I’m back, baby!!!!


Nossa, fazia tanto tempo que eu não entrava aqui que sequer me lembrava da senha…hahahhahahah Tive que tentar umas 10 vezes até acertar 😛

Bom, este post será constantemente atualizado. Minha meta, para quem não sabe, é perder uns quilinhos para poder literalmente ficar bem na foto quando eu for casar, no ano que vem. Só que tem um problema…bom, mais do que um 😛 Primeiro que quando estou ansiosa e estressada, como mais. A questão é que não como mais comida. Como mais tralha. E já como tralhas suficientes 😛 Quando estou com TPM, como mais. Estou de TPM durante 1 semana por mês. E estressada/ansiosa, quase diariamente. Então por aí já dá para perceber o tamanho do problema…outro grande problema é que não aceito passar por restrições alimentares – comida é uma das poucas coisas que me dá muito prazer, então me nego veementemente a abrir mão disso. Comendo ou não comendo, vamos todos morrer. E eu morrerei mais feliz comendo tudo que me apetecesse! 🙂 Então pensei em manter minhas tralhas.

No mundo ideal, seria excelente se eu emagrecesse 10 kg., mas no mundo real, se eu perder uns 3 ou 4 já ficarei feliz – e mais bonita quando me olhar no espelho 😉 Como passo número 1 para manter tralhas e diminuir de peso (ou pelo menos deixar de aumentar, conforme vinha acontecendo sistematicamente!!), comecei a realizar atividades físicas. Além das minhas andadas usuais por Uberlândia, introduzi a zumba, duas vezes por semana. Achei pouco e fiquei curiosa para saber como rolava o lance da Pakua, então comecei a fazer arquearia também. Entremeada por algumas aulinhas perdidas de artes marciais. Comecei essas atividades, respectivamente, em maio e junho deste ano. Só que agora a zumba está ameaçada por falta de alunos 😦 O que provavelmente vai me levar a aumentar a frequência da Pakua.

Foi bacana ter retomado algum tipo de exercício, já que mantive meu corpo absolutamente inerte durante quase 8 anos. Estava me sentindo uma senhora idosa de uns 80 anos…agora, já me sinto com 45 *rs* (tenho quase 34, tá :P)

Esta semana tomei a segunda atitude para uma mudança – fazer uma massagem bem gostosa! Quando este pacote acabar, ao todo, terei feito 10 massagens, uma por semana. Quero ver se com isso minha ansiedade/estresse psicológicos diminuem. Sem contar que é fisicamente delicioso, destrava os músculos e tudo o mais 🙂

Há duas semanas, quando voltei de SP, resolvi tomar outra decisão inédita: contar as tralhas que como. Odeio o lance de contar caloria, acho que vira uma neurose absurda…e às vezes nem dá pra contar todas as calorias (quanto tem os 5 reais do prato que peguei no restaurante por quilo??). Entããão, ao invés de ficar vendo caloria, eu resolvi listar todas as tralhas que como. Pela primeira vez na vida. E levei um susto!!!!!! Vejamos…

Semana 1 (de 29 de set. a 05 de out)

– pacote de 200 gramas de M&Ms

– 100 g de sorvete (está fazendo um calor terrível!!)

– metade de um pacote de Sucrilhos (ou seja, 150g de Sucrilhos)

– barra de 300g de chocolate Lindt meio amargo (odeeeeeioooo o amargão 70%!!!!)

Semana 2 (de 06 a 12 de out):

– 1 litro de refrigerante (culpa dos meus alunos!!!)

– 1 pastel (idem!!!)

– 300 g de pipoca

– 1 pacote de Bono (tem 150 g?)

– pacote de 200 gramas de M&Ms

– 1 barra de chocolate Lacta (160g)

– 50g de salgadinho (industrializado, bem porcaria mesmo)

– metade de um pacote de Sucrilhos (ou seja, 150g de Sucrilhos)

SEMANA 3 (de 13 de out até 18, hoje):

– um pacote de balas 7 Belo (200g)

– um pacote de Teens (110g)

– um pacote de Chocookie (60g)

– 100 g de sorvete (está fazendo um calor terrível!!)

