Lembrete:


Por favor, divulguem nosso evento! O site está em construção, mas  algumas informações já estão on-line. As inscrições para  apresentação de trabalhos serão entre 1 a 30 de março de 2012. Em breve encaminharemos a programação completa.

www.assis.unesp.br/narrativapolicial

    Grata,
    Maira Angélica Pandolfi

IV Simpósio Gêneros híbridos da Modernidade: a Narrativa Policial

APRESENTAÇÃO

IV Simpósio Gêneros Híbridos da Modernidade: a narrativa policial será realizado entre os dias 08 e 10 de maio do corrente ano, na Faculdade de Ciências e Letras, câmpus de Assis. O evento, em sua quarta edição, é organizado pelo Grupo de Pesquisa “Narrativas Estrangeiras Modernas: Gêneros Híbridos da Modernidade”, vinculado ao Departamento de Letras Modernas, registrado junto ao CNPq, cujo líder e vice-líder são, respectivamente, Profa. Dra. Maria Lídia LichtscheildMaretti (UNESP-Assis) e Prof. Dr. Antônio Roberto Esteves (UNESP-Assis). Desde sua criação em 2002, o Grupo, que reúne pesquisadores de várias universidades brasileiras, tem promovido diversas atividades, organizando encontros próprios ou participando da organização de Simpósios em eventos de maior porte. Da mesma forma, tem publicado os resultados de suas pesquisas em diversos meios, seja em livros organizados pelo Grupo, seja em revistas especializadas.

Dentro de seu objetivo geral de estudar a questão dos gêneros na narrativa literária e suas interfaces, visando um redimensionamento da categoria após a incorporação de gêneros mistos, ocorrida na literatura do século XX, o Grupo desenvolve projetos bianuais que se dedicam às várias modalidades de narrativas híbridas. Desse modo, após estudar as interfaces entre literatura e história; as narrativas do eu; as narrativas de viagem e a literatura no cinema, o projeto cujos resultados serão apresentados no IV Simpósio é a narrativa policial.

Estudar as narrativas policiais mais recentes pode significar, além do reconhecimento do espólio devido a Poe, Doyle e Christie, a admissão de que, se pensarmos no Eco de O nome da rosa (de 1980) e/ou no Fonseca de A grande arte(de 1983), dentre muitos outros, o gênero “serve” a um esquema lógico bem contemporâneo: o de “desabsolutizar” a verdade e as estratégias (tradicionais ou não) para se chegar a ela. Tais romances, aparentemente tão distintos, parecem apostar numa lógica específica: o movimento investigatório característico das narrativas policiais pode levar a outras verdades, para além daquela do crime, e isto depende do(s) ponto(s) de vista adotado(s) ficcionalmente, sejam eles de ordem filosófica, histórica, social, econômica, cultural e literária. Basta apenas que queiramos, enquanto leitores curiosos, procurar saber até aonde vão as possibilidades, em cada caso.

Qualquer que seja o ponto de vista adotado para observar e/ou estudar o fenômeno não se pode deixar de lado uma constatação muito simples: a proliferação desse tipo de narrativa nos mais variados suportes devido o gosto do ser humano seja pelo mistério e seja pela tentativa de desvendar situações misteriosas. Em outras palavras, as narrativas policiais fazem parte de nossa realidade e de nosso cotidiano. Estudá-las, pois, é uma das funções – tarefa em muitos aspectos também prazerosa – da Academia. Tal compromisso, desafio ao mesmo tempo, motivou a escolha desse tema como núcleo do Simpósio proposto.

