que não me faz invejar as gostosas profissionais é que elas nunca vão saber ao certo quando um cara gosta mesmo delas ou se aproximou – e continua com elas – meramente por causa de suas taras babonas. “Nunca” não…na verdade, assim que elas saírem do holofote, pois deixaram de se cuidar, ou pelo simples fato de que o tempo passou, aí quem sabe elas terão a chance de serem vistas pelo que realmente não, e não pela coxona, bundona ou peitão que outrora ostentavam e atraíam tantos olhares e paus) – algumas delas se bobear devem ter QI muito mais alto que o nosso *rs* (uma vez conheci uma groupie lindíssima e de inteligência acima da média).

Só que…todos sabem (se não sabem, deveriam saber!): é necessário muito tempo, investimento econômico e dedicação para atingir o grau de perfeição corporal (e de habilidades sexuais) universalmente admirado. É uma questão basicamente matemática: quando são necessárias 8 horas diárias para a manutenção e o aperfeiçoamento corporal e sexual, tais 8 horas não podem ser dedicadas ao estudo ou ao ensino ou à pratica de atividades mais progressistas e úteis à humanidade, simples assim. Já dizia nossa querida e falecida Cecília Meireles, num poeminha para crianças:

Ou isto ou aquilo

Ou se tem chuva e não se tem sol
ou se tem sol e não se tem chuva!

Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!

Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.

É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!

Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.

Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo . . .
e vivo escolhendo o dia inteiro!

Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.

Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.

Em compensação, quem se dedica a atividades não-corporais, necessariamente vai ficar com o corpo dito “meia-boca”. Talvez não por completo, se fizer atividades físicas durante uma hora diariamente, mas nunca vai conseguir obter os mesmos resultados de quem se submete a inúmeros tratamentos de beleza e horas de malhação. Um equilíbrio perfeito entre trabalho intelectual e trabalho físico é muito difícil de se alcançar. Por isso minha grande admiração pelos monges do templo Shaolin (na verdade, os monges são apenas um exemplo específico…me refiro aqui a diversas filosofias orientais), que se dedicam com igual disciplina ao aprimoramento integral do corpo e da mente

O meu problema com a galera que costumo denominar “100% casca” (maldade! *rs*) é…bom, o meu problema com essa galera são vários, na verdade 😉 Vou tentar listar (sem ordem de importância):

  • a questão do corpo como mercadoria, que é simplesmente brochante para mim…corpo como moeda de troca, como mecanismo de enganação ou de manipulação, enfim…
  • o desperdício das potencialidades humanas – preciso elaborar?? Ok, todo mundo tem QI, as gostosas e os gostosos têm QI, beleza! – porém, por mais alto que seja esse QI, pode-se sempre aprimorá-lo
  • o desperdício material (1) – nosso planeta já não está suficientemente devastado?? Quanto recurso natural gasto em mercadorias desnecessárias – cremes disso e daquilo, depiladores dos mais variados, trecos e cacarecos de plástico que depois vão inevitavelmente virar lixo, e por aí vai…
  • o desperdício material (2) – a casca – por mais bem tratada que seja por exercícios físicos, dieta regrada, cremes anti-rugas, óleo perfumadinho, glitter, blablabla – vai morrer 😉 E, quando se for, o quê exatamente essa casca terá deixado no mundo (exceto seus restos para serem reciclados pela natureza)? Qual o legado da casca? A ideia de que o corpo é mercadoria? Ou quem sabe a ideia de que sem sacrifício e sofrimento (quem faz depilação com cera sabe! *rs*) não há beleza? 😉
  • tá, precisaria elaborar muito mais sobre o desperdício das potencialidades humanas…as pessoas que poderiam ser ajudadas (mas não foram), as coisas que poderiam ser inventadas (mas não foram), a consciência que poderia atingir graus mais elevados de capacidade cognitiva…afff, juro que não sinto necessidade de elaborar esse argumento, pô, o desperdício das potencialidades é tão óbvio e tão absurdamente gigantesco que só um bocó não conseguiria perceber!
  • o desperdício das oportunidades (escrevo mais abaixo)

Além da galera 100% casca, sabe quem mais tem QI e sentimentos? Essa galera aqui:

É, acho que você, que apontou o dedo para o meu nariz pelo meu preconceito contra as moças que se dedicam a atividades sobretudo eróticas (dos mais diversos graus), também tem preconceito. Você nunca olharia para uma uma mulher do lixão como olharia para uma mulher profissionalmente gostosa, e nem para essa moça aqui:

Ou para a Alison Lapper:

Você jamais as trataria da mesma forma. E todas tem QI! Todas têm sentimento!

Eu não posso deixar de ver a correlação, sabe? Entre a indiferença, o descaso e a miséria e o preconceito contra uns, e o protecionismo com outros. As gostosas sempre serão endeusadas, admiradas e cobiçadas.

