O que buscar em um parceiro?


http://br.mulher.yahoo.com/blogs/amoreoutrascoisas/o-que-buscar-em-um-parceiro-172834021.html

Uma empresa inglesa, desenvolveu uma pesquisa sobre o tema e os resultados, você confere a seguir. 86% das mulheres querem um homem sensível e 64% afirmam que querem que este diga “eu te amo” somente quando, realmente, estiver certo disso.

Moreno, 1.80 de altura, bom rendimento anual. Mestrado ou doutorado, que seja divertido e que saiba conversar. Ele deve ser romântico, dependente e saber cozinhar.

Nessa e em outras pesquisas, fica claro que, para os homens, a preocupação é outra. Eles preferem mulheres com curvas bem desenhadas e morenas. 75% deles acreditam que um sorriso transforma uma mulher em uma fêmea sedutora e que uma boa cozinheira sai à frente, quando comparadas a outras mulheres que detestam o fogão.  A pesquisa revela um ponto, ainda, discutível, o homem se preocupa mais com o histórico sexual da parceira que o inverso.

Bem, depois disso tudo, fica o convite à reflexão. E para você? Qual o homem ou mulher ideal?

Você sabia que é melhor ter isso claro na mente, antes de sair para o mercado? Até por que quando não sabemos o que queremos, qualquer coisa serve.

E, então, podemos muito bem levar coelho por lebre e vice-versa.

Qual o seu tipo ideal? O que você aceita e não aceita?

Como encara uma relação saudável de amor e uma relação não saudável? Em qual quer entrar?

Pense nisso, pense muito e depois escolha. Escolha o que quer incluir na sua vida, na sua rotina, nos seus relacionamentos.

Parece simples?

Pois é, não é simples. Por vezes, acabamos cedendo e entrando em relacionamentos que em nada se parecem com o que um dia sonhamos.

Então, se estiver, nesse momento, no meio tempo, pare, anote o que quer e o que não quer. O que suporta e não suporta em uma relação.

Se não conseguir fazer isso sozinho (a), chame um amigo, façam em conjunto. Anotem tudo o que conta e o que não importa. Desenhem esse parceiro (a) ideal e, depois disso, se abram para o universo.

Mais do que saber, é preciso querer.

Isso também é importante que você compreenda. Em alguns casos, temos um discurso diferente da atitude. Sabemos o que queremos da boca prá fora. Na hora mesmo de escolher, escolhemos o  que estamos habituados. Se for sofrimento, dor, agressão — relações não saudáveis, mais sofrimento, dor e agressão.

Para quebrar o círculo, só mesmo ficando muito atento e presente. Só mesmo tendo muito claro o que queremos. Daí, então, é só dizer SIM ou NÃO de acordo com o que se apresenta.

E, nesse hora, não vale a pressa, não vale a urgência. Faça com calma. Faça com tempo. Não escolha um companheiro como quem troca de roupa. Afinal, viver uma relação sempre nos deixa marcas. Que sejam, então, positivas. Que sejam, então, para o nosso bem.

Compartilhe aqui nesse espaço suas preferências. E, mais que isso, aprenda a ficar com elas. Aprenda a ouvir seu coração e a escolher o verdadeiro, sem ilusão, sem medo, sem dor.

Boa semana. Boa escolha.

Sandra Maia é autora dos livros Eu Faço Tudo por Você — Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno e Coisas do Amor.

Dúvidas sobre relacionamentos? Envie para s2maia@yahoo.com.br que elas poderão ser comentadas aqui no blog.

Mais informações sobre a autora no www.sandramaia.com ou no blog www.coisasdoamor.com.br

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A Reading from ‘The Hand of Glory’ The Antidote—classic poetry for modern life


The Hand of Glory
By Richard Harris Barham

On the lone bleak moor,
At the midnight hour,
Beneath the Gallows Tree,
Hand in hand
The Murderers stand
By one, by two, by three!
And the Moon that night
With a gray, cold light
Each baleful object tips;
One half of her form
Is seen through the storm,
The other half ‘s hid in Eclipse!
And the cold Wind howls,
And the Thunder growls,
And the Lightning is broad and bright;
And altogether
It’s very bad weather,
And an unpleasant sort of a night!
“Now mount who list,
And close by the wrist
Sever me quickly the Dead Man’s fist!
Now climb who dare
Where he swings in air,
And pluck me five locks of the Dead Man’s hair!”