  • Lista de Simpósios

1- A Narrativa Policial Contemporânea

Ana Maria Carlos (UNESP-Assis): anamcarlos@uol.com.br

Wellington Ricardo Fioruci (UTFPR-Pato Branco): tonfiorucci@hotmail.com

Resumo: A narrativa contemporânea, em sua ânsia de representar o caos e a multiplicidade característicos de seu tempo, vem derrubando as fronteiras entre os gêneros literários, renovando-os, dando continuidade ao questionamento da arbitrariedade das classificações tradicionais iniciado já no século XIX. A narrativa policial foi um desses gêneros revisitados e transformados pela narrativa contemporânea. Uma das primeiras consequências dessa revisitação foi a dissolução dos limites entre alta e baixa cultura através da discussão, que nessas narrativas agora se propõe, das relações entre linguagem e verdade. A nova narrativa policial pode, para tais discussões, ligar-se a outros saberes e/ou outros gêneros literários, pode aparentar-se da filosofia, da história, da sociologia, da ciência, do jornalismo, da crítica literária. Tal tipo de narrativa exige, assim, um leitor ativo e empenhado par em par com o autor na proposição das hipóteses e não mais, como nos romances de detetives tradicionais, na resolução definitiva de algum enigma: não há mais verdade a ser buscada, só hipóteses cada vez mais provisórias a serem infinitamente perseguidas. As pistas disseminadas podem mesmo levar a outro livro, que por sua vez leva a novo problema, obrigando o leitor a percursos sempre labirínticos de leitura. Outras vezes são escritores de romances policiais – ou os personagens e as obras por eles criados – que renascem nas novas narrativas através da intertextualidade para fomentar todo tipo de discussão, de crítica ao próprio gênero a debates filosóficos sobre a essência da verdade.Fragmentação, hibridismo genérico, estrutura labiríntica, interatividade com o leitor, hipertextualidade, intertextualidade: essas são algumas das características da nova narrativa policial que este simpósio pretende discutir.

2- Narrativa policial e relato histórico: interfaces

Antônio Roberto Esteves (UNESP-Assis): aesteves26@uol.com.br

Resumo: Grosso modo, pode-se dizer que tanto a narrativa policial quanto o romance histórico são consequências da proliferação de narrativas advinda da popularização dos folhetins durante a primeira metade do século XIX. Nesse contexto, os últimos dois séculos viram se desenvolver e se popularizar uma série de narrativas híbridas, em vários formatos e através de diversos meios, que colocam suas ações em tempos passados ou que tentam resolver crimes ou outros enigmas. O cruzamento dessas duas modalidades, presente desde o início dos gêneros, tem sido constante seja com o simples objetivo de divertir o leitor, seja na tentativa de, ao enredá-lo nos meandros do labirinto narrativo e seus mistérios, mostrar que pelo exercício da leitura ele pode aprender algo sobre o mundo que o rodeia e pode escapar de suas armadilhas (as do texto e as do mundo, por que não?). Um exemplo paradigmático desse tipo de narrativa é o romance O nome da rosa (1980), de Umberto Eco, onde se misturam as duas modalidades, fazendo a obra circular tanto pelas esferas da chamada alta cultura, por sua elaborada tessitura metatextual, quanto pelo gosto popular, que ali encontra divertimento. Nesse âmbito, o presente simpósio pretende discutir narrativas onde essas modalidades, bastante populares, e ao mesmo tempo, bastante metaficcionais, se entrecruzam.

