V-a-g-i-n-a


Coloquei o título porque serve em várias línguas *rs* Meninas, dica recentemente recebida de uma médica: não usem aqueles sabonetes líquidos (Dermacid, Lucretin, etc.)

I named this post with this not-so-sexy title because this word exists in many languages LOL Girls, I’ve recently been given advice from a doctor: do not use those soaps indicated for the intimate region (known as intimate soaps or hygiene soaps).

Apesar do que dizem na embalagem, deixam o PH local ácido demais (e, portanto, causam desequilíbrio na “fauna” *rs* lá de baixo) E o que devemos fazer então? Usar um sabonete neutro (sem cheiro, sem cor) OU, de preferência, xampu infantil neutro (sabe o Johnson & Johnson? Então! Foi o que ela me recomendou!).

Despite what their label say, according to this doctor, they make the local acidity (pH) way higher (and therefore, cause chemical imbalance “downstairs” LOL). So, what are we to do? Wash ourselves with a neutral (odorless, colorless) soap OR those shampoos for babies (such as Johnson)

Ela também me disse que, ao menor sinal de coceira, é para lavar a região com 1 colher de sopa de bicarbonato de sódio diluída em 1 litro de água.

She also recommended that as soon as the slightest sign of itching appears, you’re supposed to wash the region with a tablespoon sodium bicarbonate diluted to 1l of water. There are also the basic recommendations, of course, such as not using lycra lingerie (use cotton!), not using tight pants, using dresses and skirts and light cloths so that the region can be properly aired, not shaving the area too much (the hair is there to protect it!), changing the tampons/menstrual pads/sanitary napkins regularly, etc. etc.

Aproveitei para pegar uns artigos acerca dos problemas da área:

Os corrimentos vaginais são apontados como um dos problemas mais frequentes entre as mulheres. Fatores múltiplos predispõem essa alteração, principalmente o uso de roupas apertadas e tecidos sintéticos.

A recomendação unânime é usar roupas que não comprimam a região genital. As calças não precisam ser abolidas, mas os tecidos devem ser leves, mais apropriados para a temperatura de cada região.

Na calcinha, uma secreção atípica. A mulher sente coceira intensa, que pode ser acompanhada de irritação na área genital e dor durante o sexo. Os sintomas são de um problema que lidera as queixas nos consultórios ginecológicos: os corrimentos vaginais. De acordo com o ginecologista Edson Lucena, a candidíase, também conhecida como monilha, é um dos problemas mais comuns que poderia, na maior parte dos casos, ser evitado com a adoção de medidas simples.

Há outras causas que podem predispor a mulher ao problema, como gestação, ingestão exagerada de condimentos, diabetes e até uso de pílulas anticoncepcionais, que alteram os níveis de acidez da vagina. Mas são as roupas justas, de tecidos sintéticos, apontadas como principais vilãs. A chefe do Departamento de Saúde Materna Infantil da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC), Sílvia Bonfim, explica que a vagina é úmida e tem uma flora bacteriana ácida para proteger o órgão da contaminação por micróbios da pele ou na relação sexual.

Calças jeans ou roupas muito apertadas de tecidos como lycra impedem a ventilação dessa área, levando à fermentação do muco natural, situação que favorece a instalação de fungos e bactérias. Daí surgem os corrimentos. ”Estamos em um clima quente e não podemos utilizar o mesmo vestuário de climas mais frios. A mulher pode seguir a moda, fazendo adaptações”, defende ela.

Além da umidade e da secreção natural, a vagina pode apresentar esperma depositado. Segundo a médica, cerca de dois terços do sêmen ejaculado pode ficar coagulado na mulher por até mais de 24 horas depois da relação sexual. Um mecanismo da natureza para facilitar a gravidez.

O ginecologista Sérgio dos Passos Ramos acrescenta que a região genital é semelhante a das axilas. Com um agravante: ”Além do líquido do suor, também tem urina, que, por melhor que seja a higiene, sempre fica um pouco. Há uma secreção normal e também restos de fezes do ânus. Quando se usa roupas inadequadas, faz uma mistura de culturas, que faz mal para a saúde”.

Por mais atraente que possa parecer uma lingerie de lycra, a melhor opção para a saúde e bem-estar feminino são as calcinhas de algodão. Elas devem ser lavadas sempre com sabão de coco ou neutro. O uso de amaciantes e água sanitária é contraindicado. ”Esses produtos ficam na fibra do tecido e podem levar ao desenvolvimento de vaginites químicas”, alerta o ginecologista Frederico Perboyre.