As a festival of fright and laughter, Halloween is our annual celebration of the Romantic spirit. Fear takes us on a journey into a higher reality; laughter brings us back to earth with a bump. The combination of the two means we can open and close our eyes to the beyond, without being blinded by its glare.

For me, the perfect Halloween poem comes from “The Ingoldsby Legends,” a wonderful hodgepodge of verse and tall tales written by a bored country cleric in 19th century England. At the time, the book was a huge hit, going through a number of editions, before lapsing into obscurity.

I only heard of it from a passing reference in Rider Haggard’s adventure classic “King’s Solomon’s Mines.” Opening up a second-hand copy, I was plunged headlong into the rollicking yarn, “The Hand of Glory.”

The legend of the hand of glory states that if you light a dead man’s hand the smoke will paralyze all those who inhale the fumes. This grisly candle features in the Hammer film, “The Wicker Man,” and even appears in “Harry Potter and the Chamber of Secrets,” where it is one of the uncanny objects in the Dark Arts shop Borgin & Burkes, visited by Draco Malfoy in the nefarious Knockturn Alley.

The poem begins by setting the scene, where all the classic elements of horror are present and correct. We are on the “lone bleak moor,” where we can almost hear the gnashing of the wind. It is, unsurprisingly, midnight—and a hanged man swings from the gallows. Three murderers have come for his bloodless hand. If we’re searching for a spine-tingling tale, what more could we ask for?

Half-eclipsed, the moon casts its “gray, cold light” on the dismal landscape. As the “wind howls” and the “thunder growls” the passage seems to build towards a vision of complete nightmare. And when we reach the word “altogether,” we expect a revelation of unimaginable and unmentionable evil.

Instead, the speaker adds, “It’s very bad weather,” as if reading the weather forecast! Terror turns into nothing more than tutting disapproval and the contrast evokes shrieks of laughter rather than fear. This technique of pulling the rug from underneath our feet is repeated throughout the poem, as if the speaker is struggling to keep a straight face.

Now we hear the voice of one of the murderers coming through the storm. He challenges those who “list” (meaning “listen”) “to sever the dead man’s wrist.” The use of triple rhyme gives his words a marvelous swing and ring, and the final line, “And pluck me five locks of the dead man’s hair” rounds off the passage with tremendous, lip-smacking relish. Who could resist the temptation to say the words aloud in a suitably sinister voice?

The poem goes to describe how the murderers meet the local witch, whose most grotesque feature seems to be her bad taste in hats. They all go off to Tappington Hall, burn the Hand of Glory and burst in. Upstairs, an old miser is counting his money and is suddenly frozen in place. The murderers kill him and take his treasure—and we are treated to a ghoulish description of the gore-drenched corpse, “carotid and jugular both cut through!”

However, in the morning, the man’s little pug dog tracks the murderers down “with his little pug nose,” sniffing out the fat goose feast they are enjoying at the local inn. At the end, the fiends are hanged, and the witch is carried off by the Grim Reaper himself. The poem concludes on perhaps the funniest moment of all, when the speaker drolly describes this tallest of tales as “this truest of stories.”

This is poetry proud to be purple and just made to be performed. So if you can, look up the whole poem online and print it out. Light a candle, dim the lights and share with your family and friends on Halloween. There will be fright and laughter galore.

The Reverend Richard Harris Barham (1788–1845) was a curate in the Church of England. The “Ingoldsby Legends” was originally published under the pseudonym Thomas Ingoldsby.

Christopher Nield is a poet living in London.

http://www.theepochtimes.com/n2/arts-entertainment/the-antidote-a-reading-from-the-hand-of-glory-63410.html

Como Lidar com um Homem


1ª Lição – Homem tem prazo de validade.
É bem simples entender como funciona a validade de um homem, pois é quase como a validade de um alimento perecível ou coisa do tipo. Segue a mesma lógica de verde, maduro e podre. Mas, assim como as frutas, alguns você já conhece podre, daí não namora. Mas estamos falando de namorados, se você for inteligente pega os que têm possibilidade de chegar a fase madura, né?

