Men can stop rape.Los hombres pueden prevenir la violación. Contre le viol.


If you’re an English speaker, visit http://www.mystrength.org

Si hablas español, visite http://www.mifuerza.org

Si vous êtes francophone, vous pouvez aller ici et signer la pétition: http://www.contreleviol.fr/

Um, dois e muitos


Provavelmente os números 1 e 2 foram os primeiros a serem inventados. Levando em consideração que a mente humana é capaz de reconhecer rapidamente, dentre muitos objetos, uma quantidade de um ou de dois. Assim sendo, fica fácil imaginar que foram estes os primeiros algarismos a serem inventados.

Um
O número 1 tem o sentido do Eu, do pessoal, do inteiro e nas representações numérica aparecia como um traço vertical indicando o homem em posição ereta. O número 1 tem o sentido do masculino, levando em consideração a primeira criação de Deus ser do sexo masculino. Assim sendo, supomos que foi relativamente fácil e lógica a criação do sinal “1”, ou seja, do número 1 para representar a unidade.

Dois
O número 2 nos dá o sentido da existência do outro, do feminino na dualidade masculino/feminino. O número 2 também é símbolo de oposição, de ambigüidade, de divisão, de rivalidade, de conflito e de antagonismo. Mas, também pode representar a união. O  número 2 manifesta-se em tudo o que tem dupla face, como por exemplo: a vida e a morte, o sim e o não, o falso e o verdadeiro, o bem e o mal…

Vários
Antes dos algarismos serem idealizados, o homem primitivo já possuía a idéia do plural, mas a extensão da sua visão só cobria até a quantidade igual a 2. Para este indivíduo, ter três unidades de algo representava ter VÁRIAS unidades, já que só se conhecia até a segunda.

Tags: 

Só para velhos amigos (ou amigos velhos…)



Uma velha senhora foi para um safari na África e levou seu velho vira-lata com ela. 

Um dia, caçando borboletas, o velho cão, de repente, deu-se conta de que estava perdido.

Vagando a esmo, procurando o caminho de volta, o velho cão percebe que um jovem leopardo o viu e caminha em sua direção, com intenção de conseguir um bom almoço ..

O cachorro velho pensa:

-‘Oh, oh! Estou mesmo enrascado !

Olhou à volta e viu ossos espalhados no chão por perto.

Em vez de apavorar-se mais ainda, o velho cão ajeita-se junto ao osso mais próximo, e começa a roê-lo, dando as costas ao predador … 

Quando o leopardo estava a ponto de dar o bote, o velho cachorro exclama bem alto:

-Cara, este leopardo estava delicioso !

Será que há outros por aí ? 

Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um arrepio de terror, suspende seu ataque, já quase começado, e se esgueira na direção das árvores.

-Caramba! pensa o leopardo, essa foi por pouco !

O velho vira-lata quase me pega! 

Um macaco, numa árvore ali perto, viu toda a cena e logo imaginou como fazer bom uso do que vira:

em troca de proteção para si, informaria ao predador que o vira-lata não havia comido leopardo algum.. . 

E assim foi, rápido, em direção ao leopardo.

Mas o velho cachorro o vê correndo na direção do predador em grande velocidade, e pensa : 

-Aí tem coisa!

O macaco logo alcança o felino, cochicha-lhe o que interessa e faz um acordo com o leopardo.

O jovem leopardo fica furioso por ter sido feito de bobo, e diz:

-‘Aí, macaco! Suba nas minhas costas para você ver o que acontece com aquele cachorro abusado!’ 

Agora, o velho cachorro vê um leopardo furioso, vindo em sua direção, com um macaco nas costas, e pensa:

-E agora, o que é que eu posso fazer ?

Mas, em vez de correr (sabe que suas pernas doloridas não o levariam longe…) o cachorro senta, mais uma vez dando costas aos agressores, e fazendo de conta que ainda não os viu, e quando estavam perto o bastante para ouvi-lo, o velho cão diz : 

-‘Cadê o macaco?

