Pau-brasil


Acho que somos o único país do mundo a receber nome de planta. Legal isso 😀 Seria mais legal ainda se o pau-brasil não estivesse ameaçado…outro dia vi uma reportagem sobre isso. Dizia que o pau-brasil, além do corante, possui propriedades adstringentes, anti-inflamatórias e anti-cancerígenas (tanto sarcomas como carcinomas responderam bem a testes feitos em ratos de laboratório). Sem contar que é uma árvore linda, claro 😉


Uma das pesquisadoras dizia, ao final da reportagem: “Seria bom se as pessoas plantassem o pau-brasil…assim, deixaria de figurar na lista da quase extinção”. Tá. Aí eu, que adoro plantas, pergunto: onde achar?? Até hoje acho que vi apenas 2 árvores de pau-brasil, e em áreas de conservação. Onde acha semente ou muda de pau-brasil para plantar??? Se alguém souber, favor entrar em contato comigo…escreva aí embaixo.

Editado: ops, esqueçam! Acabei de pesquisar, tem aqui: http://www.projetopaubrasil.com.br/

Para comprar: 
Vendas por Sedex: 
mínimo 15 mudas – R$ 15,00 por unidade + custo do Sedex.
Pedidos em grande quantidade: 
entar em contato através do telefone ou e-mail abaixo (em virtude de redução de preço conforme a quantidade e ser preciso calcular o frete).
Sementes: Não fornecemos devido à curta vida das mesmas.

Entre em contato pelo atendimento@projetopaubrasil.com.br , pelo (21) 3521-6700 ou skype: projetopaubrasil.

Tem também nesse outro site: http://www.proecologia.com.br – F: (32) 32571142 • End: BR 040 km 792 São Pedro Juiz de Fora MG CEP 36039-080 – mas não diz quanto custa…talvez fique mais barato, pois o frete de Minas deveria, teoricamente, custar menos que o da Bahia.

Simplified map of London


This map came from here. And so did the following comments:

  1. “I live in London and this map is fairly accurate. The Very Rich area would be Pimlico, maybe Notting Hill, Kensington and Chelsea, Westminster, the West End, Primrose Hill, maybe Hampstead. London has other wealthy areas but what differentiates these from those is that these areas have always been wealthy, rather than Johhny come lately areas that have been gentrified.”
  2. “General rules of thumb: in a city the wealthier neighborhoods tend to be upwind, upriver, and uphill. Occasionally extreme geographic constraints will override those rules. In the case of London, the Thames was horribly polluted and smelly in the first half of the 18th century (look up “The Great Stink”). My guess is that the “Very Rich” area would be the westernmost part of London in 1850, and that the “Losers” area west of there developed after the Thames was cleaned up. (I should line up some historical maps of London to the above map to see.)”
  3. “It just goes to show you. It takes a lot of losers to support a few rich folks.”
  4. “Have you seen the houses in Richmond or Hampstead? They don’t look like looser houses to me… There was actually an article in Time Out which mapped the London Boundary in relation to were the first Harvester eatery is located. So, were Harvester starts London stops. That is a clever way to show social divide within a city.”

Sistema Numérico dos Babilônicos


A civilização babilônia substituiu a civilização suméria por volta do ano 2000 a.C.

Os babilônicos eram um povo semita que invadiu a Mesopotâmia, derrotando os sumérios, estabelecendo sua capital na Babilônia.

As civilizações antigas da Mesopotâmia são comumente chamadas de babilônicas, apesar da cidade de Babilônia não ter sido o centro de cultura do vale Mesopotâmico.


Aos babilônios se deve a invenção do sistema posicional. Com apenas dois símbolos (um para a unidade e um para a dezena dezenas)podiam representar qualquer número, por maior que fosse, por repetição e mudança de posição. Este é o mesmo princípio de nosso sistema numeral.

Assim a numeração dos babilônios era escrita da seguinte forma:

A civilização babilônica substituir a suméria e a Acádia, e como se pode notar,  os babilônios herdaram idéias dos sumérios e dos acádios para formas o seu próprio sistema numérico.