3- Os pastiches de Sherlock Holmes no século XX

Brigitte Monique Hervot (UNESP-Assis): bhervot@hotmail.com

Resumo: Quando o romance policial é ambientado no passado, é chamado pelos críticos de romance policial histórico. Esse subgênero, ou gênero híbrido, ganhou suas cartas de nobreza junto ao grande público nas últimas décadas do século XX, após o sucesso estrondoso de O Nome da rosa, de Umberto Eco, em 1980, e representa atualmente um dos tipos mais importantes e populares da literatura policial. Como todo bom romance policial, segue a fórmula crime, investigação e solução. E, como romance histórico, transpõe o enigma criminal ou a ação do thrillerem um passado e um espaço relativamente longínquos, criando uma intriga onde se cotejam personagens reais e fictícias, acontecimentos históricos e imaginários. As investigações ocorrem e atuam em diversas épocas e em todos os continentes. No centro desses romances, escritos a partir de um importante trabalho de documentação, encontra-se sempre a figura do detetive. Pretende-se, nesse simpósio, discutir os romances policiais históricos em que o famoso detetive Sherlock Holmes surge como personagem principal, não mais o das aventuras de Sir Arthur Conan Doyle, seu criador original, mas o de outros escritores. As primeiras obras inspiradas nos romances de Doyle são contemporâneas ao próprio autor. Assim, em 1908, Maurice Leblanc publica o romance Arsène Lupin contre Sherlock Holmes, e Hector Fleischmann, Le rival de Sherlock Holmes. O filão dos pastiches está aberto e, até hoje, o locatário do 221b Baker Street aparece ao lado de várias personalidades tão famosas quanto ele, como por exemplo Einstein, Freud, Lenine, Karl Marx, Oscar Wilde, Jack o estripador, entre outros. Holmes continua a ressuscitar por toda parte, inclusive no Brasil, como no romance de José Jacinto Veiga, O Relógio Belisário, e no do humorista Jô Soares, O Xangô de Baker Street, ambos de 1995. Desse modo, o simpósio está aberto aos trabalhos que, valendo-se de um referencial teórico marcado pelos conceitos de intertextualidade, paródia, pastiche, apropriações e, em particular, de metaficção historiográfica, se propõem a refletir sobre o romance policial histórico e a ficção sherlockiana depois de Doyle, inserindo as discussões na holmésologie, ou ainda na sherlockiana, uma disciplina científica que nasceu de uma brincadeira no início do século XX e que estuda a vida e a obra de Sherlock Holmes.

4- Questões de gênero na narrativa policial

Cleide AntoniaRapucci (UNESP-Assis): rapucci@assis.unesp.br

Márcio A. Souza Maciel (UEMS-Campo Grande): marciomaciel@hotmail.com

Resumo: O simpósio tem como objetivo, em primeiro lugar, pôr em discussão as temáticas pertinentes à atualização da narrativa policial vista sob o prisma das modalidades de gênero, hoje, sempre atuais, para além do patriarcalismo ficcional e crítico que a inaugura na literatura ocidental do século XIX. Em um segundo momento, por fim, é nosso interesse, igualmente, o desfile e a apreciação de ficções policiais (nacionais e estrangeiras), alheias ao cânone detetivesco (masculino e heteronormativo), escritas sob a égide dos estudos de gênero.

5- O romance policial na trilha do folhetim

Francisco Cláudio Alves Marques (UNESP-Assis): fmarques@assis.unesp.br

Resumo: Trata-se, em linhas gerais, de procurar entender o significado objetivo para osurgimento e ascensão do romance policial em meados do século XIX. Para tanto, propomos uma busca situada, cronotópica e historicamente, num determinado ponto do desenvolvimento do capitalismo, do surgimento da classe operária, da criminalidade, da primitiva revolta social contra a sociedade burguesa e dos anseios por justiça, o que nos levará a entender o que de essencialmente utópico permeia o gênero em tela. Emseu Delícias do crime, Ernest Mandel assinala que o espaço crescente dos romances policiais na literatura popular corresponde a uma necessidade objetiva da classe burguesa de reconciliar a consciência do “destino biológico” da humanidade, da violência das paixões, da inevitabilidade do crime com a defesa e a justificação da ordem vigente. Essencialmente urbano, o romance policial, “literatura irrefletida ou sem reflexão”, parece refletir anseios latentes de retaliação, de sobrepujar a sensação de tédio, monotonia e enfado cotidianos, algo gerenciado pelas exaustivas horas de trabalho e pelas relações hierárquicas e hierarquizantes que se processam no âmbito do nascente capitalismo. Para cumprir tal função desopilante, o romance policial devia exercer certo fascínio sobre o público-leitor. Para isso, repetiria muitas das técnicas empregadas pelos fundadores do gênero rocambolesco.