O presidente da Sociedade Cearense de Ginecologia e Obstetrícia, Fernando Aguiar, alerta que corrimentos aparentemente simples podem se agravar, levando a inflamações no útero, trompas e ovários. Em alguns casos pode comprometer a fertilidade e até levar a intervenções cirúrgicas. ”A principal orientação é, ao sentir corrimento diferente do normal, procurar imediatamente um médico e jamais fazer a automedicação”, orienta. (Débora Dias)

Lembre-se: cuide bem da sua peludinha! 😉 hahahahahh

1) Mantenha a região arejada, porque o abafamento leva à proliferação de bactérias. Isso não significa que deve circular por aí sem calcinha e só de saia. Basta evitar o uso de protetor de calcinha e de roupas muito apertadas. Vale apostar em lingeries confortáveis de algodão no dia a dia. “Quando for namorar, pode usar uma mais sexy, até porque logo vai tirá-la”.

2) Os pelos protegem a região. Por isso, nada de apará-los radicalmente. “A recomendação para ficar confortável com o biquíni ou a calcinha sem deixar a região exposta é depilar três dedos acima do clitóris e deixar dois dedos nas laterais. Os pelos não podem ser muito curtos, por isso, devem ter dois dedos de altura”.

3) Quando for à praia ou relaxar à beira de uma piscina, não permaneça com o biquíni molhado. É importante trocá-lo, já que favorece irritações.

4) Troque o absorvente interno, no máximo, a cada três horas. “Se passar disso, em vez de absorvente, se torna um irritante”.

5) Lave as calcinhas com sabonetes próprios. Os convencionais podem promover alergias.

Vamos falar da coceira vaginal na região externa. Esse é um sintoma bastante característico de um processo alérgico. O uso constante de calcinha de lycra, sabonete íntimo, asseio com substâncias abrasivas como vinagre e outras, podem desencadear o prurido (coceira) associado à vermelhidão e irritação da região.

Nestes casos, recomenda-se o abandono das calcinhas de lycra, retirada da substância que esteja sendo usada para asseio e o uso de sabonete neutro. É importante lembrar que o uso de calças jeans o dia inteiro também favorece esse sintoma. Marcante da mulher moderna é passar o dia inteiro de calça no trabalho, isso favorece bastante o surgimento de alergias na região genital.

Há também a coceira vaginal interna, que já não ocorre por motivos alérgicos. A principal doença associada a isso é a candidíase, que você já deve ter ouvido falar. Nesse caso, a coceira é intensa e pode ser interna e externa, associado a ardor, dor ao urinar, inchaço, vermelhidão, dor na relação sexual e um corrimento branco, sem cheiro, semelhante à nata de leite ou queijo cottage. Pode piorar antes da menstruação.

E como se origina? A candidíase é causada pelo fungo Candida albicans que pode se proliferar na vagina por um desequilíbrio do ambiente, normalmente ocasionado por alguns comportamentos comuns como: deixar a calcinha secar no banheiro e não em local arejado, asseio vaginal incorreto, talco, sabonete íntimo, passar o dia inteiro com a mesma roupa.

Existe também a coceira vaginal interna que está relacionada a uma doença sexualmente transmissível, é a tricomoníase. Associa-se a um corrimento esverdeado, abundante e mal cheiroso. Pode apresentar também dor durante a relação sexual. Importante procurar o seu médico para o tratamento tanto seu quanto do parceiro. Caso seja tratada só a mulher, os sintomas aparecerão novamente. Site: www.medinforme.com
E-mail: medinforme@gmail.com

Cuidados essenciais

Para assegurar um bom equilibro da flora vaginal, deve privilegiar produtos neutros, com fórmulas sem álcool e perfumes agressores da região íntima feminina.

Não é aconselhável que a higiene íntima exceda as duas vezes diárias, pois em excesso pode alterar a flora vaginal.

Idealmente a roupa interior deve ser de algodão e larga, já que o calor aumenta o risco de infecções e irritabilidade da zona vaginal. É também aconselhável dormir sem calcinha (e os homens, sem cuecas), pois permite a ventilação na região genital.

Quando você estiver em seu período menstrual, troque de absorvente quantas vezes for necessario. Além disso, eles devem ser de qualidade e não provocar nenhum tipo de incomodo, para que o fluxo possa ser absorvido sem maiores problemas. Além disso, é preciso ficar muito atenta com o tipo de corrimento.

O natural não tem cheiro e sua coloração é fraca, ao contrario do causado por algum tipo de infecção, que possui uma textura mais grosa além de secreções nas cores amareladas, esverdeadas, dentre outros.

Os cuidados com a depilação também não ficam de fora. A depilação deve ser feita de forma cautelosa. É preciso observar as condições de higiene do local que oferece o serviço e se certificar de que a cera é descartável. Antes e após o procedimento, deve ser feita a limpeza da área para evitar a contaminação por germes.

Mais uma dica para manter saúde íntima em dia é o uso de preservativos durante a relação sexual, gatas! Pois somente a camisinha é capaz de protegê-las contra possíveis DST. Portanto, SEXO SEGURO SEMPRE!!