Até então, nem o sistema numérico dos Sumérios e nem o dos acádios era posicional. Já o sistema criado pelos babilônios era um sistema posicional, o que se tornou uma grande realização. O estabelecimento da ordem posicional para os símbolos numéricos foi a maior realização matemática dos babilônios.

Embora o sistema babilônico fosse um sistema posicional de base 60, teve alguns vestígios do sistema de base 10 dentro dele. Isto porque os 59 números que compõem esse sistema são formados por um símbolo para a unidade e um para a dezena.

Cientistas descobrem um quarto exoplaneta potencialmente habitável


Uma equipe internacional de astrônomos anunciou nesta quinta-feira a descoberta de um novo exoplaneta potencialmente habitável, elevando para quatro o número de planetas situados fora de nosso sistema solar detectados pela comunidade científica.

“Este planeta rochoso é o novo e melhor candidato para manter água em estado líquido em sua superfície e pode abrigar vida tal qual nós a conhecemos”, explicou Guillem Anglada-Escudé, chefe da equipe que trabalha na Carnegie Institution for Science, em Washington.

Este planeta (GJ 667Cc) está em órbita em torno de uma estrela batizada de GJ 667C, situada a cerca de 22 anos-luz da Terra (um ano-luz equivale a 9.460 trilhões de quilômetros).

Ele contorna a sua estrela em 28 dias e tem uma massa mínima 4,5 vezes a da Terra. É também cerca de 50% mais pesado que o nosso planeta.

O planeta se encontra a uma distância de sua estrela em uma “zona habitável”, onde as temperaturas não são nem muito quentes nem muito frias, permitindo que a água permaneça em estado líquido.

Os pesquisadores também descobriram indícios que levam a crer que pelo menos um outro exoplaneta, talvez até três, estão em órbita na mesma estrela.

O manuscrito será publicado na internet no site arxiv.org/archive/astro-ph.

Os astrônomos utilizaram dados públicos do Observatório Europeu Austral (ESO) no Chile que analisaram de acordo com um novo método.

Eles incorporaram medidas efetuadas com os telescópios do Observatório Keck no Havaí

via Cientistas descobrem um quarto exoplaneta potencialmente habitável – 02/02/2012 – Ciência e Saúde – AFP.

Um, dois e muitos


Provavelmente os números 1 e 2 foram os primeiros a serem inventados. Levando em consideração que a mente humana é capaz de reconhecer rapidamente, dentre muitos objetos, uma quantidade de um ou de dois. Assim sendo, fica fácil imaginar que foram estes os primeiros algarismos a serem inventados.

Um
O número 1 tem o sentido do Eu, do pessoal, do inteiro e nas representações numérica aparecia como um traço vertical indicando o homem em posição ereta. O número 1 tem o sentido do masculino, levando em consideração a primeira criação de Deus ser do sexo masculino. Assim sendo, supomos que foi relativamente fácil e lógica a criação do sinal “1”, ou seja, do número 1 para representar a unidade.

Dois
O número 2 nos dá o sentido da existência do outro, do feminino na dualidade masculino/feminino. O número 2 também é símbolo de oposição, de ambigüidade, de divisão, de rivalidade, de conflito e de antagonismo. Mas, também pode representar a união. O  número 2 manifesta-se em tudo o que tem dupla face, como por exemplo: a vida e a morte, o sim e o não, o falso e o verdadeiro, o bem e o mal…

Vários
Antes dos algarismos serem idealizados, o homem primitivo já possuía a idéia do plural, mas a extensão da sua visão só cobria até a quantidade igual a 2. Para este indivíduo, ter três unidades de algo representava ter VÁRIAS unidades, já que só se conhecia até a segunda.