Fase Verde  – quando você o conhece. Manda flores, faz joguinhos de conquista e finge a todo custo que não faz e que é tudo natural (claro, eles não iriam confessar que fazem joguinhos por que isso “é coisa de mulher”). Os beijos e o entrosamento ainda não são 100%, já que ainda estão se conhecendo, mas mesmo assim tem seu encanto e magia de “começo”. Tudo vai melhorando até chegar a próxima fase…

Fase Madura – já se conhecem, o encantamento do começo dá lugar ao entrosamento e confiança mais fortes. Fase perigosa e que varia muito de casal pra casal: alguns permanecem por muito tempo nesta fase e outros passam por ela sem nem perceber e caem logo na terceira fase. Pros que curtem, esta fase é marcada pela convivência pacífica e prazerosa. Pros que não curtem, ela é vista como “a rotina”, ou seja, aquela coisa sem graça, cara de feijão com arroz de todo o dia.

Fase Podre – o nome é “expositório” (do verbo “expor”) da situação. É a fase de FIM (se você não for masoquista é, tem gente que passa o resto da vida nela). Em que as coisas estão más. O mais importante dessa fase é entender que: tem pedra que por mais que a gente jogue litros de água, não fura. Não insista, não chore pelo leite que foi (ou não) derramado, é sempre pior.
Em suma: esqueça a pessoa e siga em frente. Esta é a grande 1ª Lição. Lembre-se da última fase desde o início, e lembre-se também que ela não desvalida as outras fases, é apenas um ciclo natural da vida dessa criatura que estamos desmistificando com estas lições.

2ª Lição – Eles não nos entendem, portanto, o importante é que nos obedeçam.
Então pára de tentar explicar o que você quer, por que você quer, as finalidades, os argumentos, as justificativas, mostrar que você tem razão… NÃO ADIANTA. É como tentar ensinar macacos a andar de salto alto, esqueça querida! Eles vão fingir que entenderam e em menos de duas horas se o problema suscitar novamente você vai ter que explicar tudo de novo gastando sua saliva e beleza… NÃO VALE A PENA! Faça-se ser obedecida, isso basta. Pra eles inclusive é o que basta. Eles sempre fingem que entendem o mais rápido possível só pra gente parar de falar e “ficar tudo bem”. É uma questão que atende aos dois lados. Você finge que acredita que eles entenderam, eles fingem que entenderam, te obedecem e fica tudo bem. A propósito, o princípio de convivência entre homens e mulheres é sempre este.

3ª Lição – Há sempre uma forma de conseguir o que queremos.
Nem sempre vale a pena chegar lá, mas é fato que sempre existe uma forma de transformar um NÃO em um SIM. Nem sempre vale a pena porque o que temos que fazer por isso não compensa, vira uma vantagem pra ele. Por isso tem coisa que é melhor relevarmos e tentarmos depois, ou seja, você pode guardar certos pedidos para momentos de chantagem emocional, aqueles em que ele vai sentir o dever moral (lê-se: pressão sentimental) de fazer qualquer coisa que você peça.

4ª Lição – não namore caras com amigos muito bonitos.
Precisa mesmo explicar os motivos disso? Na dúvida vou ressaltar um ponto mais importante que leva a essa conclusão: não são todos os amigos que aceitam (ou sequer pensam no assunto) namorar com ex-namoradas de seus amigos. Então, mesmo depois de você não ter nada com o cara você perdeu a chance de ter algo com aquele amigo lindo, maravilhoso, gostoso do seu, agora, ex. E por outro lado deve-se pensar se você própria gostaria de namorar um amigo do seu ex. Por exemplo, se eles forem muito de estar junto você vai ter que agüentar seu ex… Como se já não bastasse ter que agüentar sogra, sogro, eventuais cachorros, papagaios, irmãos… Complicado, né? Melhor evitar. (Salvo que valha MUITO, leia de novo, MUITÍSSIMO MUITO a pena.)

5ª Lição – você não é a Madre Teresa de Caucutá.
Começando que (por mais feia que você seja) você é mais bonita e mais nova que ela. Você não é obrigada a aceitar tudo, perdoar tudo e fazer tudo que ele quer, muito pelo contrário. Se alguém nessa relação tem o dever de te agradar, esse alguém é ele. Pelo simples fato de ter tido a “infelicidade” de nascer homem. Esqueça as lutas de igualdade entre o sexo, quando convém nós somos o “sexo frágil” sim. Mais uma coisa muito importante: não deixe que ele se comporte como a mulher da relação! Ou seja, aqueles que tentam conseguir tudo que querem, por mais absurdo e infantil que seja, através de chantagens emocionais. É uma coisa que as mães deles deviam ter ensinado ainda na infância, mas tudo bem, nós resolvemos o problema.

http://www.trocistas.com/flavia/como-lidar-com-um-homem-versao-namorado/

Impostores pascais!!!