– 5 esfihas de carne, 2 kibes pequenos e 1 kibe médio

– 1 barra chocolate Tortuguitas (150g)

– 1 chocolate Milky Way (52g – só por curiosidade, fui ver quantas calorias tem, e pasmem: 230!!!)

…e a semana ainda não acabou, pois são 16:30 e até a noite eu provavemente sentirei vontade de comer mais doce, ainda mais que estou na TPM.

Bueno, depois de fazer esta lista, me surpreendi, confesso. Eu sabia que comia muita tralha, mas ESSA quantidade de tralha?!? Credo! Estou surpresa por não estar gigante, e só gordinha 😛

Semana 1 deu um total de 750g de tralhas; a semana 2 deu absurdos 2kg110g de tralhas, e a semana 3, 822g. Ao todo, consumi, portanto, 6,7kg. de tralha!!! Dá uma média de 2kg e 23g de tralhas!!! É coisa pra caramba, pensa bem…portanto, vou continuar anotando, semana a semana, quanta tralha ando comendo. Agora que já tirei a média dessas 3 semanas, sem me restringir em absolutamente nada do que eu quis, vou tentar diminuir as quantidades aos poucos…conseguindo diminuir 100 ou 200g semanalmente, acho que já vai ser um bom começo. Veremos.

PS – bati meu recorde de peso antes de entrar para a zumba e a arquearia, estava com 65kg. Hoje, pela manhã, me pesei, estava com 62,9 kg.

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Men can stop rape.Los hombres pueden prevenir la violación. Contre le viol.


If you’re an English speaker, visit http://www.mystrength.org

Si hablas español, visite http://www.mifuerza.org

Si vous êtes francophone, vous pouvez aller ici et signer la pétition: http://www.contreleviol.fr/

2013 in review


The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2013 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

The Louvre Museum has 8.5 million visitors per year. This blog was viewed about 200,000 times in 2013. If it were an exhibit at the Louvre Museum, it would take about 9 days for that many people to see it.

Click here to see the complete report.

Piadinha


PARA DESCONTRAIR UM POUCO…ESPECIALMENTE NA VOLTA ÀS AULAS DA GAROTADA… HUEHUEHUE

Joãozinho é bom aluno 

No final do primeiro dia de aula, Joãozinho, com cara de bravo, vai até a mesa da professora enquanto os coleguinhas já estão saindo da sala.
– Joãozinho, qual é o seu problema?
– Sou muito inteligente para estar no primeiro ano. Minha irmã está no terceiro ano e eu sou mais inteligente do que ela. Eu quero ir para o terceiro ano também!
A professora, vendo que não vai conseguir resolver este problema, o manda para a diretoria.
Enquanto o Joãozinho espera na ante sala, a professora explica a situação ao diretor.
O diretor diz para a professora que vai fazer um teste com o garoto.
Como é certo que ele não vai conseguir responder a todas as perguntas, vai mesmo ficar no primeiro ano.
A professora concorda.
Chama Joãozinho e explica-lhe que ele vai ter que passar por um teste e o menino aceita.
O Diretor pergunta para Joãozinho:
– Joãozinho, quanto é 3 vezes 3?
– 9.
– E quanto é 6 vezes 6?
– 36.
O diretor continua com a bateria de perguntas que um aluno do terceiro ano deve saber
responder. Joãozinho não comete erro algum.
O diretor então, diz para a professora:
– Acho que temos mesmo que colocar o Joãozinho no terceiro ano.
A professora diz:
– Posso fazer algumas perguntas também?
O diretor e o Joãozinho concordam.
A professora pergunta:
– O que é que a vaca tem quatro e eu só tenho duas?
– Pernas.
– O que é que tem nas suas calças que não tem nas minhas?
– Bolsos.
– O que é que entra na frente na mulher e que pode entrar atrás no homem?
Estupefato com os questionamentos, o diretor prende a respiração…
– A letra “M”. (Responde o garoto).
– Onde é que a mulher tem o cabelo mais enroladinho?
– Na África (Responde Joãozinho de primeira).
– O que é que entra duro e sai mole e pingando? (O diretor apavorado!)
E Joãozinho responde: – O macarrão na panela.
– O que é que começa com “b” tem “c” no meio, termina com “a” e para ser usada é preciso abrir as pernas? (O diretor fica paralisado !!)
E o Joãozinho responde: – A bicicleta.
-O que eu tenho no meio das pernas?
-Joelho.
– Qual o monossílabo tônico que começa com a letra “C” termina com a letra “U” e ora está sujo e ora está limpo? (O diretor começa a suar frio !!!)
– O céu, professora.
– O que é que começa com “C” tem duas letras, um buraco no meio e eu já dei para varias pessoas? (essa foi a melhor kkkkkkkk)
– CD.
Não mais se contendo o diretor interrompe, respira aliviado e diz para a professora:
– Puta que Pariu!!! Põe esse moleque como diretor que eu mesmo errei todas!!!