Tô morrendo de fome!
Ele disse que ia trazer outro leopardo para mim e  não chega nunca! ‘ 

Moral da história: não mexa com cachorro velho… idade e habilidade se sobrepõem à intriga. 
Sabedoria só vem com esforço, muito estudo e trabalho e também com idade e experiência, que contribuem em muito.

Se você não mandar essa fábula a 5 ‘velhos’ amigos já, haverá menos 5 pessoas rindo no mundo. 

É claro que eu não estou, de modo algum, insinuando que você esteja velho.

Apenas um tantinho assim mais experiente.

Ou você não percebeu o tamanho da letra???

O que buscar em um parceiro?


http://br.mulher.yahoo.com/blogs/amoreoutrascoisas/o-que-buscar-em-um-parceiro-172834021.html

Uma empresa inglesa, desenvolveu uma pesquisa sobre o tema e os resultados, você confere a seguir. 86% das mulheres querem um homem sensível e 64% afirmam que querem que este diga “eu te amo” somente quando, realmente, estiver certo disso.

Moreno, 1.80 de altura, bom rendimento anual. Mestrado ou doutorado, que seja divertido e que saiba conversar. Ele deve ser romântico, dependente e saber cozinhar.

Nessa e em outras pesquisas, fica claro que, para os homens, a preocupação é outra. Eles preferem mulheres com curvas bem desenhadas e morenas. 75% deles acreditam que um sorriso transforma uma mulher em uma fêmea sedutora e que uma boa cozinheira sai à frente, quando comparadas a outras mulheres que detestam o fogão.  A pesquisa revela um ponto, ainda, discutível, o homem se preocupa mais com o histórico sexual da parceira que o inverso.

Bem, depois disso tudo, fica o convite à reflexão. E para você? Qual o homem ou mulher ideal?

Você sabia que é melhor ter isso claro na mente, antes de sair para o mercado? Até por que quando não sabemos o que queremos, qualquer coisa serve.

E, então, podemos muito bem levar coelho por lebre e vice-versa.

Qual o seu tipo ideal? O que você aceita e não aceita?

Como encara uma relação saudável de amor e uma relação não saudável? Em qual quer entrar?

Pense nisso, pense muito e depois escolha. Escolha o que quer incluir na sua vida, na sua rotina, nos seus relacionamentos.

Parece simples?

Pois é, não é simples. Por vezes, acabamos cedendo e entrando em relacionamentos que em nada se parecem com o que um dia sonhamos.

Então, se estiver, nesse momento, no meio tempo, pare, anote o que quer e o que não quer. O que suporta e não suporta em uma relação.

Se não conseguir fazer isso sozinho (a), chame um amigo, façam em conjunto. Anotem tudo o que conta e o que não importa. Desenhem esse parceiro (a) ideal e, depois disso, se abram para o universo.

Mais do que saber, é preciso querer.

Isso também é importante que você compreenda. Em alguns casos, temos um discurso diferente da atitude. Sabemos o que queremos da boca prá fora. Na hora mesmo de escolher, escolhemos o  que estamos habituados. Se for sofrimento, dor, agressão — relações não saudáveis, mais sofrimento, dor e agressão.

Para quebrar o círculo, só mesmo ficando muito atento e presente. Só mesmo tendo muito claro o que queremos. Daí, então, é só dizer SIM ou NÃO de acordo com o que se apresenta.

E, nesse hora, não vale a pressa, não vale a urgência. Faça com calma. Faça com tempo. Não escolha um companheiro como quem troca de roupa. Afinal, viver uma relação sempre nos deixa marcas. Que sejam, então, positivas. Que sejam, então, para o nosso bem.

Compartilhe aqui nesse espaço suas preferências. E, mais que isso, aprenda a ficar com elas. Aprenda a ouvir seu coração e a escolher o verdadeiro, sem ilusão, sem medo, sem dor.

Boa semana. Boa escolha.

