Cachorrada!!!!!!


hahahahhahahahhahahahahhahahahaahah Ai ai, bichinho fanfarrão, adorei :) Isso é que é estar cagando e andando pro que os outros vão pensar ;) O melhor é o replay!!!! hahahahahha E ainda por cima censuraram com um xizinho kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Tirinhas


Muito boas! Vieram daqui, obviamente ;)

F#d@-se o cupido!


Hahhahahhhahah minha mãe é um barato – sabendo dos meus fiascos, comprou esse livro para mim, e só a capa já vale! *rs* (o subtítulo do livro é: “guia de meninas atrevidas para pegar caras gatos” kkkkkk!!! Apelativo como eu gosto ;) )

Muito engraçadinha…espero que o conteúdo seja bom também ;)

Diz a sinopse:

“Há uma regra não escrita em nossa sociedade que diz que toda mulher deve sempre esperar para ser paquerada por um homem. No entanto, diversas moças acham isso ultrapassado e estão dispostas a virar o jogo. O problema é que, por não estarem familiarizadas com essa situação, não sabem muito bem como dar início a uma cantada e, muitas vezes, acabam se dando mal.

F#d@-se o cupido! foi escrito para ajudar essas mulheres, tornando-se um guia para quem cansou de esperar o cupido entrar em ação e resolveu assumir o controle de sua vida amorosa. Relatando seus muitos anos de paquera (incluindo as hilariantes tentativas frustradas), Samantha Scholfield revela as técnicas e estratégias que considera mais úteis para seduzir o pretendente escolhido, além de apresentar métodos infalíveis para iniciar uma conversa a qualquer momento e em qualquer lugar – sem o cara sequer reparar que está sendo cantado.

Entre muitas outras coisas, com F#d@-se o cupido!, as mulheres vão conhecer: o que realmente acontece quando se flerta com um cara; cinco técnicas para melhorar as habilidades de paquera e aumentar sua confiança; 51 lugares perfeitos para conhecer o futuro namorado; tudo sobre linguagem corporal; e como usar essas técnicas em namoros on-line.”

“Escrito para as mulheres que acreditam que não é apenas na carreira que se deve manter as rédeas da situação, F#dA-se o cupido! revela-se o guia definitivo para quem quer tomar a iniciativa e abordar os homens sem se meter em saias justas.
A autora Samantha Scholfield estimula a autoconfiança da leitora oferecendo dicas para criar oportunidades de aproximação sem comprometer a autoestima e o bom humor. A leitora receberá orientações sobre os melhores lugares para fazer suas investidas e ainda aprenderá técnicas em que os homens nem percebem que estão sendo abordados. Com esse livro, as mulheres darão o primeiro passo de uma maneira natural e espontânea, virando o jogo da sedução a favor de todos!”

Promete, promete…! Depois eu conto se é luxo ou lixo ;)

Cabelo, cabeleira, cabeluda, descabelada

Esta galeria contém 45 imagens.


Minha mãe está cansada do corte de cabelo dela, e queria mudar…tendo ela ficado insatisfeita com os resultados das mudanças virtuais de corte de cabelo, resolvi colocar essa minha fotinho e brincar de corte novo também! *rs* Vejam os resultados (detalhe que os de cabelo curto não dá para visualizar direito pelo fato de o […]

Civilizar pela música: a inquisição da elite intelectual

o-baile-o-rebolation-no-clube-da-vania-em-pitombeira

[OPS, quem diria, você também é preconceituoso!!! A questão, obviamente, é mais complexa que isso, e não devemos defender a indústria cultural com unhas e dentes, nem de longe...

Any attempt to free films of their 'bad taste' will only weaken them: because 'the bad taste of the masses is more deeply rooted in reality than the good taste of the intellectuals' (165). Public taste will be improved, not through better films but only through a change in social relations.

According to Bertold Brecht, intellectuals are fighting in the dark as long as they are restricted to criticizing symptoms in a purely conceptual world. This is not only ignorance but arrogance:

The struggle of progressive intellectuals against the influence of com­mercial interests is based on the proposition that the masses don't know their own interests as well as the intellectuals do. But the masses have interests which are political rather than aesthetic; at no time was Schiller's proposal that political education should be made a matter of aesthetics so obviously pointless as today (165).]