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A Reading from ‘The Hand of Glory’ The Antidote—classic poetry for modern life


The Hand of Glory
By Richard Harris Barham

On the lone bleak moor,
At the midnight hour,
Beneath the Gallows Tree,
Hand in hand
The Murderers stand
By one, by two, by three!
And the Moon that night
With a gray, cold light
Each baleful object tips;
One half of her form
Is seen through the storm,
The other half ‘s hid in Eclipse!
And the cold Wind howls,
And the Thunder growls,
And the Lightning is broad and bright;
And altogether
It’s very bad weather,
And an unpleasant sort of a night!
“Now mount who list,
And close by the wrist
Sever me quickly the Dead Man’s fist!
Now climb who dare
Where he swings in air,
And pluck me five locks of the Dead Man’s hair!”

As a festival of fright and laughter, Halloween is our annual celebration of the Romantic spirit. Fear takes us on a journey into a higher reality; laughter brings us back to earth with a bump. The combination of the two means we can open and close our eyes to the beyond, without being blinded by its glare.

For me, the perfect Halloween poem comes from “The Ingoldsby Legends,” a wonderful hodgepodge of verse and tall tales written by a bored country cleric in 19th century England. At the time, the book was a huge hit, going through a number of editions, before lapsing into obscurity.

I only heard of it from a passing reference in Rider Haggard’s adventure classic “King’s Solomon’s Mines.” Opening up a second-hand copy, I was plunged headlong into the rollicking yarn, “The Hand of Glory.”

The legend of the hand of glory states that if you light a dead man’s hand the smoke will paralyze all those who inhale the fumes. This grisly candle features in the Hammer film, “The Wicker Man,” and even appears in “Harry Potter and the Chamber of Secrets,” where it is one of the uncanny objects in the Dark Arts shop Borgin & Burkes, visited by Draco Malfoy in the nefarious Knockturn Alley.

The poem begins by setting the scene, where all the classic elements of horror are present and correct. We are on the “lone bleak moor,” where we can almost hear the gnashing of the wind. It is, unsurprisingly, midnight—and a hanged man swings from the gallows. Three murderers have come for his bloodless hand. If we’re searching for a spine-tingling tale, what more could we ask for?

Half-eclipsed, the moon casts its “gray, cold light” on the dismal landscape. As the “wind howls” and the “thunder growls” the passage seems to build towards a vision of complete nightmare. And when we reach the word “altogether,” we expect a revelation of unimaginable and unmentionable evil.

Instead, the speaker adds, “It’s very bad weather,” as if reading the weather forecast! Terror turns into nothing more than tutting disapproval and the contrast evokes shrieks of laughter rather than fear. This technique of pulling the rug from underneath our feet is repeated throughout the poem, as if the speaker is struggling to keep a straight face.

Now we hear the voice of one of the murderers coming through the storm. He challenges those who “list” (meaning “listen”) “to sever the dead man’s wrist.” The use of triple rhyme gives his words a marvelous swing and ring, and the final line, “And pluck me five locks of the dead man’s hair” rounds off the passage with tremendous, lip-smacking relish. Who could resist the temptation to say the words aloud in a suitably sinister voice?

The poem goes to describe how the murderers meet the local witch, whose most grotesque feature seems to be her bad taste in hats. They all go off to Tappington Hall, burn the Hand of Glory and burst in. Upstairs, an old miser is counting his money and is suddenly frozen in place. The murderers kill him and take his treasure—and we are treated to a ghoulish description of the gore-drenched corpse, “carotid and jugular both cut through!”

However, in the morning, the man’s little pug dog tracks the murderers down “with his little pug nose,” sniffing out the fat goose feast they are enjoying at the local inn. At the end, the fiends are hanged, and the witch is carried off by the Grim Reaper himself. The poem concludes on perhaps the funniest moment of all, when the speaker drolly describes this tallest of tales as “this truest of stories.”

This is poetry proud to be purple and just made to be performed. So if you can, look up the whole poem online and print it out. Light a candle, dim the lights and share with your family and friends on Halloween. There will be fright and laughter galore.

The Reverend Richard Harris Barham (1788–1845) was a curate in the Church of England. The “Ingoldsby Legends” was originally published under the pseudonym Thomas Ingoldsby.

Christopher Nield is a poet living in London.

http://www.theepochtimes.com/n2/arts-entertainment/the-antidote-a-reading-from-the-hand-of-glory-63410.html