Sandra Maia é autora dos livros Eu Faço Tudo por Você — Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno e Coisas do Amor.

Dúvidas sobre relacionamentos? Envie para s2maia@yahoo.com.br que elas poderão ser comentadas aqui no blog.

Mais informações sobre a autora no www.sandramaia.com ou no blog www.coisasdoamor.com.br

Como Lidar com um Homem


1ª Lição – Homem tem prazo de validade.
É bem simples entender como funciona a validade de um homem, pois é quase como a validade de um alimento perecível ou coisa do tipo. Segue a mesma lógica de verde, maduro e podre. Mas, assim como as frutas, alguns você já conhece podre, daí não namora. Mas estamos falando de namorados, se você for inteligente pega os que têm possibilidade de chegar a fase madura, né?

Fase Verde  – quando você o conhece. Manda flores, faz joguinhos de conquista e finge a todo custo que não faz e que é tudo natural (claro, eles não iriam confessar que fazem joguinhos por que isso “é coisa de mulher”). Os beijos e o entrosamento ainda não são 100%, já que ainda estão se conhecendo, mas mesmo assim tem seu encanto e magia de “começo”. Tudo vai melhorando até chegar a próxima fase…

Fase Madura – já se conhecem, o encantamento do começo dá lugar ao entrosamento e confiança mais fortes. Fase perigosa e que varia muito de casal pra casal: alguns permanecem por muito tempo nesta fase e outros passam por ela sem nem perceber e caem logo na terceira fase. Pros que curtem, esta fase é marcada pela convivência pacífica e prazerosa. Pros que não curtem, ela é vista como “a rotina”, ou seja, aquela coisa sem graça, cara de feijão com arroz de todo o dia.

Fase Podre – o nome é “expositório” (do verbo “expor”) da situação. É a fase de FIM (se você não for masoquista é, tem gente que passa o resto da vida nela). Em que as coisas estão más. O mais importante dessa fase é entender que: tem pedra que por mais que a gente jogue litros de água, não fura. Não insista, não chore pelo leite que foi (ou não) derramado, é sempre pior.
Em suma: esqueça a pessoa e siga em frente. Esta é a grande 1ª Lição. Lembre-se da última fase desde o início, e lembre-se também que ela não desvalida as outras fases, é apenas um ciclo natural da vida dessa criatura que estamos desmistificando com estas lições.

2ª Lição – Eles não nos entendem, portanto, o importante é que nos obedeçam.
Então pára de tentar explicar o que você quer, por que você quer, as finalidades, os argumentos, as justificativas, mostrar que você tem razão… NÃO ADIANTA. É como tentar ensinar macacos a andar de salto alto, esqueça querida! Eles vão fingir que entenderam e em menos de duas horas se o problema suscitar novamente você vai ter que explicar tudo de novo gastando sua saliva e beleza… NÃO VALE A PENA! Faça-se ser obedecida, isso basta. Pra eles inclusive é o que basta. Eles sempre fingem que entendem o mais rápido possível só pra gente parar de falar e “ficar tudo bem”. É uma questão que atende aos dois lados. Você finge que acredita que eles entenderam, eles fingem que entenderam, te obedecem e fica tudo bem. A propósito, o princípio de convivência entre homens e mulheres é sempre este.

3ª Lição – Há sempre uma forma de conseguir o que queremos.
Nem sempre vale a pena chegar lá, mas é fato que sempre existe uma forma de transformar um NÃO em um SIM. Nem sempre vale a pena porque o que temos que fazer por isso não compensa, vira uma vantagem pra ele. Por isso tem coisa que é melhor relevarmos e tentarmos depois, ou seja, você pode guardar certos pedidos para momentos de chantagem emocional, aqueles em que ele vai sentir o dever moral (lê-se: pressão sentimental) de fazer qualquer coisa que você peça.