6- Literatura policial e outras mídias: as adaptações da literatura para o audiovisual

Gabriela Kvacek Betella (UNESP-Assis): literatura_audiovisual@hotmail.com

Resumo: Produções audiovisuais provocam uma imagem mental imediata devido ao impacto de realidade maior que o das outras artes que, contudo, podem deixar suas marcas na filmagem, especialmente quando se trata de uma adaptação. A presença da literatura no cinema é um exemplo capital, pois a sétima arte praticamente nasce dependente da narrativa, mesmo antes de adaptar obras literárias. A literatura policial conta com enredos frutíferos para o audiovisual, tanto nos primórdios do cinema quanto nas contemporâneas realizações, inclusive em séries adaptadas ou inspiradas em romances, novelas, contos e no teatro. Este simpósio trata dessas adaptações com o intuito de revelar procedimentos específicos de cada gênero (literário e audiovisual), com o apoio das mais variadas correntes teóricas, incluindo as que contemplam as questões de verossimilhança e os diálogos com a história. A ideia é discutir a pertinência do resultado final (uma espécie de releitura da trama primeira) como herdeiro do gênero policial, disposto a promover o conhecimento do ser humano no mundo e a renovar instrumentos estéticos e ideológicos convocados pelos autores, roteiristas e diretores para uma representação em que é possível discutir formas lineares de narrativa literária e audiovisual em contraponto às inversões e elipses de ambos os gêneros.

7- Edgar Allan Poe e a Narrativa policial: origens e intertextualidades

Luciana Moura Colucci de Camargo (UFTM-Uberaba): profalucianacolucci@gmail.com

Norma Domingos (UNESP-Assis): domingos.norma@uol.com.br

Resumo: No final do século XIX, um novo gênero literário se constitui: o policial. Mas desde seu aparecimento, em função de sua má reputação, esse gênero se vê excluído do campo da “verdadeira” literatura por estar associado à massa. Edgar Allan Poe fará, entretanto, desse tipo de narrativa uma das mais apreciadas e cuja repercussão chega até o cenário contemporâneo. Poe, em 1841, ao publicar Os Assassinatos da Rua Morgue, considerada a primeira narrativa policial moderna cujo narrador anuncia o caro Doutor Watson e o Cavaleiro Auguste Dupin, antecipa o famoso Sherlock Holmes de Conan Doyle. Essa primeira novela será seguida de dois outros textos célebres do autor americano: O Mistério de Marie Roget, em 1842, e A Carta Roubada, dois anos depois, obras que no conjunto figuram como as primeiras consideradas policiais. Poe é, ainda, ao lado de Jules Verne, considerado o precursor da literatura de ficção científica, e do fantástico moderno. Assim, este simpósio tem a intenção de trazer discussões em torno da obra desse escritor e da narrativa policial. Seu objetivo é o de recuperar as origens desse novo gênero moderno a partir de análises da obra poeana, bem como o de destacar influências posteriores. O intuito é, ainda, o de aprofundar os estudos sobre intertextualidades de Poe que vão desde Conan Doyle até os romances policiais contemporâneos porque a obra de Poe “atingindo dimensões extratemporais, as dimensões da natureza profunda do homem sem disfarces, é tão profundamente temporal a ponto de viver num contínuo presente, tanto nas vitrinas das livrarias como nas imagens dos pesadelos, na maldade humana e também na busca de certos ideais e de certos sonhos.”, como bem observa Cortázar.

8- Cartografias urbanas: as representações literárias da cidade no romance policial

Maira Angélica Pandolfi (UNESP-Assis): mairapan@gmail.com

Resumo: Este simpósio pretende discutir as relações entre a literatura policial e sua íntima relação com a urbe. O advento das grandes cidades após a Revolução Industrial e, com elas, a massa urbana, são circunstâncias que possibilitaram o surgimento da narrativa policial. A cidade industrial que começou a surgir na Europa no final do século XVIII e se intensificou no decorrer do XIX constituiu, também, uma nova mentalidade urbana, pois sua disposição irregular substituiu a organização centralizada das cidades tradicionais possibilitando, ainda mais, o desaparecimento do indivíduo em meio à multidão e sua intensa mobilidade. É essa cidade que se apresenta como espaço urbano propício à intertextualidade com o gênero policial, visto que oferece à escrita ficcional a possibilidade de se posicionar diante de seu aspecto multifacetado para revelar-lhe os mistérios e dar-lhe sentido. Dessa forma, se a cidade moderna se constituiu num ambiente propício ao surgimento do gênero policial também é fato que este, por sua vez, ajudou a defini-la. É nessa relação entre literatura policial e experiência urbana que se configuram diferentes perfis de cidade e seus habitantes. Nesta perspectiva, ressaltamos a importância de refletir sobre as diversas representações da paisagem urbana na narrativa policial como cenário privilegiado das ações detetivescas em meio à multidão que possibilita o anonimato do criminoso. Essas representações, contudo, não se referem apenas à fisionomia e traços culturais das cidades, mas também à sua cartografia simbólica, onde emergem a história, a memória e uma multiplicidade de vozes e signos que compõem uma teia complexa de indagações; uma infinidade de percursos capazes de exprimir os diferentes modos de ver, de ler e de reler as cidades modernas e seus conflitos.

