Doe sangue/Donate blood


Não custa nada…supere seu medinho de agulha, vale a pena 😉 (clique para ler as orientações sobre doação, e para ver as fotos em tamanho maior)

“Your local blood banks are NOT FOR PROFIT agencies. Do you think electricity to keep the blood products stored at the proper temperatures is free? How about the myriad of laboratory testing the blood goes through to ensure it is safe for the patient? Don’t forget the staff that draws the blood and the staff that processes the blood. Oh, and not to mention the equipment maintenance that is involved to keep blood collection equipment/processing equipment in working order. All of this is a considerable cost which is why a unit of blood costs what it does. The blood banks are not out to “make a buck”, but they do need to recuperate some of these costs. As far as blood banks not being regulated by the government, you are seriously mistaken. Blood is considered a drug and is regulated by the Food and Drug Administration (a GOVERNMENT agency!!). The FDA holds regular inspections of every single operating blood bank in the United States, and if there are violations the blood bank can be shut down.”

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Recentemente li uma notícia triste sobre transfusão de sangue (ver abaixo). Nunca é demais lembrar que o paciente, e o(s) acompanhante(s) e familiar(es), têm o direito de ver e saber exatamente o quê e por quê médicos, enfermeiros e outros funcionários de postos de saúde, clínicas, hospitais, etc. estão realizando este ou aquele procedimento, bem como tudo o que for injetado na veia do paciente. EXIJA ver e saber de tudo. É seu direito ver o que está prestes a ser injetado, INCLUSIVE o tipo de sangue, e contestar ou elaborar perguntas se tem dúvidas ou desconfia de algo. Melhor ser visto como alguém chiliquento, mal-educado, imbecil e ignorante do que ver um ente querido ou amigo seu morrer por alguma distração/falta de atenção/negligência/ignorância de qualquer médico ou enfermeiro…enganos são frequentes e “normais”, e sabemos muito bem que médicos/enfermeiros e outros funcionários são pessoas como nós…podem, portanto, estar tendo um dia estafante ou extremamente ruim pelas mais diversas razões; por isso, não é nada surpreendente que erros ocorram. O que não pode acontecer é esse tipo de erro/engano/negligência tão ***BÁSICO***, e sobretudo tão fatal!!! Não foi a primeira vez, e infelizmente nem será a última…entretanto, não é por isso que os responsáveis não têm que ser punidos e que o hospital pode se eximir de responsabilidades com um mero “lamentamos muito”…como se se tratasse (desculpem o pseudo-trocadilho!) de uma mera fatalidade!!!

Mulher morre após receber sangue errado em transfusão

Fabiana Cambricoli
do Agora

A família da dona de casa Suely Campioni dos Santos, 61 anos, afirma que ela morreu na última segunda-feira após receber um tipo de sangue incompatível em uma transfusão feita no Hospital do Servidor Público Estadual, na Vila Clementino (zona sul).

Segundo a família, a morte ocorreu menos de dois dias depois de Suely ir à unidade receber três bolsas de sangue prescritas para tratar uma anemia.

“No sábado, ela foi receber o sangue. Fez o exame para saber o tipo e, horas depois, chegaram as bolsas do tipo A. Quando vi, avisei a funcionária que o sangue dela era O, porque ela sempre recebia esse tipo. A funcionária, então, disse que ela recebia O porque é o tipo doador universal”, diz a auxiliar de enfermagem Luciana Nazário, 39 anos, filha de Suely.

De fato, uma pessoa de tipo A pode receber tipo O, mas o contrário não é possível.

E foi justamente o que aconteceu com Suely.

Segundo a filha da dona de casa, o sangue da mãe era, na verdade, do tipo O, e ela acabou recebendo o A, incompatível.

Resposta

A diretoria do Iamspe (Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual), responsável pelo Hospital do Servidor Público Estadual, informou ontem que, assim que soube da morte da dona de casa Suely Campioni dos Santos, 61 anos, ocorrida na madrugada da última segunda-feira, abriu uma sindicância para a “apuração rigorosa dos fatos”.

O instituto afirmou ainda que os envolvidos no atendimento à paciente foram afastados.

Não disse, porém, quantos profissionais foram afetados pela decisão e quais funções eles desempenhavam no hospital.

O Iamspe declarou também que lamenta a morte da dona de casa.

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