Exclusivamente pelo corpo. Isso não é preconceito? Ah, pelo corpo e, segundo alguns bocós babões, porque “elas também têm sentimentos e QI, sabia??” *rs*

O meu problema com a “galera casca” não é só com o que essa galera deixa de realizar ao se dedicar exclusivamente ao corpo. É que essa galera teve – e tem – oportunidades que a galera do lixão, e a galera que faz parte do time dos deficientes físicos (tá, eu sei, “portadores de necessidades especiais”, que seja), jamais tiveram ou terão. A maioria dessas gostosas são provenientes das classes média ou média-alta, tiveram famílias estruturadas, estudaram em boas escolas (se aproveitaram delas ou não, aí são outros quinhentos…), enfim, tinham tudo para evoluir enquanto ser humano integral, mas preferiram pegar o “atalho”, porque é muito mais fácil dar umas reboladas, mostrar um pedaço do peitinho nos Big Brothers da vida, dormir com algum figurão de alguma emissora de TV, e voilà! 15 minutos de fama, capa da Playboy e uns milhões embolsados.

Bom, não sei se ficou claro o que eu queria dizer, estou com sono, talvez o texto tenha ficado confuso ou incompleto, mas de toda forma acho que deu pra sacar a essência da coisa, e complementar aquele meu primeiro post.

Marcha das vadias – Slutwalk


Em outros países:

Parem de culpar a vítima

Não me diga o que vestir, diga a eles para não estuprar

Não se trata de direitos de gênero, e sim de direitos humanos

Adoro os indianos, esses sim são machos de verdade!!! Os homens daqui bem que poderiam se manifestar ao invés de escreverem coisas estúpidas e machistas como “a marcha das vadias é bobagem de menina de classe média”

The number of rapes which get reported is an extremely low proportion of the number which actually occur, and people need to know that what they were wearing, how drunk they were, or whatever other circumstances came into play, are irrelevant: being raped is not the victim’s fault.”

Frases que tive que ouvir essa semana


1- “Sôôô, veio vestida de menina hoje?!”

2- “Onde você vai assim, toda elegante?!”

3- “Fil-fil tesouro!”

É…bem se vê que, apesar de eu ter parado de me vestir com um macacão da Moranguinho e xuxinhas nos cabelos

ou com um vestido xadrez preto e branco com ilustrações de lacinhos e com babados nas mangas e na barra, bem pouco chamativo e lindamente complementado por um mega laço idem na cabeça

e apesar de eu ter parado de me vestir assim:

…ou assim!

…há alguns anos, pelo jeito minha fama em termos de moda ainda não é lá das melhores 😛

Pô, que turma cri-cri!!! Larguem a mão de serem chatos! Deixem-me em paz com minha improvisada bandana hippie de bolinhas (em perfeita harmonia com a bata gigante cor de salmão, diga-se de passagem…), minha blusa pink perfeitamente combinante com meu chapéu semi-másculo xadrez, meu camisetão três vezes maior que eu, e minhas calças vermelha, rosa e amarelo-ovo* que tanto amo 🙂

* é favor notar que minha tendência cromática de gosto duvidoso é genética, tá…a evidência está na foto do vestido preto-e-branco, podem reparar na pessoa da senhora minha mãe.

Propaganda – Advertisement


Não costumo gostar de propagandas – SOBRETUDO as que interrompem minhas visitas ao Youtube…elas irritam 😉 Mas hoje eu estava distraída abrindo outra janela enquanto o vídeo que queria assistir começava a ser carregado, então o anúncio começou a tocar automaticamente e eu mal percebi…por quê? Porque a tal propaganda tinha como música de fundo nada mais nada menos do que a Enjoy the Silence, do Depeche Mode. Fiquei curiosa e continuei assistindo…era uma propaganda da Dior. De muito bom gosto – além da música excelente, ainda por cima tinha como cenário o não menos maravilhoso Palácio de Versalhes (e seu respectivo jardim)…para quem nunca viu como ele é, ou viu partes, é legal assistir. Para quem já foi visitá-lo, é legal assistir também para relembrar o deslumbramento 😛

Claro que tem umas modelos semi-anoréxicas (…) ali, correndo (!) e de sutiã (!) em plena galeria dos espelhos, mas enfim…ah, e aquela lágrima brega que escorre do olho de uma delas também é hiper forçada *rs* Fora isso, a fotografia é impecável, vale a pena assistir, muito bela a propaganda:

‘Secret Garden – Versailles’
A film by Inez van Lamsweerde and Vinoodh Matadin, starring Daria Strokus, Melissa Stasiuk and Xiao Wen Ju in La Galeries Des Glaces – Château de Versailles.
Music by Depeche Mode: ‘Enjoy the Silence’

Words like violence
Break the silence
Come crashing in
Into my little world
Painful to me
Pierce right through me
Can’t you understand
Oh my little girl

All I ever wanted

All I ever needed
Is here in my arms
Words are very
Unnecessary
They can only do harm
Vows are spoken
To be broken
Feelings are intense
Words are trivial
Pleasures remain
So does the pain
Words are meaningless
And forgettable
All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very
Unnecessary
They can only do harm
All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very
Unnecessary
They can only do harm
All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very
Unnecessary
They can only do harm
Enjoy the silence…