4ª Lição – não namore caras com amigos muito bonitos.
Precisa mesmo explicar os motivos disso? Na dúvida vou ressaltar um ponto mais importante que leva a essa conclusão: não são todos os amigos que aceitam (ou sequer pensam no assunto) namorar com ex-namoradas de seus amigos. Então, mesmo depois de você não ter nada com o cara você perdeu a chance de ter algo com aquele amigo lindo, maravilhoso, gostoso do seu, agora, ex. E por outro lado deve-se pensar se você própria gostaria de namorar um amigo do seu ex. Por exemplo, se eles forem muito de estar junto você vai ter que agüentar seu ex… Como se já não bastasse ter que agüentar sogra, sogro, eventuais cachorros, papagaios, irmãos… Complicado, né? Melhor evitar. (Salvo que valha MUITO, leia de novo, MUITÍSSIMO MUITO a pena.)

5ª Lição – você não é a Madre Teresa de Caucutá.
Começando que (por mais feia que você seja) você é mais bonita e mais nova que ela. Você não é obrigada a aceitar tudo, perdoar tudo e fazer tudo que ele quer, muito pelo contrário. Se alguém nessa relação tem o dever de te agradar, esse alguém é ele. Pelo simples fato de ter tido a “infelicidade” de nascer homem. Esqueça as lutas de igualdade entre o sexo, quando convém nós somos o “sexo frágil” sim. Mais uma coisa muito importante: não deixe que ele se comporte como a mulher da relação! Ou seja, aqueles que tentam conseguir tudo que querem, por mais absurdo e infantil que seja, através de chantagens emocionais. É uma coisa que as mães deles deviam ter ensinado ainda na infância, mas tudo bem, nós resolvemos o problema.

http://www.trocistas.com/flavia/como-lidar-com-um-homem-versao-namorado/

US States Renamed For Countries With Similar GDPs


Gross Domestic Product (GDP) is a convenient way of measuring and comparing the size of national economies. Annual GDP represents the market value of all goods and services produced within a country in a year. Put differently:

GDP = consumption + investment + government spending + (exports – imports)

Although the economies of countries like China and India are growing at an incredible rate, the US remains the nation with the highest GDP in the world – and by far: US GDP is projected to be $13,22 trillion (or $13.220 billion) in 2007, according to this source. That’s almost as much as the economies of the next four (Japan, Germany, China, UK) combined.

The creator of this map has had the interesting idea to break down that gigantic US GDP into the GDPs of individual states, and compare those to other countries’ GDP. What follows, is this slightly misleading map – misleading, because the economies both of the US states and of the countries they are compared with are not weighted for their respective populations.

Pakistan, for example, has a GDP that’s slightly higher than Israel’s – but Pakistan has a population of about 170 million, while Israel is only 7 million people strong. The US states those economies are compared with (Arkansas and Oregon, respectively) are much closer to each other in population: 2,7 million and 3,4 million.

And yet, wile a per capita GDP might give a good indication of the average wealth of citizens, a ranking of the economies on this map does serve two interesting purposes: it shows the size of US states’ economies relative to each other (California is the biggest, Wyoming the smallest), and it links those sizes with foreign economies (which are therefore also ranked: Mexico’s and Russia’s economies are about equal size, Ireland’s is twice as big as New Zealand’s). Here’s a run-down of the 50 states, plus DC:

  1. California, it is often said, would be the world’s sixth- or seventh-largest economy if it was a separate country. Actually, that would be the eighth, according to this map, as France (with a GDP of $2,15 trillion) is #8 on the aforementioned list.
  2. Texas’ economy is significantly smaller, exactly half of California’s, as its GDP compares to that of Canada (#10, $1,08 trillion).
  3. Florida also does well, with its GDP comparable to Asian tiger South Korea’s (#13 at $786 billion).
  4. Illinois – Mexico (GDP #14 at $741 billion)
  5. New Jersey – Russia (GDP #15 at $733 billion)
  6. Ohio – Australia (GDP #16 at $645 billion)
  7. New York – Brazil (GDP #17 at $621 billion)
  8. Pennsylvania – Netherlands (GDP #18 at $613 billion)
  9. Georgia – Switzerland (GDP #19 at $387 billion)
  10. North Carolina – Sweden (GDP #20 at $371 billion)
  11. Massachusetts – Belgium (GDP #21 at $368 billion)
  12. Washington – Turkey (GDP #22 at $358 billion)
  13. Virginia – Austria (GDP #24 at $309 billion)
  14. Tennessee – Saudi Arabia (GDP #25 at $286 billion)
  15. Missouri – Poland (GDP #26 at $265 billion)
  16. Louisiana – Indonesia (GDP #27 at $264 billion)
  17. Minnesota – Norway (GDP #28 at $262 billion)
  18. Indiana – Denmark (GDP #29 at $256 billion)
  19. Connecticut – Greece (GDP #30 at $222 billion)
  20. Michigan – Argentina (GDP #31 at $210 billion)
  21. Nevada – Ireland (GDP #32 at $203 billion)
  22. Wisconsin – South Africa (GDP #33 at $200 billion)
  23. Arizona – Thailand (GDP #34 at $197 billion)
  24. Colorado – Finland (GDP #35 at $196 billion)
  25. Alabama – Iran (GDP #36 at $195 billion)
  26. Maryland – Hong Kong (#37 at $187 billion GDP)
  27. Kentucky – Portugal (GDP #38 at $177 billion)
  28. Iowa – Venezuela (GDP #39 at $148 billion)
  29. Kansas – Malaysia (GDP #40 at $132 billion)
  30. Arkansas – Pakistan (GDP #41 at $124 billion)
  31. Oregon – Israel (GDP #42 at $122 billion)
  32. South Carolina – Singapore (GDP #43 at $121 billion)
  33. Nebraska – Czech Republic (GDP #44 at $119 billion)
  34. New Mexico – Hungary (GDP #45 at $113 billion)
  35. Mississippi – Chile (GDP #48 at $100 billion)
  36. DC – New Zealand (#49 at $99 billion GDP)
  37. Oklahoma – Philippines (GDP #50 at $98 billion)
  38. West Virginia – Algeria (GDP #51 at $92 billion)
  39. Hawaii – Nigeria (GDP #53 at $83 billion)
  40. Idaho – Ukraine (GDP #54 at $81 billion)
  41. Delaware – Romania (#55 at $79 billion GDP)
  42. Utah – Peru (GDP #56 at $76 billion)
  43. New Hampshire – Bangladesh (GDP #57 at $69 billion)
  44. Maine – Morocco (GDP #59 at $57 billion)
  45. Rhode Island – Vietnam (GDP #61 at $48 billion)
  46. South Dakota – Croatia (GDP #66 at $37 billion)
  47. Montana – Tunisia (GDP #69 at $33 billion)
  48. North Dakota – Ecuador (GDP #70 at $32 billion)
  49. Alaska – Belarus (GDP #73 at $29 billion)
  50. Vermont – Dominican Republic (GDP #81 at $20 billion)
  51. Wyoming – Uzbekistan (GDP #101 at $11 billion)

This map was suggested by Morgan via strangemaps@gmail.com, and can be found here. Please note that the GDP data used for this comparison are not necessarily the same as those used in compiling the original map.

(this very cool post has come from this very cool blog)

Conheça oito cuidados essenciais ao fazer a barba


Pelo menos uma vez por semana você está em frente ao espelho do banheiro, contorcendo o rosto para facilitar o deslizamento do aparelho de barbear ou da lâmina. Embora fazer a barba faça parte da rotina dos homens, muitos cometem pequenos erros que podem favorecer irritações, pelos encravados, foliculites e até mesmo cortes. “Não usar os produtos certos e prolongar o tempo de vida da lâmina são os principais deslizes do público masculino”, aponta a dermatologista Carolina Marçon, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Confira oito dicas para evitar problemas decorrentes do barbear.