9- Na Pista de Georges Simenon

Maria Lídia Lichtscheild Maretti (UNESP-Assis): juliecamus@yahoo.com.br

Carla Cavalcanti e Silva: (UNESP-Assis): juliecamus@yahoo.com.br

Resumo: Commissaire Jules Maigret é uma personagem de ficção que aparece como protagonista em uma série de 75 romances e 28 novelas policiais escritas por Georges Simenon (Liège/Bélgica em 13/02/1903 – Lausanne/Suíça em 04/09/1989) entre os anos 1929 e 1972. Tais narrativas também são objeto de adaptação para o cinema e a televisão, o que também pode suscitar reflexões entre os integrantes deste simpósio. Chefe da brigada criminal da polícia judiciária parisiense, Maigret é um homem imponente, com ombros largos e o olhar rude, às vezes inquietante, que emprega o seu tempo na solução de crimes. Amante de uma iguaria culinária francesa e fumante inveterado de cachimbo, ele gosta de sentir a atmosfera e de se deixar impregnar pelos acontecimentos antes de começar a executar uma investigação. Sua “técnica” é vista como baseada na compreensão tanto da personalidade dos diferentes envolvidos em um caso quanto de suas interações, deixando-se guiar por seu instinto, palavra-chave que o explica enquanto investigador, que põe em causa as surpreendentes deduções lógico-científicas à la Sherlock Holmes, Hercule Poirot e EugèneDupin e que ainda nos faz pensar na teoria filosófica bergsoniana. Se a narrativa policial clássica (Poe, Doyle, Christie) se detém no método racional para o desvendamento de crimes, Simenon aposta, pois, na intuição para fazê-lo, e com a mesma eficácia persuasiva. Neste sentido, pode-se afirmar que a narrativa policial “serve” ao escritor para nos fazer pensar nas formas de construção do discurso que se quer representativo de pretensas “verdades” e, ao mesmo tempo, em outras perspectivas, além daquelas já consagradas, para encarar os métodos de desvendamento da “verdade” no mundo em que vivemos.

10- O romance gótico e a narrativa policial

Sérgio Augusto Zanoto (UNESP-Assis): sazanoto@uol.com.br

Resumo: Gênero atribuído a Horace Wallpole, cujo Castelo de Otranto (1765) estabeleceu a história de horror. A influência gótica nas histórias de mistério e de detetives posteriores é evidenciada pelos cenários escuros, pelas motivações estranhas e difíceis de se compreender e nas preocupações com soluções brilhantes e inesperadas.

Inscrições

Os interessados em apresentar comunicação nos Simpósios deverão encaminhar e-mail aos respectivos coordenadores anexando o formulário de proposta de trabalho, até 30 de março de 2012. Lembramos que cada Simpósio poderá contar com no máximo 16 participantes.

Caso receba a mensagem de aceite, o interessado deverá enviar o comprovante de pagamento por e-mail para secretaria.narrativa.policial@gmail.com de 09 a 30 de abril de 2012.

Alunos de graduação com projetos de Iniciação Científica no âmbito da temática do evento poderão apresentar comunicações com anuência dos orientadores

Os ouvintes deverão enviar a ficha de inscrição preenchida e o comprovante de pagamento para o e-mail secretaria.narrativa.policial@gmail.com de 1º de março a 08 de maio de 2012.