Cuidado…eles parecem fofos, mas são super do mal!!!! Veja como seu modus operandi é eficaz…

Kaiser eats the world


In a dream-like scene from Charlie Chaplin’s The Great Dictator, the titular tyrant [1] gently plucks a large globe from its standalone frame, holds it longingly in his arms and dances it across his office to the tones of Wagner’s Lohengrin 

The globe dance is a variation – arguably one too gentle and dream-like [2] – on a popular theme in cartographic propaganda: the evil genius, hell-bent on world domination, shown grabbing, bestriding, slicing a representation of the planet.

That malevolent mastermind is often symbolised by an octopus, an animal whose sinister tentacularity has made it a staple of map cartoons looking to convey foreign menace [3]. The person depicted here was equally recognisable to the audience of the time (the cartoon dates from 1915, the second year of World War I). Should the black, eagle-encrusted helmet not be clue enough, the trademark handlebar moustache, dispelled any doubt: this is Wilhelm II, the Kaiser [4] of Germany.

Wilhelm II is ferociously trying – but failing – to swallow the world whole. The title L’ingordo is Italian, and translates to: ‘The Glutton’. The subtitle is in French: Trop dur means ‘Too hard’. The cartoon, produced by Golia [5], conveys a double message.

It informs the viewer that the current conflict is the result of Wilhelm’s insatiable appetite for war and conquest, but he has bitten off more than he can chew. The image of the Kaiser vainly trying to ingest the world signals both the cause of the Great War, and predicts its outcome – the tyrant shall fail.

No opportunity is missed to portray the Kaiser as an awful monstrosity: the glaring eyes, the sharp teeth, the angrily flaring ends of his upturned moustache [6]. But it must be said that Wilhelm’s portrayal by Allied propaganda as an erratic, war-mongering bully wasn’t entirely unjustified [7]. Upon his accession to the throne in 1888, he personally set Germany on a collision course with other European powers. His impetuous policies were later blamed for reversing the foreign-policy successes of Chancellor Bismarck, whom he dismissed, and ultimately for causing World War I itself.

As Germany’s war effort collapsed in November 1918, Wilhelm abdicated and fled to the Netherlands, which had remained neutral. The Dutch queen Wilhelmina resisted international calls for his extradition and trial. The Kaiser would live out his days in Doorn, not far from Utrecht, spending much of the remaining two decades of his life fuming against the British and the Jews, and hunting and felling trees. He died in 1941, with his host country under Nazi occupation. Contrary to Hitler’s wishes to have him buried in Berlin, Wilhelm was determined not to return to Germany – even in death – unless the monarchy was restored. The gluttonous last Kaiser of Germany, who bit off more than he could chew, is buried at Doorn.

This image found here at Scartists.com. 

_______________

[1] Adenoid Hynkel, a thinly veiled parody of Adolf Hitler. The Great Dictator was Chaplin’s indictment of fascism, exposing its “machine heart” to the corrosive power of parody. Curiously, the theme of mistaken identity between the dictator and the Jewish barber (both played by Chaplin) replicates the parallels between Hitler and Chaplin. Both were born only four days apart in April 1889, and both sported similar toothbrush moustaches.

[2] The Great Dictator was very popular upon its release in October 1940; but Chaplin later stated he would never have made it, had he known the extent of the horrors perpetrated by the Nazi regime.

[3] See #521 for an entire post devoted to cartography’s favourite monster.

[4] The German word for Emperor, like the Russian Czar, derives from the Roman Caesar. It retains its particularly negative connotation from World War I, and hence usually applies to Wilhelm II (less to his only predecessor as Emperor of unified Germany, Wilhelm I; or the Emperors of Austro-Hungary).

[5] Italian for ‘Goliath’; pseudonym of the Italian caricaturist, painter and ceramist Eugenio Colmo [1885-1967].

[6] It’s probably no coincidence that they look like flames. Wilhelm II reputedly employed a court barber whose sole function was to give his trademark moustache a daily trim and wax. After his abdication, he grew a beard and let his moustache droop. Perhaps his barber was a republican after all.