Aproveite o pós-banho
“É melhor fazer a barba após o banho porque a higiene facial melhora a lubrificação da pele, reduzindo o risco de ferimentos”, explica o dermatologista Adriano Almeida, pesquisador da UNICAMP e professor da pós-graduação em dermatologia da Fundação Pele Saudável. Além disso, a água morna dilata os poros, promovendo um melhor barbear.

Homem espremendo espinha - Foto Getty ImagesCuidado com a pele acneica
Pessoas que sofrem com espinhas devem tomar cuidado para não cortar os pontos inflamados, favorecendo, assim, dispersão das bactérias presentes nessas microlesões para outras áreas da pele, explica a dermatologista Carolina Marçon. “Deixe para barbear as regiões com acne por último e não reutilize a lâmina”, recomenda. Também é melhor substituir a loção pós-barba por produtos com propriedades antissépticas, adstringentes e anti-inflamatórias, sempre com orientação profissional.
Homem espalhando espuma no rosto - Foto Getty ImagesUse os produtos adequados
Nada de sabonete. Para um bom barbear, é fundamental usar os cosméticos certos. “A espuma do sabonete pode causar irritação, ardência e vermelhidão, principalmente em peles mais sensíveis”, aponta a dermatologista Carolina. O melhor é usar espuma em gel, creme ou mousse, que deixa os pelos ficam mais maleáveis e diminui o risco de lesões. A espuma tipo gel é indicada para homens com pele oleosa. Já o tipo mousse funciona melhor para pessoas com pele normal. O creme, por sua vez, é recomendado para tanto para peles secas ou quanto normais.
Homem usando lâmina de barbear - Foto Getty ImagesO barbear
O barbear deve começar pelas laterais do rosto – costeletas, bochechas e maxilar -, onde a pele é menos sensível, afirma Adriano Almeida. “Deixe o queixo por último, pois os pelos desta região costumam demorar mais para amolecer”, aponta. O dermatologista lembra ainda que a lâmina não deve ser muito pressionada contra o rosto ou passada várias vezes na mesma área, pois isso aumenta o risco de traumas. Ela ainda deve acompanhar o sentido de crescimento dos pelos. “Embora o corte no sentido oposto seja mais rente, ele aumenta o risco de irritações, foliculite e pelo encravado“, explica.
Lâmina de barbear - Foto Getty ImagesTroque a lâmina regularmente
“Lâminas gastas podem machucar a pele e provocar cortes”, alerta Carolina Marçon. Por isso, use uma mesma lâmina no máximo três vezes. Desta maneira, não é preciso passar o aparelho na mesma região repetidamente. Após o barbear, lembre-se de lavar e enxugar bem antes de guardá-lo.
Homem lavando o rosto - Foto Getty ImagesLave o rosto com água fria
Após o barbear, lave o rosto com água fria. “Isso restabelece a dimensão dos poros que ficaram dilatados com a água morna”, explica o dermatologista Adriano. Além disso, há uma contração dos vasinhos, evitando sangramentos. Verifique apenas se suas mãos estão limpas antes de colocá-las em contato com o rosto.
Loção pós-barba - Foto Getty ImagesUse loção pós-barba
Muitos homens dispensam este produto, mas ele é fundamental para um bom barbear. “A loção pós-barba ajuda a fechar os poros, alivia irritações provocadas pela lâmina e age como cicatrizante”, afirma a dermatologista Carolina. Esses produtos contêm propriedades adstringentes, anti-inflamatórias e hidratantes. Evite, entretanto, as opções que apresentam álcool na composição. “Elas podem irritar, ressecar a pele e ainda causar ardor”, explica a profissional.
Homem usando barbeador elétrico - Foto Getty ImagesUsando o barbeador elétrico
Os barbeadores elétricos são mais utilizados por quem tem pressa ou costuma se cortar ao fazer a barba, apesar de serem menos eficazes. “Eles não possibilitam o corte rente dos pelos, mas, por outro lado, é uma boa indicação para evitar foliculite ou pelos encravados”, diz o dermatologista Adriano. Outra vantagem é o fato de dispensarem o uso de cremes, géis, mousses ou água.