RESUMO DAS DATAS DE INSCRIÇÃO

  • Envio dos resumos aos coordenadores dos Simpósios: de 1º a 30 de março.
  • Envio da mensagem de aceite pelos coordenadores: 09 de abril de 2012.
  • Inscrição dos participantes aceitos: de 09 a 30 de abril de 2012
  • Inscrição de ouvintes: de 1º de março a 08 de maio de 2012.
    Taxas de Inscrições

    Lupa.jpgPagamento de 1º de março a 13 de abril

    COM APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS

    GRADUAÇÃO                                      R$ 20,00

    PÓS-GRADUAÇÃO                               R$ 40,00

    OUTROS                                             R$ 60,00

    OUVINTES

    ALUNOS DE GRADUAÇÃO                R$ 10,00

    ALUNOS DE PÓS-GRADUAÇÃO         R$ 20,00

    OUTROS                                         R$ 30,00

    Pagamento de 14 de abril a 08 de maio

    OUVINTES

    ALUNOS DE GRADUAÇÃO                  R$ 15,00

    ALUNOS DE PÓS-GRADUAÇÃO           R$ 25,00

    OUTROS                                          R$ 35,00

    Normas de Publicação

    RESUMO para proposta de comunicações nos simpósios

    Deve apresentar a seguinte disposição:

    Margens: superior 3 cm e as demais de 2 cm;

    – Fonte tamanho 12 e letra Times New Roman, espaçamento simples.

    -Título centralizado, obedecendo maiúsculas e minúsculas conforme necessário, sem negrito.(1 espaço em branco);

    – SOBRENOME, Nome. Instituição – SIGLA (Universidade a que esta filiado) do proponente da comunicação (deixar uma linha em branco)

     RESUMO: (escrito em maiúsculas e negrito). Texto de no mínimo 200 e no máximo 300 palavras que explicita a proposta delimitada de discussão vinculada ao tema geral proposto, digitado em espaço simples, Times New Roman, tamanho 12, sem adentramentos ou parágrafos.

    – PALAVRAS-CHAVE: (escrito em maiúsculas e negrito). 3 a 5 palavras-chaves, digitadas em espaço simples, Times New Roman, tamanho 12, que direcionem para a área específica da comunicação.

    TEXTO COMPLETO para publicação

    QUESTÕES RELATIVAS À FORMATAÇÃO DO TEXTO

    Papel: A4

    Margens: Esquerda 3cm; as demais todas 2 cm

    Fonte: Times New Roman – tamanho 12

    Adentramento de parágrafo: 1,5 cm (marcados na régua e não no TAB)

    Espaçamento: 1/5 (um e meio)

    Número de páginas: Não inserir número de páginas. O texto deverá ter entre 08 a 12 páginas.

    Notas de rodapé: Sugerimos não utilizar notas de rodapé.

    QUESTÕES DE ORDEM TEXTUAL

    Título: Digitado na primeira linha do texto, centralizado, obedecendo maiúsculas e minúsculas conforme necessário, sem negrito. (2 linhas em branco para seguir)

    Nome do autor: Alinhado à direita, mencionando SOBRENOME, Nome. (Instituição –SIGLA – Universidade a que esta filiado(a) – entre parêntesis). (Deixar uma linha em branco para seguir)

    RESUMO: Texto em espaço simples, sem parágrafos, Times New Roman, tamanho 12, contendo no mínimo 200 e máximo 250 palavras. (Seguir sem linha em branco)

    PALAVRAS-CHAVE: Mínimo 3 e máximo 5 palavras digitadas em espaço simples, Times New Roman, tamanho 12, que especificam o tema de discussão – separadas por ponto e vírgula. (Deixar uma linha em branco para seguir).

    ABSTRACT (ou RESUMEN): (tradução do resumo dentro da mesma normatização do texto em português. (Não deixar linha em branco para seguir)

    KEYWORDS (ou PALABRAS-CLAVE): – tradução das palavras-chave.

    (Deixar um espaço (1,5) para iniciar o corpo do texto).

    CORPO DO TEXTO:

    Texto digitado em espaço um e meio (1/5), fonte Times New Roman, tamanho 12, com adentramento de parágrafo de 1,5cm, marcados na régua. Utilizar itálico somente para destacar palavras em outro idioma e nome de obras.

