“…Eros, aquele anjo retratado como querubim fofo, gorduchinho e cabeludinho – mas pode apostar: ao procurar entre os fios daquela cabecinha angelical meiga, certamente encontrar-se-iam dois chifrinhos pouco sutis! A mitologia está errada…ele não é filho de Afrodite com Ares (o deus “da guerra selvagem, ou sede de sangue, ou matança personificada”)- deve ser filho de Lúcifer, isso sim…pois, além de belo, ele é super do mal! Adora tirar onda da minha cara! *rs*”

..eu tenho uma definição melhor de amor. Depois vos mostro 😉

PS – argh, deu erro na galeria de imagens fofas/cor de rosa *rs*, depois conserto…

A Fênix de Fogo

O amor não tem rosto nem identidade, é imperscrutável e indecifrável, brota a sorrelfa aqui e ali, aleatoriamente, sem regras, e, de forma inexpugnável e inexplicável, arrebata, silenciosamente ou de forma avassaladora, o corpo e a mente do ser humano, tornando-o, assim, uma criatura singular, diferente de qualquer outra. A nossa humanidade, enfim, depende da vontade irracional e inconstante desse sentimento, o mais poderoso, misterioso e incontrolável de todos, que às vezes parece brincar conosco, mas que, mesmo por linhas tortas, nos faz feliz e nos distingue dos demais seres vivos.

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