O açúcar – Ferreira Gullar


O branco açúcar que adoçará meu café
nesta manhã de Ipanema
não foi produzido por mim
nem surgiu dentro do açucareiro por milagre.
Vejo-o puro
e afável ao paladar
como beijo de moça, água
na pele, flor
que se dissolve na boca. Mas este açúcar
não foi feito por mim.

Este açúcar veio
da mercearia da esquina e tampouco o fez o Oliveira, dono da mercearia.
Este açúcar veio
de uma usina de açúcar em Pernambuco
ou no Estado do Rio
e tampouco o fez o dono da usina.

Este açúcar era cana
e veio dos canaviais extensos
que não nascem por acaso
no regaço do vale.

Em lugares distantes, onde não há hospital
nem escola,
homens que não sabem ler e morrem de fome
aos 27 anos
plantaram e colheram a cana
que viraria açúcar.

Em usinas escuras,
homens de vida amarga
e dura
produziram este açúcar
branco e puro
com que adoço meu café esta manhã em Ipanema.

‘Ser fiel é tão arriscado quanto trair’, diz psicanalista


Não sei se concordo…*rs*

Autor de livros de sucesso, o psicanalista britânico Adam Phillips atrai leitores fugindo do jargão e tratando de temas como o flerte ou a gentileza, que não costumam receber atenção acadêmica. Suas obras, que combinam psicanálise, filosofia e literatura, são populares, mas ele mesmo, não. Nem e-mail tem. “Restringi ao máximo minhas formas de comunicação.”

Phillips trabalha agora em “Missing Out”, um livro sobre coisas que deixamos de lado na vida, a ser lançado no segundo semestre de 2012.

Nesta entrevista feita em seu consultório, em Londres, o autor de “Monogamia” fala sobre riscos da crença no “felizes para sempre”.

*

Folha – Em “Monogamia”, o senhor diz que não há nada mais escandaloso do que um casamento feliz. Por quê?

Adam Phillips – O que amamos e odiamos num casamento feliz é ver nossos primeiros desejos e medos acontecendo na vida real. Toda criança começa seu desenvolvimento em uma relação monogâmica, com a mãe. E a maioria passa os primeiros 11, 15 anos da vida muito conectada a mãe e ao pai. É uma espécie de monogamia bissexual. Crescer é passar da necessidade de ter só uma pessoa para a necessidade de ter duas (mãe e pai) e a necessidade e a capacidade de se relacionar com várias.

Daí nossa tendência para a relação monogâmica?

A relação monogâmica é uma memória muito poderosa, é onde começamos. Hoje, muita gente acha difícil manter uma relação monogâmica. Queremos coisas opostas, desejamos coisas proibidas e não sabemos que queremos essas coisas. A cultura torna os desejos muito problemáticos. Muitas pessoas desejam um relacionamento monogâmico, apesar de não serem capazes de lidar com ele.

Quais são as maiores dificuldades da monogamia?

Os problemas surgem quando as pessoas desejam esse tipo de relacionamento, mas não conseguem realizá-lo. E para quem pensa que é isso o que deseja, mas descobre que não era o que queria.

A solução, no caso dessas pessoas, é a infidelidade?

Sim. E pode dar certo, mas sempre com conflito. Todo mundo tem ciúme sexual, ninguém suporta dividir seu parceiro de sexo. Alguns dizem que suportam, mas é impossível. Se amamos e desejamos alguém, não queremos dividi-lo com outros.

Isso tem a ver com a memória da relação entre mãe e bebê?

Sim. E também com o fato de termos necessidades e só determinadas pessoas poderem satisfazê-las.

Concorda com a tese de que mulheres são por natureza propensas à monogamia?

Acredito na teoria da evolução de Darwin, mas penso que evolução envolve cultura. Há boas explicações em termos de sobrevivência da espécie para sustentar que a mulher quer um homem para a vida toda e o homem deseja mais parceiras, mas não acho que a questão da sobrevivência seja a explicação final. Se fosse, a família nuclear seria a única coisa óbvia a se fazer.