    SUBTÍTULOS: Caso o texto apresente subtítulos estes devem vir alinhados à esquerda, separados por um espaço (1,5) do texto anterior e posterior, sem adentramento, em CAIXA ALTA.

    CITAÇÕES NO TEXTO:

    Ao mencionar-se o nome de uma obra esta deve sempre estar em itálico e acompanhada do ano da publicação da edição, ou tradução, usada pelo pesquisador.

    A supressão de partes das citações deve ser feita por […] e não (…), nem apenas por reticências. Veja: Segundo Elaine Showalter (1994, p. 39), “a tarefa apropriada para a crítica feminista, […], é concentrar-se no acesso das mulheres à língua, no campo lexical disponível a partir do qual as palavras podem ser selecionadas […]”.

    Ao citar trechos específicos, observe as seguintes recomendações:

    A – Citações com mais de três linhas devem ser feitas com adentramento de 4cm, letra tamanho 11, (NÃO USAR ASPAS (“…”), destacadas do corpo do texto com um espaço anterior e posterior (1,5).

    B- Citações com menos de três linhas: Incorporar ao texto e marcar com aspas (“….”), mencionando-se o autor (em MAIÚSCULAS) após a citação, com ano da obra e página:

    Ex: Se nos reportarmos para o discurso feminista anglo-americano “o termo gênero vem sendo usado para designar o significado social, cultural e psicológico imposto sobre a identidade sexual biológica”. (FUNK, 1999, p. 20).

    C- Quando esta citação não for literal, mas por analogia, paráfrase ou remissão, sugere-se antepor a menção ao autor (em letras minúsculas), seguido do ano da publicação da obra a que se está remetendo e, caso a menção volte-se para um aspecto específico da obra referida, mencionar também a página, ou páginas, na qual se aborda o tema enfocado.

    EX: De acordo com Funk (1999, p. 20) gênero é um termo que vem sendo empregado […].

    D- Quando a menção corresponde a uma teoria desenvolvida ao longo de várias obras de um autor mencionado deve-se, ao menos, apontar o ano da publicação das obras mais importantes do autor que expõem tal teoria.

    EX: A complexidade de um romance, segundo opina Bakhtin (1995-1998), está estritamente correlacionada com o uso que nele se faz da potencialidade dos signos.

    (1995- Refere-se à obra: Questões de Literatura e Estética e 1998 – à obra Marxismo e filosofia da linguagem; textos nos quais o autor expõe suas teorias voltadas para o discurso e a potencialidade representativa dos signos lingüísticos).

    OBS.: Entre as diversas opções que se oferece ao autor, pedimos a gentileza – a fim de uniformizar a apresentação dos textos – que os senhores façam suas referências da seguinte forma: Bahktin (1995, p. 23); ou Bahktin (1995) – na interpretação de Leite (1998, p. 37); ou Bahktin (apud LEITE, 1998, p. 37); (BAHKTIN, 1995 apud LEITE, 1998, p. 38).

    QUESTÕES REFERENTES ÀS REFERÊNCIAS

    Devem vir separadas do texto por um espaço em branco (1,5). A Palavra REFERÊNCIAS digitada em maiúsculas, seguida de dois pontos, alinhada à esquerda, seguida de um espaço em branco (1,5). Devem listar-se apenas as referências de fato citadas no texto.

    QUESTÕES DE ORDEM GERAL

    A responsabilidade pela redação, seu conteúdo ideológico e seu ajuste lingüístico, é de inteira responsabilidade do(s) autor(es).

    Pedimos, se possível, não utilizar NOTAS DE RODAPÉ. Procure, assim, incluir as informações relevantes no corpo do texto e as referências no final do texto.

    Os textos devem apresentar no mínimo 08 páginas e no máximo 12 páginas, dentro das normas aqui estipuladas e contemplando todos os itens mencionados.

    Os textos normatizados devem ser enviados, impreterivelmente, ao coordenador do Simpósio, até a data fixada no Cronograma geral.


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