[7] In a 1908 interview with the Daily Telegraph, meant to strengthen Anglo-German friendship, Wilhelm called the English “mad, mad, mad as March hares”. Other outbursts in the same interview managed to alienate also the French, Russian and Japanese public opinions. In Germany, the interview led to calls for his abdication; he subsequently lost much of his real domestic power, but came into focus as the target for foreign ridicule.

(the whole thing has come from here)

Dicas de maquiagem:


Sabe aquelas dicas que só os profissionais conhecem e fazem toda a diferença na hora do make? Estão todas aqui. Vamos lá…

Aliada indispensável da beleza feminina, a maquiagem tem lá seus (vários) segredinhos. Com produtos específicos e técnicas corretas é possível disfarçar espinhas e manchas, tornar os lábios mais volumosos, valorizar os olhos… para saber estes e outros truques, entrevistamos os experts Duda Molinos, Sadi Consati – consultor estratégico de O Boticário para a linha de maquiagem Intense –, Simone Machado Elvira, do Salão Jacques Janine, e Roseane Góes, do Salão C. Kamura. Anote.

1 – A sombra não precisa combinar com a roupa, mas é necessário existir uma harmonia. Por exemplo, se o look é supercolorido ou floral, a sombra deve ser neutra para equilibrar o visual.

2 – Para não carregar muito na cor da sombra, aplique-a aos poucos, esfumando até chegar ao tom desejado.

3 – Uma forma fácil e bonita de usar sombras é eleger duas tonalidades (uma clara e outra escura) e aplicar a mais clara no canto interno e a mais escura no externo, criando uma fusão, sem contrastes entre elas.

mulher-maquiagem-olhos

4 – Para o ambiente de trabalho, prefira sombras em tons mais neutros, como marrom, pérola e rosa queimado. Deixe as cores fortes e os brilhos para as festas e baladas.

5 – Uma boa dica para fazer a sombra durar mais é passar primeiro uma camada de sombra cremosa (em bastão, por exemplo) e aplicar por cima a compacta.

6 – Também vale umedecer levemente o pincel na água antes de aplicar o produto. Além de fixar melhor a sombra, o truque torna sua cor mais intensa.

7 – Quem tem olhos proeminentes deve evitar sombras coloridas e cintilantes. As cores neutras e quase sem brilho são as mais indicadas.

8 – Outra opção é aplicar sombra clara abaixo das sobrancelhas e uma sombra escura sobre as pálpebras.

9 – Experimente substituir a sombra por gloss. O make fica supermoderno.

10 – Antes de usar o curvex, esquente a parte da borracha com o secador. Assim ele vai modelar os cílios ainda mais.

11 – Para delinear os olhos sem borrar, faça o traço antes com lápis preto ou marrom, e só então passe o delineador.

12 – Coçou o olho e borrou a sombra cremosa? Use o próprio acúmulo do produto que fica nas dobras da pálpebra para retocar o make.

13 – Loiras devem evitar sombras azul-celeste, pois o tom envelhece o olhar.

14 – Ruivas ficam bem com sombras nos tons de verde, azul-marinho e marrom, mas devem evitar os rosados.

15 – Para aproximar os olhos, o ideal é aplicar um tom de sombra mais escuro nos cantos internos e próximo à raiz dos cílios, clareando em direção ao canto externo.

16 – Já quem tem olhos muito juntos deve usar sombra mais clara ou até com um pouco de brilho no canto interno, e ir escurecendo ao se aproximar do externo.

17 – Se você tem olhos caídos, use sombra escura do canto interno até o externo, subindo em direção ao final da sobrancelha. Evite delinear o contorno dos olhos.

18 – Quem tem olheiras deve abandonar as sombras azuis, que tornam o problema mais evidente.

19 – A maquiagem não precisa seguir sempre as mesmas regras. Crie um look contemporâneo misturando olho metalizado com traço puxado (bem anos 1970)
a uma boca opaca clara (herança dos anos 1960).

20 – Para fazer um olho esfumado perfeito, passe primeiro sombra bronze-escuro em toda a pálpebra e esfume. A seguir, aplique sombra preta rente aos cílios, já marcado previamente com lápis ou delineador, e esfume novamente.

21 – Exibir cílios longos e volumosos exige paciência. Aplique uma camada de máscara, espere secar, aplique outra e continue… Faça isso até chegar ao resultado esperado.

22 – Está em dúvida quanto à cor da sombra? Use os tons de marrom. Não tem erro!

Texto: Denise Fernandes
Foto: Thinkstock/Getty Images