A Reading of ‘Julius Caesar’ by Shakespeare


“There is a tide”

There is a tide in the affairs of men.
Which, taken at the flood, leads on to fortune;
Omitted, all the voyage of their life
Is bound in shallows and in miseries.
On such a full sea are we now afloat,
And we must take the current when it serves,
Or lose our ventures.

Can you think of the most significant decision of your life? That one moment that set the course of things to come—that split second that led on to failure or success?

Such pivotal moments are rare, but they are real—and they cannot be shirked. In this passage from Julius Caesar, Brutus is persuading Cassius to press on with their battle against the rival forces of Octavius and Marcus Antonius. This is war.

Brutus compares this critical juncture to the crest of a wave. If they take advantage of the “tide,” their armies will pass on to “fortune.” If not, there is nothing but the “loss” of their “ventures” and maybe their lives.

Reading these lines, we may be reminded of a number of familiar sayings. Take the expression, “time and tide wait for no man.” Indeed, we must seize the moment for ourselves. We may also think of the modern idea of “going with the flow.” However, for Brutus, this doesn’t mean being passive, but actively taking control.

To a modern ear, Brutus could almost be drawing his metaphor from surfing. Like a surfer, we must ride out the magnificent swelling of the wave, or else fall down on our face, pushed back towards chaos rather than racing toward the golden shore.

The image of the “full sea” recalls Hamlet’s famous “To be, or not to be” speech. In his confusion, Hamlet wonders: “Whether ‘tis Nobler in the mind to suffer/ The Slings and Arrows of outrageous Fortune,/ Or to take Arms against a Sea of troubles,/ And by opposing end them…” He longs to avoid the responsibility of making a judgement, but the possibility of suicide itself creates the fear of being judged in the afterlife.

Brutus, however, does ultimately kill himself. He conspires to murder his friend Julius Caesar to save Rome from tyranny, but is outwitted by the cunning Marcus Antonius, who is a far more persuasive politician for the people to believe in. Even today, critics cannot agree who is the real hero or villain of the play.

Should we trust what Brutus says? Is life really as black and white as he suggests? If things don’t turn out quite as we expected, why wouldn’t we simply dust ourselves off and start all over again?
Ironically, in our democratic age, we are perhaps more willing than the heroes of the ancient world to defy the fixed stars of fate—defy even the gods themselves. We may “lose our ventures,” but taking a deep breath, we grasp the wheel of fortune between our two bare hands and send it once more spinning into the future.

William Shakespeare (1564 –1616) was an English poet and playwright, widely regarded as the greatest writer in the English language. 

Christopher Nield is a poet living in London.

http://www.theepochtimes.com/n2/arts-entertainment/the-antidote-a-reading-from-julius-caesar-by-shakespeare-156008.html