Há diferentes formas de garantir a reprodução da espécie, há muitos jeitos de criarmos as crianças. E muitas formas de fazer sexo, não explicadas por essas teorias.

O senhor diz que uma sociedade sem a possibilidade de infidelidade seria perigosa...

Seria uma mentira. Colocaria pressão demais nos casais, obrigando um a ser tudo para o outro. É uma demanda moral irrealista. Outro perigo é a monogamia acabar com o desejo e virar uma prisão.

Acha a sociedade hipócrita em relação à monogamia?

Sim, se ela afirmar que é a única forma boa de relação para todos e o tempo todo.
Mas hoje também há muita gente dizendo que toda relação monogâmica é hipócrita, o que não é verdade. Para alguns, é um desejo genuíno, uma experiência real.

Tão real quanto traição?

As duas formas são construções sociais. O capitalismo trivializou a paixão, fez com que as pessoas se desiludissem em relação ao amor. Isso leva a pensar que as relações sexuais são algo que se compra no mercado só para levar a vida adiante. O capitalismo tenta dissuadir a criação de vínculos reais. E valoriza demais o prazer. E, para a psicanálise, o prazer é sempre um problema. Qualquer pessoa que te venda um prazer fácil está mentindo. Se o que queremos é prazer profundo, com troca entre pessoas, ele será difícil, cheio de conflitos.

Como lidar com os conflitos?

As crianças deveriam ter aulas na escola sobre frustração, para entender como ela é valiosa. Para adultos, a psicanálise ajuda, é educativa. Os adultos precisam aprender a ser adultos. A maioria age como adolescente, não quer crescer, acredita em fórmulas mágicas de relacionamento.

A fórmula ‘feliz para sempre’?

Claro, é um ideal enganoso. Assim como achar que a pessoa que não se prende a ninguém é livre. São dois ideais igualmente enganadores.

A monogamia não é também uma forma de evitar riscos?

Pode ser. Correr riscos é muito importante, mas não devemos pressupor que todos os riscos estão na infidelidade. Fidelidade é tão arriscada quanto traição, há muitos riscos na monogamia.

Quais são eles?

Numa relação monogâmica, cada parceiro sabe e não sabe muitas coisas íntimas sobre o outro. Outro risco é descobrir as limitações do relacionamento humano, o quanto a outra pessoa pode de fato fazer por você. E há o risco de formar uma família.

Por que não considerar esses riscos tão atraentes quanto os riscos da traição?

Não fomos capazes de produzir relatos excitantes sobre a monogamia. Os bons romances são sobre adultério. Por isso, é difícil articular de forma interessante os prazeres da monogamia. Fica parecendo algo tedioso. Além disso, fomos educados para acreditar que a vitalidade está na heresia. Mas pode haver vitalidade nos dois tipos de relacionamento. O ocidental moderno e culto assume que a vitalidade esta só na heresia. Também está, mas essa não é toda a verdade.

Do que precisamos, afinal?

De boas histórias que nos ajudem a viver. As únicas verdades úteis são as que nos ajudam a viver. Num relacionamento, o que você precisa é criar uma história na qual se sinta vivo com a outra pessoa.

Hoje, temos mais opções para criar essa história?

Não sei. A cultura liberal oferece mais escolhas do que havia antes. Mas o capitalismo cria a ilusão de que temos muitas escolhas, quando na verdade temos muito poucas.

A única escolha é ser feliz ou não. É isso que está sendo vendido como o único programa: quanto prazer você pode ter, quão feliz pode ser. Só que felicidade pode ser como uma droga, nunca satisfaz, você quer sempre mais. Há coisas muito mais importantes que a felicidade: justiça, generosidade, gentileza.

http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1013893-ser-fiel-e-tao-arriscado-quanto-trair-diz-psicanalista.shtml