Stephen Hawking


Espaço


Algumas dessas imagens são, obviamente, concepções artísticas; outras, porém, não – como a imagem abaixo, por exemplo…dá para observar não só a cachoeira e a aurora boreal, mas também o moonbow, que é um arco-íris lunar, ou seja, produzido pela luz da lua – essa foto foi feita na Islândia pelo fotógrafo Stephane Vetter, e publicada no site da NASA. A cachoeira chama-se Skogarfoss, e o arco-íris foi formado pela água dela, e não de chuva…

Outro arco-íris lunar, duplo até!!!

Aí aqui embaixo é desenho, óbvio…mas são bonitos, vai!

Essa do sol NÃO é desenho 😛

A partir daqui, nada é desenho…mas bem que poderia ser!!!! As fotos do espaço (exceto a do astronauta 😉 ) foram tiradas pelo telescópio Hubble.

Tá, o Galileu não foi o primeiro…e???


É comum atribuir ao italiano Galileu Galilei (1564-1642) a criação do heliocentrismo. Apesar de o astrônomo renascentista ter contribuído muito para a aceitação dessa teoria no meio científico, a ideia de que a Terra se move em torno do Sol já vinha se desenvolvendo desde a Antiguidade.

No século V a.C., o filósofo grego Filolau formulou pela primeira vez a hipótese de que nosso planeta não ocupava o centro do Universo. Para ele, a Terra girava em torno de um “fogo central”, cuja luz era somente refletida pelo Sol. Posteriormente, no século V d.C., astrônomos indianos elaboraram teorias sugerindo que o globo terrestre orbitava ao redor do Sol e mencionando o que chamaríamos mais tarde de “lei da gravidade”.

Estudos do tipo continuaram a ser produzidos em plena Idade Média, mas o geocentrismo de Aristóteles e Ptolomeu perdurou, graças à Igreja Católica, como forma mais aceita de entender o movimento do planeta.

Foi preciso esperar até o século XVI para que o heliocentrismo alcançasse o status de teoria científica, e devemos esse avanço não a Galileu, mas ao médico e astrônomo polonês Nicolau Copérnico (1473-1543). Suas pesquisas resultaram na obra Das revoluções das esferas celestes, concluída em 1530 e publicada em 1543, na cidade de Nuremberg, pouco antes da sua morte. ”

Uaaaauuuuu, queeeee novidaaaaadeeee!!! Isso com o heliocentrismo e tudo mais, oras!! O cinema também não foi “inventado” pelos irmão Lumière, e praticamente nenhuma descoberta ou invenção da humanidade foi verdadeiramente “descoberta”, nem “invenção” no sentido que fomos condicionados a entender. O conhecimento humano simplesmente vai se acumulando ao longo de anos, décadas, séculos…e alguém, ou mais do que um alguém, de repente junta alguns desses conhecimentos há muito tempo observados por outros e…eureca! Ou simplesmente se re-descobre a roda…*rs* Acho incrível o número de publicações, documentários, etc. e tal, que divulgam com o maior espanto, ou como se fosse a maior novidade, que povos pré-históricos, ou da Antiguidade, já tinham observado os fenômenos X ou Y, ou já conheciam o material Z, ou já tinham inventado a coisa K, cujo conhecimento foi esquecido e “descoberto” muito mais recentemente. Óóóóó! 😛

Ah, e já que estamos falando no Galileo…

This bio-film is based on Bertold Brecht’s play about Galileo Galilei, the 17th century Italian who laid the foundations of modern science. Galileo made himself one of the world’s first telescopes and discovered the moons of Jupiter. He supported Copernicus’ theory that the Earth revolved around the Sun. This brought him in conflict with the Catholic Church. By threatening him with torture, the Church forced him to recant his views in front of a tribunal, and sentenced him to house arrest. However, Galileo’s trials and theories inspired others like Newton and Kepler to prove that the Earth was not the centre of the Universe. Some years ago, the Pope accepted that Earth does revolve around the Sun and issued a rare apology for what the Church had done to Galileo, i.e., the Catholic Church recanted.