 > Não emprestar calcinhas, biquíni ou toalhas de amigas;

  > Lavar a calcinha adequadamente para evitar proliferação de fungos;

   > Dar preferência aos papéis higiênico brancos e sem perfumes. Os coloridos e perfumados podem causar alergias;

   > Evitar banho muito quente, pois pode irritar a mucosa vaginal;

   > Use roupas leves, que não comprimam a região genital;

    > Seque a roupa íntima em locais secos e arejados, de preferência expostas ao sol. Não deixe as calcinhas secarem em banheiros e outros locais abafados;

    > Jamais use duchas vaginais sem prescrição médica;

    > Não use o chuveirinho do vaso sanitário para lavar a vagina internamente. A água remove as bactérias e torna a área mais suscetível a infecções;

    > A mulher possui lubrificação natural. Procedimentos que deixam a área genital ressecada podem levar a pequenas rachaduras que são fonte de infecção;

    > O lubrificante íntimo pode ser boa alternativa para manter a lubrificação da mulher durante a relação sexual;

    > Procure sempre um médico aos primeiros sintomas atípicos e nunca faça a automedicação;

    > Atenção: a prevenção é o conjunto de todos os procedimentos durante a consulta, incluindo a conversa com o ginecologista.

Câncer do Colo do Útero:

O que é?
O cancro do colo do útero é o terceiro tumor maligno mais frequente na mulher, seguido do cancro da mama e do cólon e reto. 

Números:
O cancro no colo do útero atinge 15 em cada 100 mil mulheres por ano. Todos os anos surgem 500 mil novos casos de cancro do colo do útero e ocorrem cerca de 300 mil mortes anuais, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). 

Grupos de risco:
Antecedentes cancerígenos – Tratamentos por radiação contra outros tipos de cancro, que podem ter danificado o ADN das células, principalmente na zona pélvica. Nesta situação, o diagnóstico surge cinco a 25 anos depois da exposição à radiação;
Mais de 50 anos – mais vulgares entre a meia-idade mas, podem surgir tumores em idade mais jovem;
Obesidade;
Diabéticos;
Menstruação antes dos 12 anos e menopausa depois dos 52 anos. 

Sintomas:
Hemorragia vaginal (sangramento anormal, principalmente se já estiver na menopausa);
Dispareunia (dor durante a relação sexual);

Dor pélvica. 

Rastreio:
Teste Papanicolau ou Citologia – consiste na recolha de uma pequena porção de tecido do colo do útero para análise, com objectivo de detectar anomalias antes do desenvolvimento de um eventual tumor.
Ecografia transvaginal é utilizada para identificar alterações nas paredes do útero, por exemplo, o aumento da sua espessura.
Biópsia para fazer um diagnóstico mais preciso. 

Tratamentos:
Cirurgia;
Radioterapia;
Quimioterapia;
Terapia hormonal. 

Cenários:
O teste Papanicolau (criado pelo doutor George Papanicolau em 1940) reduz a morte por cancro do colo do útero em 70 % e serve para determinar o risco de uma mulher vir a desenvolver o câncer

ENDOMETRIOSE: fiquem atentas aos principais sintomas:

– Cólica Menstrual intensa que pode aumentar ainda mais com a progressão da doença, o que acaba influenciando na realização das atividades diárias;

– Problemas urinários diversos, como sangramento, urina em excesso e dor;

– Dispareunia, que é a dor durante as relações sexuais;

– Sintomas intestinais, como dor, sangramento, diarreia;

– Pode causar infertilidade, porém com o diagnóstico precoce e o tratamento adequado, isso pode ser revertido;

E como tratar a Endometriose?

A Endometriose regride com a menopausa, pois os níveis hormonais estão diminuídos.

As mulheres que não são menopausadas ainda podem utilizar medicamentos para suspender a menstruação, como as pílulas, com o consentimento do ginecologista, claro! Em casos em que as lesões são mais graves, pode-se corrigir cirurgicamente, além disso, a retirada dos ovários e do útero pode ser uma alternativa viável.

Por isso:

– Vá ao seu ginecologista pelo menos uma vez ao ano;
– Faça exames de rotina periodicamente;
– Preste atenção aos sinais que o seu organismo lhes transmite;

E lembre-se: Não pense que a cólica é uma coisa normal para nós mulheres, procure seu médico, pois pode ser sinal de ENDOMETRIOSE!!

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Um pensamento sobre “V-a-g-i-n-a

  1. […] como sempre, num pseudo-barraco virtual no Facebook ;)). Dois anos atrás, já havia publicado algo relacionado, no meu outro blog. Aí vi aquele artigo sobre o quadro A origem do universo, e publiquei-o como complemento…e […]

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