“Essa gente precisa é de Chico Buarque.”

Sinceramente acho que todo mundo precisa escutar o homem. Mas a frase, vinda da boca de um culto amigo, irritado com um carro que jorrava tecnobrega no último, gerou aquele arrepio na espinha.

(…)

Sua crítica não se relacionava ao tratoramento da arte pela estrutura capitalista de reprodução e distribuição de cultura, que a transforma em mercadoria a ser consumida passivamente. Pois, ele próprio é um desses consumidores, que bebe empacotados dito eruditos, vilamadalenizados, mas que tenta “curar” o outro.

(…)

Poderíamos discutir horas a fio sobre os mecanismos da indústria cultural que levam a um produto de massa se sobrepor e esmagar manifestações tradicionais e as consequências disso. Contudo, a preservação do patrimônio cultural tradicional não se resolve forçando o povão a consumir um baião tradicional a um tecnobrega, um grupo de cateretê a uma dupla sertaneja, um samba de raiz a um funk proibidão.

Na opinião destes, há uma autoproclamada “cultura de qualidade”. A clivagem entre o popular e o erudito (e a ignorância de fundir o erudito com o bom) é apenas parte dessa discussão. Esse tipo de pensamento, com a reafirmação de símbolos para separar “nós” da plebe, expressa mais preconceito de classe do que qualquer outra coisa. E, em um ímpeto quase jesuítico, a necessidade de catequisar vem à tona, para trazê-lo à nossa fé. Não que eles poderão entender tudo, mas poderão, pelo menos, deixar o estado de barbárie em que se encontram ao respirar o mesmo ar que nós.

(…)

Ampliar o leque, dando mais possibilidades de escolha para a sociedade é uma coisa. Guiar o consumo cultural para preservar uma imagem que uma elite intelectual dos grandes centros tem de como deveria ser a cultura brasileira é outra.

Civilizar pela música: a inquisição da elite intelectual – Cotidiano – Notícias.

Acreditem se quiser (3)


Pois bem…não é que as mosquinhas se comportam como nós? Tudo bem que muita gente também se comporta como mosca morta, mas enfim…*rs*

Moscas sem sexo buscam consolo no álcool

Ela não quis transar com você? Encha a cara! Esse é o curioso recado que as moscas-das-frutas deram agora para os humanos –embora não seja algo propriamente novo entre o Homo sapiens.

Mas, além de uma curiosidade científica, é algo que poderá ajudar no tratamento de problemas como alcoolismo, vício em drogas e obesidade.

Pesquisadores demonstraram que machos de moscas do gênero Drosophila que eram impedidos de fazer sexo comiam mais comida “temperada” com álcool. Já machos que tinham sexo à vontade mostravam pouco interesse em ficar “calibrados”.

Sexo, álcool e drogas são formas de “recompensa” para o cérebro. Na falta de um, o outro pode ser uma consolação, segundo o estudo publicado na revista “Science”.

Mas que mecanismo bioquímico poderia estar por trás disso? A equipe, que teve como principal autora a pesquisadora Galit Shohat-Ophir, da Universidade da Califórnia, foi atrás de potenciais moléculas envolvidas, e descobriu que o “culpado” era o neurotransmissor chamado NPF (neuropeptídeo F).

Moscas macho que faziam sexo consumiam menos álcool e tinham maiores níveis de NPF. Moscas sem sexo consumiam mais álcool e tinham menores níveis de NPF.

Os humanos têm uma molécula semelhante, NPY (neuropeptídeo Y), também vinculada a questões de vício em drogas, álcool e prazer em geral criado por interações sociais ligadas à recompensa.

“Em mamíferos, incluindo seres humanos, o NPY pode ter um papel semelhante. Se for o caso, seria possível argumentar que a ativação do sistema de NPY poderia reverter os efeitos nocivos de experiências traumáticas e estressantes, que frequentemente levam ao abuso de drogas”, disse Shohat-Ophir.

“Humanizar” os resultados da pesquisa é algo difícil de colocar de lado, diz o autor de um comentário sobre a pesquisa publicado na mesma edição da “Science”, Troy Zars, da Universidade de Missouri. “Mas sua relevância para o comportamento humano obviamente ainda não está estabelecida”, conclui.